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RETIRO DE CARNAVAL - SOMOS DA PAZ

E NÓS RETORNAMOS COM O NOSSO RETIRO DE CARNAVAL! Eis o tempo para nos aprofundarmos e nos aproximarmos do coração de Deus ao máxim...

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Memória de São Francisco e Santa Jacinta


Santo Francisco e Santa Jacinta, receberam as mensagens de Nossa Senhora de Fátima e souberam viver suas dores

No ano de 1908, nasceu Francisco Marto. Em 1910, Jacinta Marto. Filhos de Olímpia de Jesus e Manuel Marto. Eles pertenciam a uma grande família; e eram os mais novos de nove irmãos. A partir da primavera de 1916, a vida dos jovens santos portugueses sofreria uma grande transformação: as diversas aparições do Anjo de Portugal (o Anjo da Paz) na “Loca do Cabeço” e, depois, na “Cova da Iria”. A partir de 13 de maio de 1917, Nossa Senhora apareceria por 6 vezes a eles.
O mistério da Santíssima Trindade, a Adoração ao Santíssimo Sacramento, a intercessão, o coração de Jesus e de Maria, a conversão, a penitência… Tudo isso e muito mais foi revelado a eles pelo Anjo e também por Nossa Senhora, a Virgem do Rosário. Na segunda aparição, no mês de junho, Lúcia (prima de Jacinta e Francisco) fez um pedido a Virgem do Rosário: que ela levasse os três para o Céu. Nossa Senhora respondeu-lhe: “Sim, mas Jacinta e Francisco levarei em breve”. Os bem-aventurados vivenciaram e comunicaram a mensagem de Fátima. Esse fato não demorou muito. Em 4 de abril de 1919, Francisco, atingido pela grave gripe espanhola, foi uma das primeiras vítimas em Aljustrel. Suas últimas palavras foram: “Sofro para consolar Nosso Senhor. Daqui, vou para o céu”.
Jacinta Marto, modelo de amor que acolhe, acolheu a dor na grave enfermidade, tendo até mesmo que fazer uma cirurgia sem anestesia. Tudo aceitou e ofereceu, como Nossa Senhora havia lhe ensinado, por amor a Jesus, pela conversão dos pecadores e em reparação aos ultrajes cometidos contra o coração imaculado da Virgem Maria. Por conta da mesma enfermidade que atingira Francisco, em 20 de fevereiro de 1920, ela partiu para a Glória. No dia 13 de maio do ano 2000, o Papa João Paulo II esteve em Fátima, e do ‘Altar do Mundo’ beatificou Francisco e Jacinta, os mais jovens beatos cristãos não-mártires.
Papa Francisco canonizou os dois pastorinhos no dia 13 de Maio, durante a sua visita a Portugal por ocasião das comemorações do Jubileu de 100 anos das aparições de Nossa Senhora em Fátima.
Santo Francisco e Santa Jacinta, rogai por nós!
 Fonte : Canção Nova

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Quem é a Verdade?


Ah... A verdade! O que é a verdade? Quem é a verdade? 
Como nossa alma tem necessidade da verdade, precisa encontrar-se com ela. 
Muitas vezes a verdade nos desmonta, ou melhor, podemos até dizer que ela nos destrói. Não queremos ouvi-la, fugimos dela, tapamos nossos ouvidos, fechamos nossos olhos para que ela não consiga nos alcançar. 
Mas de que tudo isso adianta? 
Até quando vamos conseguir ficar fugindo de nossa verdade? Quanto ainda iremos fingir que nunca é conosco? 
Precisamos nos decidir pela verdade, nos decidir por aquilo que realmente nos alimenta, que nos dá vida. 
Como precisamos olhar para a Verdade! 
Em nossas vidas a Verdade se personifica, a Verdade é Jesus Cristo, "o caminho, a verdade e a vida". Não somos nós que O encontramos, é Ele que nos encontra. 
Olhemos para Cristo com o mesmo olhar que O olhava Santo Agostinho... Tanto tempo buscamos fora aquilo que está dentro de nós. Mas... Nossa alma só encontrará repouso, alegria verdadeira e completa quando estiver totalmente no Senhor. 
Não há caminho fora daquEle que se fez Caminho. 
Não há luz fora daquEle que ilumina toda a nossa vida.
Não há verdade quando não estamos com nossa vida inteira naquEle que fez a Verdade nos libertar em si mesmo.  
Não fuja, OLHE, OLHE FUNDO, APAIXONE-SE PELA VERDADE! 

Santo Agostinho, rogai por nós!

Letícia Debona
Cofundadora da Com. Encontro

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Aceite sua identidade como filho de Deus

Você pertence a Deus, e é como um filho de Deus que é colocado no mundo.

A sua verdadeira identidade é a de um filho de Deus. Essa é a identidade que deve aceitar. Uma vez que a tenha reconhecido e nela se fixado, você pode viver num mundo que lhe proporciona muita alegria e também sofrimento. Você pode receber tanto o elogio quanto a reprovação que lhe sejam destinados como uma oportunidade para reforçar a sua identidade básica, porque a identidade que o torna livre está ancorada, transcendendo todo o louvor ou condenação humanos. Você pertence a Deus, e é como um filho de Deus que é colocado no mundo.

Você precisa de orientação espiritual, precisa de pessoas que o mantenha atrelado à sua verdadeira identidade. A tentação de distanciar-se daquele local profundo em você, onde Deus habita, e de deixar-se afogar no louvor ou na recriminação do mundo sempre permanece.

Uma vez que por muito tempo lhe foi desconhecido aquele local interior e profundo onde a sua identidade como filho de Deus está enraizada, então aqueles que puderam tocar-lhe tiveram sobre você uma influência súbita e por vezes extraordinária. Eles tornaram-se parte de sua identidade. Sem eles, você não conseguiria mais viver. Mas eles não podiam desempenhar aquela atribuição divina e por isso o deixaram, e você sentiu-se abandonado. Mas é precisamente essa experiência de abandono que o trouxe de volta para a sua verdadeira identidade como filho de Deus.

Somente Deus pode habitar naquele espaço mais profundo em você e dar-lhe uma sensação de segurança. Mas persiste o perigo de você deixar que outras pessoas fujam com o seu centro sagrado e assim o atirem na angústia.

Pode levar tempo e disciplina consideráveis até que novamente se integrem seu eu profundo e oculto e aquele que exterioriza, que é conhecido, amado e aceito, mas também criticado pelo mundo. Gradativamente, entretanto, começará a sentir-se mais integrado e irá transformando-se por completo em quem realmente é – um filho de Deus. Aí reside a sua verdadeira liberdade.

A voz interior do amor – Henri J.M.Nouwen

Fonte: Comunidade Shalom

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

O antídoto para o pecado da preguiça

A DILIGÊNCIA é o antídoto específico da preguiça. Onde a preguiça cava um abismo, a diligência ergue uma montanha. E o que é a diligência? Georges Chevrot, no seu livro sobre “As pequenas virtudes do lar”, reproduz, com muito bom humor, o seguinte diálogo. Um garoto, ouvindo falar em diligência, mostra logo com um brilho nos olhos a sua sabedoria histórico-cinematográfica: – “A diligência – diz – era uma carruagem puxada por cavalos, que se usava no faroeste antes de haver automóveis... 

– “Muito bem, meu rapaz, você sabe muito – retruca o pai –; também deve saber que lhes foi dado esse nome porque iam muito depressa. Para a época, evidentemente”11. Os pais quase sempre têm razão. Mas, neste caso, o pai da história, ao aprofundar na explicação, deu uma pequena escorregadela. 
Pode ser que, àqueles trambolhos rolantes, acostumados a fugir dos índios nos desertos do Arizona, tivessem dado o nome de diligência em homenagem à sua rapidez. Mas o que é certo é que a palavra diligência, na sua origem, nada tem a ver compressa ou velocidade. 
Na realidade, diligência é uma palavra que vem diretamente do verbo latino diligere, que significa amar. De modo que, na língua-mãe do Lácio, diligens (diligente) significava aquele que ama. Isto é da maior importância para o tema que nos ocupa. Dizíamos que a acédia – a preguiça – é o contrário do amor, pelo fato de sentir aversão e tristeza por aquilo mesmo que atrai e alegra o amor: o bem, mesmo que seja árduo e difícil. Em confronto com a preguiça, a virtude da diligência consiste no carinho, alegria e prontidão (coisa diferente da pressa) com que pensamos no bem e nos prontificamos a realizá-lo da melhor maneira possível. 
Poucas descrições da diligência existem, mais ricas de conteúdo, do que a contida numa das homilias de Mons. Escrivã, que transcrevemos a seguir: “Quem é laborioso aproveita o tempo (...). Faz o que deve e está no que faz, não por rotina nem para ocupar as horas, mas como fruto de uma reflexão atenta e ponderada. Por isso é diligente. O uso normal dessa palavra – diligente – já nos evoca a sua origem latina. Diligente vem do verbo diligo, que significa amar, apreciar, escolher alguma coisa depois de uma atenção esmerada e cuidadosa. Não é diligente quem se precipita, mas quem trabalha com amor, primorosamente”. 
Se quiséssemos retratar o anti-preguiçoso típico, é bem provável que imaginássemos a figura de um personagem acelerado e febril, um incansável trabalhador impelido por uma sorte de movimento contínuo. E, no entanto, não é assim. É mais fácil encontrar agitados entre os preguiçosos que entre os diligentes. Paradoxalmente, a diligência está – num certo sentido – mais perto do “devagar”, e a preguiça mais perto do “depressa”. Mas esse “certo sentido” precisa de uma explicação. 
Reparemos que as palavras de Mons. Escrivã, acima citadas, esclarecem que uma pessoa é diligente quando aproveita o tempo “como fruto de uma reflexão atenta e ponderada”; recordam, ao mesmo tempo, que só há amor – diligência – quando se sabe “apreciar, escolher alguma coisa depois de uma atenção esmerada e cuidadosa", e concluem alertando: "Não é diligente quem se precipita”.
Muitas pessoas oferecem a imagem de um ativismo desenfreado. Não param um instante. Vão de cá para lá, assoberbados de tarefas, numa incessante corrida atrás do tempo, que sempre se lhes torna escasso. As ocupações os envolvem como que num redemoinho. lá não são donos de si mesmos. A sua atividade – ativismo, deveria chamar-se – domina-os como um cavalo sem freio, do qual perderam completamente as rédeas. 
Lembram a história daquele oficial de artilharia, inexperiente nas lidas da equitação, que certa vez quis fazer uma experiência: pediu um cavalo, acomodou-se como pôde na sela e olhou na direção noroeste, para a localidade aonde desejava dirigir-se. Meia hora depois, no mais perfeito rumo sudeste, um grupo de oficiais observa o trotezinho desajeitado do cavalo e o olhar espavorido do colega que se lhe agarra ao pescoço, e indagam com ar brincalhão: – “Para onde é que você está indo?” – “Eu – responde o atribulado cavaleiro – ia para tal lugar, mas não sei para onde é que este cavalo me está levando...”
Muitos cavaleiros da agitação poderiam dizer a mesma coisa. Donas de casa que parecem uma Maria-fumaça sem breque, descendo descontroladas a ladeira do dia, sacolejadas por tarefas, saídas, telefonemas, problemas de escola, pagamentos, etc., literalmente arrastadas para o abismo de um permanente nervosismo e uma canseira atordoada. Ou profissionais tensos, em constante disparada, sem tempo para pensar, cuja alma de robô faz deles, mais do que trabalhadores, devoradores de tempo, autênticos “cronófagos”. 
Homens e mulheres desse estilo não são diligentes. São apenas agitados. Não percebem que, por trás do seu vaivém descontrolado e fatigante, estão sendo atacados por uma forma perniciosa de preguiça: a preguiça espiritual, a preguiça mental. 
“O nosso século – escreve Jacques Leclercq – orgulha-se de ser o da vida intensa, e essa vida intensa não é senão uma vida agitada, porque o sinal do nosso século é a corrida, e as mais belas descobertas de que se orgulha não são as descobertas da sabedoria, mas da velocidade. E a nossa vida só é propriamente humana se nela há calma, vagar, sem que isto signifique que deva ser ociosa (...). Acumular corridas e mais corridas não é acumular montanhas, mas ventos”. 

Texto extraído do livro "A preguiça", de Francisco Faus.

domingo, 16 de fevereiro de 2020

Oração para você fazer em adoração

SENHOR, DAI-ME A LIBERDADE! 


"É para que sejamos homens livres que Cristo nos libertou. Ficai, portanto, firmes e não vos submetais outra vez ao jugo da escravidão." Gl 5,1 

Diga ao Senhor agora pedindo a graça de usar santamente a liberdade, peça a Ele que te proteja, para que o inimigo não te corrompa não te seduza, não te confunda, oferecendo a você oportunidades para viver uma liberdade falsa, onde ele tenta te seduzir com palavras adocicadas, lisonjeiras, com propostas de que não tem importância isso ou aquilo, oferendo a você um rompimento com a verdadeira liberdade. 

Peça ao Senhor vigilância, a graça estar vigilante, orante e saber discernir, perceber a voz do Senhor, distinguindo a voz do Senhor à voz do mal. 

Abra teu coração meu irmão, minha irmã, suplicando neste momento a graça de um amor verdadeiro, para que você possa amá-Lo sobre todas as coisas, mas amar o seu próximo também e não buscar prazeres carnais, mas buscar ser aquele que é o servo, aquele que realmente serve e aquele que serve os irmãos pela caridade e que não dá espaços para os prazeres carnais, ele não busca os próprios interesses. 

Suplique ao Senhor neste momento que arranque do teu coração toda e qualquer rejeição que você tenha com os irmãos, acepções de pessoas, que Ele arranque os desamores que existem dentro de você, as desconfianças, os dessabores, a antipatia que você tem de um e de outro, suplique ao Senhor agora que te dê um coração semelhante ao Dele, para que você possa amar todas as pessoas, amá-los de forma igual e ser mais zeloso cuidadoso e dar mais amor, principalmente àqueles que te aborrecem, que te desagradam de alguma forma, aí está o exercício santo do amor, peça ao Senhor a graça de perceber isso e a graça de se lançar na verdade desse caminho, dessa vida de santidade. Amar e cuidar principalmente daqueles que mais te aborrecem, que haja essa disposição dentro de você, que desperte a caridade dentro de você.


E fala pro Senhor: não me deixe atacar o meu irmão Senhor, não me deixe ferir o meu irmão, não permitas que eu perca um dia não amando o meu irmão não quero ser assim, não me deixe devorar, machucar, desprezar, disputar com ele, não permita que eu crie barreiras dentro de mim seja com quem for. E que eu veja sempre que ele não é meu inimigo.

E SE ENTREGUE, ASSIM VOCÊ ENCONTRARÁ A LIBERDADE... QUANDO REALMENTE SAIR DE SI, SABERÁ QUE ENCONTROU A LIBERDADE!


Clayton B. Antar
Fundador da Com. Encontro

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Os casais precisam cultivar o diálogo


“Acabou!”. Com essa breve observação, muitas pessoas descrevem o fim de seu casamento. Por trás desse verbo há crises, sofrimentos, desabafos e, não poucas vezes, brigas infindas. Em que lugar foram enterrados os sorrisos do dia do casamento e as promessas de fidelidade ditas em “até que a morte nos separe”? Em que fase da vida se desvaneceu a certeza de que “ninguém será mais feliz do que nós dois”? Como entender a amargura que tomou conta de um relacionamento que parecia tão feliz?

Nenhum casamento termina “de repente”. Especialistas matrimoniais constatam que, normalmente, o caminho da desintegração tem quatro etapas profundamente interligadas, isto é, cada etapa prepara e, praticamente, condiciona a seguinte.

Na primeira, começam a surgir comentários negativos, um a respeito do outro. Mais do que se queixar do esposo ou da esposa (a queixa refere-se a um comportamento específico), multiplicam-se críticas que são sempre abertas, indeterminadas, gerais: “Você é um chato!”; “Você está cada vez mais insuportável!”. Há aqueles (ou aquelas) que sofrem calados, não aceitam o comportamento do companheiro, mas não verbalizam sua insatisfação. O problema é que vão acumulando raiva em seu coração. Quando resolvem falar não medem as palavras. As agressões – verbais ou de fato – parecem ser de inimigos mortais. Agora, o importante é humilhar o outro para ficar claro que não há mesmo possibilidade alguma de reconciliação.
No casamento precisa haver diálogo

Para não se chegar a esse ponto, é preciso cultivar o diálogo. Mais do que escutar o outro, é importante ter a capacidade de colocar-se no lugar dele para ver o problema “do outro lado”. Um casal me confidenciou que, ao se casar, tomaram uma decisão que marcou a vida deles: prometeram um ao outro que jamais dormiriam sem, antes, solucionar os problemas que pudessem ter surgido entre eles durante o dia. “Solucionar”, no caso, significava cultivar o perdão como atitude habitual. O perdão será menos difícil se cada um, em vez de atacar o outro de forma generalizada, chamar à atenção do cônjuge para erros concretos e para comportamentos que precisam ser corrigidos.

Na segunda etapa, cresce o desprezo pelo outro. Desprezar é uma forma de ignorar, de insultar e ferir. O desprezo vem sempre acompanhado da implicância, dos insultos, da ridicularização. O objetivo a alcançar é a destruição do outro. O importante é sair vencedor.

Só se supera essa etapa quando, ao menos um dos dois, aceita não ver o outro como um inimigo e passa a acreditar que não precisa provar que é o mais forte. “Quando estou fraco, então é que sou forte” (2Cor 12,10), diria o apóstolo Paulo.

Na terceira etapa, quem foi a vítima do desprezo começa a se defender. Impõe-se a ideia de que a melhor defesa é o ataque. Ninguém mais escuta ninguém. Acabou-se a comunicação.
Aprenda a escutar e compreender o outro

Consegue-se mudar essa situação somente com a disposição de escutar o outro, de prestar atenção nele, demonstrando que ele é importante.

Na quarta etapa, domina o mutismo. Um dos dois passa a ficar em silêncio, talvez, até com o desejo de não piorar a situação, mas não é por aí que se soluciona o problema. É preciso, sim, deixar claro que se está escutando o outro. Ninguém consegue ficar indiferente diante de uma pessoa que lhe dá atenção. Escutar e prestar atenção com um coração pronto a acolher é uma maneira de criar pontes de diálogo e de perdão, pontes de comunhão.

Por fim, o que poderia ter sido escrito no começo: nos meus mais de quarenta anos a serviço da Igreja, atendendo a inúmeros casais, nunca encontrei um casal que rezasse diariamente, que colocasse Deus no centro de sua vida e que tenha passado por crises matrimoniais insuperáveis. Para dizer isso de forma positiva, lembro a resposta que uma jovem me deu, quando lhe perguntei como estava a sua vida, já que havia se casado dois anos antes: “Meu marido sabe que eu amo a Deus mais do que a ele. Eu sei que meu marido ama a Deus mais do que a mim. A partir daí, tudo fica mais fácil e tudo se resolve sem grandes dificuldades”.

Dom Murilo S.R. Krieger
Arcebispo de São Salvador da Bahia e Primaz do Brasil

Fonte: Canção Nova

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

DE ONDE VEM NOSSA ALEGRIA?



Nos ocupamos demais em ficar com 'cara amarrada' e esquecemos a graça da alegria. Nos enchemos demais com preocupações que geram estresse em nossa alma e nos esquecemos de sorrir para alguém na rua.

De onde vem nossa alegria já que não a estamos expondo? 

A Palavra de Deus nos diz que “feliz aquele que põem sua confiança no Senhor”. Nossa felicidade vem do coração de Deus, e é nossa missão leva-la às pessoas. Experimentamos Deus de tantas maneiras, ao acordar, ao rezar o terço, indo à Santa Missa, em nossa adoração diária a Jesus Eucarístico... é essa missão que o Senhor nos chama como cristãos: levar essa alegria de encontra-Lo e de pertence-Lo.

Um cristão triste não experimenta Deus, pois Deus é pura alegria. Deus é jovem! E jovem é feliz, não uma 'felicidade' mascarada, prisioneira, mas uma felicidade de viver livre e experimentar o céu. Nossa tristeza não gera conversão aos corações. Somos chamados a estarmos próximos de Deus, somos consagrados ao Seu coração, e um consagrado é fonte de imensa alegria, pois tem sua confiança em Deus e busca uma vida de oração. Eis aqui mais uma via de santidade para se chegar a alegria de Deus, a vida de oração: o nosso ENCONTRO profundo com o Senhor. 

“Um homem triste é um homem preso”, não tem a liberdade do céu, seu coração não experimenta a alegria do coração de Deus. Somos livres, chamados à vida! Pois conhecemos o Senhor e o experimentamos todos os dias. Somos convidados a fazermos a diferença cada um com seu jeito. Se um dia você depender do seu sorriso para viver qual será sua escolha? Então sorria! Seja feliz e faça os outros felizes também. 

Tendo a Deus temos tudo! Pois bem, encontramos nosso caminho de felicidade, agora não se acostume com a tristeza do mundo viu? Estamos tristes demais em nossa vida, é tempo de voltar a ser jovem.  Jovem Santo! 

Nossa Senhora das Alegrias, rogai por nós!

Flávia Amorim
Vocacionada da Comunidade Encontro

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Querida Amazônia, a Exortação do Papa por uma Igreja com rosto amazônico


Querida Amazônia - Papa Francisco em Puerto MaldonadoQuerida Amazônia, a Exortação do Papa por uma Igreja com rosto amazônico
A Exortação pós-sinodal sobre a Amazônia foi publicada esta quarta-feira (12/02). O documento traça novos caminhos de evangelização e cuidados do meio ambiente e dos pobres. Francisco auspicia um novo ímpeto missionário e encoraja o papel dos leigos nas comunidades eclesiais.

Alessandro Gisotti

“A Amazônia querida apresenta-se aos olhos do mundo com todo o seu esplendor, o seu drama e o seu mistério.” Assim tem início a Exortação apostólica pós-sinodal, Querida Amazônia. O Pontífice, nos primeiros pontos, (2-4) explica “o sentido desta Exortação”, rica de referências a documentos das Conferências episcopais dos países amazônicos, mas também a poesias de autores ligados à Amazônia. Francisco destaca que deseja “expressar as ressonâncias” que o Sínodo provocou nele. E esclarece que não pretende substituir nem repetir o Documento final, que convida a ler “integralmente”, fazendo votos de que toda a Igreja se deixe “enriquecer e interpelar” por este trabalho e que a Igreja na Amazônia se empenhe “na sua aplicação”. O Papa compartilha os seus “Sonhos para a Amazônia” (5-7), cujo destino deve preocupar a todos, porque esta terra também é “nossa”. Assim, formula “quatro grandes sonhos”: que a Amazônia “que lute pelos direitos dos mais pobres”, “que preserve a riqueza cultural”, que “que guarde zelosamente a sedutora beleza natural”, que, por fim, as comunidades cristãs sejam “capazes de se devotar e encarnar na Amazônia”.

O sonho social: a Igreja ao lado dos oprimidos
O primeiro capítulo de Querida Amazônia é centralizado no “Sonho social” (8). Destaca que “uma verdadeira abordagem ecológica” é também “abordagem social” e, mesmo apreciando o “bem viver” dos indígenas, adverte para o “conservacionismo”, que se preocupa somente com o meio ambiente. Com tons vibrantes, fala de “injustiça e crime” (9-14). Recorda que já Bento XVI havia denunciado “a devastação ambiental da Amazônia”. Os povos originários, afirma, sofrem uma “sujeição” seja por parte dos poderes locais, seja por parte dos poderes externos. Para o Papa, as operações econômicas que alimentam devastação, assassinato e corrupção merecem o nome de “injustiça e crime”. E com João Paulo II, reitera que a globalização não deve se tornar um novo colonialismo.

Os pobres sejam ouvidos sobre o futuro da Amazônia
Diante de tanta injustiça, o Pontífice fala que é preciso “indignar-se e pedir perdão” (15-19). Para Francisco, são necessárias “redes de solidariedade e de desenvolvimento” e pede o comprometimento de todos, inclusive dos líderes políticos. O Papa ressalta o tema do “sentido comunitário” (20-22), recordando que, para os povos amazônicos, as relações humanas “estão impregnadas pela natureza circundante”. Por isso, escreve, vivem como um verdadeiro “desenraizamento” quando são “forçados a emigrar para a cidade”. A última parte do primeiro capítulo é dedicado às “Instituições degradadas” (23-25) e ao “Diálogo social” (26-27). O Papa denuncia o mal da corrupção, que envenena o Estado e as suas instituições. E faz votos de que a Amazônia se torne “um local de diálogo social” antes de tudo “com os últimos. A voz dos pobres, exorta, deve ser “a voz mais forte” sobre a Amazônia.

O sonho cultural: cuidar do poliedro amazônico
O segundo capítulo é dedicado ao “sonho cultural”. Francisco esclarece que “promover a Amazônia” não significa “colonizá-la culturalmente” (28). E recorre a uma imagem que lhe é cara: “o poliedro amazônico” (29-32). É preciso combater a “colonização pós-moderna”. Para Francisco, é urgente “cuidar das raízes” (33-35). Citando Laudato si’ Christus vivit, destaca que a “visão consumista do ser humano” tende a “a homogeneizar as culturas” e isso afeta sobretudo os jovens. A eles, o Papa pede que assumam as raízes, que recuperem “a memória danificada”.

Não a um indigenismo fechado, é preciso um encontro intercultural
A Exortação se concentra depois sobre o “encontro intercultural” (36-38). Mesmo as “culturas aparentemente mais evoluídas”, observa, podem aprender com os povos que “desenvolveram um tesouro cultural em conexão com a natureza”. A diversidade, portanto, não deve ser “uma fronteira”, mas “uma ponte”, e diz não a “um indigenismo completamente fechado”. A última parte do segundo capítulo é dedicada ao tema “culturas ameaçadas, povos em risco” (39-40). Em qualquer projeto para a Amazônia, esta é a recomendação do Papa, “é preciso assumir a perspectiva dos direitos dos povos”. Estes, acrescenta, dificilmente podem ficar ilesos se o ambiente em que nasceram e se desenvolveram “se deteriora”.

O sonho ecológico: unir cuidado com o meio ambiente e cuidado com as pessoas
O terceiro capítulo, “Um sonho ecológico”, é o mais relacionado com a Encíclica Laudato si’. Na introdução (41-42), destaca-se que na Amazônia existe uma relação estreita do ser humano com a natureza. Cuidar dos irmãos como o Senhor cuida de nós, reitera, “é a primeira ecologia que precisamos”. Cuidar do meio ambiente e cuidar dos pobres são “inseparáveis”. Francisco dirige depois a atenção ao “sonho feito de água” (43-46). Cita Pablo Neruda e outros poetas locais sobre a força e a beleza do Rio Amazonas. Com suas poesias, escreve, “ajudam a libertar-nos do paradigma tecnocrático e consumista que sufoca a natureza”.

Ouvir o grito da Amazônia, o desenvolvimento seja sustentável
Para o Papa, é urgente ouvir o “grito da Amazônia” (47-52). Recorda que o equilíbrio planetário depende da sua saúde. Escreve que existem fortes interesses não somente locais, mas também internacionais. A solução, portanto, não é “a internacionalização” da Amazônia; ao invés, deve crescer “a responsabilidade dos governos nacionais”. O desenvolvimento sustentável, prossegue, requer que os habitantes sejam sempre informados sobre os projetos que dizem respeito a eles e auspicia a criação de “um sistema normativo” com “limites invioláveis”. Assim, Francisco convida à “profecia da contemplação” (53-57). Ouvindo os povos originários, destaca, podemos amar a Amazônia “e não apenas usá-la”; podemos encontrar nela “um lugar teológico, um espaço onde o próprio Deus Se manifesta e chama os seus filhos”. A última parte do terceiro capítulo é centralizada na educação e hábitos ecológicos” (58-60). O Papa ressalta que a ecologia não é uma questão técnica, mas compreende sempre “um aspecto educativo”.

O sonho eclesial: desenvolver uma Igreja com rosto amazônico
O último capítulo, o mais denso, é dedicado “mais diretamente” aos pastores e aos fiéis católicos e se concentra no “sonho eclesial”. O Papa convida a “desenvolver uma Igreja com rosto amazônico” através de um “grande anúncio missionário” (61), um “anúncio indispensável na Amazônia” (62-65). Para o Santo Padre, não é suficiente levar uma “mensagem social”. Esses povos têm “direito ao anúncio do Evangelho”; do contrário, “cada estrutura eclesial transformar-se-á em mais uma ONG”. Uma parte consistente é dedicada ainda à inculturação. Retomando a Gaudium et spes, fala de “inculturação (66-69) como um processo que leva “à plenitude à luz do Evangelho” aquilo que de bom existe nas culturas amazônicas.

Uma renovada inculturação do Evangelho na Amazônia
O Papa dirige o seu olhar mais profundamente, indicando os “Caminhos de inculturação na Amazônia”. (70-74). Os valores presentes nas comunidades originárias, escreve, devem ser valorizados na evangelização. E nos dois parágrafos sucessivos se detém sobre a “inculturação social e espiritual” (75-76). O Pontífice evidencia que, diante da condição de pobreza de muitos habitantes da Amazônia, a inculturação deve ter um “timbre marcadamente social”. Ao mesmo tempo, porém, a dimensão social deve ser integrada com aquela “espiritual”.

Os Sacramentos devem ser acessíveis a todos, especialmente aos pobres
Na sequência, a Exortação indica “pontos de partida para uma santidade amazônica” (77-80), que não devem copiar “modelos doutros lugares”. Destaca que “é possível receber, de alguma forma, um símbolo indígena sem o qualificar necessariamente como idolátrico”. Pode-se valorizar, acrescenta, um mito “denso de sentido espiritual” sem necessariamente considerá-lo “um extravio pagão”. O mesmo vale para algumas festas religiosas que, não obstante necessitem de um “processo de purificação”, “contêm um significado sagrado”.
Outra passagem significativa de Querida Amazônia é sobre a inculturação da liturgia (81-84). O Pontífice constata que já o Concílio Vaticano II havia solicitado um esforço de “inculturação da liturgia nos povos indígenas”. Além disso, recorda numa nota do texto que, no Sínodo, “surgiu a proposta de se elaborar um «rito amazônico»”. Os Sacramentos, exorta, “devem ser acessíveis, sobretudo aos pobres”. A Igreja, afirma evocando a Amoris laetitia, não pode se transformar numa “alfândega”.

Bispos latino-americanos devem enviar missionários à Amazônia
Relacionado a este tema, está a “inculturação do ministério” (85-90) sobre a qual a Igreja deve dar uma resposta “corajosa”. Para o Papa, deve ser garantida “maior frequência da celebração da Eucaristia”. A propósito, reitera, é importante “determinar o que é mais específico do sacerdote”. A resposta, lê-se, está no sacramento da Ordem sacra, que habilita somente o sacerdote a presidir a Eucaristia. Portanto, como “assegurar este ministério sacerdotal” nas zonas mais remotas? Francisco exorta todos os bispos, especialmente os latino-americanos, “a ser mais generosos”, orientando os que “demonstram vocação missionária” a escolher a Amazônia e os convida a rever a formação dos presbíteros.

Favorecer um protagonismo dos leigos nas comunidades
Depois dos Sacramentos, Querida Amazonía fala das “comunidades cheias de vida” (91-98), nas quais os leigos devem assumir “responsabilidades importantes”. Para o Papa, com efeito, não se trata “apenas de facilitar uma presença maior de ministros ordenados”. Um objetivo “limitado” se não suscitar “uma nova vida nas comunidades”. São necessários, portanto, novos “serviços laicais”. Somente através de “um incisivo protagonismo dos leigos”, reitera, a Igreja poderá responder aos “desafios da Amazônia”. Para o Pontífice, os consagrados têm um lugar especial e não deixa de recordar o papel das comunidades de base, que defenderam os direitos sociais, e encoraja em especial a atividade da REPAM e dos “grupos missionários itinerantes”.

Novos espaços às mulheres, mas sem clericalizações
Francisco dedica um espaço à força e ao dom das mulheres (99-103). Reconhece que, na Amazônia, algumas comunidades se mantiveram somente “graças à presença de mulheres fortes e generosas”. Porém, adverte que não se deve reduzir a Igreja a “estruturas funcionais”. Se assim fosse, com efeito, teriam um papel somente se fosse concedido a elas acesso à Ordem sacra. Para o Pontífice, deve ser rejeitada a clericalização das mulheres, acolhendo, ao invés, a contribuição segundo o modo feminino, que prolonga “a força e a ternura de Maria”. Francisco encoraja o surgimento de novos serviços femininos, que – com um reconhecimento público dos bispos – incidam nas decisões para as comunidades.

Os cristãos devem lutar juntos para defender os pobres da Amazônia
Para o Papa, é preciso “ampliar horizontes para além dos conflitos” (104-105) e deixar-se desafiar pela Amazônia a “superar perspectivas limitadas” que “permanecem enclausuradas em aspetos parciais”. O quarto capítulo termina com o tema da “convivência ecumênica e inter-religiosa” (106-110), “encontrar espaços para dialogar e atuar juntos pelo bem comum”. “Como não lutar juntos? – questiona Francisco – Como não rezar juntos e trabalhar lado a lado para defender os pobres da Amazônia”?

Confiemos a Amazônia e os seus povos a Maria
Francisco conclui a Querida Amazônia com uma oração à Mãe da Amazônia (111). “Mãe, olhai para os pobres da Amazônia – é um trecho da sua oração –, porque o seu lar está a ser destruído por interesses mesquinhos (…) Tocai a sensibilidade dos poderosos porque, apesar de sentirmos que já é tarde, Vós nos chamais a salvar o que ainda vive”.

Fonte: Vatican News




Aprendendo a orar. Mas como?


Quando viemos de uma realidade dispersa, agitada, barulhenta como é o mundo em que vivemos, a dificuldade de concentrar para orar bem é inevitável. No início desse processo é preciso dominar os sentidos: a mente, a fala, o corpo, o sentimento. E dominá-los quer dizer FAZÊ-LOS PARTICIPAR DA ORAÇÃO. Como?

1) A mente se submeter à oração quando quem ora começa a pensar e raciocinar sobre Deus, um trecho bíblico, uma fala de santo. (oração mental)

2) A fala se submete à oração quando quem ora faz oração vocal, ou seja, começa a falar, a se dirigir diretamente ao Senhor como se estivesse conversando com um amigo.

3) O corpo se submete à oração quando quem ora dispõe-se corporalmente a rezar erguendo os braços, fechando os olhos, escrevendo em um diário espiritual, prostrando-se, ajoelhando-se, respirando fundo...

4) O sentimento se submete à oração quando quem ora diz pra Deus a exata forma como se sente naquele momento: angustiado, nervoso, animado, esperançoso e, a partir dessa bagunça emocional que muitas vezes somos nós, percebemos que ao expressar os sentimentos, eles vão se ordenando dentro de nós e cooperando com o ato de orar.

Constância!

A medida que os sentidos vão sendo dominados, se torna mais rara a distração.

Fernanda Rosetti 
Cofundadora da Com. Encontro


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Você está se preparando para morar no céu?

Deus preparou um lugar, uma morada no céu para cada um de nós e Ele nos prometeu isso. Mas Deus também quer morar em nós e Ele quer encontrar esse lugar preparado em nossos corações. Nossa Senhora foi essa primeira morada aonde Jesus veio, habitou e se fez carne presente.



À vista disso, é necessário que você se prepare para duas coisas em sua vida:
1. Acostumar-se a amar sempre. Estar apaixonado pelos habitantes do céu, porque ninguém vai morar num lugar com pessoas que não amam certo? Tem que amar! Nossa Senhora já nasceu se preparando para ir morar no céu, já nasceu amando, ela não fixou nada na terra, não quis ter parte dela aqui, tudo dela foi para o céu. E você, está se preparando para ser tudo para o céu?

2.Para você morar no céu você precisa ter o céu morando em você, ter o dono do céu morando em você porque o céu começa em você. Nossa Senhora teve o dono do céu morando nela, uniu-se ao seu Criador, ao seu Senhor, de uma forma muito honrosa. Assim como teve o antigo Adão que pegou e trouxe o pecado para o mundo, teve o novo Adão que é Cristo e Nossa Senhora recebeu de Deus a honra de tomar o lugar de Eva e ser a Nova Eva. Ela está sempre ao lado de Cristo, seja no trono, na Santa Eucaristia, na Cruz...  ela é Aquela que recebeu essa graça de o próprio Deus que veio morar Nela, ela foi a morada do Cristo e o primeiro ostensório e em sua dormição, teve a graça de ser elevada por inteiro ao céu, Cristo não podia e não queria deixar parte nenhuma dela aqui na terra, a pegou por inteiro, com tudo. Porque Maria nunca quis ficar em nada aqui na terra, tudo para o céu, assim era sua vida.

Queira que o dono do céu more em você, para que viva aqui na terra, como quem vive no céu. Sem se apegar a nada aqui debaixo e sem querer deixar nada aqui embaixo, levar tudo para o céu, inclusive as pessoas. Porque Deus não preparou a morada no céu para ficar vazia, Ele quer todo mundo lá. Por isso, tenha os mesmos sentimentos de Cristo e o mesmo sentimento de Maria que acolheu a humanidade inteira aos pés da Cruz. 
Então, se você quer morar no céu tem que amar e desejar que todo mundo vá para o céu. Porque assim é a dinâmica da Salvação, todos para o céu com tudo.

Nossa Senhora foi e ligou a terra no céu assim como seu Filho e ela ainda assim mantém esse caminho como onipotência suplicante e Ela protege todos os que estão nesse caminho, pois são meus filhos e quero que vão com tudo para o céu.
Por isso não se enraízem aqui na terra, busquem o alto, busquem o céu, porque Deus quer tomar cada um de nós e nos elevar para perto Dele, pois lá existem muitas moradas. Se não fosse assim o Senhor teria dito!

Clayton Bechepeche Antar
Fundador da Comunidade Encontro