Google+ Junho 2016 ~ Comunidade Encontro

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terça-feira, 28 de junho de 2016

São Pedro e São Paulo Apóstolos - principais líderes da Igreja Cristã

Hoje a Igreja do mundo inteiro celebra a santidade de vida de São Pedro e São Paulo apóstolos

Estes santos são considerados “os cabeças dos apóstolos” por terem sido os principais líderes da Igreja Cristã Primitiva, tanto por sua fé e pregação, como pelo ardor e zelo missionários.

Pedro, que tinha como primeiro nome Simão, era natural de Betsaida, irmão do Apóstolo André. Pescador, foi chamado pelo próprio Jesus e, deixando tudo, seguiu ao Mestre, estando presente nos momentos mais importantes da vida do Senhor, que lhe deu o nome de Pedro.

Em princípio, fraco na fé, chegou a negar Jesus durante o processo que culminaria em Sua morte por crucifixão. O próprio Senhor o confirmou na fé após Sua ressurreição (da qual o apóstolo foi testemunha), tornando-o intrépido pregador do Evangelho através da descida do Espírito Santo de Deus, no Dia de Pentecostes, o que o tornou líder da primeira comunidade. Pregou no Dia de Pentecostes e selou seu apostolado com o próprio sangue, pois foi martirizado em uma das perseguições aos cristãos, sendo crucificado de cabeça para baixo a seu próprio pedido, por não se julgar digno de morrer como seu Senhor, Jesus Cristo. Escreveu duas Epístolas e, provavelmente, foi a fonte de informações para que São Marcos escrevesse seu Evangelho.

Paulo, cujo nome antes da conversão era Saulo ou Saul, era natural de Tarso. Recebeu educação esmerada “aos pés de Gamaliel”, um dos grandes mestres da Lei na época. Tornou-se fariseu zeloso, a ponto de perseguir e aprisionar os cristãos, sendo responsável pela morte de muitos deles.

Converteu-se à fé cristã no caminho de Damasco, quando o próprio Senhor Ressuscitado lhe apareceu e o chamou para o apostolado. Recebeu o batismo do Espírito Santo e preparou-se para o ministério.

Tornou-se um grande missionário e doutrinador, fundando muitas comunidades. De perseguidor passou a perseguido, sofreu muito pela fé e foi coroado com o martírio, sofrendo morte por decapitação. Escreveu treze Epístolas e ficou conhecido como o “Apóstolo dos gentios”.

São Pedro e São Paulo, rogai por nós!

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Solenidade do Nascimento de João Batista, grande anunciador do Reino

Grande anunciador do Reino e denunciador dos pecados, ele foi preso por não concordar com as atitudes pecaminosas de Herodes

Com muita alegria, a Igreja, solenemente, celebra o nascimento de São João Batista. Santo que, juntamente com a Santíssima Virgem Maria, é o único a ter o aniversário natalício recordado pela liturgia.

São João Batista nasceu seis meses antes de Jesus Cristo, seu primo, e foi um anjo quem revelou seu nome ao seu pai, Zacarias, que há muitos anos rezava com sua esposa para terem um filho. Estudiosos mostram que possivelmente depois de idade adequada, João teria participado da vida monástica de uma comunidade rigorista, na qual, à beira do Rio Jordão ou Mar Morto, vivia em profunda penitência e oração.

Pode-se chegar a essa conclusão a partir do texto de Mateus: “João usava um traje de pêlo de camelo, com um cinto de couro à volta dos rins; alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre”. O que o tornou tão importante para a história do Cristianismo é que, além de ser o último profeta a anunciar o Messias, foi ele quem preparou o caminho do Senhor com pregações conclamando os fiéis à mudança de vida e ao batismo de penitência (por isso “Batista”).

Como nos ensinam as Sagradas Escrituras: “Eu vos batizo na água, em vista da conversão; mas aquele que vem depois de mim é mais forte do que eu: eu não sou digno de tirar-lhe as sandálias; ele vos batizará no Espírito Santo”(Mateus 3,11).

Os Evangelhos nos revelam a inauguração da missão salvífica de Jesus a partir do batismo recebido pelas mãos do precursor João e da manifestação da Trindade Santa. São João, ao reconhecer e apresentar Jesus como o Cristo, continuou sua missão em sentido descendente, a fim de que somente o Messias aparecesse.

Grande anunciador do Reino e denunciador dos pecados, ele foi preso por não concordar com as atitudes pecaminosas de Herodes, acabando decapitado devido ao ódio de Herodíades, que fora esposa do irmão deste [Herodes], com a qual este vivia pecaminosamente.

O grande santo morreu na santidade e reconhecido pelo próprio Cristo: “Em verdade eu vos digo, dentre os que nasceram de mulher, não surgiu ninguém maior que João , o Batista” (Mateus 11,11).

São João Batista, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Cruz de São Damião volta "para casa" após oito séculos

Assis (Rádio Vaticana) - A Cruz de São Damião deixou a Basílica de Santa Clara, em Assis - onde é custodiada desde que as Clarissas para lá se transferiram após a morte de Santa Clara - para ser recolocada temporariamente no local em que Francisco a viu pela primeira vez, onde rezou no início de sua conversão e recebeu o mandato “Francisco, vai e reconstrói a minha Igreja, que está em ruínas!”.

"Nos encontramos na Capela da Basílica de Santa Clara que custodia a Cruz de São Damião que falou a Francisco no início do caminho de sua conversão: “Francisco, vai e reconstrói a minha Igreja, que está em ruínas!”. Giotto eternizou este momento com um afresco na Basílica de Assis", disse o Diretor da Sala de Imprensa do Sacro Convento de Assis, Padre Enzo Fortunato.

Momento histórico

"Hoje é um momento histórico - continuou - porque a comunidade das Irmãs Clarissas, presente no traslado, em sinergia com a Província dos Frades menores, pensou - visto a extraordinariedade do Jubileu da Misericórdia - de levar por cinco dias o crucifixo de São Damião no ao seu lugar de origem, isto é, na igreja que leva o seu nome".

"Um momento de grande importância do ponto de vista histórico - avalia o sacerdote - mas também de profunda intensidade espiritual. Assim vem em mente as palavras do Papa Francisco no início do Jubileu, que desejava uma Igreja que caminhasse, edificasse e confessasse por meio da fé, por meio do Senhor. É evidente que o centro é "edificar", o mesmo que pediu Jesus a Francisco, e que hoje pede a cada um de nós por meio do nosso estilo de vida".

Não foi a primeira "saída"

Esta, no entanto, não é a primeira vez que a Cruz deixa a Basílica de Santa Clara. De fato, na tarde de 22 de março de 1953, no âmbito do VII Centenário da morte de Santa Clara, a Cruz de São Damião deixou por poucas horas o templo, sendo levado em solene peregrinação pelas ruas de Assis. Naquela ocasião, no entanto, não chegou a ser levado até a Igreja de São Damião.

No último domingo, teve lugar precisamente no Santuário de São Damião um encontro descrito pelo Padre Guardião - Fr. Gianpaolo Masotti - como necessário "prólogo" para o histórico traslado da Cruz que terá lugar de 15 a 19 de junho de 2016. 

Maiores informações sobre o histórico evento, podem ser encontradas no site dos franciscanos.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Missa de Consagração e Renovação dos Compromissos da Comunidade Encontro

É primavera na Comunidade Encontro!
Flores novas chegam ao jardim iniciando assim o caminho para a Consagração; flores brotam exalando seu perfume numa entrega total a Deus através da Consagração no Carisma; flores que aguentaram as ventanias, chuvas fortes e secas intensas, mas perseveraram. PRIMAVERA!
Venha celebrar conosco o grande dia de São Bento, dia do carisma Encontro!
Segunda-feira, dia 11, às 19:30h em Betesda, Santa Missa de Consagração e Renovação dos Compromissos da Comunidade Encontro.
Nós amamos te encontrar! Nossa vida é esse encontro!

quinta-feira, 9 de junho de 2016

São José de Anchieta, o Apóstolo do Brasil


Igreja celebra neste 9 de junho a memória litúrgica de um dos primeiros evangelizadores do Brasil, São José de Anchieta, que pela sua importância na introdução do cristianismo no país é conhecido como Apóstolo do Brasil.
José de Anchieta nasceu em 19 de março de 1534 em San Cristóbal de La Laguna (Tenerife). Com apenas 14 anos ingressou ao Colégio de Artes da Universidade de Coimbra, destacado como um dos melhores alunos e como um grande poeta.
Aos 17 anos, enquanto rezava diante de uma imagem de Nossa Senhora, compreendeu a missão que o aguardava. No dia 1 de maio de 1551, ingressou na Companhia de Jesus e começou seus estudos de Filosofia. Conhecido por compor versos latinos com muita facilidade, ficou conhecido como o “Canário de Coimbra”.
Em 1553, devido a uma doença, mudou-se de Tejo (Lisboa) ao Brasil. Chegou como missionário à Bahia e logo deu início ao seu trabalho de catequese com os índios. Anchieta adentrou pelo território, aprendeu a língua tupi, catequisou e ensinou latim aos índios, ao mesmo tempo em que lhes ensinava noções de higiene, medicina, música e literatura. Esta experiência com os povos nativos lhe permitiu escrever a primeira gramática tupi-guarani.
No dia da comemoração de São Paulo – 25 de janeiro –  no ano de 1555, inaugurou o colégio que ajudou a construir no planalto de Piratininga, na capitania de São Vicente. Ali, no pátio do colégio jesuíta foi onde fundou-se a atual cidade de São Paulo.
Em 1565 foi enviado ao Rio do Janeiro, onde colaborou na construção de um colégio e do primeiro hospital da cidade, conhecido como “A Casa da Misericórdia”. Logo foi ordenado sacerdote.
Voltou a São Vicente e durante um período de seis anos colaborou no colégio, além de realizar um importante trabalho apostólico e literário. Entre 1577 e 1587 foi designado superior dos jesuítas no Brasil, incentivando ainda mais o trabalho nas escolas e a catequese com as crianças.
Anchieta viajou por todo o país orientando os trabalhos missionários, como São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, entre outros. Fiel à doutrina e à sua congregação, era um homem dócil ao Espírito Santo e se consumiu por inteiro em sua missão.
Faleceu no dia 9 de junho de 1597, aos 63 anos, na vila de Reritiba, atual cidade de Anchieta, no Espírito Santo. No dia 10 de agosto de 1736, o Papa Clemente XII o declarou Venerável. Foi beatificado pelo Papa João Paulo II no dia 22 de junho de 1980.
O Papa Francisco, no dia 3 de abril de 2014, no uso de suas faculdades de Sumo Pontífice da Igreja Católica, dispensou o milagre e inscreveu José de Anchieta no Livro dos Santos, estendendo o culto do jesuíta à Igreja universal.
Durante a 53ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em abril de 2015, São José de Anchieta foi declarado copadroeiro do Brasil.
Fonte: ACI Digital