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RETIRO ACHEGA-TE

LEIA ATENTAMENTE! ESTE RETIRO SERÁ FECHADO, COM TAXA DE INSCRIÇÃO E DE FORMA INDISPENSÁVEL A PARTICIPAÇÃO INTEGRAL NOS DOIS DIAS. PARA ISSO, SEGUE AS INSTRUÇÕES ABAIXO PARA PARTICIPAR: 1. É necessário chegar no horário marcado, SEM ATRASOS  naquilo que for proposto a você e no contato que faremos de forma particular. É indispensável a participação integral no encontro. 2. Como este retiro será FECHADO, pedimos a contribuição de uma taxa única para toda a estrutura de R$35,00, SEM CUSTO DE ALIMENTAÇÃO. Se você desejar e precisar estaremos vendendo alimentação durante o final de semana, mas fique à vontade em trazer o que lhe for necessário. 3. Sua inscrição se tornará válida após o pagamento de sua taxa, SENDO INDISPENSÁVEL O ENVIO DO COMPROVANTE PARA O NÚMERO (28) 99978-8205. 4. A taxa de inscrição é para organizarmos as necessidades do retiro dias antes do final de semana marcado, por isso, não devolveremos o valor, pois ele já terá sido aplicado. Ele deverá ser depositado até a da
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O combate é uma necessidade do Cristão

“Se algum de nós não luta...” A alegria é um bem cristão, que possuímos enquanto lutamos, porque é consequência da paz. A paz é fruto de se ter vencido a guerra, e a vida do homem sobre a terra - lemos na Escritura Santa - é luta. (Forja, 105)   Ao longo de toda a tradição da Igreja, retratam-se os cristãos como   milites Christi , soldados de Cristo. Soldados que levam a serenidade aos outros, enquanto combatem continuamente contra as más inclinações pessoais. Às vezes, por insuficiência de sentido sobrenatural, por uma descrença prática, não se quer entender a vida na terra como milícia. Insinuam maliciosamente que, se nos considerarmos soldados de Cristo, corremos o risco de utilizar a fé para fins temporais de violência, de facções. Este modo de pensar é uma triste simplificação pouco lógica, que costuma aparecer de mãos dadas com o comodismo e a covardia. Nada mais alheio à fé cristã do que o fanatismo que acompanha os estranhos conúbios entre o profano e o espiritual, sejam de qu

E SE VOCÊ MORRER HOJE?

És tentado a pecar? Pensa na tua morte. Em breve, esse prazer efêmero não significará nada. Logo vais te arrepender de ter buscado um prazer momentâneo e abandonado a vida eterna. Talvez não exista hoje verdade mais evitada, reprimida e veementemente ignorada do que a realidade da morte. O homem moderno é consumido satisfazendo como um escravo às próprias paixões, autoproclamando-se livre e banindo absolutamente o pensamento de que um dia morrerá. Para evitar até a menção ao termo “morte”, ele recorre constantemente a palavras como “macabro” e “mórbido”. Apesar disso, ele está disposto a “matar” qualquer um que atrapalhe sua escravidão às paixões. A devassidão na qual ele se encontra mantém sua visão alheia a tudo, exceto à própria escravidão. Ele não consegue enxergar a única coisa no futuro que ele jamais poderá evitar ou negar. Poder-se-ia argumentar razoavelmente que o declínio histórico da piedade religiosa está correlacionado com o declínio da morte por doenças e com os avanços m

Matrimônio: Amor verdadeiro é sacrifício

O motivo de muitos casamentos não "funcionarem", por assim dizer, reside na esperança que os esposos não poucas vezes depositam no lugar errado. Muitas pessoas têm se unido com a finalidade de satisfazer a si mesmas. Assim, quando surgem as primeiras dificuldades, os primeiros desarranjos, o casal entra em crise e quer se separar. Trata-se, sem dúvida, de um problema de fé. A pessoa crê firmemente que se casou para "ser feliz". Assim, se o seu cônjuge não passa de um obstáculo no caminho rumo a esta "felicidade egoísta", nada resta senão descartar de modo definitivo esta pessoa – como se descarta um objeto mesmo. Neste conflito, sequer os filhos constituem um empecilho para que os pais se divorciem. Afinal, se o que importa é a felicidade deles, o importante são eles, nada mais. Não é que os pais que se divorciam não se preocupem com seus filhos. É que eles estão muito preocupados consigo mesmos para pensar em outra coisa que não seja... eles mesmos. O v

Por que Jesus esconde a própria glória para sofrer por nós?

Jesus sobe a uma alta montanha e, diante de seus discípulos mais próximos, manifesta a sua qualidade de Filho de Deus, de Segunda Pessoa da Trindade. Essa manifestação, porém, é algo um tanto passageiro e, ao mesmo tempo, sinal de uma realidade ainda mais gloriosa: o Deus que se fez homem para redimir a humanidade de seus pecados. De fato, a importância da Encarnação é tanta que Moisés e Elias aparecem no mesmo monte, durante a Transfiguração, para falar justamente do caminho de Cristo até a Cruz. Jesus sobe a uma alta montanha e, diante de seus discípulos mais próximos, manifesta a sua qualidade de Filho de Deus, de Segunda Pessoa da Trindade. Essa manifestação, porém, é algo um tanto passageiro e, ao mesmo tempo, sinal de uma realidade ainda mais gloriosa: o Deus que se fez homem para redimir a humanidade de seus pecados. De fato, a importância da Encarnação é tanta que Moisés e Elias aparecem no mesmo monte, durante a Transfiguração, para falar justamente do caminho de Cristo até a

A Unção dos Enfermos é um sacramento?

É a Unção dos Enfermos um verdadeiro sacramento instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo? A pergunta talvez soe como um “escolasticismo” sem propósito, mas tem a sua razão de ser, já que são muitos os hereges que, desde a Idade Média até tempos mais recentes, insistem em negar a natureza sacramental da Unção dos Enfermos. Um deles foi Lutero, que em algumas obras a rebaixa à condição de mero sacramental; outro foi Calvino, para quem a unção de que nos fala S. Tiago em sua carta nada mais é do que parte de um ritual para uma cura carismática. Não é essa, porém, a fé da Igreja. Segundo a doutrina católica, com efeito, a Unção dos Enfermos é, sim, um verdadeiro sacramento da Nova Aliança, quer dizer, um sinal sensível instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo para significar e produzir em nós a graça divina, mas que foi promulgado pelo Apóstolo S. Tiago. Assim o definiu solenemente no séc. XVI o Concílio de Trento, confirmando o que desde tempos primitivos criam todos os fiéis católicos. E

Quem é Maria Santíssima? 12 características sobre Nossa Senhora

1. O caminho da salvação Por meio de Maria, Deus quis que o Salvador viesse a nós. Deus quis precisar de Maria (Gen 3,15)…´Ela te esmagará a cabeça´. É por Maria que devemos ir a Jesus, porque Jesus veio a nós por Ela. 2. É Mãe de Deus Jesus é Deus. E Maria é Mãe de Jesus. Isabel lhe disse: ´A que devo a honra de receber a Mãe do meu Senhor?´(Lc 1,43) Os santos a chamam de ´Onipotência Suplicante´, isto é, pode tudo com as suas súplicas a seu Filho. TEOTHOKOS (Mãe de Deus) (Gal 4,4) 3. É Imaculada (08 de dezembro) Isto é, foi concebida no seio de sua mãe (Sta. Ana) sem o pecado original, que todos os homens herdam dos pais. Maria foi preservada do pecado original pelo sacrifício de Jesus na Cruz. Deus antecipou para Ela a redenção. Para Deus o tempo não é obstáculo. Este doma foi proclamado pelo Papa Pio IX, 1854, solenemente, e confirmado pela própria Virgem em Lourdes, 4 anos depois, quando disse à menina Bernadete: ´Eu sou a Imaculada Conceição´, em 1858. Maria foi livre do pecado p

Quem não morrer não viverá

As provações fazem parte da vida de qualquer pessoa. Mesmo aqueles que não professam o credo cristão são visitados pela cruz. A diferença é que, para o cristianismo, o sofrimento possui uma dimensão sobrenatural, ainda que não se possa compreendê-lo. Na Carta Apostólica Salvifici Doloris, São João Paulo II diz que "o sofrimento parece pertencer à transcendência do homem", uma vez que exige dele uma superação de seus próprios limites e forças. E, de fato, é assim. As contrariedades da vida, qualquer pessoa pode intuir isso, são, de certo modo, necessárias para o crescimento humano. Vários autores espirituais já escreveram sobre esse tema. Em nossos dias, porém, o sofrimento tem sido objeto de discussão das mais variadas filosofias e psicologias. É claro que o assunto não é exclusividade da teologia ascética. Ocorre que, no intuito de dar uma resposta satisfatória às dificuldades enfrentadas pelo homem, muitos estudiosos têm caído na tentação do bem-estar. O mantra moderno é