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Mostrando postagens de Janeiro, 2022

O sétimo mandamento: não roubarás

O Sétimo Mandamento proíbe roubar ou reter injustamente os bens do próximo ou danificá-lo. Ensina que cada pessoa deve e precisa trabalhar honestamente e assim suprir o seu sustento e o de sua família. O Sétimo Mandamento destaca o valor primordial e a importância do trabalho. O homem é seu autor e destinatário. Por meio de seu trabalho, o homem participa da obra da criação. Unido a Cristo, o trabalho pode ser redentor. Ele é a sentinela da virtude. A Bíblia está repleta de condenações ao roubo, à corrupção, às injustiças com os mais fracos e tantas vezes explorados em seus salários e trabalhos. São Paulo diz aos coríntios que: “Nem os ladrões, nem os avarentos… nem os rapinadores herdarão o Reino de Deus” (1 Cor 6,10). E os profetas acusaram os que exploram os irmãos. E todo roubo cometido exige reparação na mesma medida. O Evangelho mostra que Zaqueu ficou tão constrangido na presença de Jesus, que sabia que ele era corrupto, que lhe prometeu restituir quatro vezes tudo o que tin

As Bem-aventuranças - Série de catequese do Papa Francisco

As catequeses do Papa Francisco sobre as Bem-Aventuranças Preparamos  um  resumo  para  vocês  das  9  riquíssimas catequeses sobre Bem-Aventuranças feitas pelo Papa Francisco em 2020. Te convidamos a pegar sua Bíblia (Evangelho de Mateus 5, 1-11) e meditar em cada uma delas junto com o as reflexões do Papa Francisco. Este texto abre o “Sermão da Montanha” e iluminou a vida dos crentes, e também de muitos não-crentes. É difícil não se comover com estas palavras de Jesus, e é justo o desejo de as compreender e acolher cada vez mais plenamente. As Bem-aventuranças contêm o “bilhete de identidade” do cristão — este é o nosso bilhete de identidade — porque delineiam o rosto do próprio Jesus, o seu estilo de vida. Como surgiu o anúncio desta mensagem: Jesus, vendo a multidão que o seguia, sobe à suave encosta que rodeia o lago da Galileia, senta-se e, dirigindo-se aos discípulos, anuncia as bem-aventuranças. Portanto, a mensagem é dirigida aos  discípulos , mas no horizonte está a multidão

Sexto mandamento: Não pecar contra a castidade

  O que nos proíbe o sexto mandamento da Lei de Deus? O sexto mandamento da Lei de Deus nos proíbe todos os pecados contrários à castidade; entre os mais graves estão a masturbação, a fornicação, a pornográfica, a práticas homossexuais e o adultério. O sexto mandamento proíbe também todo ato, olhar ou conversa contrária à castidade. São graves os pecados contra a pureza? Os pecados contra a pureza, cometidos com pleno conhecimento e consentimento pleno, são sempre graves. Quais são os principais meios para guardar a santa pureza? Os principais meios para guardar a santa pureza são: a oração, a confissão e a comunhão freqüentes, a devoção à Santíssima Virgem, a modéstia e a guarda dos sentidos e a fuga das ocasiões de pecar, como conversas, olhares, leituras, amizades e espetáculos desonestos.   Se há um mandamento que as pessoas reclamam ser difícil de cumprir, este é, sem dúvida, o sexto mandamento. O escritor C. S. Lewis reconhecia que "a castidade é a menos popula

O que é ser um verdadeiro amigo de Cristo?

"Que os vossos mortos revivam! Que seus cadáveres ressuscitem! Que despertem e cantem aqueles que jazem sepultos, porque vosso orvalho é um orvalho de luz e a terra restituirá o dia às sombras. Vai, povo meu, entra nos teus quartos, fecha atrás de ti as portas. Esconde-te por alguns instantes até que a cólera passe, porque o Senhor vai sair de sua morada para punir os crimes dos habitantes da terra; porque a terra fará brotar o sangue que ela bebeu, e não ocultará mais os corpos dos assassinados.”   (Isaías, 26 - 19s) Um verdadeiro amigo de Cristo tem consciência e sabe que precisa muito de entrar no seu quarto interior (sua vida interior) e fechar a porta. Sabe que às escondidas, só ele e o Senhor, neste ambiente, ressuscitará, voltará a VIDA . Este também sabe que precisa morrer para o mundo, para nascer de novo. Os amigos de Jesus não são assassinos, as únicas mortes que estão em suas mãos são a morte de si e a morte para o mundo . Aquele que é amigo do Senhor entra no “q

São Sebastião: o santo protetor contra a peste e as doenças contagiosas

São Sebastião O santo de hoje nasceu em Narbonne; os pais eram oriundos de Milão, na Itália, do século terceiro. São Sebastião, desde cedo, foi muito generoso e dado ao serviço. Recebeu a graça do santo batismo e zelou por ele em relação à sua vida e à dos irmãos. Ao entrar para o serviço no Império, como soldado, tinha muita saúde no físico, na mente e principalmente, na alma. Não demorou muito, tornou-se o primeiro capitão da guarda do Império. Esse grande homem de Deus ficou conhecido por muitos cristãos, pois, sem que as autoridades soubessem – nesse tempo, no Império de Diocleciano, a Igreja e os cristãos eram duramente perseguidos –, porque o imperador adorava os deuses. Enquanto os cristãos não adoravam as coisas, mas as três Pessoas da Santíssima Trindade. Esse mistério o levava a consolar os cristãos que eram presos de maneira secreta, mas muito sábia; uma evangelização eficaz pelo testemunho que não podia ser explícito. São Sebastião tornou-se defensor da Igreja como soldado,

A iniciativa do amor de Deus

O modo de vida que Jesus levou nesta terra, com o qual se escandalizam hoje alguns fariseus, é o mais perfeito exemplo de como deve ser a nossa vida sob o jugo suave da Nova Lei: mais do que jejuns e penitências, que não devemos desprezar, o que realmente importa — aquilo sem o qual a própria mortificação perde sentido — é a caridade. Por meio de Cristo, com efeito, Deus cumpre o que prometera por boca do profeta Ezequiel: “Dar-vos-ei um coração novo e em vós porei um espírito novo; tirar-vos-ei do peito o coração de pedra e dar-vos-ei um coração de carne” (Ez 36, 26). A vida cristã, desse ponto de vista, não pode resumir-se a uma obediência externa a uma tantas “regrinhas” de comportamento; não é um tipo de “legalismo” que se satisfaz com a observação de certo número de preceitos. A justiça de nossas ações, a delicadeza e o respeito do nosso trato com Deus, tudo isso deve brotar de dentro, de um coração que ama, que se deixa envolver e transformar pela graça divina.   É por isso q

Por que amamos o Papa?

Por que amamos o Papa? Ninguém obriga ninguém a amar, partindo daí sabemos que o amor é voluntário, é a alegria do lava pés, o se dobrar, o servir. Pesado? Não! A maior riqueza que alguém poderia viver. Ninguém fica ensinando a uma criança que ela deve amar seu pai, a não ser que tenha um motivo muito claro, pois bem, nós católicos amamos e devemos amar cada vez mais nosso Papa. Primeiro porque ele é nosso pai e segundo ele foi o que Deus escolheu para que estivesse a guiar todo o seu rebanho. Vejo muitas pessoas que estão fora da Igreja amando suas ideologias, abraçando as coisas mais horríveis possíveis e acreditando com tal força que ninguém ousa contestar, pois defende com tal veemência que quem olha de fora já entende que não adianta tentar fazer mudar de ideia.   Mas nós Católicos somos os vulneráveis demais. Temos um Papa, um pai que olha, reza, zela por nós. Está a frente de uma instituição de mais de dois mil anos, e muitos de nós o desprezamos, falamos mal da Igreja. Não ente

Descubra o que foi o Concílio de Niceia

  O primeiro concílio ecumênico da Histórica da Igreja foi convocado pela imperador Constantino, em Niceia, na Bitinia (hoje, Isnik, na Turquia). O propósito principal do concílio era procurar sanar o cisma na igreja, provocado pelo arianismo. Isto foi feito, teológica e politicamente, por meio da produção, quase unânime de urna confissão teológica (o Credo de Niceia), elaborada por mais de trezentos bispos, que representavam quase todas as províncias orientais do Império (onde a heresia estava principalmente centralizada) e por uma representação simbólica do Ocidente. Portanto, o credo assim produzido podia legalmente reivindicar autoridade universal, porque foi enviado a todas as partes do Império, para receber a concordância das igrejas (condi as conseqüências alternativas da excomunhão e do banimento imperial). A questão que culminou em Niceia surgiu de uma tensão não resolvida dentro do legado teológico de Orígenes, no tocante ao relacionamento entre o Filho e o Pai. De um lad