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sábado, 30 de abril de 2016

ChurchPOP: site de cultura cristã sucesso nas Américas agora em português



Depois de conquistar os Estados Unidos e a América espanhola, agora é a vez do ChurchPOP alcançar os falantes de língua portuguesa. E o país escolhido para sediar a nova empreitada é o Brasil. Aliando informação e descontração, a página trará um estilo de comunicação único.
“O site unirá formato e conteúdo para, de maneira divertida, alcançar seu objetivo que é ser um instrumento de evangelização”, explica o editor, Cleiton Ramos.
E qual a relação disso tudo com o nome? Cleiton lembra que “picolé em inglês é popsicle”. “Foi feito um jogo com as palavras POP e popsicle”, conta.
Segundo ele, “os leitores podem esperar um conteúdo de alta qualidade, de consistência doutrinária, em uma linguagem jovem e de fácil acesso”.
“O ChurchPOP Português – adianta Cleiton – trará conteúdos em vídeos, infográficos; jogos de perguntas e respostas, listas sobre curiosidades, entre muitas outras coisas”.
No site serão abordados temas sobre cultura cristã, religiosidade popular, cobertura dos grandes eventos católicos, abordagens sobre as mais diversas perspectivas da vida dos santos, história da Igreja, curiosidades, vídeos e entre outros.
O lançamento do site será em 08 de maio, dia em que a Igreja celebrará a festa da Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo e o 50° Dia Mundial das Comunicações Sociais.
O ChurchPOP nasceu em agosto de 2014, nos Estados Unidos, com o intuito de evangelizar os jovens refletindo a alegria de ser Igreja. Com o slogan “Faça santas todas as coisas”, busca ser divertido, informativo e inspirador.
Em pouco tempo, chamou atenção por seus conteúdos consistentes, alegres e fiéis à doutrina da Igreja. Em janeiro deste ano, lançou a versão em espanhol, que já é grande sucesso de público.
Para conhecer o site ChurchPOP, acesse: http://pt.churchpop.com. Também no Facebook (facebook.com/churchpopportugues) e Twitter (twitter.com/churchpop_pt).
Fonte: ACI Digital

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Dia do Trabalho, dia de São José Operário

Em 1955, Pio XII instituiu a festa de “São José Operário”, para dar um protetor aos trabalhadores e um sentido cristão à “festa do trabalho”. Uma vez que todas as nações celebram tal festa a 1º de maio, a celebração de hoje é uma memória facultativa. A figura de São José, o humilde e grande artesão de Nazaré, orienta para Cristo, Salvador do homem, Filho de Deus, que participou em tudo da condição humana. Destarte, é firmado antes de tudo que o trabalho dá ao homem o maravilhoso poder de participar na obra criadora de Deus e de aprimorá-la; que ele possui um autêntico valor humano. O homem moderno tomou consciência deste valor, ao reivindicar o respeito aos seus direitos e à sua personalidade.
A Igreja “batiza” hoje a festa do trabalho para proclamar o real valor do trabalho, aprovar e bendizer a ação das classes trabalhadoras na luta que, em alguns países, prosseguem para obter maior justiça e liberdade. Fá-lo também para pedir a todos os fiéis que reflitam sobre os ensinamentos do Magistério eclesiástico nestes últimos anos (Mater et Magistra de João XXIII e Populorum Progressio de Paulo VI, por exemplo).
Nesta “festa do trabalho”, sob o patrocínio de São José Operário, reunimo-nos em assembleia eucarística, sinal de salvação, não par pôr a Eucaristia a serviço de um valor natural, mesmo nobilíssimo, mas porque Deus, que trabalhou na criação, na qual colaboram os que se tornaram filhos de Deus, se efetiva principalmente pela Eucaristia. A Eucaristia encontra seu lugar numa festa do trabalho, porque esta revela ao mundo técnico o valor sobrenatural de suas buscas e iniciativas.

Este “novo” trabalho, destinado a estabelecer a nova criação, obedece às leis naturais de todo trabalho, mas é consumado “em Cristo Jesus”, que nos faz filhos de Deus sem nos tirar de nossa condição de criaturas. Falando de um trabalho realizado “por Deus” ou em “ação de graças” a Deus, o Novo Testamento pede insistentemente que o trabalho humano reflita já o espírito do “mundo novo”, mediante a caridade e o sentido social que o deve animar.
Nossa participação na Eucaristia, enquanto nos permite colaborar mais e melhor no trabalho iniciado por Deus para criar o mundo novo, santifica a contribuição que damos ao trabalho humano, ensinando-nos que isso é colaboração com a ação criadora de Deus e que o verdadeiro objetivo de todo trabalho é a construção do novo Reino.

Oremos com a Igreja à São José Operário
“Ó Deus, criador do universo, que destes aos homens a lei do trabalho, concedei-nos, pelo exemplo e a proteção de São José, cumprir as nossas tarefas e alcançar os prêmios prometidos. Amém”

Fonte: Canção Nova

quinta-feira, 28 de abril de 2016

28 de abril: São Luís Maria Grignion de Montfort, o “escravo de Maria”



“A quem Deus quer fazer muito santo, o faz muito devoto da Virgem Maria”, disse São Luís de Montfort, o “escravo de Maria” que propagou a devoção à Virgem, pelo que teve que sofrer muito. São João Paulo II fez de sua frase mariana “Totus Tuus” (Todo teu) o lema de seu pontificado.

São Luís nasceu em Montfort (França) em 31 janeiro 1673. Era muito tímido, preferia a solidão e tinha grande devoção pela Eucaristia e pela Virgem Maria. Para ir à Missa, tinha que caminhar duas milhas até a Igreja. Quando estudou com os jesuítas, visitava o templo antes e depois da escola.

Aos 20 anos, sentiu-se chamado ao sacerdócio. No seminário de Paris, o bibliotecário lhe autorizou ler muitos livros da Virgem Maria e, como velador de morto, compreendeu que tudo neste mundo era vão e temporário.

Os superiores não sabiam se o tratavam como um santo ou como um fanático e, pensando mal dele, o mortificavam, humilhavam e insultavam na frente de todos. Era incompreendido por seus companheiros, que riam de Luís e o rejeitavam. Mas o santo se manteve firme na paciência como participação da cruz de Cristo.

Aos 27 anos foi ordenado sacerdote, escolhendo como lema: “ser escravo de Maria”. Os superiores, sem saber o que fazer com ele, negaram-lhe que exercesse a confissão e a pregação, mantendo-o com ofícios menores.

Mais tarde, esteve em um povoado ensinando catequeses às crianças e logo foi nomeado capelão do Hospital de Poitiers, asilo para pobres e marginalizados. Sua simplicidade e naturalidade para servir aos necessitados junto com os ensinamentos marianos que propagava fizeram com que fosse visto como um perigo.

Quando retornou à Paris, criaram falso testemunho contra ele, seus amigos mais próximos o rejeitaram e o Bispo mandou que não falasse mais. Logo compreenderia a razão dos ataques à doutrina mariana que propagava: o demônio se aborrecia.

São Luís recorreu ao Papa Clemente XI para saber se estava errado em seus ensinamentos. O Pontífice o recebeu e deu-lhe o título de Missionário Apostólico.

Desta forma, realizou centenas de missões e retiros que se caracterizaram pela recitação do Santo Rosário, procissões e cânticos à Virgem, animando a retornar aos sacramentos. “A Jesus por Maria” era a sua proposta.

Neste contexto, também foi perseguido pelos hereges jansenistas, que diziam que não se devia receber os sacramentos quase nunca porque ninguém é digno.

Fundou as congregações “Filhas da Sabedoria” e “Missionários Montfortianos (Companhia de Maria)”.

Escreveu o “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”. Alguns pensadores católicos chegaram a considerar esta obra como um exagero o culto da Mãe de Deus, mas a Igreja não encontrou nenhum erro.

São Luís partiu para a Casa do Pai em 28 de abril de 1716, com apenas 43 anos. Foi enterrado na Igreja de Saint-Laurent. A Beata Maria Luísa de Jesus, a primeira das “Filhas da Sabedoria”, morreu 43 anos depois, no mesmo dia, hora e local que São Luís. Logo, foi enterrada ao lado de Montfort.

Séculos mais tarde, São João Paulo II o tomou como referência em sua encíclica “Redemptoris Mater” e visitou o túmulo de São Luís. Ali, ao lado da tumba sofreu um atentado, pois plantaram uma bomba que foi descoberta pelos seguranças. Providencialmente, nada deteve o Papa de honrar o santo que tanto amava.
Fonte: ACI Digital


quarta-feira, 27 de abril de 2016

Rally de Bike em Betesda CANCELADO!

Devido ao evento da Federação em Vitória-ES marcado para o mesmo dia, iremos transferir o Rally de Bike em Betesda para outra data que será divulgada futuramente.
Agradecemos a compreensão de todos e estaremos entrando em contato direto com os já inscritos.

Maiores informações com Renan (28) 99945-8160

terça-feira, 26 de abril de 2016

Páscoa: tempo de transformação interior

Estamos vivendo o Tempo Litúrgico da Páscoa! Momento de profunda comemoração do triunfo glorioso de Jesus sobre a morte que incentiva os cristãos a recordar cada palavra dita por ele, cada passo que deu, levando-nos a contemplar a Ressurreição, que significa o ato de ressurgir, ressuscitar, voltar à vida. Rica de sentido, este tempo pascal pode ser direcionado para à transformação de cada um na busca de uma vida melhor e plena. A Páscoa pode ser um marco pelo qual a pessoa é convidada a renascer, isto é, transformar-se interiormente a luz do Cristo Ressuscitado.
Nos últimos anos estamos passando por momentos difíceis na sociedade. Clamamos por mudanças sociais e políticas imprescindíveis para o bem comum, pois estamos cansados de tanta imoralidade, corrupção e falta de ética. Contudo, apenas reclamar e demonstrar insatisfação não fará qualquer diferença. A mudança só acontece quando encaramos a situação atual com a determinação de mudar a si mesmo a luz da fé e de mudar a própria relação com as pessoas e o mundo com um todo. Isso inclui não aceitar a injustiça e lutar pacificamente pelo que acreditamos. Isso sim é efetivo e comprometedor.
Desse modo, sair da zona de conforto, exige autoconhecimento. Essa busca profunda leva-nos descobrir quem realmente somos e, principalmente, o que queremos tornar e mudar socialmente. A partir daí é preciso a luz do Cristo Ressuscitado encontrar a vontade de mudar e colocar em prática o que desejamos. Urgente é a determinação pela mudança, ou seja, viver a Páscoa com profundidade. Essa ordem interior alavancará melhores possibilidades, e o verdadeiro significado da Páscoa perpassará pela capacidade do ser humano iluminado pela graça de Deus de renascer e de renovar-se neste tempo pascal. Essa capacidade corresponde ao desapego necessário para libertar-se a luz da ressurreição como nos diz o Apóstolo Paulo (cf. Rm 6,1-14) do "homem velho" escravo do pecado, possibilitando o renascimento do "homem novo", pleno de fé e esperança.

A vida está sempre em transformação e a natureza nos prova todos os dias que o fim de uma etapa é também o início de outra, assim como o fim do dia é o prelúdio de um novo amanhecer. É importante seguir esse fluxo, pois a nossa transformação interior guarda um sentido muito especial quando revela o nosso próprio poder a luz da fé no Cristo Ressuscitado de comprometer com as mudanças que desejamos. A Páscoa nos inspira o recomeço, o reviver de forma mais satisfatória. Que as celebrações ao longo da Páscoa incluam esse sentido de transformação interior, para que não seja apenas mais um tempo do nosso calendário litúrgico, mas represente o surgimento de um novo “eu”, mais consciente de suas responsabilidades no mundo.
Seminarista Fernando Acácio

Papa escreve carta a presidiários: abram o coração a Cristo

Papa deixou mensagem de esperança aos presidiários de Velletri, presídio próximo a Roma

O Papa Francisco escreveu uma carta aos detentos do presídio de Velletri, nas proximidades de Roma. Essa é uma resposta do Papa à mensagem que ele recebeu do bispo local, Dom Marcello Semeraro, em sua visita à prisão, em março, quando celebrou uma Missa.
Aos presidiários, Francisco deixa na carta uma mensagem de esperança. “Não se fechem no passado; transformem-no em caminho de crescimento, de fé e de caridade. Deem a Deus a possibilidade de fazê-los brilhar através desta experiência”.
O Santo Padre agradece aos presos por eles pensarem no Papa em meio às dificuldades da vida que eles levam no cárcere. E confessou que ele também pensa muito nas pessoas que estão na prisão. “É por isso que quando faço visitas pastorais, peço sempre – quando é possível – para encontrar irmãos e irmãs como vocês, que vivem uma liberdade com limites, para levar o meu carinho e a minha proximidade”.
Francisco ressalta ainda para os presidiários que eles vivem uma experiência na qual o tempo parece estar parado, mas advertiu que a real dimensão do tempo não é a do relógio. “Estejam certos de que Deus nos ama pessoalmente; para Ele a sua idade e cultura não têm importância, nem mesmo o que vocês foram, as coisas que fizeram, as metas que alcançaram, os erros que cometeram, as pessoas que feriram”.
“Na história da Igreja, muitos chegaram à santidade através de experiências duras e difíceis”, conclui o Papa, fazendo um convite aos detentos: “Abram a porta de seu coração a Cristo e será Ele a reverter a sua situação”.
O cárcere de Velletri foi construído em 1999 e abriga atualmente 505 detentos, em dois pavilhões.

Fonte: Canção Nova

terça-feira, 12 de abril de 2016

Retiro Vocacional 2016 - Inscrições encerradas!

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Retiro de espiritualidade mariana em Betesda - MAGNIFICAT 2016





































INSCRIÇÕES NO LOCAL DO RETIRO, EM BETEDA.

CRONOGRAMA - RETIRO MAGNIFICAT 2016
"O amor de Maria nos sustenta"

Sábado
14:30 – “Consagra-te a Ela” – Fernanda, Letícia, Carolina
15:00 – “Educadora do Filho de Deus” – Fernanda
16:30 – Intervalo
17:00 – Santa Missa – Pe. Joselito
18:00 – Intervalo
20:00 – Terço e música em honra à Santíssima Virgem
Domingo
08:00 – Animação
08:30 – Oração da manhã “Maria, causa da nossa alegria!” – Alice e Lucas
09:00 – “Mãe de todos os povos” – Carolina
10:30 – Intervalo
11:00 – Adoração “Emanuel, Deus conosco!” – Daniel P.
12:00 – Almoço
13:30 – Animação
14:00 – “Rezai, rezai muito” – Eslania
15:30 – Intervalo
16:00 – Santa Missa – Frei Gustavo (OAR)

domingo, 3 de abril de 2016

Nossa Senhora da Penha, rogai por nós!

Nesse dia celebramos o Dia de Nossa Senhora da Penha e em nosso estado do Espírito Santo, em especial na cidade de Vila Velha, estamos festejando com grande alegria, pois na cidade mais antiga do nosso estado há a maior devoção do país com o Convento da Penha, local zelado pelos Franciscanos onde nos leva a oração e gratidão a Deus pela Sua Criação, além de belíssimo cartão postal.

O Convento

Fundado por Frei Pedro Palácios, que aqui chegou em 1558, trazendo consigo o Painel de Nossa Senhora das Alegrias, o Convento da Penha localiza-se em cima de um penhasco de cento e cinquenta e quatro metros de altitude e localização privilegiada a quinhentos metros do mar.

No seu início, Frei Pedro Palácios encontrou abrigo numa gruta de pedra, atualmente denominada Gruta de Frei Pedro Palácios, que tem ao lado o oratório de construção anterior a sua chegada ao Espírito Santo, que abriga uma réplica do Painel de Nossa Senhora das Alegrias.

Em 1562, construiu uma Capela dedicada a São Francisco de Assis, no local hoje denominado largo do Convento (Campinho), e em 1568, foi edificada, no cume do penhasco, a Capela que recebeu a imagem de Nossa Senhora da Penha, vinda de Portugal em 1569.

Foi construído por volta de 1800 por negros escravos e índios que carregavam pedras de baixo para cima nos ombros e em carroças improvisadas. Até hoje se pode ver as ruínas dos alojamentos dos trabalhadores, ao lado do convento. Originalmente no estilo rococó, o convento passou por restaurações em 1910 e novamente entre janeiro de 2009 e 17 de dezembro de 2011.

Palácios encomendou de Lisboa uma imagem de Nossa Senhora, que daria origem ao culto a Nossa Senhora da Penha. Especula-se que Frei Pedro Palácios morava numa gruta que fica aos pés da ladeira do convento e possuía um quadro de Nossa Senhora da Penha. Esse quadro desapareceu três vezes, e as três vezes o mesmo quadro foi encontrado no alto do morro onde foi construído o convento. Para os capixabas, seria um sinal de fé e adoração.

Hoje o Santuário da Penha abrange uma área de 632.226 m2. No seu interior abriga séculos e séculos de história, de fé e esperança, de devoção e coragem e é sem dúvida considerado o maior atrativo turístico e religioso do Estado do Espírito Santo.

Assista o vídeo sobre a história do Convento produzido para a Festa de 2014:



Oração

Ó Maria Santíssima, Senhora da Penha, em cujas mãos Deus depositou os tesouros das suas graças e favores. Eis-me cheio de esperança, solicitando com humildade a graça de que hoje necessito (fazer o pedido), pela qual sou-lhe grato desde este momento.
Recordai- vos, ó Senhora da Penha, que nunca se ouviu dizer que algum dos que em vós têm depositado toda a sua esperança tenha deixado de ser atendido, ó boa Mãe. Assisti-nos nas agruras da vida, para que façamos delas sementes para um mundo mais fraterno e mais humano. Enxugai o pranto das pessoas que sofrem e consolai os aflitos em suas necessidades. Tudo isso vos pedimos por Jesus, vosso Filho e nosso irmão.
Nossa Senhora, rogai por nós. Amém.

Domingo da Divina Misericórdia

A Divina Misericórdia

Neste Domingo da Divina Misericórdia somos chamados a renovar a nossa fé, como o apóstolo São Tomé. Esta fé, no entanto, não é uma fé genérica. Devemos crer na misericórdia que se manifesta no Mistério Pascal: paixão, morte e ressurreição. Jesus recorda a Santa Faustina que os demônios sabem de outros atributos de Deus, mas a misericórdia é uma característica na qual eles não conseguem crer.
Esta incredulidade é uma verdadeira ferida no coração de Jesus. Por isto Nosso Senhor pede a Santa Faustina a instituição da festa da Divina Misericórdia. Nela os pecadores devem se aproximar com confiança do coração misericordioso que nos lava de nossos pecados (raio de luz branca – água) e nos imerge no amor de Deus (raio de luz vermelha – sangue).
"Oh! Como Me fere a incredulidade da alma! Essa alma confessa que sou Santo e Justo e não crê que sou Misericórdia, não acredita em Minha bondade. Alegra-se o Meu Coração com esse título da Misericórdia. Diz que a Misericórdia é o maior atributo de Deus. Todas as obras das Minhas mãos são coroadas pela misericórdia". (Santa Faustina Kowalska, Diário. A Misericórdia Divina na minha alma, Editora Mãe da Misericórdia, Curitiba, 201140).
São João Paulo II, seguindo as indicações de Jesus a Santa Faustina, não somente instituiu a festa, mas concedeu indulgência plenária aos fiéis neste domingo:
"Concede-se a Indulgência plenária nas habituais condições (Confissão sacramental, Comunhão eucarística e orações segundo a intenção do Sumo Pontífice) ao fiel que no segundo Domingo de Páscoa, ou seja, da "Misericórdia Divina", em qualquer igreja ou oratório, com o espírito desapegado completamente da afeição a qualquer pecado, também venial, participe nas práticas de piedade em honra da Divina Misericórdia, ou pelo menos recite, na presença do Santíssimo Sacramento da Eucaristia, publicamente exposto ou guardado no Tabernáculo, o Pai-Nosso e o Credo, juntamente com uma invocação piedosa ao Senhor Jesus Misericordioso (por ex., "Ó Jesus Misericordioso, confio em Ti"). (Decreto da Penitenciaria apostólicas, Anexadas indulgências aos atos de culto, realizados em honra da Misericórdia Divina, 29 de junho de 2002)
"A misericórdia é a compaixão que o nosso coração experimenta pela miséria alheia, que nos leva a socorrê-la, se o pudermos" (Santo Agostinho, De civitate Dei, IX, 5).
"Ser misericordioso é próprio de Deus e é pela misericórdia que ele principalmente manifesta a sua onipotência. Em relação ao que possui, a misericórdia não é a maior das virtudes, salvo se ele for o maior, não havendo ninguém acima dele, e todos lhe sendo submissos. Pois quem tem superior, é maior e melhor unir-se a ele do que suprir as deficiências do inferior. Eis porque, para o homem, que tem Deus como superior, a caridade que o une a Deus, é maior que a misericórdia" (Santo Tomás de Aquino, Suma Teológica, II-II, 30, 4).
Fonte: Padre Paulo Ricardo