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sábado, 22 de abril de 2017

A MISERICÓRDIA DIVINA É A HERANÇA DE DEUS PARA NÓS







A Festa da Misericórdia foi instituída pelo Santo Padre, o Papa João Paulo II, em 23 de maio de 2000, a pedido do próprio Senhor à Santa Faustina Kowalska: Comecei uma novena na intenção de certos sacerdotes, para que Deus lhes conceda luz e inspiração, para que se esforcem por conseguir a aprovação dessa Festa e para que o Espírito Divino inspire o Santo Padre em toda essa ­questão.” (D.1041)

SANTA FAUSTINA E A DIVINA MISERICÓRDIA

  O bem-aventurado Papa João Paulo II beatificou e canonizou, no ano 2000, sua conterrânea Santa Faustina Kowalska, uma santa religiosa que recebeu visões e revelações de Nosso Senhor a respeito da Divina Misericórdia. Em seu famoso diário, Santa Faustina relata o momento em que Jesus lhe pediu a instituição da festa da Sua Misericórdia:
  "A Minha imagem já está na tua alma. Eu desejo que haja a Festa da Misericórdia. Quero que essa Imagem, que pintarás com o pincel, seja benzida solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa, e esse domingo deve ser a Festa da Misericórdia." Atendendo ao apelo do próprio Jesus pelas palavras de Santa Faustina, João Paulo II estabeleceu o segundo domingo da Páscoa – tradicionalmente conhecido como Dominica in Albis – como a festa da Divina Misericórdia. E, em 2014, ele mesmo foi canonizado por ocasião da festa que instituiu. 
 “Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores. (...). Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da Minha misericórdia.!
A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das culpas e das penas. Nesse dia, estão abertas todas as comportas divinas, pelas quais fluem as graças. Que nenhuma alma tenha medo de se aproximar de Mim, ainda que seus pecados sejam como o escarlate”
(Diário, 699).



SÃO JOÃO PAULO II E A DIVINA MISERICÓRDIA 


  Os primeiros contatos de Karol Wojtyła com a mensagem da Misericórdia, comunicada por Jesus à Santa Faustina Kowalska, provavelmente aconteceram em sua juventude, no tempo dos seus estudos no seminário clandestino de Cracóvia (1942-1946). A respeito desse tempo, ele testemunhou na sua última viagem a Polônia, quando consagrou o Santuário da Divina Misericórdia: “Muitas das minhas recordações pessoais se relacionam com este lugar. Eu vinha aqui, sobretudo, durante a ocupação nazista, quando trabalhava no estabelecimento Solvay, situado perto daqui. Ainda hoje me recordo do caminho (…) que eu todos os dias percorria para ir trabalhar nos diversos horários, com os sapatos de madeira nos pés. Eram assim os sapatos naquela época. Como era possível imaginar que aquele homem com sapatos de madeira, um dia teria consagrado a basílica da Misericórdia Divina, em Łagiewniki de Cracóvia?”.
  Foi João Paulo II que, em 1967, como cardeal, concluiu o processo informativo para a causa de beatificação da Irmã Faustina. Anos depois, eleito Papa, celebrou a beatificação (1993) e a canonização (2000) dessa religiosa. A ela, na celebração da beatificação, dirigiu a saudação: “Ó Faustina, quão maravilhoso foi o teu caminho! (…) É verdadeiramente maravilhoso o modo pelo qual a sua devoção a Jesus Misericordioso se difunde no mundo contemporâneo e conquista tantos corações humanos!”. E na canonização, olhando para o futuro da Igreja e da humanidade, afirmou: “a luz da misericórdia divina, que o Senhor quis como que entregar de novo ao mundo através do carisma da Irmã Faustina, iluminará o caminho dos homens do terceiro milênio”.


BENTO XVI E A DIVINA MISERICÓRDIA 
  Bento XVI testemunhou, em várias ocasiões, a respeito dessa relação do Pontificado do seu predecessor com o Mistério da Divina Misericórdia: “Como Irmã Faustina, João Paulo II fez-se apóstolo da Misericórdia Divina. (…) A sua mensagem, como a de Santa Faustina, reconduz (…) ao rosto de Cristo, revelação suprema da misericórdia de Deus. Contemplar constantemente esse Rosto: essa é a herança que ele nos deixou, e que nós com alegria acolhemos e fazemos nossa” (Festa da Misericórdia, 2008).
  Em outra ocasião, Bento XVI afirmou: “O mistério de amor misericordioso de Deus esteve no centro do pontificado deste meu venerado Predecessor. Recordamos, em particular, a Encíclica Dives in Misericordia, de 1980, e a dedicação do novo Santuário da Divina Misericórdia em Cracóvia, em 2002. As palavras que ele pronunciou nesta última ocasião foram como que uma síntese do seu magistério, evidenciando que o culto da Divina Misericórdia não é uma devoção secundária, mas dimensão integrante da fé e da oração do cristão” (Regina Caele, 23.04.2006).


Fonte: Portal da Misericórdia, Padre Paulo Ricardo 

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Onde está, ó morte, a tua vitória?

Estamos na Oitava da Páscoa onde proclamamos que a Vida venceu a morte, Cristo ressuscitou, Cristo venceu. A esperança é viva! Sejamos como João, que foi ao Encontro, correu, quis ver primeiro o Ressuscitado e pode de forma magnífica ver e experimentar a alegria da Ressurreição. 
Estamos em uma grande festa que se estende até domingo de forma litúrgica, mas que dentro dos nossos corações precisa perdurar através do nosso anúncio, da minha e da sua vida, os meus gestos precisam mostrar essa luz que veio dar vida a nossa vida, ressuscitar dentro de nós aquilo que já tinha se perdido ou apagado; essa Luz vem para nos transformar em verdadeiros luzeiros, em pessoas novas. Queiramos ser atingidos por esse amor! 

A alegria da alma que tem um Encontro profundo com o Senhor nunca mais é a mesma, Deus muda tudo de tal forma que não nos reconhecemos. Propaguem essa verdade, não fiquem mais em seus túmulos, não sejamos mais como mortos-vivos que andam por aí, somos Cristãos somos Marianos, somos Igreja, somos aqueles que um dia foram atingidos por essa Verdade que se fez carne e veio até nós, se fez pequeno, um Deus que quis viver sua humanidade aqui conosco porque sabia que não conseguiríamos alcançar a sua grandeza.

A ressurreição de Cristo ultrapassa um acontecimento histórico, onde simplesmente marca algo importante, ela vai além, muda a direção de nossas vidas. Deseje ardentemente fazer parte disso, vibrar com essa vitória, Cristo ressuscitou!

“Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” (v.55). Levemos esse grito no coração. E se nos perguntarem o porquê do nosso sorriso doado e da nossa paciente partilha, então poderemos responder que Jesus ainda está aqui, que continua a estar vivo entre nós, que Jesus está aqui, conosco: vivo e ressuscitado.

Natália Maria Pereira Pá
Missionária Consagrada da Com. Encontro

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Oitava da Páscoa e o Círio Pascal

  Após o domingo de Páscoa a Igreja vive o Tempo Pascal; são sete semanas em que celebra a presença de Jesus Cristo Ressuscitado entre os Apóstolos, dando-lhes as suas últimas instruções (At1,2). Quarenta dias depois da Ressurreição Jesus teve a sua Ascensão ao Céu, e ao final dos 49 dias enviou o Espírito Santo sobre a Igreja reunida no Cenáculo com a Virgem Maria. É o coroamento da Páscoa. O Espírito Santo dado à Igreja é o grande dom do Cristo glorioso. O Tempo Pascal compreende esses cinquenta dias (em grego = “pentecostes”), vividos e celebrados “como um só dia”. Dizem as Normas Universais do Ano Litúrgico que: “os cinquenta dias entre o domingo da Ressurreição até o domingo de Pentecostes devem ser celebrados com alegria e júbilo, “como se fosse um único dia festivo”, como um grande domingo” (n. 22).
  Esse é o Tempo litúrgico mais forte de todo o ano. É a Páscoa (passagem) de Cristo da morte à vida, a sua existência definitiva e gloriosa. É a Páscoa também da Igreja, seu Corpo. No dia de Pentecostes a Igreja é introduzida na “vida nova” do Reino de Deus. Daí para frente o Espírito Santo guiará e assistirá a Igreja em sua missão de salvar o mundo, até que o Senhor volte no Último Dia, a Parusia. Com a vinda do Espírito Santo à Igreja, entramos “nos últimos tempos” e a salvação está definitivamente decretada; é irreversível; as forças o inferno vencidas pelo Cristo na cruz, não são mais capazes de barrar o avanço do Reino de Deus, até que o Senhor volte na Parusia.
  A Igreja logo nos primórdios começou a celebrar as sete semanas do Tempo Pascal, para “prolongar a alegria da Ressurreição” até a grande festa de Pentecostes. É um tempo de prolongada alegria espiritual. Esse tempo deve ser vivido na expectativa da vinda do Espírito Santo; deve ser o tempo de um longo Cenáculo de oração confiante.
  Nestes cinquenta dias de Tempo Pascal, e, de modo especial na Oitava da Páscoa, o Círio Pascal é aceso em todas as celebrações, até o domingo de Pentecostes. Ele simboliza o Cristo ressuscitado no meio da Igreja. Ele deve nos lembrar que todo medo deve ser banido porque o Senhor ressuscitado caminha conosco, mesmo no vale da morte (Sl 22). É tempo de renovar a confiança no Senhor, colocar em suas mãos a nossa vida e o nosso destino, como diz o salmista: “Confia os teus cuidados ao Senhor e Ele certamente agirá” (Salmo 35,6).
  Os vários domingos do Tempo Pascal não se chamam, por exemplo, “terceiro domingo depois da Páscoa”, mas “III domingo de Páscoa”. As leituras da Palavra de Deus dos oito domingos deste Tempo na Santa Missa estão voltados para a Ressurreição. A primeira leitura é sempre dos Atos dos Apóstolos, as ações da Igreja primitiva, que no meio de perseguições anunciou o Senhor ressuscitado e o seu Reino, com destemor e alegria.
  Portanto, este é um tempo de grande alegria espiritual, onde devemos viver intensamente na presença do Cristo ressuscitado que transborda sobre nós os méritos da Redenção. É um tempo especial de graças, onde a alma mais facilmente bebe nas fontes divinas. É o tempo de vencer os pecados, superar os vícios, renovar a fé e assumir com Cristo a missão de todo batizado: levar o mundo para Deus, através de Cristo. É tempo de anunciar o Cristo ressuscitado e dizer ao mundo que somente nele há salvação.
  Então, a Igreja deseja que nos oito dias de Páscoa (Oitava de Páscoa) vivamos o mesmo espírito do domingo da Ressurreição, colhendo as mesmas graças. Assim, a Igreja prolonga a Páscoa, com a intenção de que “o tempo especial de graças” que significa a Páscoa, se estenda por oito dias, e o povo de Deus possa beber mais copiosamente, e por mais tempo, as graças de Deus neste tempo favorável, onde o céu beija a terra e derrama sobre elas suas Bênçãos copiosas.
  Mas, só pode se beneficiar dessas graças abundantes e especiais, aqueles que têm sede, que conhecem, que acreditam, e que pedem. É uma lei de Deus, quem não pede não recebe. E só recebe quem pede com fé, esperança, confiança e humildade.
  As mesmas graças e bênçãos da Páscoa se estendem até o final da Oitava. Não deixe passar esse tempo de graças em vão! Viva oito dias de Páscoa e colha todas as suas bênçãos. Não tenha pressa! Reclamamos tanto de nossas misérias, mas desprezamos tanto os salutares remédios que Deus coloca à nossa disposição tão frequentemente.
  Muitas vezes somos miseráveis sentados em cima de grandes tesouros, pois perdemos a chave que podia abri-lo. É a chave da fé, que tão maternalmente a Igreja coloca todos os anos em nossas mãos. Aproveitemos esse tempo de graça para renovar nossa vida espiritual e crescer em santidade.


O Círio Pascal

  O Círio Pascal estará acesso por quarenta dias nos lembrando isso. A grande vela acesa simboliza o Senhor Ressuscitado. É o símbolo mais destacado do Tempo Pascal. A palavra “círio” vem do latim “cereus”, de cera. O produto das abelhas. O círio mais importante é o que é aceso na vigília Pascal como símbolo de Cristo – Luz, e que fica sobre uma elegante coluna ou candelabro enfeitado. 
  O Círio Pascal é já desde os primeiros séculos um dos símbolos mais expressivos da vigília, por isso ele traz uma inscrição em forma de cruz, acompanhada da data do ano e das letras Alfa e Ômega, a primeira e a última do alfabeto grego, para indicar que a Páscoa do Senhor Jesus, princípio e fim do tempo e da eternidade, nos alcança com força sempre nova no ano concreto em que vivemos. O Círio Pascal tem em sua cera incrustado cinco cravos de incenso simbolizando as cinco chagas santas e gloriosas do Senhor da Cruz.
  O Círio Pascal ficará aceso em todas as celebrações durante as sete semanas do Tempo Pascal, ao lado do ambão da Palavra, até a tarde do domingo de Pentecostes. Uma vez concluído o tempo Pascal, convém que o Círio seja dignamente conservado no batistério. O Círio Pascal também é usado durante os batismos e as exéquias, quer dizer no princípio e o término da vida temporal, para simbolizar que um cristão participa da luz de Cristo ao longo de todo seu caminho terreno, como garantia de sua incorporação definitiva à Luz da vida eterna.
No Vaticano, a cera do Círio Pascal do ano anterior é usada para a confecção do “Agnus Dei” (Cordeiro de Deus), que muitos católicos usam no pescoço; é um sacramental valioso para nos proteger dos perigos desta vida, pois é feito do Círio que representa o próprio Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Ele é confeccionado de cera branca onde se imprime a figura de um cordeiro, símbolo do Cordeiro Imolado para reparar os pecados do mundo.
Esses “Agnus Dei” são mergulhados pelo Papa em água misturada com bálsamo e o óleo Sagrado Crisma. O Sumo Pontífice eleva profundas orações a Deus implorando para os fiéis que os usarem com fé, as seguintes graças: expulsar as tentações, aumentar a piedade, afastar a tibieza, os perigos de veneno e de morte súbita, livrar das insidias, preservar dos raios, tempestades, dos perigos das ondas e do fogo – impedir que qualquer força inimiga nos prejudique – ajudar as mães no nascimento das crianças.

Fonte: Cléofas 

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Os 3 santos dias da Igreja


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O Tríduo Pascal sugere a ideia de preparação, assim como nos preparamos para comemorarmos as festas dos Santos, para a Páscoa não é diferente.

É um Tríduo da Paixão, inicia-se na Quinta-feira Santa com a missa dos Santos óleos, do Lava-pés, da Instituição da Eucaristia e da Instituição do Sacerdócio. É seguida da Celebração da Santa Cruz na Sexta-feira, do Sábado com a Vigília Pascal e encerra-se na manhã do Domingo de Páscoa.

Esses dias se apresentam uma só coisa com a Páscoa, é um tríduo da paixão, morte e ressurreição que engloba todo o Mistério Pascal.

Tanto Santo Agostinho como Santo Ambrósio caracterizam os Três Santos dias (triduum illud sacrum) como o sofrimento de Cristo e também a sua glorificação.

Nesses dias de Tríduo, é importante lembrar que a Quaresma começa na Quarta de Cinzas e termina na Quinta-feira Santa excluindo a Missa da Ceia do Senhor.

Podemos voltar o nosso coração para vivermos as seguintes reflexões neste Tríduo:

- A dor não somente é seguida pelo gozo, senão que já o contém em si. Jesus expressou isto de diferentes maneiras;

- "Se o grão de trigo, que cai na terra, não morre, fica sozinho; mas se morrer, produz muito fruto";

- A ressurreição é nossa páscoa; é um passo da morte à vida, da escuridão à luz, do jejum à festa;

- Nossas vidas estão entretecidas de gozo e de dor. Fugir da dor e as penas a toda costa e procurar gozo e prazer por si mesmos são atitudes erradas;

- É o caminho da cruz, que é também o da ressurreição; é esquecimento de si, é perder-se por Cristo, é vida que brota da morte.

É tempo de morrermos, se com Ele morremos com Ele viveremos! É hora de abandonar-se, de pedir a Deus a graça de estar junto Dele sofrendo, mas lembrando-se também que a Glória da Ressurreição é muito maior que todos os sofrimentos que antes Cristo passou, ou que hoje nós passamos.

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Fonte: ACI Digital e Canção Nova




terça-feira, 11 de abril de 2017

Qual seu ponto de partida e de chegada?


"Morrer pra mim", "viver pra Deus", "gastar tempo", "me consumir", "usar minha vida para Deus", "ser determinada". São pontos chaves da minha vida, porém a convicção começa nas pequenas coisas.
Uma dieta que eu não espero a segunda-feira para começar, um exercício espiritual que eu não enrolo ou tardo para fazer; esquecer o "depois eu faço", "depois eu começo", decidir por algo ou alguém e ir até o fim, pois estas atitudes me fazem mais feliz.

Eu me decido pela vida, pela liberdade, pela felicidade, pelo Cristo. Eu me decido a amar, mesmo que no meio do caminho eu "tropece" várias vezes, caia e erre também, mas eu não vou desistir porque posso olhar ao meu redor e ver Jesus e reconhecer que em Ti nada me falta.


Meu ponto de partida é o SIM que dei a Deus e o meu ponto de chegada é a santidade e o Céu. E o seu? Até onde você está disposto a lutar por algo? Não desisto mesmo que seja muito difícil. E os meios como ficam? Ah os meios eu vou conhecendo, no caminho Jesus vai me explicando, só peço a Ele que todos os dias ajude a renovar o meu SIM pois decidi dar a minha vida por algo que vale a pena, sei que sou um instrumento muito fraco, porém me lembro que não estou sozinha e que tudo tem jeito. Olhando para Cristo tudo TEM JEITO! Vamos nessa? Decida-se a lutar pela sua vocação, pela sua família, matrimônio, pela Igreja, pela vida. Decida-se por aquilo que Deus coloca no seu coração e acredite!
Seja fiel, seja livre! Estou contigo e conte com minhas orações!

Natália Maria Pá
Missionária Consagrada de Vida da Com. Encontro

sábado, 8 de abril de 2017

O Domingo de Ramos e a sua importância

O Domingo de Ramos é o primeiro dia da Semana Santa. É com ele que inicia-se a Semana da paixão.

Este dia caracteriza-se a Comemoração Litúrgica que recorda a Entrada de Jesus na cidade de Jerusalém onde Ele celebraria a Páscoa com seus discípulos.

"8.Então a multidão estendia os mantos pelo caminho, cortava ramos de árvores e espalhava-os pela estrada. 9.E toda aquela multidão, que o precedia e que o seguia, clamava: Hosana ao filho de Davi! Bendito seja aquele que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus!" 


O povo aclamava com os ramos a entrada de Jesus, faziam muita festa porque haviam encontrado o Messias anunciado pelos profetas, porém se enganaram com o tipo de Messias que Cristo era. Criaram um Messias político, libertador social e que poderia arrancar Israel das garras de Roma e devolver o apogeu dos tempos de Salomão.

Os Ramos lembram nosso batismo

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Os ramos significam a vitória, nos lembram que somos batizados, filhos de Deus, membros de Cristo, participantes da Igreja, defensores da fé católica.
Os ramos sagrados que levamos para as nossas casas, também nos lembram que estamos unidos a Cristo na mesma batalha pela salvação do mundo, a luta árdua contra o pecado e um caminho em direção ao Calvário, mas que chegará a Ressurreição.

O sentido da Procissão de Ramos

Ela recorda a cada um de nós, cristãos, que somos peregrinos neste mundo tão passageiro, tão transitório. E também nos apresenta que a nossa pátria não é aqui, mas sim na eternidade.

Entrada “solene” de Jesus em Jerusalém

A entrada de Jesus em Jerusalém foi um ensaio de suas dores e humilhações. A mesma multidão que o saudou e gritou: “Hosana ao filho de Davi!” motivada por seus milagres, agora vira as costas a Ele e o condenam a morte, pedem a sua crucificação.

Fonte: Canção Nova e Arautos do Evangelho

terça-feira, 4 de abril de 2017

Dia 04 de Abril - Dia de Santo Isidoro de Sevilha

Isidoro nasceu no ano 560, em Sevilha, numa família muito cristã. Era o mais novo de quatro irmãos. Seu pai era prefeito de Cartagena e comandava sua cidade dentro dos mais disciplinados preceitos católicos. A mãe, Teodora, educou todos os filhos igualmente nas regras do cristianismo.

Isidoro começou a estudar a religião desde muito pequeno, mas tinha muitas dificuldades de aprendizagem, chegando a preocupar a família e os professores. Mas devagar foi superando as dificuldades, formando-se em Sevilha, onde, além do latim, ainda aprendeu grego e hebraico.

Tornou-se arcebispo em Sevilha, organizando núcleos escolares nas casas religiosas, que são considerados os embriões dos atuais seminários. Sua influência cultural foi muito grande, era possuidor de uma das maiores e mais bem abastecida biblioteca e seu exemplo levou muitas pessoas a dedicarem ao estudo e às boas leituras. Ele nos deixou uma obra escrita sobre Cultura, Filosofia e Teologia, considerada a mais valorosa do século sétimo. Sua obra parece uma verdadeira enciclopédia: comentou a Bíblia, a Filosofia, a História, o Direito e as Línguas. 
Por seus profundos conhecimentos, presidiu o segundo Concílio de Sevilha e o quarto Concílio de Toledo. Por isso, foi chamado de "Pai dos Concílios" e "mestre da Igreja", da Idade Média. Isidoro era tão dedicado à caridade que sua casa vivia cheia de mendigos e necessitados.

Nosso grande santo morreu em 636. O Papa Bento catorze proclamou Santo Isidoro de Sevilha, Doutor da Igreja. Santo Isidoro é também um dos padroeiros da Internet.

Fonte: A12.com