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segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Uma história, uma jornada, uma juventude!

Celebrada pela primeira vez em 1986, durante o pontificado de São João Paulo II, a JMJ, foi criada pelo então pontífice diante da sua imensa paixão pelos jovens.
São João Paulo II, acreditava de verdade na força que a juventude tem e que uma juventude movida para a santidade, pode realizar uma mudança gigantesca na sociedade.

Em 1985, após o Encontro Mundial dos jovens, por ocasião do Ano Internacional da Juventude, proclamado pela ONU, o papa dedicou então uma Carta Apostólica aos jovens convidando-os para mais um encontro em Roma: A primeira Jornada Mundial da Juventude, em 1986.
Em 1987, aconteceu mais um encontro em Buenos Aires com a juventude, convocado pelo pontífice polonês, aonde declarou que a JMJ tornava-se um encontro de peregrinação internacional. Neste ano ele afirmou o que vinha dizendo aos jovens desde o início de seu pontificado: “Vós sois a esperança da Igreja, vós sois a minha esperança”.
O intuito da Jornada é reunir milhares de jovens, mostrar a fé em Jesus Cristo e o rosto jovem da igreja. Os jovens precisam ser igreja, precisam buscar a santidade, ser de Deus não é pra depois, é pra hoje!
Com esse encontro, hoje a Igreja Católica reúne milhares de jovens dos quatro cantos do mundo em uma linda Celebração da nossa fé, é algo que mexe com qualquer ser humano, ver a unidade, a alegria, a juventude reunida para ser igreja.


Em seus primeiros anos, antes mesmo de ser JMJ, aconteceu em Roma (Itália - 1984, 1985, 1986). Após estes anos, enfim nomeada Jornada Mundial da Juventude realizou-se em Buenos Aires (Argentina - 1987), com a participação de 1 milhão de jovens; em Santiago de Compostela (Espanha – 1989) – 600 mil; em Czestochowa (Polônia – 1991) – 1,5 milhão; em Denver (Estados Unidos – 1993) – 500 mil; em Manila (Filipinas – 1995) – 4 milhões; em Paris (França -1997) – 1 milhão; em Roma (Itália – 2000) – 2 milhões, em Toronto (Canadá – 2002) – 800 mil; em Colônia (Alemanha – 2005) – 1 milhão; em Sidney (Austrália – 2008) – 500 mil; Madri (Espanha – 2011) – 2 milhões; Rio de Janeiro (Brasil – 2013) - 3,7 milhões; Cracóvia (Polônia - 2016) - 2,5 milhões.
Em 2019, acontecerá pela primeira vez na América Central, na cidade do Panamá. Com início no dia 22 ao dia 28 de Janeiro. No site oficial da Jornada você pode encontrar mais informações sobre o que está acontecendo, os encontros com o Papa e ficar ligadinho em cada detalhe, em cada experiência que a juventude está vivenciando, saiba mais: https://www.panama2019.pa/pt/casa/
A igreja é jovem e o jovem precisa ser igreja!

Fonte: Canção Nova, Rede Século XXI









quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

O cuidado Divino se revelou ao Carisma Encontro: feliz 18 anos!




Em Lucas 15, 11-32 Jesus conta a Parábola do Filho Pródigo, aquela da qual parte o nosso carisma.

Nesta semana olhando para Jesus no sacrário me peguei perguntando, de forma amorosa: “Senhor, quando contavas essa parábola, pensavas em nós?”.

É fato que a vida, a graça, o bem, os carismas, os dons, toda a comunicação da benevolência Divina aos homens tem como fonte geradora a Palavra de Deus. Mas eu queria saber mais que isso...

-“Sim, diz Jesus, pensava em Ti. O objeto do pensar Divino é o homem. O cuidado Divino se ocupa do homem, de sua vida, sua dignidade, suas vicissitudes. Desde que pense, penso em Ti. Estavas ali, Comunidade Encontro, como potencia, como semente a cair na terra e germinar para o tempo certo, para o povo certo. É, pensava em Ti. Encontro. Pensar é amar. Sois amados, objeto dos meus cuidados!”

Entendi, portanto, o aspecto infinito e rico de nossa fundação. Em uma única palavra proferida pela boca de Jesus abre-se o horizonte infinito da revelação e a inesgotável ação de Deus em favor dos homens. E nós, como fragmento quase invisível nessa imensidão, começamos a manifestar e a corresponder. Assim surge a Comunidade Encontro, como fagulha no abismo que é Deus, seu Verbo, sua Palavra.  Que alegria! O fundador escutou a primeira palavra que sempre foi dita: ENCONTRO.   

Nós, filhos, nos abrimos a este som e aqui estamos atraídos por ele.
Hoje, aqui, celebramos 18 anos, Deus que nos ultrapassa celebra a eternidade.



Que belo! Ser encontro é divino! Parabéns a todos!





Feliz 18 anos Comunidade Encontro!

Por Fernanda Rosetti, Cofundadora da Com. Encontro

sábado, 5 de janeiro de 2019

18 anos de ENCONTRO


18 anos de ENCONTRO nos levaram a encontrar milhões de pessoas. 
São milhões de abraços dados. 
Milhões sorrisos oferecidos sem nada pedir em troca. 
Um servir aqui e outro ali, e quando vemos já chegou o próximo ano.
Quanto nos preenche ter uma vida toda entregue à Deus e fazer em tudo a Sua santa vontade. 
Milhões de lágrimas derramadas. Emoções, muitas quedas, mas em todos esses anos muitas mãos nos ajudaram a levantar.
Nada nos resta além de agradecer por tudo que vivemos até aqui, por cada pessoa que passou pela nossa vida e marcou a nossa história.

Por isso, queremos te convidar a continuar escrevendo essa linda história de ENCONTRO comemorando conosco nossos 18 anos, com a Santa Missa presidida pelo Pe. Josimar Pirovani da Paróquia Santíssima Trindade (Marataízes-ES) 
dia 10 de Janeiro, às 09h na Casa de Maria.

Amamos te encontrar!


quarta-feira, 14 de novembro de 2018

UMA VOCAÇÃO QUE GERA VIDA

Uma vocação bem vivida, com obediência é sempre uma vocação que rende muitos frutos.
Um sim diário, com amor, aonde o objetivo é alcançar corações e levá-los para Deus.
Diante deste sim, na semana passada, (07/11), Dom Dario Campos, O.F.M, (atual bispo da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim) recebeu a  nomeação realizada pelo Papa Francisco e acolheu de braços abertos um novo desafio: Tornar-se Arcebispo da Arquidiocese de Vitória (ES).


Dom Dario Campos nasceu em 9 de junho de 1948, em Castelo (ES), Diocese de Cachoeiro de Itapemirim, no Estado do Espírito Santo. É dono de um carisma especial, homem simples, cheio de bom humor, simpatia e apaixonado por sua vocação.
Com essas características marcantes, conquista o povo por onde passa, atrai olhares e muitos sorrisos.
Permaneceu nesta Diocese por sete anos e agora despede-se com gratidão:
"Com grande gratidão, eu reconheço o quanto o Senhor foi bondoso e quantos frutos pudemos colher juntos, nesses anos passados. Agradeço de coração a todos os sacerdotes que com disponibilidade, compromisso evangélico e grande alegria, sempre se dispuseram a assumir conosco o cuidado dessa Igreja Particular da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim. Agradeço aos diáconos pelo testemunho de Fé e serviço, bem como também, aos religiosos e religiosas, pela vocação e carisma, quem tanto nos enriquecem. Agradeço aos nossos seminaristas, pela abertura e disponibilidade para o caminho formativo, no intuito da descoberta e amadurecimento vocacional. Não posso deixar de dirigir uma palavra de agradecimento à todas as autoridades dos poderes constituídos, com as quais dialogamos e procuramos contribuir nesses últimos anos. Dirijo também minhas palavras de grande gratidão, aos leigos e leigas espalhados em nossas Comunidades Eclesiais de Base, sinais do Reino, chamados a ser Sal da terra e Luz do mundo." Dom Dario Campos, O.F.M

É com grande alegria que a Comunidade Encontro agradece por sua presença durante esses anos e somos imensamente gratos pelo seu pastoreio!
Deus o abençoe nesta nova caminhada, somos mais felizes por que o conhecemos, conte com nossas orações por sua nova missão!




segunda-feira, 8 de outubro de 2018

FÁBRICA DE SANTIDADE

"Deus consagrou um povo escolhido, o amou profundamente desde toda a eternidade. Para ser sal e luz, gerar Cristo Jesus no seio da humanidade.

Hoje somos este povo tão amado, Deus nos chama a viver o seu amor. Nos convida a todo instante sem cessar e pede a nós: SEDE SANTOS!"

E qual é a sua resposta diante deste chamado de Deus? 

Iniciamos no dia 20 de Outubro de 2018 o Programa "Fábrica de Santidade". Esse programa acontecerá mensalmente por um período de 9 meses (sempre em um sábado de 14:00 às 18:30), será um caminho  maravilhoso para encontrarmos nossas moradas interiores, conhecermos profundamente nossa alma através de uma vida profunda e sincera de oração.
Nosso próximo encontro acontece no dia 17 de Novembro em nosso Centro de Evangelização "Casa de Maria" (Zona Rural - Localidade São Simão / Bairro IBC, Cachoeiro de Itapemirim, ES. Referência: estrada de chão logo após a Polícia Federal sinalizada com placas indicativas.), ainda dá tempo de fazer a sua inscrição.

A santidade é um chamado que Deus faz a todos nós sem exceção e responder a esse chamado não é vaidade, mas sim nossa obrigação. 

Te esperamos na Casa de Maria, será uma alegria te receber aqui!  

Faça a sua inscrição clicando nesse link e saiba maiores informações: 

https://goo.gl/forms/NdEbT2Fsa3tESbfy2 



“Se alguém quiser vir após Mim, renegue-se a si mesmo, tome a sua CRUZ e siga-Me”. Certamente é uma linguagem dura, difícil de aceitar e de pôr em prática, mas o testemunho dos Santos e das Santas garante que é possível a todos, se confiarmos e nos recomendarmos a Cristo”. Papa Emérito Bento XVI






“Ser Santo não é um privilégio de poucos, como se alguém tivesse recebido uma grande herança; no Batismo, todos nós recebemos a herança de poder tornar-nos Santos. A santidade é uma vocação para todos”. Papa Francisco

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

ÉTICA E VOTO DEMOCRÁTICO NAS ELEIÇÕES

Quando uma sociedade está pautada em valores morais e éticos e as suas ações se voltam para a coletividade em detrimento dos interesses individuais, cria-se de imediato uma verdadeira estratégia de ética nas eleições. Trabalhar o problema na raiz traz resultados mais eficazes do que esperar acontecer a tragédia para agir. Combater é muito mais difícil do que prevenir. Daí faz-se necessário anunciar a ausência ou melhor a quase inexistência em nossa sociedade de uma ética inserida na concretude do voto, revelando o quanto a sociedade é vazia deste valor.

Escutamos sempre a alegação: “este negócio de ética na democracia cada um tem a sua”. Porém, imaginar que cada um tem a sua e que o grupo não deve tê-la é algo impensável. Os pensadores Rosseau e Lincoln afirmavam que a democracia é o regime “do povo, pelo povo e para o povo”. Kelsen, por outro lado, acreditava que a democracia se baseia no voto e na liberdade (seja ela de consciência, de religião ou de trabalho).

A palavra “democracia” tem origem na Grécia Antiga e, etimologicamente, é o poder do povo (demos = povo e kratos = poder). Em síntese, é a forma de governo em que vigora, substancialmente, a soberania popular. A soberania popular, conforme informa o artigo 14 da Constituição Federal, “será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos”. A palavra sufrágio vem do latim “sufragium” e significa apoio, aprovação. O sufrágio é a manifestação de vontade da soberania popular e tem o voto como principal instrumento.

Por sua vez, o voto é um direito personalíssimo conferido aos cidadãos (não pode ser exercido através de procuração). Tem como principais características a universalidade, a personalidade, a obrigatoriedade, a sigilosidade, a igualdade, a periodicidade, e a liberdade. No Brasil, o voto é secreto (em nenhuma hipótese pode ser revelado), obrigatório (é um direito; é um dever social, político e jurídico), direto (somente o eleitorado escolhe seus governantes) e igual (o voto tem o mesmo valor) para todos, sem qualquer distinção.

O voto é obrigatório e igual para homens e mulheres, entre 18 (dezoito) e 70 (setenta) anos e facultativo entre 16 (dezesseis) e 18 (dezoito) e acima de 70 (setenta) anos. A lei, ainda, prevê sanção para ausência não justificada nas eleições, como multa e cancelamento do título de eleitor. No dia, ainda, o eleitor pode escolher votar em quaisquer dos candidatos inscritos, ou votar em branco ou nulo.

É importante destacar, também, a distinção entre os votos em branco e nulo. Enquanto o voto nulo é a manifestação do eleitor que não está de acordo com nenhuma das candidaturas postas, o voto em branco traduz a vontade do eleitor de não opinar no pleito eleitoral. No Brasil, os votos em branco e nulo são apenas registrados para fins estatísticos, não sendo computados para nenhum candidato ou partido político, ou seja, não são votos válidos. 

Outrossim, é de suma importância destacar o que dispõe o artigo 60, § 4º, inciso II, da Carta Magna. Vejamos: Art. 60. A Constituição poderá ser emendada mediante proposta: (...) § 4º - Não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir: (...) II - o voto direto, secreto, universal e periódico. O dispositivo acima mencionado é uma cláusula pétrea e, por isso, não pode ser abolido por emenda à Constituição, somente com a instituição de novo Poder Constituinte, com uma nova Constituição. Nota-se, portanto, que o voto é de extrema importância para o atual ordenamento jurídico vigente, tanto é que ganhou uma cláusula especial na Carta Magna.

Na Igreja Católica vemos que Documento conciliar Gaudium et Spes (nº 75) assim trata o assunto: “É plenamente conforme com a natureza do homem que se encontrem estruturas jurídico-politicas nas quais todos os cidadãos tenham a possibilidade efetiva de participar livre e ativamente (…) na gestão da coisa pública (…) e na escolha dos governantes.

Eticamente os cristãos católicos têm o dever moral de promover o bem comum ao exercer o seu privilégio de voto (cf. CIC, §2240). As autoridades civis não são as únicas responsáveis pelo país. “O serviço do bem comum exige dos cidadãos que cumpram com a sua responsabilidade na vida da comunidade pública” (CIC, §2239). Isto significa que os cidadãos devem participar do processo político na urna de votação.

Por fim, o fato mais relevante é demonstrar com o voto a necessidade de se educar o cidadão brasileiro com princípios éticos e morais que devem nortear a vida em sociedade. Por mais que o combate à corrupção seja importante, é imprescindível difundir a cultura da prevenção nos lares, escolas, administração pública ou privada. A saída mais ética será sempre prevenir com o voto consciente do que remediar.

C:\Users\Fernando Acácio\Pictures\Seminarista Fernando Acácio.JPGC:\Users\Fernando Acácio\Downloads\IMG-20180824-WA0010.jpg Por Fernando Acácio de Oliveira
 Yasmin Maia Viana

¹ Yasmin Maia Viana é bacharel em Direito pela FDCI (Faculdade de Direito de Cachoeiro de Itapemirim). Pós-graduada em Direito Eleitoral pela Damásio Educacional. Advogada (OAB/ES 23.544). ² Fernando Acácio de Oliveira é seminarista da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim-ES, licenciado em Filosofia pela FCS-ES, especialista em Comunicação Social pela PUC-SP/SEPAC-Paulinas e pós-graduado em Sagrada Escritura pelo Centro Universitário Claretiano-SP. Atualmente está graduando em Teologia no IFTES-ES e pós-graduando em Direito Matrimonial Canônico no ISTA-BH.



sábado, 15 de setembro de 2018

A tão sonhada paz!





Verdadeira paz encontrei em Jesus!
 O que essa foto te parece? O que você sente e enxerga ao olhar pra ela? Seja sincero(a)... Pode ir até onde quiser, mas retire dela os sentimentos que vem ao seu
coração.





Para quem não me conhece, essa na foto sou eu, Letícia Debona de Freitas, cofundadora da Comunidade Encontro, pilar da Verdade. E vou nesse texto partilhar um pouco com vocês sobre o fato lindo de ter encontrado meu lugar de paz e Aquele que me deu essa paz. 

Estou na Comunidade Encontro há quase nove anos, quando comecei a caminhar, tinha 16 anos. Haviam em meu coração muitos sonhos e projetos, desejos a serem realizados. Mas em nenhuma dessas coisas encontrava minha paz.
Sempre tive uma família presente, amigos, já havia namorado, era uma boa aluna, me relacionava bem com as pessoas ao meu redor, existiam sim algumas coisas meio “mais ou menos”, porém nada de muito grave. Eu era feliz, muito feliz até, mas não completamente realizada e em paz.
Você já ouviu dizer que paz não é a ausência de problemas e sim um estado da nossa alma?!
Pois é, em comunidade entendi muito isso!
Depois que entrei na comunidade, pude conhecer quem eu era. Conhecendo-me, aprendi a ser melhor, aprendi que amar era melhor. Vivi muitas dificuldades, muitas, muitas, muitas lutas e batalhas, e até guerras. Passei por momentos bastante fortes em meu caminho vocacional. Imprensas, apertões, enxergava-me sendo convidada por Deus a mudanças diárias. Mudanças que eu nem sempre queria colaborar.
Mas espera aí, minha vida vocacional não se resumiu somente nisso né?!
Conduzida por Deus nessas coisas, pude também ser muito amada por Ele ao ser conduzida por caminhos de muita felicidade, realização, crescimento e encontros, encontros e mais encontros.
Aprendi a ser melhor, ainda tenho MUITO o que mudar, mas Deus já me tornou bem melhor. Sou uma mulher que descobriu muitos talentos, que aprendeu a dizer “Eu te amo”, um filha que reconhece todo o amor de seus pais e o quanto eles lhes são importantes, uma irmã que viu em seu irmão um grande amigo, uma irmã de comunidade que passou a ver em seus irmãos tudo o que ela precisa para ser uma pessoa ainda melhor.
Essa foto mostra isso: EU ME ENCONTREI! Eu vivo em paz , eu encontrei meu lugar, estou tranquila porque sei que Deus me ama e que Ele fará de tudo, como já assim o fez, para que eu seja santa. Ele mostra que eu sei que posso esperar Nele, que não preciso de mais nada, 'só Deus basta’. Mostra também uma pessoa que mesmo cansada ao fim do dia, olha ao seu redor, respira fundo, e até chora, diante de tanta coisa boa que sente, porque sabe que está onde Deus quer. Sou encontro, estou em paz e amo Aquele que tudo em mim realizou!
Agora te faço outra pergunta: E você? Quando vai começar a viver isso também?

Será uma paz armada, amigos,
será toda a vida uma batalha;
porque a cratera da carne só se cala
quando a morte fizer calar as suas brasas.

Sem fogo na lareira e com o sonho mudo,
sem filhos sobre os joelhos e a serem beijados,
sentireis às vezes o gelo ao redor de vós,
e sereis beijados muitas vezes pela solidão.
Não deixareis o coração sem núpcias.
Devereis amar tudo, todos, todas,
discípulos Daquele que amou por primeiro.

Perdida pelo Reino e conquistada,
será uma paz tão livre quanto armada,
será o amor amado com todo o corpo.
CASALDÁLIGA, TORRE MEDINA.


Por Letícia Debona, Cofundadora da Comunidade Encontro
Vocacional Encontro 2018

Acesse:

Amamos te encontrar!


terça-feira, 4 de setembro de 2018

#FRANCISCOESTOUAQUI



#FranciscoEstouAqui é a campanha que a SIGNIS Brasil Jovem – Associação Católica de Comunicação - lança nas redes sociais em apoio ao papa Francisco. Algumas declarações tendenciosas e conflituosas na Igreja favorecem a disseminação de notícias falsas com a intenção de desestabilizar o pontificado do papa, que atua sem medir esforços, na construção de uma cultura de paz, justiça e solidariedade entre os cristãos e a todos os homens e mulheres de boa vontade (Lc 2,14).
Com a hashtag #FranciscoEstouAqui, jovens de todo o Brasil pretendem inundar os espaços digitais com uma mensagem alegre, criativa e orante de apoio e carinho ao papa Francisco.
#ParaCegoVer A imagem contém um fundo roxo e uma foto do Papa Francisco com a hashtag #FranciscoEstouAqui.
Fique por dentro, entre nessa você também! 

A Comunidade Encontro estará sempre aqui #PapaFrancisco, e você? 

Fonte: #Franciscoestouaqui 

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

AFINAL, O QUE SIGNIFICA SER FAMÍLIA?



Por Fernando Acácio de Oliveira[1]
  Yasmin Maia Viana[2]
Atualmente em nossa sociedade ouvem-se muitas discussões sobre as famílias e suas relações no mundo. Discute-se se existem entre as famílias atitudes de diálogo, presença, responsabilidade profissional, comprometimento, experiências compartilhadas e a arte de amar apontadas como ingredientes básicos da humanização familiar, envolvida num processo de cuidado e respeito dentro do conjunto social.
Fazendo um resgate histórico, vemos que na antiguidade, o conceito de família era ligado à noção de convivência por mera necessidade, sem a existência de laços socioafetivos. Atualmente, a Constituição Federal apresenta uma visão funcionalizada da família, à luz da socialidade, assentada na realização da felicidade.
Sob o olhar do direito civil, vemos que antes de CRFB/88, o direito nacional somente reconhecia a família criada com o casamento. Com a Carta Magna de 1988, o constituinte passou a abordar como núcleos familiares típicos: o casamento (art. 226 § 1º e 2º), a união estável (art. 226, § 3°) e a família monoparental (formada por quaisquer dos pais e seus descendentes).
Maria Helena Diniz, afirma que “Família no sentido amplíssimo seria aquela em que indivíduos estão ligados pelo vínculo da consanguinidade ou da afinidade. Já a acepção lato sensu do vocábulo refere-se àquela formada além dos cônjuges ou companheiros, e de seus filhos, abrange os parentes da linha reta ou colateral, bem como os afins (os parentes do outro cônjuge ou companheiro). Por fim, o sentido restrito restringe a família à comunidade formada pelos pais (matrimônio ou união estável) e a da filiação”. (Curso de Direito Civil Brasileiro: Direito de Família. 23ª ed., São Paulo: Saraiva, 2008).

Orlando Gomes, por sua vez, afirma que família é “o grupo fechado de pessoas, composto dos genitores e filhos, e para limitados efeitos, outros parentes, unificados pela convivência e comunhão de afetos, em uma só e mesma economia, sob a mesma direção”. (GOMES, Orlando. Direito de Família. 11ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 1998. p. 33).
No direito atual, o conceito de família está intimamente ligado ao afeto, que é o principal suporte fático para a aplicação das normas. Tanto é que, em recente decisão, o Supremo Tribunal Federal (RE 898.060-SP) reconheceu que a pessoa não precisa abrir mão da paternidade socioafetiva para ter a paternidade biológica.
Nota-se, portanto, que o conceito de família, para o ordenamento jurídico vigente está notadamente ligado ao afeto, ao amor e a felicidade, considerando tanto critérios biológicos quanto afetivos.
Vejamos que o Papa Francisco em mensagem para I Congresso Latino-americano da Pastoral Familiar, no Panamá, organizado pelo Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM), disse com uma pergunta “O que é a família?”, a qual respondeu: “é um centro de amor onde reina a lei do despeito e da comunhão, capaz de resistir às manipulações mundanas”. Acrescentou também, “que é na família permite-se superar a falsa oposição entre indivíduo e sociedade e no seio dela ninguém é descartado [...], todos os idosos e crianças encontram acolhida. É na família que nasce a cultura do encontro e do diálogo, a abertura à solidariedade e à transcendência”.
No catecismo da Igreja Católica vemos que “a família é a comunidade na qual, desde a infância se podem assimilar os valores morais em que se pode começar a honrar Deus e a usar corretamente da liberdade. A família é iniciação para a vida na sociedade” (CIgC, 2207).
Diante disso, vemos que a família é a comunidade de amor mais adequada para o ser humano se estruturar como pessoa livre, consciente, responsável e capaz de amar. É na família que a natureza humana encontra as melhores condições para emergir como vida pessoal e convergir para a comunhão amorosa. Por outras palavras, a família é um contexto humano excepcional para a humanização das pessoas.
Jesus tinha plena consciência que a sua missão implicava no direcionamento da família na incorporação das pessoas humanas com a comunhão familiar de Deus. No capítulo três do Evangelho de Marcos diz que “chegaram sua mãe e seus irmãos que queriam falar com Jesus [...]. Jesus respondeu: Quem são minha mãe e meus irmãos? [...]. Aí estão minha mãe e meus irmãos, pois todo aquele que fizer a vontade de Deus, esse é que é meu irmão, minha irmã e minha mãe” (Mc 3, 31-35). Eis aí a razão pela qual Jesus anunciava o Reino de Deus, isto é, a Família de Deus, a qual assenta nos laços da Palavra e da comunhão.
Por fim, podemos dizer que a família é a célula mãe da sociedade. Vemos que no ordenamento jurídico com suas especificações ser família perpassa pela construção da sociedade. É na família que se inicia a dinâmica básica da humanização que acontece como emergência pessoal mediante relações de amor e convergência para a comunhão universal. Por outras palavras, a família humana é uma mediação fundamental para acontecer à edificação da família divina, a qual transcende os laços da carne e do sangue. Que nas relações no interior de nossas famílias possam ter uma afinidade de sentimentos humanizadores, afetos comunhão e vivencia espiritual, originada principalmente do respeito mútuo e do diálogo entre seus membros.



[1] Yasmin Maia Viana é bacharel em Direito pela FDCI (Faculdade de Direito de Cachoeiro de Itapemirim). Pós-graduada em Direito Eleitoral pela Damásio Educacional. Advogada (OAB/ES 23.544).
[2] Fernando Acácio de Oliveira é seminarista da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim-ES, licenciado em Filosofia pela FCS-ES, especialista em Comunicação Social pela PUC-SP/SEPAC-Paulinas e pós-graduado em Sagrada Escritura pelo Centro Universitário Claretiano-SP. Atualmente está graduando em Teologia no IFTES-ES e pós-graduando em Direito Matrimonial Canônico no ISTA-BH.




domingo, 19 de agosto de 2018

Papa Francisco: vocação é escuta, discernimento e vida

A nossa vida e a nossa presença no mundo são frutos de uma vocação divina, para a qual é preciso um processo de discernimento.

Escutar, discernir e viver a Palavra de Deus
Na diversidade e especificidade de cada vocação, pessoal e eclesial, é preciso escutar, discernir e viver a Palavra, que nos chama do Alto e, ao mesmo tempo, nos permite render nossos talentos, fazendo de nós instrumentos de salvação no mundo e orientando-nos à plenitude da felicidade.
O chamado do Senhor não é evidente, como tantas coisas que podemos ouvir, ver ou tocar na nossa experiência diária. Deus vem de forma silenciosa e discreta, sem se impor à nossa liberdade. Assim pode acontecer que a sua voz fique sufocada pelas muitas inquietações e solicitações que ocupam a nossa mente e o nosso coração.

Ler os sinais dos tempos com os olhos da fé

Por isso, é preciso “preparar-se à uma escuta profunda da sua Palavra, prestar atenção aos seus detalhes diários e aprender a ler os sinais dos tempos com os olhos da fé, sempre abertos às surpresas do Espírito”.
Cada um de nós pode descobrir a própria vocação através do discernimento espiritual. Hoje temos grande necessidade do discernimento e da profecia, para superar as tentações da ideologia e do fatalismo. Todo cristão deveria desenvolver a capacidade de ler os acontecimentos da vida e identificar o que o Senhor quer de nós, para continuarmos a sua missão.

                                                    Assumir a própria vocação
A vocação realiza-se hoje! A missão cristã é para o momento presente! Cada um de nós é chamado – à vida laical no matrimônio, à vida sacerdotal no ministério ordenado, ou à vida de especial consagração – a ser testemunha do Senhor, aqui e agora.

O Senhor continua nos chamando a segui-lo. Respondamos a Ele com o nosso generoso “sim”: “Eis-me aqui”.

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

ABORTO: UM ATENTADO CONTRA A VIDA

Por Seminarista Fernando Acácio de Oliveira
Diocese de Cachoeiro de Itapemirim-ES.
Na sociedade atual, com toda a liquidez de valores a vida passou a ser um fato banal, sem importância. E muito mais grave quando a prática do aborto ataca vidas indefesas, inocentes e frágeis. Atentar contra a vida de um indefeso é atentar contra a própria existência humana. Do direito à vida derivam todos os outros direitos, dos quais aquele é condição necessária. As diversas justificações que estão sendo elaboradas para referendar a prática do aborto, tem como raiz comum deslegitimar a presença e alteridade do nascituro como pessoa humana atendendo interesses ou situações às vezes sentimentais, outras de conforto financeiro, ou de dominação imperial, chamando de interrupção da gravidez, o que os bombardeios inteligentes chamam de danos colaterais, ou seja, eliminação de vidas humanas. O termo “nascituro” aqui é entendido em sua etimologia que significa “aquele que há de nascer”.
A prática do aborto direto é condenável em razão de provocar a morte de um ser humano considerado inocente, o que constitui uma situação de tríplice injustiça: contra a existência humana da própria mulher, que sofrerá corporalmente e afetivamente ato abortivo; contra o próximo, que é privado do direito de existir como pessoa; e contra a sociedade, que perde um de seus membros. A inocência presumida do nascituro vem do fato de ser ele incapaz de ato moral e de proteger-se de uma agressão.
O argumento da defesa da vida, contra a prática do aborto, perpassa na reflexão de entender o nascituro como pessoa possuidora de direitos desde a sua concepção, antes mesmo da concessão destes pela sociedade, dada sua essência totalmente humana. Assim, o direito à vida apresenta-se como um direito ao mesmo tempo sagrado, existencial, natural e social. A prática abortiva é sim um atentado contra a vida! Ainda que a realização de um aborto possa conduzir ao alcance de certos bens, como a suposição da saúde ou a vida da mãe, é sempre injustificável. Outras razões, como as dificuldades que possa significar um filho a mais, especialmente se apresenta com anomalias graves, a desonra ou o desprestígio social, ainda que consideráveis, também não legitimam o ato abortivo.
Aborto não é solução! Solução são nossas autoridades políticas e os diversos órgãos ligados à saúde criarem com efetividade e qualidade centros de ajuda social, atenção, cuidado e assessoria para a mulher, especialmente em casos de gravidez indesejada e de doenças ligadas ao nascituro. Dessa maneira, a vida humana será respeitada e protegida de modo absoluto, desde o momento da concepção. O respeito da vida aparece como um dos princípios mais fundamentais e evidentes. A noção de base é o respeito da vida humana integralmente, do início ao fim.
 

domingo, 5 de agosto de 2018

Vocacional Encontro 2018

ENCONTRAR Deus, ENCONTRAR a si mesmo, ENCONTRAR os irmãos, TE ENCONTRAR... 
Estamos indo ao seu encontro! 

"Meu coração arde, vejo uma luz brilhar em meio a escuridão, me encontro inquieto e preciso descobrir o que há dentro de mim, as coisas que vivo já não me preenchem, quero mais, mais de Deus, me entregar mais, me doar mais. Deus me pede respostas, decisões, nenhum dia da minha vida consigo parar de pensar no que possa ser isso..." 

Ei, se Deus te chama se liga aí. 

Abrimos hoje as inscrições para o nosso Encontro Vocacional 2018, que acontecerá nos dias 28, 29 e 30 de Setembro em nosso Centro de Evangelização, "Casa de Maria". 

Se você deseja se encontrar, e tem 16 anos ou mais, acesse o link abaixo e faça sua inscrição: 

https://goo.gl/forms/RqECsZELj4CV8Eim2


NÃO TENHA MEDO, 
AMAMOS TE ENCONTRAR! 





sexta-feira, 8 de junho de 2018

Sagrado Coração: hoje é a festa do amor de Deus, diz o Papa

O Papa Francisco celebrou a missa na capela da Casa Santa Marta e dedicou a sua homilia ao amor de Deus.



No dia em que a Igreja celebra a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, o Papa Francisco iniciou a sua homilia na Casa Santa Marta afirmando que se poderia dizer que hoje é a festa do amor de Deus.

“Não somos nós que amamos Deus, mas é Ele que “nos amou por primeiro, Ele é o primeiro a amar”, disse o Papa. Uma verdade que os profetas explicavam com o símbolo da flor de amêndoa, o primeiro a florescer na primavera. “Deus é assim: sempre por primeiro. Ele nos espera por primeiro, nos ama por primeiro, nos ajuda por primeiro”.

Mas não é fácil entender o amor de Deus. De fato, Paulo, na segunda Leitura do dia, fala de ‘impenetráveis riquezas de Cristo’, de um mistério escondido.

É um amor que não se pode entender. O amor de Cristo que supera todo conhecimento. Supera tudo. Tão grande é o amor de Deus. E um poeta dizia que era como “o mar, sem margens, sem fundo …”: mas um mar sem limites. E este é o amor que nós devemos entender, o amor que nós recebemos.

Na história da salvação, o Senhor nos revelou o seu amor, “foi um grande pedagogo”, disse o Papa e, relendo as palavras do profeta Oséias, explica que não o revelou através da potência: “Não. Vamos ouvir: ‘Eu ensinei meu povo a dar os primeiros passos, tomei-o em meus braços, eu cuidava dele’. Tomar nos braços, próximo: como um pai”.

Como Deus manifesta o amor? Com as grandes coisas? Não: se rebaixa, se rebaixa, se rebaixa com esses gestos de ternura, de bondade. Faz-se pequeno. Aproxima-Se. E com esta proximidade, com este rebaixamento, Ele nos faz entender a grandeza do amor. O grande deve ser entendido por meio do pequeno.

Por último, Deus envia o seu Filho, mas “o envia em carne” e o Filho “humilhou a si mesmo” até a morte. Este é o mistério do amor de Deus: a grandeza maior expressa na menor das pequenezas. Para Francisco, assim se pode entender também o percurso cristão.

Quando Jesus nos quer ensinar como deve ser a atitude cristã, nos diz poucas coisas, nos faz ver aquele famoso protocolo sobre o qual todos nós seremos julgados (Mateus 25). E o que diz? Não diz: “Eu creio que Deus seja assim. Entendi o amor de Deus”. Não, não… Eu fiz o amor de Deus em pequenas coisas. Dei de comer ao faminto, dei de beber ao sedento, visitei o doente, o detento. As obras de misericórdia são justamente a estrada do amor que Jesus nos ensina em continuidade com este amor de Deus, grande! Com este amor sem limites, que se aniquilou, se humilhou em Jesus Cristo; e nós devemos expressá-lo assim.

Portanto, concluiu o Papa, não são necessários grandes discursos sobre o amor, mas homens e mulheres “que saibam fazer essas pequenas coisas por Jesus, para o Pai”. As obras de misericórdia “são a continuidade deste amor, que se rebaixa, chega a nós e nós o levamos avante”.

Fonte: Vatican News