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RETIRO ACHEGA-TE

LEIA ATENTAMENTE! ESTE RETIRO SERÁ FECHADO, COM TAXA DE INSCRIÇÃO E DE FORMA INDISPENSÁVEL A PARTICIPAÇÃO INTEGRAL NOS DOIS DIAS. PARA ISSO, SEGUE AS INSTRUÇÕES ABAIXO PARA PARTICIPAR: 1. É necessário chegar no horário marcado, SEM ATRASOS  naquilo que for proposto a você e no contato que faremos de forma particular. É indispensável a participação integral no encontro. 2. Como este retiro será FECHADO, pedimos a contribuição de uma taxa única para toda a estrutura de R$35,00, SEM CUSTO DE ALIMENTAÇÃO. Se você desejar e precisar estaremos vendendo alimentação durante o final de semana, mas fique à vontade em trazer o que lhe for necessário. 3. Sua inscrição se tornará válida após o pagamento de sua taxa, SENDO INDISPENSÁVEL O ENVIO DO COMPROVANTE PARA O NÚMERO (28) 99978-8205. 4. A taxa de inscrição é para organizarmos as necessidades do retiro dias antes do final de semana marcado, por isso, não devolveremos o valor, pois ele já terá sido aplicado. Ele deverá ser depositado até a da
Postagens recentes

Dez razões para adotar a prática da Hora Santa

Por que meditar uma hora por dia? Porque vivemos na superfície da alma, com pouco conhecimento sobre Deus ou nossa vida interior. Nosso conhecimento refere-se em grande medida às coisas, não ao destino. A maioria de nossas dificuldades e decepções se deve a erros em nosso plano de vida. Esquecemos o sentido dela, por isso pomos em dúvida até mesmo o seu valor. Um osso quebrado dói porque está fora de lugar. Nossas almas estão em agonia porque não nos voltamos para a plenitude da Vida, da Verdade e do Amor: Deus. Por que fazer uma Hora Santa? Eis dez razões para fazê-la. 1.º   Investir bem o tempo.  — É um tempo gasto na presença de Nosso Senhor. Se a fé estiver viva, não é necessária nenhuma outra justificativa. 2.º   Afugentar os demônios do meio-dia  (cf.  Sl  90,6) .  — A quem vive atarefado é necessário tempo para assustar os “demônios do meio-dia”, isto é, preocupações mundanas que se agarram à alma como poeira. Uma hora com Nosso Senhor assemelha-se à experiência dos discípulos d

Reze conosco a Quaresma de São Miguel Arcanjo

  A Quaresma de São Miguel Arcanjo deve ser rezada entre os dias 15 de agosto e 29 de setembro (exceto aos domingos, dia dedicado ao Senhor), dia da Festa de São Miguel. Pode ser rezada também em outras épocas do ano por um período de 40 dias. Para se preparar para essa Quaresma é necessário: * Acender uma vela abençoada diante de uma imagem ou estampa de São Miguel Arcanjo; * Oferecer uma penitência durante os 40 dias; * Fazer o sinal da cruz; * Rezar essas orações todos os dias: Oração inicial para a Quaresma São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, sede o nosso refúgio contra as maldades e ciladas do demônio. Ordene-lhe, Deus, instantemente o pedimos. E vós, príncipe da milícia celeste, pela virtude divina, precipitai ao inferno satanás e os outros espíritos malignos que andam pelo mundo para perder as almas. Amém. Sacratíssimo Coração de Jesus (3x) Ladainha de São Miguel Arcanjo Senhor, tende piedade de nós. Jesus Cristo, tende piedade de nós. Senhor, tende piedade de nós. Jesu

O combate é uma necessidade do Cristão

“Se algum de nós não luta...” A alegria é um bem cristão, que possuímos enquanto lutamos, porque é consequência da paz. A paz é fruto de se ter vencido a guerra, e a vida do homem sobre a terra - lemos na Escritura Santa - é luta. (Forja, 105)   Ao longo de toda a tradição da Igreja, retratam-se os cristãos como   milites Christi , soldados de Cristo. Soldados que levam a serenidade aos outros, enquanto combatem continuamente contra as más inclinações pessoais. Às vezes, por insuficiência de sentido sobrenatural, por uma descrença prática, não se quer entender a vida na terra como milícia. Insinuam maliciosamente que, se nos considerarmos soldados de Cristo, corremos o risco de utilizar a fé para fins temporais de violência, de facções. Este modo de pensar é uma triste simplificação pouco lógica, que costuma aparecer de mãos dadas com o comodismo e a covardia. Nada mais alheio à fé cristã do que o fanatismo que acompanha os estranhos conúbios entre o profano e o espiritual, sejam de qu

E SE VOCÊ MORRER HOJE?

És tentado a pecar? Pensa na tua morte. Em breve, esse prazer efêmero não significará nada. Logo vais te arrepender de ter buscado um prazer momentâneo e abandonado a vida eterna. Talvez não exista hoje verdade mais evitada, reprimida e veementemente ignorada do que a realidade da morte. O homem moderno é consumido satisfazendo como um escravo às próprias paixões, autoproclamando-se livre e banindo absolutamente o pensamento de que um dia morrerá. Para evitar até a menção ao termo “morte”, ele recorre constantemente a palavras como “macabro” e “mórbido”. Apesar disso, ele está disposto a “matar” qualquer um que atrapalhe sua escravidão às paixões. A devassidão na qual ele se encontra mantém sua visão alheia a tudo, exceto à própria escravidão. Ele não consegue enxergar a única coisa no futuro que ele jamais poderá evitar ou negar. Poder-se-ia argumentar razoavelmente que o declínio histórico da piedade religiosa está correlacionado com o declínio da morte por doenças e com os avanços m

Matrimônio: Amor verdadeiro é sacrifício

O motivo de muitos casamentos não "funcionarem", por assim dizer, reside na esperança que os esposos não poucas vezes depositam no lugar errado. Muitas pessoas têm se unido com a finalidade de satisfazer a si mesmas. Assim, quando surgem as primeiras dificuldades, os primeiros desarranjos, o casal entra em crise e quer se separar. Trata-se, sem dúvida, de um problema de fé. A pessoa crê firmemente que se casou para "ser feliz". Assim, se o seu cônjuge não passa de um obstáculo no caminho rumo a esta "felicidade egoísta", nada resta senão descartar de modo definitivo esta pessoa – como se descarta um objeto mesmo. Neste conflito, sequer os filhos constituem um empecilho para que os pais se divorciem. Afinal, se o que importa é a felicidade deles, o importante são eles, nada mais. Não é que os pais que se divorciam não se preocupem com seus filhos. É que eles estão muito preocupados consigo mesmos para pensar em outra coisa que não seja... eles mesmos. O v

Por que Jesus esconde a própria glória para sofrer por nós?

Jesus sobe a uma alta montanha e, diante de seus discípulos mais próximos, manifesta a sua qualidade de Filho de Deus, de Segunda Pessoa da Trindade. Essa manifestação, porém, é algo um tanto passageiro e, ao mesmo tempo, sinal de uma realidade ainda mais gloriosa: o Deus que se fez homem para redimir a humanidade de seus pecados. De fato, a importância da Encarnação é tanta que Moisés e Elias aparecem no mesmo monte, durante a Transfiguração, para falar justamente do caminho de Cristo até a Cruz. Jesus sobe a uma alta montanha e, diante de seus discípulos mais próximos, manifesta a sua qualidade de Filho de Deus, de Segunda Pessoa da Trindade. Essa manifestação, porém, é algo um tanto passageiro e, ao mesmo tempo, sinal de uma realidade ainda mais gloriosa: o Deus que se fez homem para redimir a humanidade de seus pecados. De fato, a importância da Encarnação é tanta que Moisés e Elias aparecem no mesmo monte, durante a Transfiguração, para falar justamente do caminho de Cristo até a

A Unção dos Enfermos é um sacramento?

É a Unção dos Enfermos um verdadeiro sacramento instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo? A pergunta talvez soe como um “escolasticismo” sem propósito, mas tem a sua razão de ser, já que são muitos os hereges que, desde a Idade Média até tempos mais recentes, insistem em negar a natureza sacramental da Unção dos Enfermos. Um deles foi Lutero, que em algumas obras a rebaixa à condição de mero sacramental; outro foi Calvino, para quem a unção de que nos fala S. Tiago em sua carta nada mais é do que parte de um ritual para uma cura carismática. Não é essa, porém, a fé da Igreja. Segundo a doutrina católica, com efeito, a Unção dos Enfermos é, sim, um verdadeiro sacramento da Nova Aliança, quer dizer, um sinal sensível instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo para significar e produzir em nós a graça divina, mas que foi promulgado pelo Apóstolo S. Tiago. Assim o definiu solenemente no séc. XVI o Concílio de Trento, confirmando o que desde tempos primitivos criam todos os fiéis católicos. E