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SOMOS FILHOS DE SÃO BENTO!

O legado de São Bento na atração de filhos e filhas de Deus para uma opção diferenciada de vida na Igreja é vasto. São muitos os ramos que partem do carisma fundado por São Bento. Da mesma forma, muitos são os que se abrigam debaixo da Regra Beneditina que, não só para os monges, mas também para diversos cristãos que se identificam com esta espiritualidade, tornou-se um projeto de vida.A Comunidade Encontro também faz parte da Família Beneditina espalhada no mundo, uma vez que a espiritualidade de São Bento, abade, fecunda o Carisma Encontro com abundantes dons. Características muito determinantes na forma de vida do Membro da Comunidade Encontro estão arraigadas no Carisma Beneditino.
De que forma, então, a espiritualidade beneditina inspira a Comunidade Encontro a viver? Quais características de São Bento e do tesouro monástico deixado por ele podem ser identificados na Obra Encontro?-"Ora et Labora" é um lema da vida no mosteiro. São Bento orienta a que os monges não tenha…
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História da Construção da Basílica de Santa Maria Maior

Hoje, 5 de Agosto, comemoramos o dia da Dedicação a Basílica de Santa Maria Maior.

Segundo a tradição, no ano 352, vivia em Roma, o representante do imperador que tinha se transferido para Constantinopla, um certo João, fidalgo riquíssimo que não sabia como gastar toda sua fortuna. Não tinha filhos e queria construir obras pias para a Igreja, mas não sabia quais escolher.

Na noite de 5 de agosto, lhe apareceu em sonho a Virgem Maria, que lhe ordenou construir uma igreja no lugar onde estivesse com neve pela manhã.

O rico senhor acordou e se pôs a pensar que a neve em Roma era uma coisa estranha, pois agosto era a estação de verão. Porém o mais interessante foi que a Virgem, na mesma noite apareceu ao papa Libério e lhe disse que, logo ao raiar do dia, subisse a colina do monte Esquilino, que encontraria o local cheio de neve e lá deveria erguer uma igreja. Pela manhã aquele fato inédito, foi constatado e enquanto a notícia se espalhava por toda Roma, o papa e João, caminhando por estrada…

Uma forte oração de amor a Deus do Santo Cura d'Ars

Senhor, dai-me a graça de sofrer amando-Vos, de Vos amar sofrendo, e de um dia expirar amando-Vos e sentindo que Vos amo.
  Eu Vos amo, Deus infinitamente bom,
  e mais quero morrer amando-Vos
  do que viver um só instante sem Vos amar.Eu Vos amo, meu Deus,
e só desejo o Céu para ter a felicidade
de Vos amar perfeitamente.Eu Vos amo, meu Deus,
e só temo o inferno porque lá nunca haverá
a doce consolação de Vos amar.Meu Deus,
se a minha língua não puder estar sempre
a dizer que Vos amo,
que o meu coração o diga tantas vezes
como quantas eu respiro.Senhor, dai-me a graça de sofrer amando-Vos,
de Vos amar sofrendo,
e de um dia expirar amando-Vos
e sentindo que Vos amo.E quanto mais me aproximo do meu fim,
mais Vos imploro a graça
de aumentar e aperfeiçoar o meu amor.Amém.
São João Maria Vianney, o Cura d’Ars

Você realmente crê na Santa Igreja Católica?

<CREIO NA SANTA IGREJA CATÓLICA> 748. «A luz dos povos é Cristo: por isso, este sagrado Concílio, reunido no Espírito Santo, deseja ardentemente iluminar todos os homens com a sua luz que resplandece no rosto da Igreja, anunciando o Evangelho a toda a criatura» (120). É com estas palavras que começa a «Constituição Dogmática sobre a Igreja» do II Concilio do Vaticano. Desse modo, o Concílio mostra que o artigo de fé sobre a Igreja depende inteiramente dos artigos relativos a Jesus Cristo. A Igreja não tem outra luz senão a de Cristo. Ela é, segundo uma imagem cara aos Padres da Igreja, comparável à lua, cuja luz é toda reflexo da do sol.749. O artigo sobre a Igreja depende também inteiramente do artigo sobre o Espírito Santo, que o precede. «Com efeito, depois de ter mostrado que o Espírito Santo é a fonte e o dador de toda a santidade, nós confessamos agora que foi Ele quem dotou de santidade a Igreja» (121). A Igreja é, segundo a expressão dos Padres, o lugar «onde floresce o E…

O valor da Vocação!

Nos campos de concentração nazistas, onde o ser humano era reduzido a uma existência deplorável, Viktor Frankl descobriu algo importante: o homem, quando possui uma razão para sua vida, é capaz de suportar as piores dores e humilhações. Isso explica o porquê de tantas pessoas, mesmo sob difíceis condições, entregarem-se a uma vocação, cujos resultados nem sempre são o dinheiro ou o prazer, mas a chacota e a incompreensão da sociedade.

Quem se dedica a uma vocação — seja ao sacerdócio ou à vida religiosa, seja ao matrimônio ou ao celibato laical —, dedica-se a um chamado interior. Não se trata de uma escolha arbitrária, pautada em interesses econômicos ou sentimentais. É, antes, uma entrega total, uma resposta ao projeto de Deus para aquele indivíduo. Por isso, no exercício de sua vocação, ele não procurará tanto o sucesso pessoal — embora isso também possa existir —, mas a perfeita realização de seu chamado.
O mundo moderno, marcado por uma mentalidade particularmente materialista, já n…

Santo Inácio e os Exercícios Espirituais

Assim – de Veneza – escrevia o santo ao seu amigo e confessor Emanuele Miona (16 de novembro de 1536): “Não conheço nesta minha vida outro meio para pagar uma parte de minha dívida convosco senão aquele de vos fazer praticar os Exercícios Espirituais de um mês. […]Os Exercícios são, sem dúvida, quanto de melhor eu possa conceber, conhecer e compreender nesta vida, seja pelo progresso pessoal de um homem, seja pelos frutos, a ajuda e o proveito que ele pode causar a muitos outros”.
Santo Inácio considerava os Exercícios não como “sua obra”, mas como um dom de Deus para toda a Igreja. Os Exercícios não foram estudados e feitos na mesinha, mas experimentados em seu ermo de Manresa onde passou um ano inteiro como asceta e penitente, e onde – como ele escreve em sua Autobiografia – “Deus se comportava com ele como um professor de escola com uma criança: o instruía” (Autob. 27).

Isso o levava a precisar que os Exercícios fossem “feitos” e não lidos. Não queria então que o livrinho dos Exercíc…

Vive bem quem reza bem!

Em primeiro lugar, precisamos distinguir entre vida de oração e fazer orações. Só se consegue rezar quando existe uma vida de oração.Nem sempre a oração se identifica pura e simplesmente com o terço, a missa, a procissão, a leitura da Bíblia, a comunhão e as orações da manhã e da noite. Alguém pode ter feito tudo isso e não ter rezado nunca. Outros podem fazer tudo isso e ter rezado sempre. É necessário buscarmos maturidade e profundidade na oração, nos colocarmos presentes de corpo e alma diante do Senhor. Não basta só “rezar”, é preciso rezar bem!
Decidir-se pela amizade divina e crescer nesta amizade é o segredo da vida.E o que é, então, ter uma vida de oração? Antes de mais nada, a vida de oração existe quando tenho ou procuro ter um relacionamento íntimo e pessoal com Deus. Isso acontece quando acredito que Ele me quer ver feliz e que está comprometido com a realidade que me atinge e me cerca. Esse relacionamento confiante e filial me faz ir além de minhas preocupações, de meus in…

A alegria de assumir uma vocação!

Deus nos chama a ser melhores a cada dia, a ser mais santos, mais misericordiosos, a nos doar, a viver intensamente o evangelho, e a ser verdadeiros amigos Dele. Assim é Deus, um Deus de amor, que nos conhece, nos ama profundamente e nos quer mais perto o tempo inteiro. E esse também é o desejo daqueles que querem viver com Ele, aqueles que querem morrer pro mundo e viver pra Ele. Quando temos um desejo intenso de ser de Deus, de sonhar os sonhos Dele, Ele nos concede essa graça e nos convida a sermos inteiramente seus. Deus nos convida sim. Esse Pai de amor nos deixa livre, nos chama pra viver mais perto, estar mais perto Dele, quanta graça há nisso e muitos a deixam passar. Não querem assumir uma vocação por medo, medo daquilo que terão que abrir mão, medo do que as pessoas irão pensar, de se arriscar nessa aventura em que nós seremos somente passageiros dessa barca, porque quem assume o comando é Cristo.
Mal sabem eles que viver com Jesus é uma alegria, uma alegria tão enorme que só q…