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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

O que significa ser a Medianeira de todas as graças?

A Virgem Maria é Medianeira de todas as graças, pois ela nos deu Jesus Cristo

O título de “Medianeira de todas as graças”, atribuído a Nossa Senhora, tem o seu significado ligado principalmente à participação da Mãe de Deus no Mistério da Encarnação do Verbo e no Mistério Pascal de Jesus Cristo. Mas esse título tem seu significado ligado também à mediação materna da Mãe de Deus sobre toda a Igreja e cada um dos fiéis em particular. Desde os primórdios do Cristianismo, o povo de Deus recorria a Virgem Santíssima, e a Tradição da Igreja já reconhecia a sua participação singular no Mistério de Cristo e na vida dos fiéis. Esse costume de recorrer a Santíssima Virgem é atestado pela mais antiga oração mariana de que se tem conhecimento, do século III, que em latim se chama Sub tuum præsidium, e significa “À vossa proteção”.
As imagens de Nossa Senhora, muitas delas retratadas até mesmo em cavernas e catacumbas, onde se reuniam os primeiros cristãos para rezar, também nos ajudam a compreender que a mediação da Mãe do Senhor faz parte do Cristianismo desde o princípio. Tendo em vista a importância do significado do tema para a Igreja de todos os tempos, trataremos brevemente sobre a Virgem Maria “Medianeira de todas as graças” a partir da doutrina do Corpo Místico de Cristo, presente nas Sagradas Escrituras; dos ensinamentos dos santos e dos doutores da Igreja; da doutrina do Magistério da Igreja.
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Os mediadores junto ao único Mediador

Para falar da mediação da Virgem Maria, vamos partir da Palavra de Deus, mais especificamente da Carta de São Paulo a Timóteo, na qual está escrito: “Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e a humanidade: o homem Cristo Jesus, que se entregou como resgate por todos”. Por essa passagem, não há dúvida de que o apóstolo Paulo diz claramente que existe um só mediador entre Deus e os homens. Mas, voltando alguns versículos, também está escrito: “Antes de tudo, peço que se façam súplicas, orações, intercessões r ação de graças por todas as pessoas, pelos reis e pelas autoridades em geral, para que possamos levar uma vida calma e tranquila, com toda a piedade e dignidade”.
Nesses versículos, o apóstolo dos gentios pede que se “façam súplicas, orações, intercessões e ação de graças” pelas necessidades da comunidade e por toda a sociedade da época. Mas se Cristo é o único Mediador entre Deus e os homens, por que Paulo pede a Timóteo e a sua comunidade que intercedam por suas necessidades e as de outras pessoas? O apóstolo faz isso, porque tem a clareza de que o único Mediador é a Igreja, é o Cristo Total, que é formado pela Cabeça, que é Jesus, e por nós, membros do Corpo Místico de Cristo. Fazemos parte do Corpo de Cristo, por isso participamos da mediação do único Mediador, que é Cristo. Dessa forma, a “mediação única do Redentor não exclui, antes suscita nas criaturas cooperações diversas, que participam dessa única fonte”. No entanto, somos pessoas cheias de fraquezas, inconstantes, pecadores, e Deus sabe que somos indignos e incapazes, por isso teve piedade de nós e, para nos dar acesso às suas misericórdias, concedeu-nos intercessores poderosos junto da Sua grandeza.

A Medianeira como caminho para chegar ao Mediador

Pela Sua infinita caridade, Jesus Cristo tornou-se a nossa garantia e o nosso Mediador “junto de Deus, Seu Pai, para aplacá-lo e pagar-lhe o que lhe devíamos. Mas será isso uma razão para termos menos respeito e temor à sua majestade e santidade? Digamos, pois, abertamente – com São Bernardo – que temos necessidade dum mediador junto do mesmo Medianeiro, e que Maria Santíssima é a pessoa mais capaz de desempenhar essa função caridosa. Foi por Ela que nos veio Jesus Cristo; é por Ela que devemos ir a Ele. Se receamos ir diretamente a Jesus Cristo, nosso Deus, por causa da sua grandeza infinita, ou da nossa miséria, ou ainda dos nossos pecados, imploremos ousadamente o auxílio e a intercessão de Maria, nossa mãe”.
À vista disso, compreendemos que a grandeza de Deus e a miséria humana são motivos suficientes para recorrer a Medianeira de todas as graças. Para chegar até Deus, segundo São Bernardo e São Boaventura, temos que subir três degraus: “o primeiro, que está mais perto de nós e mais conforme à nossa capacidade, é Maria; o segundo é Jesus Cristo, e o terceiro é Deus Pai. Para ir a Jesus é preciso ir a Maria: Ela é a nossa Medianeira de Intercessão. Para ir ao Eterno Pai é preciso ir a Jesus: nosso Medianeiro de Redenção”. No que diz respeito a Virgem Maria, devemos esclarecer que ela não é somente medianeira de intercessão no sentido mais comum da palavra, que é de interceder por nós, mas também no sentido de intervir concretamente em nossas vidas.

A Medianeira e a sua maternidade espiritual

A doutrina a respeito da maternidade espiritual da Virgem Maria sobre os fiéis atravessou os séculos e se faz presente na Igreja até os nossos dias, inclusive nos principais documentos do magisteriais do Concílio Vaticano II, como a Constituição Dogmática Lumen Gentium e o Catecismo da Igreja Católica. Mas, novamente vamos partir da Palavra de Deus que, a respeito do Corpo Místico de Cristo, diz: “Um homem e um homem nasceu d’Ela”. Neste versículo do Salmo 86, “segundo a explicação de alguns Santos Padres, o primeiro homem que nasceu de Maria foi o Homem-Deus, Jesus Cristo; o segundo é um homem impuro, filho de Deus e de Maria por adoção”. Se Jesus Cristo, cabeça do Corpo Místico da Igreja, nasceu da Virgem de Nazaré, todos os predestinados, membros dessa Cabeça, também devem nascer dela, por uma consequência necessária.
Visto que, a mesma mãe não pode dar à luz a cabeça sem os membros, nem os membros sem a cabeça. Isso seria uma monstruosidade na ordem da natureza. Do mesma forma, na ordem da graça, a cabeça e os membros nascem também de uma só Mãe: a Virgem Maria.
Se um membro do Corpo Místico de Cristo nascesse de outra mãe que não fosse a Mãe de Deus, que gerou a Cabeça, não seria um predestinado nem um membro de Jesus Cristo, mas sim um monstro na ordem da graça. Por disposição divina, a Santíssima Virgem, “concebendo, gerando e alimentando a Cristo, apresentando-O ao Pai no templo, padecendo com Ele quando agonizava na cruz, cooperou de modo singular, com a sua fé, esperança e ardente caridade, na obra do Salvador, para restaurar nas almas a vida sobrenatural. É, por essa razão, nossa mãe na ordem da graça”. Essa maternidade espiritual de “Maria, na economia da graça perdura sem interrupção, desde o consentimento que fielmente deu na anunciação e que manteve inabalável junto à cruz , até à consumação eterna de todos os eleitos”. Isso significa que a mediação materna da Mãe da Igreja é universal e particular, que ela é “Medianeira de todas as graças”

O significado do título de Maria “Medianeira de todas as graças”

Portanto, a Palavra de Deus, a Tradição da Igreja sempre consideraram a mediação humana junto a Jesus Cristo, o único Mediador, pois a Santíssima Trindade não quis salvar a humanidade sem a cooperação dos homens. Na História da Salvação, desde a Antiga Aliança, muitas foram as mediações humanas como Abraão, Moisés, os reis, os profetas, as santas mulheres, os apóstolos e discípulos de Jesus Cristo. Mas, na plenitude dos tempos, Deus suscitou a mediação singular da Virgem Maria para o desígnio da Salvação da humanidade.
Nossa Senhora esteve presente em toda a vida terrena de Seu Filho Jesus Cristo, desde o Mistério da Encarnação do Verbo, passando pela Sua vida oculta em Nazaré e a sua vida pública, até a consumação do Mistério Pascal. Como que para simbolizar a sua mediação, depois da Ascensão do Senhor aos Céus, a Santíssima Virgem permaneceu com os apóstolos e discípulos. Essa mediação de Maria, que permanece pelos séculos até a consumação eterna de todos os eleitos, não exclui a mediação de Cristo, mas antes é um caminho mais fácil para chegar até o Filho, nosso único Mediador junto ao Pai. No entanto, essa mediação da Mãe da Igreja se diferencia radicalmente das outras mediações humanas por seu caráter materno.
A Virgem de Nazaré não somente gerou o Filho de Deus, mas também o alimentou, educou e acompanhou durante toda sua vida, até o momento supremo de sua existência terrena, a sua doação total no sacrifício da Cruz. Isso significa que a Virgem Maria é medianeira universal, pois ao entregar-se inteiramente ao seu Filho Jesus, ela cooperou na obra da salvação de toda a humanidade. Ao mesmo tempo, Nossa Senhora é nossa medianeira particular, porque sua maternidade espiritual estende-se também a cada um de nós, que somos membros do Corpo de Cristo. Nós somos gerados, alimentados, educados e acompanhados pela Mãe da Igreja por toda a vida, por isso ela é também nossa medianeira de modo particular.
Dessa forma, a Virgem Maria é medianeira de todas as graças, pois ela nos deu Jesus Cristo, a graça incriada e eterna, e nos dá todas as graças necessárias para a nossa salvação, que nos foi alcançada pelo sacrifício único e definitivo de seu Filho no alto da cruz. Embora “Medianeira de todas as graças” seja um título de Nossa Senhora, e não um dogma de fé, o senso de fé do povo de Deus e a Igreja Universal são favoráveis a este, tanto que a sua celebração é reconhecida na Liturgia. Em 1921, o Papa Bento XV concedeu o Ofício e a Santa Missa da Bem-aventurada Virgem Maria “Medianeira de todas as graças”. A sua celebração, no dia 31 de maio, aconteceu primeiramente na Bélgica, mas se difundiu rapidamente por toda a Igreja.
“A devoção também chegou no Brasil e, no sul do país, ganhou enorme expressão. Em 1928, foi introduzida no Seminário São José, da cidade de Santa Maria, Rio Grande do Sul, através de um santinho recebido da Bélgica por padre Inácio Valle”. À Medianeira junto ao Mediador, recorramos com toda a confiança:
Bem-aventurada Virgem Maria Medianeira de todas as graças, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova

5 conselhos práticos para crescer em família durante o Advento













  O Advento está cheio de lindas e antigas tradições únicas do cristianismo que os pais podem partilhar com os seus filhos durante o tempo de preparação para o Natal.
A seguir, confira 5 conselhos práticos para crescer em família durante o Advento compartilhados pelo ‘National Catholic Register’.
1. Colocar uma coroa de Advento na mesa e acendê-la antes de jantar
Não se deve permitir que esta tradição milenar seja guardada somente para o domingo na igreja, mas que também possa acender-se às noites, antes do jantar.
A coroa simboliza mais do que as quatro semanas de Advento; também podem representar os 4.000 anos que o homem esteve na terra antes do nascimento do Salvador. Por outro lado, as crianças podem intercalar para acender e apagar as velas.
Usualmente podem rezar uma oração dizendo a seguinte jaculatória: “Vem, Senhor Jesus, nasce em nossos corações”.
2. Fazer obras de misericórdia
O Advento é um tempo de preparação e todas as pessoas precisam de formas tangíveis para se preparar espiritualmente para o nascimento de Jesus.
Podem montar um pequeno presépio em algum lugar da casa e, cada vez que algum membro da família realizar uma obra de misericórdia, pode colocar palha no presépio.
É uma bênção ver o presépio cada dia mais cheio para Jesus quando se aproxima o dia do seu nascimento. Lembre-se de não colocar a imagem do Menino Jesus até a véspera de Natal.
3. Não esquecer o verdadeiro São Nicolau
Segundo vários historiadores, o popular Papai Noel é a distorção – primeiramente literária e depois comercial – de São Nicolau, o generoso Bispo de Mira, padroeiro das crianças, navegantes e cativos.
A lenda de Papai Noel deriva diretamente da figura de São Nicolau, que segundo a tradição, entregou todos seus bens aos pobres para se tornar monge e bispo, conhecido sempre pela sua generosidade para com as crianças.
Por ter sido tão amigo das crianças, em seu dia entregam doces e presentes. É representado por um senhor vestido de vermelho, com uma barba muito branca, que passa de casa em casa entregando presentes e doces às crianças.
4. Ensinar as crianças
Incentive as crianças durante este tempo de preparação para o Natal a rezar pelos outros, ajudar em casa, compartilhar os bens com os mais necessitados, realizar as tarefas sem reclamar, fazer um sacrifício, ler alguma passagem da Bíblia, agradecer a Deus, saudar carinhosamente, não brigar com os seus irmãos etc.
É importante não só que as crianças se comprometam a realizar boas ações para o novo ano que se aproxima, mas também que os pais ensinem os seus filhos o verdadeiro sentido do Advento. Ou seja, que meditem sobre a vinda final do Senhor, assim como o nascimento de Jesus e a sua chagada na história do homem no Natal.
Além disso, devem ensinar o significado da coroa do Advento, das velas e da cor roxa para a liturgia, a qual significa uma preparação espiritual e penitência.
5. Crescer espiritualmente
Pode acrescentar no seu dia um pequeno momento de oração, a leitura da Bíblia de manhã durante o tempo do Advento ou possivelmente rezar um terço diário. Qualquer uma destas coisas poderia se tornar um grande hábito.
Pode fazer qualquer atividade que realizem em sua paróquia também. Finalmente, deve rezar para que o Natal conceda um novo zelo e um amor mais profundo por Cristo neste ano.
Fonte: ACI Digital

terça-feira, 22 de novembro de 2016

As 6 decisões mais importantes do Papa Francisco em “Misericordia et misera”




 No último dia 21 de novembro de 2016, o Papa Francisco publicou a sua carta apostólica “Misericordia et misera”, em conclusão do Ano Santo Extraordinário da Misericórdia.
Toda a carta é uma carinhosa recordação de como a Misericórdia de Deus se estende a todos os homens (leia na íntegra aqui). Também é um constante convite para que os fiéis corram aos confessionários, reconhecendo nosso pecado e para que os sacerdotes seja verdadeiros pastores, que acolham com carinho as ovelhas perdidas, em busca da misericórdia de Deus.
Porém na Misericordia et misera, o Papa Francisco também tomou algumas decisões importantes e fez algumas sugestões pastorais para que a Igreja viva a Misericórdia de Deus para além do ano jubilar. Estas são algumas das mais importantes:

1) Difundir mais a palavra de Deus
“Seria conveniente que cada comunidade pudesse, num domingo do Ano Litúrgico, renovar o compromisso em prol da difusão, conhecimento e aprofundamento da Sagrada Escritura: um domingo dedicado inteiramente à Palavra de Deus, para compreender a riqueza inesgotável que provém daquele diálogo constante de Deus com o seu povo. Não há de faltar a criatividade para enriquecer o momento com iniciativas que estimulem os crentes a ser instrumentos vivos de transmissão da Palavra. Entre tais iniciativas, conta-se certamente uma difusão mais ampla da lectio divina, para que, através da leitura orante do texto sagrado, a vida espiritual encontre apoio e crescimento. A lectio divina sobre os temas da misericórdia consentirá de verificar a grande fecundidade que deriva do texto sagrado, lido à luz de toda a tradição espiritual da Igreja, que leva necessariamente a gestos e obras concretas de caridade.”

2) Os missionários da misericórdia continuarão com seu trabalho
“Quero expressar a minha gratidão a todos os Missionários da Misericórdia pelo valioso serviço oferecido para tornar eficaz a graça do perdão. Mas este ministério extraordinário não termina com o encerramento da Porta Santa. De fato desejo que permaneça ainda, até novas ordens, como sinal concreto de que a graça do Jubileu continua a ser viva e eficaz nas várias partes do mundo. Será responsabilidade do Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização seguir, neste período, os Missionários da Misericórdia, como expressão direta da minha solicitude e proximidade e encontrar as formas mais coerentes para o exercício deste precioso ministério.”

3) Fomentar o Sacramento da confissão no 24 horas Para o Senhor
“O sacramento da Reconciliação precisa de voltar a ter o seu lugar central na vida cristã; para isso requerem-se sacerdotes que ponham a sua vida ao serviço do «ministério da reconciliação» (2 Cor 5, 18), de tal modo que a ninguém sinceramente arrependido seja impedido de aceder ao amor do Pai que espera o seu regresso e, ao mesmo tempo, a todos seja oferecida a possibilidade de experimentar a força libertadora do perdão.
Uma ocasião propícia pode ser a celebração da iniciativa 24 horas para o Senhor nas proximidades do IV domingo da Quaresma, que goza já de amplo consenso nas dioceses e continua a ser um forte apelo pastoral para viver intensamente o sacramento da Confissão.”

4) Todos os sacerdotes poderão absolver o pecado do aborto
“Em virtude desta exigência, para que nenhum obstáculo exista entre o pedido de reconciliação e o perdão de Deus, concedo a partir de agora a todos os sacerdotes, em virtude do seu ministério, a faculdade de absolver a todas as pessoas que incorreram no pecado do aborto. Aquilo que eu concedera de forma limitada ao período jubilar fica agora alargado no tempo, não obstante qualquer disposição em contrário. Quero reiterar com todas as minhas forças que o aborto é um grave pecado, porque põe fim a uma vida inocente; mas, com igual força, posso e devo afirmar que não existe algum pecado que a misericórdia de Deus não possa alcançar e destruir, quando encontra um coração arrependido que pede para se reconciliar com o Pai. Portanto, cada sacerdote faça-se guia, apoio e conforto no acompanhamento dos penitentes neste caminho de especial reconciliação.”

5) Os sacerdotes da Fraternidade São Pio X seguirão confessando válida e licitamente
“No Ano do Jubileu, aos fiéis que por variados motivos frequentam as igrejas oficiadas pelos sacerdotes da Fraternidade de São Pio X, tinha-lhes concedido receber válida e licitamente a absolvição sacramental dos seus pecados. Para o bem pastoral destes fiéis e confiando na boa vontade dos seus sacerdotes para que se possa recuperar, com a ajuda de Deus, a plena comunhão na Igreja Católica, estabeleço por minha própria decisão de estender esta faculdade para além do período jubilar, até novas disposições sobre o assunto, a fim de que a ninguém falte jamais o sinal sacramental da reconciliação através do perdão da Igreja.”

6) Jornada Mundial dos Pobres é instituída
“À luz do «Jubileu das Pessoas Excluídas Socialmente», celebrado quando já se iam fechando as Portas da Misericórdia em todas as catedrais e santuários do mundo, intuí que, como mais um sinal concreto deste Ano Santo extraordinário, se deve celebrar em toda a Igreja, na ocorrência do XXXIII Domingo do Tempo Comum, o Dia Mundial dos Pobres. Será a mais digna preparação para bem viver a solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, que Se identificou com os mais pequenos e os pobres e nos há de julgar sobre as obras de misericórdia (cf. Mt 25, 31-46). Será um Dia que vai ajudar as comunidades e cada batizado a refletir como a pobreza está no âmago do Evangelho e tomar consciência de que não poderá haver justiça nem paz social enquanto Lázaro jazer à porta da nossa casa (cf. Lc 16, 19-21). Além disso este Dia constituirá uma forma genuína de nova evangelização (cf. Mt 11, 5), procurando renovar o rosto da Igreja na sua perene ação de conversão pastoral para ser testemunha da misericórdia.”

Fonte: Church Pop

Conheça o tema que o Papa Francisco escolheu para a JMJ do Panamá 2019



“Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra” é o tema que o Papa Francisco escolheu para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) do Panamá em 2019.
O Vaticano anunciou que o Papa escolheu os temas “para o itinerário de três anos das Jornadas Mundiais da Juventude, que culminará com a celebração internacional do evento, programada para o Panamá, em 2019”.
“O caminho espiritual indicado pelo Santo Padre prossegue com coerência a reflexão das últimas três JMJs (2014 a 2016), centradas nas Bem Aventuranças”, explica o Vaticano.
“No discurso preparado para o encontro com os voluntários da JMJ de Cracóvia, Papa Francisco ilustrava as atitudes da Mãe de Jesus, indicando-a como modelo a imitar. Falando depois espontaneamente, o Santo Padre convidou os jovens a ter memória do passado, ter coragem no presente e ter/ser esperança para o futuro”.
Por isso, os três temas anunciados “buscam dar ao itinerário espiritual das próximas jornadas uma forte conotação mariana, retomando, ao mesmo tempo, a imagem de uma juventude em caminho entre o passado (2017), o presente (2018) e o futuro (2019), animada pelas três virtudes teologais: fé, caridade e esperança”.
Segundo a Santa Sé, “o caminho proposto aos jovens também está em sintonia com o tema escolhido pelo Papa para o próximo Sínodo dos Bispos: ‘os jovens, a fé e o discernimento vocacional’”.

Os temas para as próximas JMJ são:

XXXII Jornada Mundial da Juventude, 2017 (âmbito diocesano)
“Grandes coisas fez por mim o Onipotente” (Lc 1,49)

XXXIII Jornada Mundial da Juventude, 2018 (âmbito diocesano)
“Não temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus” (Lc 1,30)

XXXIV Jornada Mundial da Juventude, 2019 (Panamá)
“Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,38)

Fonte: ACI Digital

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

22 de Novembro - Santa Cecília, Padroeira dos Músicos

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Santa Cecília é uma santa católica, padroeira dos músicos. Não se tem muitas informações sobre a vida de Santa Cecília. É provável que tenha sido martirizada entre 176 e 180, sob o império de Marco Aurélio. Escavações arqueológicas não deixam dúvidas sobre a sua existência.
Segundo a Paixão de Santa Cecília, escrita no século V, Cecília seria da nobre família romana dos Metelos, filha de senador romano e cristã desde a infância.
Os pais de Cecília, sem que a filha soubesse, prometeram-na em casamento a um jovem patrício romano, chamado Valeriano. Se bem que tivesse alegado os motivos que a levavam a não aceitar este contrato, a vontade dos pais se impôs de maneira a tornar-lhe inútil qualquer resistência. Assim se marcaria o dia do casamento e tudo estava preparado para a grande cerimônia.
Da alegria geral que estampava nos rostos de todos, só Cecília fazia exceção. A túnica dourada e alvejante peplo que vestia não deixavam adivinhar que por baixo existia o cilício, e no coração lhe reinasse a tristeza. 
Estando só com o noivo, disse-lhe Cecília com toda a amabilidade e não menos firmeza: “Valeriano, acho-me sob a proteção direta de um Anjo que me defende e guarda minha virgindade. Não queiras, portanto, fazer coisa alguma contra mim, o que provocaria a ira de Deus contra ti”. A estas palavras, incompreensíveis para um pagão, Cecília fez seguir a declaração de ser cristã e obrigada por um voto que tinha feito a Deus de guardar a pureza virginal.
Disse-lhe mais: que a fidelidade ao voto trazia a bênção, a violação, porém, o castigo de Deus. Valeriano vivamente impressionado com as declarações da noiva, respeitou-lhe a virgindade, converteu-se e recebeu o batismo naquela mesma noite. Valeriano relatou ao irmão Tibúrcio o que tinha passado e conseguiu que também este se tornasse cristão.
Turcius Almachius, prefeito de Roma, teve conhecimento da conversão do dois irmãos. Citou-os perante o tribunal e exigiu peremptoriamente que abandonassem, sob pena de morte, a religião que tinham abraçado. Diante da formal recusa, foram condenados à morte e decapitados.
Também Cecília teve de comparecer na presença do irredutível juiz. Antes de mais nada, foi intimada a revelar onde se achavam escondidos os tesouros dos dois sentenciados. Cecília respondeu-lhe que os sabia bem guardados, sem deixar perceber ao tirano que já tinham achado o destino nas mãos dos pobres. Almachius, mais tarde, cientificado deste fato, enfureceu-se extraordinariamente e ordenou que Cecília fosse levada ao templo e obrigada a render homenagens aos deuses.
De fato foi conduzida ao lugar determinado, mas com tanta convicção falou aos soldados da beleza da religião de Cristo, que estes se declararam a seu favor, e prometeram abandonar o culto dos deuses.
Almachius, vendo novamente frustrado seu estratagema, deu ordem para que Cecília fosse trancada na instalação balneária do seu próprio palacete e asfixiada pelos vapores d’água. Cecília experimentou uma proteção divina extraordinária e embora a temperatura tivesse sido elevada a ponto de tornar-se intolerável, a serva de Cristo nada sofreu. Segundo outros, a Santa foi metida em um banho de água fervente do qual teria saído ilesa.
Almachius recorreu, então, à pena capital. Três golpes vibrou o algoz sem conseguir separar a cabeça do tronco. Cecília, mortalmente ferida, caiu por terra e ficou três dias nesta posição. Aos cristãos que a vinham visitar, dava bons e caridosos conselhos. Ao Papa entregara todos os bens, com o pedido de distribuí-los entre os pobres. Outro pedido fora o de transformar a sua casa em igreja, o que se fez logo depois de sua morte. Foi enterrada na Catacumba de São Calisto.
As diversas invasões dos godos e lombardos fizeram com que os Papas resolvessem a transladação de muitas relíquias de santos para igrejas de Roma. O corpo de Santa Cecília ficou muito tempo escondido, sem que lhe soubessem o jazigo.
Uma aparição da Santa ao Papa Pascoal I (817-824) trouxe luz sobre este ponto. Achou-se o caixão de cipreste que guardava as relíquias. O corpo foi encontrado intacto e na mesma posição em que tinha sido enterrado. O esquife foi achado em um ataúde de mármore e depositado no altar de Santa Cecília. Ao lado da Santa acharam seu repouso os corpos de Valeriano, Tibúrcio e Máximo.
Em 1599, por ordem do Cardeal Sfondrati, foi aberto o túmulo de Santa Cecília e o corpo encontrado ainda na mesma posição descrita pelo papa Pascoal. O escultor Stefano Maderno que assim o viu, reproduziu em finíssimo mármore, em tamanho natural, a sua imagem.
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A Igreja ocidental, como a oriental, tem grande veneração pela Mártir, cujo nome figura no cânon da santa Missa. O ofício de sua festa traz como antífona um tópico das atas do martírio de Santa Cecília, as quais afirmam que a Santa, nos festejos do casamento, ouvindo o som dos instrumentos musicais, teria elevado o coração a Deus nestas piedosas aspirações: “Senhor, guardai sem mancha meu corpo e minha alma, para que não seja confundida”.
Desde o século XV, Santa Cecília é considerada padroeira da música sacra e dos músicos. Sua festa é celebrada no dia 22 de novembro, dia da música e dos músicos.

ORAÇÃO À SANTA CECÍLIA
Ó gloriosa Santa Cecília, apóstola da caridade e espelho de pureza. Por aquela fé esclarecida, com que afrontastes os enganosos deleites do mundo pagão, alcançai-nos o amoroso conhecimento das verdades cristãs, para que conformemos a nossa vida com a santa lei de Deus e da Igreja. Revestinos de inviolável confiança na misericórdia de Deus, pelos merecimentos infinitos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Dilatai o nosso coração para que, abrasados do amor de Deus, não nos desviemos jamais da salvação eterna. Gloriosa padroeira nossa, que os vossos exemplos de fé e de virtude sejam para todos nós um brado de alerta para que estejamos sempre atentos à vontade de Deus na prosperidade como nas provações, no caminho do céu e na salvação eterna. Amém!
Santa Cecília, rogai por nós!

Fonte:
* Conti, Dom Servilio. O Santo do dia, 4ª. ed. revista e atualizada,
Petrópolis,Vozes, 1990, p. 519-522;
* Alban Butler. Vida dos Santos, vol. XI/novembro. Petrópolis, Vozes, 1993, p. 207-210;
* Cordeiro, V. A. Santa Cecília. Porto, 1913.

domingo, 20 de novembro de 2016

A memória da Apresentação de Nossa Senhora no Templo


Após o Concílio Vaticano II, a Igreja reformulou seu calendário litúrgico, surgindo então uma coleção de “Missas da Virgem Santa Maria”, como Apêndice ao Missal Romano. Dentre as festividades marianas do calendário está a memória obrigatória da Apresentação de Nossa Senhora no Templo, comemorada no dia 21 de novembro. No que se refere ao culto mariano, o Concílio dedicou um capítulo especial exortando todos os fiéis ao culto à Virgem Maria, de maneira essencialmente litúrgico (Lumen Gentium, 67), ou seja, associado à celebração das festas litúrgicas.

O Concílio destacou o lugar da Mãe de Deus na Liturgia da Igreja na celebração do ciclo anual dos mistérios de Cristo: “a santa Igreja venera com especial amor, porque indissoluvelmente unida à obra de salvação do seu Filho, a Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus, em quem vê e exalta o mais excelso fruto da Redenção, em quem contempla, qual imagem puríssima, o que ela, toda ela, com alegria deseja e espera ser.” (SC 103)


História

Esta celebração antiga iniciou-se no século VI, em Jerusalém, quando da construção de uma igreja em homenagem a este mistério. A Igreja do Oriente, acolheu e conservou zelosamente as tradicionais festas marianas, reservando à apresentação de Maria uma memória particular, como um dos mistérios da vida daquela que Deus escolheu para Mãe de seu Filho Unigênito. A partir do século XVI, tornou-se uma festa da Igreja Católica do mundo inteiro.

Como o nascimento da Virgem Maria, este episódio não é narrado nas Sagradas Escrituras, mas em evangelhos apócrifos, em particular no Proto-evangelho de São Tiago. De acordo com os relatos, os pais da Virgem Maria, Joaquim e Ana, que não podiam ter filhos, receberam uma mensagem de que teriam um filho. Como agradecimento pela graça da filha que lhes veio, eles a levaram ainda pequena para o Templo em Jerusalém para consagrá-la a Deus. Versões posteriores da história (como no Evangelho de Pseudo-Mateus e no Evangelho da Natividade de Maria) nos contam que Maria foi levada para o Templo com cerca de três anos de idade para cumprir uma promessa. A tradição conta que ela permaneceu ali para se preparar para o seu futuro papel como Mãe de Deus (Theotokos em grego).

Celebração litúrgica

Na Liturgia das Horas, lê-se: “Neste dia da solene consagração da igreja de Santa Maria Nova, construída junto ao templo de Jerusalém, celebramos com os cristãos do Oriente aquela consagração que Maria fez a Deus de si mesma desde a infância, movida pelo Espírito Santo, de cuja graça ficara plena na sua imaculada conceição”.
Portanto, a apresentação de Maria tem um importante propósito teológico: continua o impacto das festas da Imaculada Conceição e do nascimento de Maria. Ele enfatiza que a santidade conferida a Maria foi desde o início de sua vida na Terra e continuou pela sua infância. Disse São Germano de Constantinopla na homilia sobre a Apresentação: Esta menininha prepara o aposento para acolher a Deus, “mas não é o templo que a santifica e purifica, e sim a sua presença que purifica inteiramente o templo”.
Para a Igreja Católica, no dia da Apresentação de Maria, “celebramos a dedicação de si própria que Maria fez a Deus desde a sua tenra infância sob a inspiração do Espírito Santo, que preencheu-a com sua graça…”. O papa Paulo VI, em sua encíclica de 1974, Marialis Cultus, escreveu que “apesar de seu conteúdo apócrifo, [a história da Apresentação] apresenta elevados e exemplares valores e avança veneráveis tradições de origem nas igrejas orientais”.
As três festas do Nascimento, Santo Nome de Maria e a Apresentação no Templo correspondem com as três primeiras festas do ciclo de Jesus, o Nascimento de Jesus (Natal), o Santo Nome de Jesus e a Apresentação de Jesus no Templo.
O dia 21 de novembro é também um dia Pro Orantibus, um dia de oração para as freiras enclausuradas “totalmente dedicadas a Deus em oração, silêncio e retiro”.
Foi no dia 21 de novembro de 1964 que o Papa Paulo VI, na clausura da 3ª Sessão do Concílio Vaticano II, consagrou o mundo ao Coração de Maria e declarou Nossa Senhora Mãe da Igreja.

Fontes:                                                                                                         mariedenazareth.com; paulinas.org.br; a12.com

8 coisas que talvez não sabia sobre a Festa de Cristo Rei

 No calendário litúrgico, hoje é a Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo, comumente conhecida como a Festa de Cristo Rei.
É o último domingo do ano litúrgico (o Advento começa em uma semana) e esta festa nos lembra que não importa o que os poderes da Terra nos pedem para fazer, Cristo é o verdadeiro rei que deve reinar em nossos corações.

Conheça 8 detalhes desta impressionante festa:

1. Foi instituída em 1925
Após a Primeira Guerra Mundial, em meio ao crescimento do comunismo na Rússia, por ocasião dos 1600 anos do Concílio de Niceia (325), o Papa Pio XI instituiu a festa em 1925 através da encíclica Quas Primas. Sua primeira celebração aconteceu em 1926.

2. Foi celebrada pela primeira vez no dia de Halloween em 1926
Originalmente, foi estabelecida para o último domingo de outubro, antes da Festa de Todos os Santos. No ano de 1926, quando foi celebrada pela primeira vez, esse domingo coincidiu com o dia 31 de outubro.

3. Foi o Beato Paulo VI que, em 1969, revisou a festa e lhe deu o nome e a data atuais
O Papa Paulo VI deu à festa seu atual título completo (Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo) e transferiu para o último domingo do ano litúrgico.

4. A festa foi uma resposta ao crescimento da secularização, do ateísmo e do comunismo
Enquanto o mundo pedia eloquentemente aos cristãos que deviam restringir sua religião e dar maior lealdade aos governos, o Papa Pio XI escreveu sobre a festa:
“Se todo o poder foi dado ao Senhor Jesus, no céu e na terra, se os homens, resgatados pelo seu sangue preciosíssimo, se tornam, com novo título, súditos de seu império, se, finalmente, este poder abraça a natureza humana em seu conjunto, é claro que nenhuma de nossas faculdades se pode subtrair a essa realeza. É mister, pois, que reine em nossas inteligências: com plena submissão, com adesão firme e constante, devemos crer as verdades reveladas e os ensinos de Cristo. É mister que reine em nossas vontades: devemos observar as leis e os mandamentos de Deus. É mister que reine em nossos corações: devemos mortificar nossos afetos naturais, e amar a Deus sobre todas as coisas”. (Quas Primas, 34)

5. Apesar de suas origens católicas, a festa é comemorada por muitos protestantes
Apesar de ter sido criada há menos de cem anos na Igreja Católica, alguns anglicanos, luteranos, metodistas e presbiterianos celebram a festa.

6. Na igreja protestante da Suécia, este domingo é chamado “Domingo da Condenação”
Embora oficialmente os protestantes da Suécia celebrem esta festa como “O regresso de Cristo”, seu nome coloquial “Domingo da Condenação” procede do fato de que dão um enfoque particular ao Juízo Final e à segunda vinda de Cristo.

7. Alguns anglicanos se referem a este domingo como “Domingo da agitação”
Tem esse nome por duas razões:
Em primeiro lugar, a oração coleta anglicana para o dia começa com as palavras “agitado, despertado, te suplicamos, ó Senhor, as vontades de teus fiéis”.
Em segundo lugar, algumas das antigas receitas do pudim de pão doce requerem que o pudim seja agitado e se assente durante várias semanas antes de ser assado. Este domingo se tornou um dia em que as pessoas tradicionalmente começavam a preparar o pudim cristão, que incluía “agitar”.
Esses dois dados se uniram nas mentes dos anglicanos e, segundo a Wikipédia: “Supostamente, os cozinheiros, esposas e seus servos iam à igreja, escutavam as palavras ‘agitados, te suplicamos, ó Senhor...’ e recordavam, por associação de ideias, que já era hora de começar a agitar os pudins de Natal”.

8. A estátua de “Cristo Rei” da Polônia é a maior estátua de Jesus Cristo Rei do Universo no mundo
Com 33 metros de altura (um metro para cada ano da vida terrena de Jesus) e 3 metros de base, a estátua de Cristo Rei de Swlebodzin, no noroeste da Polônia, é três metros mais alta do que o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.

Fonte: ACI Digital

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Terço Jovem

Nosso fundador, Clayton, inspirado por Deus escreveu esse TERÇO JOVEM para que os jovens pudessem rezar devotamente e assim para que sejam cada vez mais fiéis a Deus e, guiados pelo Espírito Santo, ateiam fogo no mundo.
Reze sozinho, reze com seus amigos, ajude-nos a propagar esse TERÇO JOVEM, pois é vontade de Deus que assim façamos ele se tornar conhecido para nossa juventude se tornar mais santa. 


INÍCIO
- Creio.
- 1 Pai Nosso.
- 1 Ave Maria.


- INTENÇÕES


PRIMEIRA DEZENA
- 1 Pai Nosso.
- Repete 10 vezes: "Em nome de Jesus posso ser Santo sem deixar de ser jovem."

SEGUNDA DEZENA
- 1 Pai Nosso.

- Repete 10 vezes: "Senhor, que eu use minhas energias e criatividade para o bem de todos."

TERCEIRA DEZENA
- 1 Pai Nosso.
- Repete 10 vezes: "Jesus Cristo, santificai minha afetividade e sexualidade."

QUARTA DEZENA
- 1 Pai Nosso.
- Repete 10 vezes: "Senhor, que eu faça a diferença por onde passar."

QUINTA DEZENA
- 1 Pai Nosso.

- Repete 10 vezes: "Jesus, pela ação do Teu Espírito em minha vida, quero atear fogo santo neste mundo."

ORAÇÃO FINAL:

"A Igreja é jovem, a Igreja é Santa e onde tem jovem tem fogo. Senhor, que eu viva minha fé na obediência, seja um revolucionário instrumento de amor para a humanidade, ame a Santa Eucaristia e faça tudo Contigo, mas nada sem Maria." Amém.

- REZAR 1 SALVE RAINHA.

Terço escrito por Clayton B. Antar, Fundador da Comunidade Encontro, a luz do Espírito Santo de Deus.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Eu diante d'Ele.

Como posso querer comparar esse momento com qualquer outra coisa ou acontecimento?
Ele é o meu tudo. A cada adoração Ele cresce para mim e eu diminuo. Eu quero que seja assim. Ele cada vez mais tomando conta de mim, dos meus pensamentos, vontades, intenções. Que seja Ele, sempre Ele a comandar tudo em mim. "Escolhi não ter escolhas", essa é a minha vida.
Tem dias que chego em Sua presença e nada consigo dizer nem formular. Parece que tudo some, tudo deixa de existir dentro de mim. Consigo apenas Te olhar. Tem dias que meu pensamento demora parar no Cristo Eucarístico, tudo me chama mais a atenção: meus trabalhos que ainda precisam ser realizados, as preocupações com o financeiro da Comunidade, o que preciso fazer para ajudar os irmãos, a minha família… Tudo se torna grande demais, só não maior do que aquele desejo da minha alma de não pensar em nada daquilo tudo, e pensar apenas no Cristo. Muitas vezes consigo vencer essa confusão na minha mente e pensar somente no Cristo, mas outras vezes fico diante d'Ele lutando em meu interior: preocupações x pensar somente n'Ele.
Ao fim dessas lutas diárias tenho a certeza de que Ele é o meu pensamento preferido. De que é n'Ele que eu mais desejo pensar. Entendo que mesmo diante das preocupações, Ele é a minha resposta para tudo. As adorações diárias me conquistam para Ele. Seduzem-me para Ele. Prendem-me a Ele. Pois UM ADORADOR NÃO VOLTA ATRÁS.

A adoração salva a minha alma todos os dias e me prende de maneira agradabilíssima ao meu Amado. O que seria de mim sem esses momentos com o meu Cristo? Eu diante d'Ele. Nesse "lugar" tudo me é explicado, “o Amor me explicou tudo”.
É bom e me convém estar diante d'Ele todos os dias e enamorar-me por esse que me conquistou.
Nós católicos temos esse presente precioso, o Cristo Eucarístico e vivo todos os dias para adorá-Lo e exaltá-Lo. E Jesus é tão rico em bondade, que o que Ele mais quer fazer pela adoração é nós aproximar d'Ele e nos santificar a Sua imagem e semelhança. O desejo d'Ele é de que ao olharmos para Ele queiramos O imitar, que ao escutarmos as palavras que nos diz, queiramos O imitar, que vendo seus gestos, queiramos O imitar.
Bendito seja Jesus Cristo para sempre, que se fez pão para permanecer no meio de nós, em Corpo Santo.
Eu diante d'Ele: caminho de transfiguração e perpetuação no Cristo.
Amo a Santa Eucaristia, amo minha Igreja, amo o meu Cristo.

Letícia Debona
Missionária Consagrada da Comunidade Encontro



sábado, 12 de novembro de 2016

Misericordiosos, eis o que devemos ser


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“Há maior alegria em dar do que em receber.” (Atos 20,35)
“Eu me decido livremente pelo Cristo, com ardente coração eu quero amá- Lo.”
“Fareis obras iguais e maiores que Eu.” (João 14,12)

Para mim, mais do que os milagres de cura são os milagres de amor. Deus nos chama a essas obras de misericórdia. Ter compaixão, perdoar, doar-se... Eis as obras de imitação de Cristo. O amor cura, o perdão liberta.

“A maior fome do mundo é a fome de amor.” (Santa Teresa de Calcutá)

Durante esse ano, de maneira mais intensa, Jesus nos chamou à misericórdia, a perdoar, a amar, amar muito. Esse é um anseio tão grande de todo ser humano, que o tema litúrgico desse ano já faz falta. Mas com certeza esse tema curou, santificou e fortaleceu as nossas almas.

“Bem aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia.” (Mateus 5,7)

Nossa alma não tem sede de viver a misericórdia apenas por que recebe misericórdia também. Bem aventurados, felizes! Eis o motivo. Nossa alegria está aí. Quem não perdoa vive preso e prende. Quem perdoa é livre e ama.
A melhor escolha, por mais difícil que pareça, sempre é o perdão.
A festa da misericórdia acontece primeiro em quem dá o perdão, e depois é claro, em quem o recebe.
Obrigada Jesus por inspirar ao meu amado pastor, o Papa Francisco, tão lindo e essencial tema. Obrigada Francisco por sua sensibilidade, obediência e vir assim tratar a humanidade em sua maior necessidade. Conhecer, viver a misericórdia e o amor de Deus. Obrigada por vir cuidar do que tanto precisamos. Obrigada Carisma Encontro, por ser o carisma da misericórdia. E por eu pertencer a essa maneira de viver.
“Misericordiosos como o Pai!”

Letícia Debona
Consagrada da Comunidade Encontro

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Quinze minutos diante do Santíssimo Sacramento


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Muitas vezes, nós nos colocamos diante de Jesus presente na Eucaristia, mas, envolvidos com nossos problemas e nossas tribulações, não aproveitamos esses momentos preciosos diante de Deus Vivo. Ficamos diante do Tabernáculo sem saber direito o que dizer para Jesus e por isso nos sentimos incomodados, temos pressa, ou então ficamos o tempo todo falando sem dar tempo para que ele nos fale.
Segue uma sugestão, escrita por Santo Antônio Maria Claret, que nos levam a uma profunda intimidade com o Senhor na oração. Faça a experiência de seguir esse roteiro, diante do Santíssimo, por um período mínimo de quinze minutos. Repita-a muitas vezes, sempre que quiser ter uma vivência diante de Jesus.

Inicie sempre sua oração, ouvindo Jesus lhe dando as boas vindas e lhe dizer:

“Não é preciso, meu filho, saber muito para me agradar, basta amar-me fervorosamente. Fala-me, pois, de uma maneira simples, assim como falarias com o mais íntimo dos amigos…

Tens algum pedido em favor de alguém?

Menciona-me seu nome e dize-me o que desejas que Eu lhe faça. Pede muito. Não receies pedir. Conversa comigo, simples e francamente, sobre os pobres que gostarias de consolar, sobre os doentes que vês sofrer, sobre os desencaminhados que tanto desejas ver novamente no caminho certo. Dize-me a favor deles ao menos uma palavra.

E tu, não precisas de alguma graça?

Dize-me abertamente que te reconheces orgulhoso, egoísta, inconstante, negligente… e pede-me, então, que Eu venha em teu auxílio nos poucos ou muitos esforços que fazes para te livrares destas faltas. Não te envergonhes! Há muitos justos, muitos santos no céu que tinham exatamente os mesmos defeitos que tu. Mas, pediram com humildade e, pouco a pouco, se viram livres deles. Tampouco deixes de me pedir saúde, bem como resultados nos teus trabalhos, nos teus negócios ou estudos. Posso dar-te e realmente te darei tudo isso, contanto que não se oponha à tua santificação, mas, antes, a favoreça. Mas quero que o peças. Do que necessitas precisamente hoje? Que posso fazer por ti? Ah, se soubesses quanto Eu desejo te ajudar!

Andas preocupado com algum projeto?

Conta-me. O que é que te ocupa? Que pensas? Que desejas? Que posso Eu fazer por teu irmão, por tua irmã, por teus amigos, por tua família, por teus superiores? Que gostarias de lhes fazer? E no que se refere a mim, não sentes o desejo de me ver glorificado? Não queres fazer um favor aos amigos que amas, mas que talvez vivam sem jamais pensar em mim? Dize-me: em que se detém, hoje, de maneira especial, tua atenção? Que desejas mais vivamente? Quais os meios que tens para alcançá-lo? Conta-me se não consegues fazer o que desejas e Eu te indicarei as causas do insucesso. Não gostarias de conquistar os meus favores?

Por acaso estás triste ou mal-humorado?

Conta-me com todos os pormenores o que te entristece. Quem te feriu? Quem ofendeu o teu amor ao próximo? Quem te desprezou? Conta-me tudo. Então, em breve, chegarás ao ponto de me dizer que, imitando-me, queres perdoar tudo e de tudo te esqueceres. Como recompensa, hás de receber a minha bênção consoladora. Acaso tens medo? Sentes na tua alma melancolia e incerteza que, embora não justificadas, não deixam de ser dolorosas? Lança-te nos braços da minha amorosa providência. Estou contigo, a teu lado. Vejo tudo, ouço tudo e, em momento algum, te desamparo. Sentes frieza da parte de pessoas que antes te queriam bem e que agora, esquecidas, se afastam de ti apesar de não encontrares em ti motivo algum para isso? Roga por elas, pois, se não forem obstáculo à tua santificação, Eu as trarei de volta a teu lado.

Não tens alguma alegria que possas partilhar Comigo?

Por que não me deixas tomar parte nela com a força de um bom amigo? Conta-me o que, desde ontem, desde tua última visita, consolou e agradou teu coração. Talvez fossem surpresas agradáveis; talvez boas notícias tenham sido recebidas, uma carta, uma demonstração de carinho; talvez tenhas conseguido vencer alguma dificuldade ou sair de algum apuro. Tudo obra minha. Dize-me, simplesmente, como um filho ao seu pai: “Obrigado, meu Pai, obrigado!”.

E não queres prometer-me alguma coisa?

Bem sabes que Eu leio o que está no fundo do teu coração. É fácil enganar os homens, mas a Deus não podes enganar. Fala-me, pois, com toda a sinceridade. Fizeste o propósito firme de, no futuro, não mais te expores àquela ocasião de pecado, de te privares do objeto que te seduz, de não mais leres o livro que exalta a tua imaginação, de não procurares a companhia das pessoas que perturbam a paz da tua alma? Serás novamente amável e condescendente para agradar àquela outra a quem, por ter te ofendido, consideraste até hoje como inimiga?

Agora, meu filho, volta agora às tuas ocupações habituais: ao teu trabalho, à tua família, aos teus estudos. Mas não esqueças os quinze minutos desta agradável conversa que tiveste aqui, a sós comigo, no silêncio do santuário. Pratica, tanto quanto possível, o silêncio, a modéstia, o recolhimento, a serenidade e a caridade para com o próximo. Ama e honra minha Mãe, que é também tua. E volta amanhã, com o coração mais amoroso, mais entregue a mim. No meu coração hás de encontrar, em cada dia, um amor totalmente novo, novos benefícios e novas consolações. Vem, que Eu aqui te espero.

Não te esqueças os quinze minutos desta agradável conversa que tiveste aqui, a sós comigo, no silêncio do santuário”.

Fonte: Uma visita ao Santíssimo Sacramento, Ed. Canção Nova

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Papa Francisco responde: quais os 3 obstáculos que nos impedem de servir ao Senhor?



O desejo de poder, a deslealdade e o dinheiro impedem de servir ao Senhor. Foi o que o Papa Francisco disse em sua homilia na Missa dessa terça-feira (08) que celebrada na Casa Santa Marta, quando mencionou 3 obstáculos que impedem o cristão de ser servidor.

O Desejo de poder

“Quantas vezes vimos, até em nossas casas: ‘aqui sou eu que comando!’. E quantas vezes, sem dizê-lo, fizemos ouvir aos outros ‘que aqui eu comando’, não? A sede de poder... E Jesus nos ensinou que aquele que comanda se torna como aquele que serve. Ou se alguém quiser ser o primeiro, seja servidor de todos”.
O Papa recordou que “Jesus reverte os valores da mundanidade, do mundo”. “E este desejo de poder não é o caminho para se tornar um servo do Senhor, ao contrário: é um destes obstáculos que rezamos ao Senhor para que afaste de nós”.

O dinheiro e a deslealdade

O segundo “obstáculo” se verifica “também na vida da Igreja” e é “a deslealdade”. E isto acontece “quando alguém quer servir o Senhor enquanto serve outras coisas que não são o Senhor”.
“O Senhor nos disse que nenhum servo pode ter dois patrões. Ou serve a Deus ou serve ao dinheiro. Foi Jesus que o disse. E este é um obstáculo: a deslealdade; que não é o mesmo de ser pecador. Todos somos pecadores e nos arrependemos disso, mas ser desleais é fazer jogo duplo, não? Jogar à direita e à esquerda, jogar com Deus e jogar com o mundo, não? Isto é um obstáculo. Aquele que tem sede de poder e aquele que é desleal dificilmente podem servir ou serem servos livres do Senhor”.
Tanto o desejo de poder quanto a deslealdade “tiram a paz e te causam um tremor no coração que não deixa em paz, mas sempre ansioso”. E isto, reitera, “nos leva a viver naquela tensão da vaidade mundana... viver para aparecer”, acrescentou.
Em seguida, o Papa denunciou que muita gente “vive somente para ser vitrine, para aparecer, para que digam: ‘Ah, como ele é bom...’, tudo pela fama. Fama mundana”. E a sua advertência é que assim “não se pode servir ao Senhor”.
“Peçamos ao Senhor para que remova os obstáculos a fim de que com serenidade, do corpo e do espírito”, possamos “dedicar-nos livremente ao seu serviço”.
“O serviço de Deus é livre: nós somos filhos, não escravos. E servir Deus em paz, com serenidade, quando Ele mesmo tirou de nós os obstáculos que tiram a paz e serenidade, é servi-Lo com a liberdade. E quando servimos o Senhor com liberdade, sentimos a paz ainda mais profunda, não é verdade? Da voz do Senhor: ‘Oh, vem, vem, vem, servo bom e fiel’. E todos nós queremos servir ao Senhor com bondade e fidelidade, mas precisamos de sua graça: sozinhos não podemos”.
Francisco assinalou que devemos repetir que “somos servos inúteis”. “Somente devemos pedir e dar espaço para que Ele faça em nós e Ele nos transforme em servos livres, em filhos, não em escravos”.
“Que o Senhor nos ajude a abrir o coração e deixar trabalhar o Espírito Santo, para que remova de nós esses obstáculos, especialmente o desejo de poder que faz tanto mal, e a deslealdade, a dupla face de querer servir a Deus e ao mundo”.
“E assim – concluiu – nos dê essa serenidade, essa paz para poder servi-Lo como filho livre, que no final, com muito amor, lhe diz: 'Pai, obrigado, mas o Senhor sabe: eu sou um servo inútil”.

Evangelho comentado pelo Papa:

“E qual de vós terá um servo a lavrar ou a apascentar gado, a quem, voltando ele do campo, diga: Chega-te, e assenta-te à mesa?
E não lhe diga antes: Prepara-me a ceia, e cinge-te, e serve-me até que tenha comido e bebido, e depois comerás e beberás tu?
Porventura dá graças ao tal servo, porque fez o que lhe foi mandado? Creio que não.
Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos somente o que devíamos fazer”.

Fonte: ACI Digital

sábado, 5 de novembro de 2016

Uma vida apaixonante. Meu carisma Encontro!

Sabe o que eu acho mais belo na vida comunitária? Nossas diferenças! Isso mesmo, nossas diferenças, nossas dificuldades e limitações são coisas que nos tornam HUMANOS.
Nós somos GENTE, gente! Sentimos dores espirituais e físicas, temos momentos de muita alegria e tristezas, passamos por doença, dívidas, morte, nascimento, casamento, conquistas... E nisso tudo sendo humanos, homens e mulheres que não negam sua humanidade, e que a canalizam para a busca do Céu, buscando viver a santidade aqui na terra.
Missa de Consagração e Renovação dos Compromissos em 2013

Graças a Deus fui chamada a viver essa loucura toda no carisma Encontro. Hoje trago no meu coração uma certeza ainda maior do que na Missa de São Bento de 2013 quando recebi a cruz de vocacionada Encontro ingressando assim no caminho formativo para a Consagração no carisma (foto acima). Não, ainda não sou consagrada, faltam 1 ano e meio que, com a graça de Deus e intercessão da Virgem Maria, os viverei bem segundo a vontade Dele.
E é sobre essa certeza que quero testemunhar aqui. É impossível ficar quieta, silenciar e não querer soltar gritos aos quatro cantos espalhando a alegria que é ser de Deus no carisma Encontro. É sério! Esse carisma é fantástico e quem conhece não me deixa só, muito menos fica fora dessa festa. Mas o apaixonar por esse carisma vai muito além das festas e sorrisos, o encantamento por esse carisma passa pela Cruz.
Essa vida é como um casamento: na alegria e na tristeza, na saúde e na doença. Pois é, como disse acima, somos humanos, lembra? Passamos também por sofrimentos, a diferença é que optamos vivê-los com Deus, Nele encontramos a certeza da felicidade plena e que os maiores benefícios disso tudo não receberemos aqui, mas sim na Vida Eterna, NO CÉU!
Ah o Céu... Anseio e suspiro pelo Céu! Eu prefiro o Paraíso, como nos ensina São Filipe Néri, e o incrível disso tudo é que esse Céu vivemos já aqui na Terra com o carisma Encontro. E não me venha dizer que estou louca e contradizendo tudo que escrevi acima com essas palavras, pois basta conhecer o mínimo desse carisma, experimentar o mínimo de Deus que vivenciamos diariamente que você tocará nessa verdade.
E a Cruz não é o fim, lembra? No dia final Cristo ressuscitou, a pedra foi rolada no terceiro dia e olha o Céu aqui mais uma vez nos mostrando que já é nosso, basta reconciliarmos com a Cruz, amá-La e bem vivê-La.
“Nós somos loucos por causa do Cristo” (I Cor 4, 10). “A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem...para nós ela é poder de Deus” (I Cor 1, 18).
Eu cansei de tentar entender Deus, eu escolhi experimentá-Lo e viver com Ele, com o Sagrado no carisma Encontro. E você, qual parte escolhe? Com a graça de Deus, nós, Comunidade Encontro, podemos testemunhar: NÓS ESCOLHEMOS A MELHOR PARTE!
Karla Maria Tavares
Discípula da Comunidade Encontro

Assistiu o vídeo acima até o final e experimentou na simplicidade das fotos e da música esse carisma apaixonante? Não perca tempo, filho, volte para casa! Conheça mais de perto nossa vida e saiba como se tornar um vocacionado, entre em contato conosco:
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