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domingo, 30 de agosto de 2015

10 passos para a Cura entre as gerações

Tem muita coisa querendo bagunçar a nossa casa, e nós precisamos limpar toda esta bagunça e expulsar da nossa casa todo o mal.
Quero partilhar com vocês um roteiro com 10 passos para 'cura das gerações', da nossa 'árvore genealógica', que temos usado em nossa comunidade e partilhado por onde temos passado em nosso país.

1º Passo: Faça o geneagrama ou genograma, que é a árvore genealógica.
Quando você faz o geneagrama você faz um diagnóstico da sua história familiar, tem gente que não sabe nada e é bom saber.
Queira saber como viviam os seus. Eram tementes a Deus ou não? Eram católicos, frequentavam a igreja? Ou estavam enveredados nos caminhos das trevas? Tiveram uma morte digna, ou desapareceram, tiveram mortes não choradas, enterros cristãos? Escreva na árvore genealógica, e então você vai descobrindo problemas, como muitas mortes cedo, bebedeiras e outras coisas ruins. Se você for um filho adotivo, você pode rezar pelo que sabe, se não souber nada, reze pela sua família de criação, pois herdamos traços de família como a psicologia já explicou, mas também herdamos traços de um grupo, de uma sociedade, de uma família, trazemos esta predisposição e temos uma tendência a reagir como aquele grupo e cultura.
Coloque seu geneagrama nas caixinhas de oração, leve para a Missa, coloque na Bíblia, e reze a partir dela. A cura entre gerações não é para jogar pedras na história familiar, mas para se ajoelhar sobre a história familiar. E orar até perceber os efeitos e mudanças na sua família, não pode ter pressa, mas é preciso ser perseverante, pois não é de uma hora para outra, existem famílias com histórias muito marcadas, não podemos desistir de orar.

2º Passo: Louvar a Deus, o louvor cura, o louvor cura e liberta. Quando louvamos tiramos o olhar dos problemas e colocamos o olhar Naquele que é a solução dos problemas, pois em todas as histórias tem mais coisas boas do que ruins.

3º passo: Perdoar e pedir perdão, pois isto inaugura o perdão de Deus na nossa vida. Pedimos pedir perdão por nós, e pelos nossos, e não nos revoltarmos pela história da nossa família, podemos fazer isto na Missa, no grupo de oração ou na oração pessoal.

4º passo: Fazer uma oração de renúncia formal abrindo mão da maldição, por você e pela sua família, renunciando a toda herança negativa. Renuncie a tendência e a bebedeira, renuncie a toda obra das trevas na sua família.

5º passo: Fazer uma profissão de fé, por você por todos os da sua família, os que eram ou não da Igreja, mesmo pelos que falavam mal e reclamavam.

6º passo: Fazer oração de cura e libertação, na sua casa e no seu grupo de oração.

7º passo: Pedir o Espírito Santo por nós e por toda a família, porque depois de mandar o mal embora e limpar a casa, precisamos ocupar o espaço vazio com a graça de Deus.

8º passo: Oferecer a Santa Missa em favor de sua família, dos seus falecidos. Tem gente que se afasta da história familiar, o simples afastamento de uma dor não a cura, mas enterra a ferida viva. Nós herdamos lembranças dos nossos ancestrais, por isso precisamos rezar pela história de nossos falecidos.

9º passo: Dar atenção aos falecidos. Não se afastar dos seus falecidos, não esconder as marcas da família, os sofrimentos e dores da família, assumamos com humildade a nossa história e ofereçamos orações por nossos falecidos, principalmente na Santa Missa que é a oração Magna.

10º passo: Consagrar a família a Jesus e a Maria, todos os dias, pois se nossa família não tem dono o inimigo vem, passa e pega.

Padre Márlon Múcio - Sacerdote da Comunidade Missão Sede Santos



sexta-feira, 28 de agosto de 2015

15 questionamentos sobre Família no Plano de Deus que você precisa saber as respostas

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Maria foi elevada ao céu em corpo e alma

Maria, elevada ao céu em corpo e alma, levou as cicatrizes da dor

A Virgem Maria, Nossa Senhora, chegou à plena realização de todas as potencialidades humanas. Pelos merecimentos de seu Filho amado, foi preservada da mancha do pecado original, viveu nesta terra conduzida pelo chamado de Deus, para depois, ser elevada ao céu, como professa a fé da Igreja. Na Assunção de Maria, todas as realidades desta terra são assumidas e acolhidas para adquirirem valor de eternidade. Sua presença e seu exemplo resplandecem como sinal luminoso para todos, podendo nela encontrar conforto e força todas as vocações e estados de vida. Olhar para Nossa Senhora nos estimula a caminhar com segurança, certos de que fomos feitos para o alto e para a felicidade.
No mês das vocações, voltamos nosso olhar para a aventura humana e religiosa vivida por Maria. Nela vemos realizada a vocação fundamental de todos os seres humanos, pois, em Cristo, Deus nos escolheu, antes da fundação do mundo, para sermos santos e imaculados diante d’Ele, no amor (cf. Ef 1,4). Toda a vida de Nossa Senhora se orienta para o seu Filho, Jesus, Verbo de Deus feito carne. Ela se esvazia de si mesma e de seus próprios projetos para abraçar o caminho da santidade, tornando-se ícone do que todos somos chamados a viver, pois convidados a percorrer a estrada da resposta fiel a Deus.
O Apóstolo São Paulo convicto da escolha feita, apresenta-se diante de suas comunidades na inteireza de sua entrega a Deus. Pode, então, abraçar como próprias as atitudes do mesmo Senhor Jesus Cristo: “Pela fidelidade de Deus, eu vos asseguro: a nossa palavra junto de vós não é ‘sim e não’. Pois o Filho de Deus, proclamado entre vós por mim, por Silvano e Timóteo, nunca foi ‘sim e não’, mas somente ‘sim’. Ao contrário, é nele que todas as promessas de Deus têm o ‘sim’ garantido. Por isso, também, é por ele que dizemos ‘amém’ a Deus, para sua glória. É Deus que nos confirma, a nós e a vós, em nossa adesão a Cristo, como também é Ele que nos ungiu. Foi Ele quem imprimiu em nós a Sua marca e nos deu como garantia o Espírito derramado em nossos corações” (cf. 2 Cor 1,18-22). É com igual certeza que ousamos olhar para Maria, Nossa Senhora, a primeira na resposta ao plano de Deus. Que o seu ‘sim’ se expresse também em nossa vida.
Maria deu o seu ‘sim’ à vida. Sua existência, desde os primeiros passos e olhares, era voltada para a Palavra do Senhor e para uma vida humana saudável, na pobreza e no escondimento de Nazaré. Foi na escuta da mesma Palavra que se entregou, na oblação total de própria liberdade, tornando-se generosamente escrava da Palavra. Seu ‘sim’ radical, dado a Deus e a seu plano de salvação, mudou a história da humanidade. “Eis aqui a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1, 38). Responder com generosidade a Deus é o ato mais digno da vida humana. Todas as vezes que alguém dá sua resposta a Deus, atualizando a graça do batismo, o Espírito Santo vem sobre a pessoa e realiza Sua obra, edificando o bem! Dela queremos aprender a dizer ‘sim’!
Quando as incontáveis angústias de nosso tempo tantas vezes nos preocupam, vale a pena tomar consciência de que a vida de Maria foi marcada pelas surpresas do cotidiano e pela dor, visita inconfundível do Senhor. Para que se repita o nosso sim diante das eventuais decepções experimentadas ou as dores e pecados pessoais e sociais, a mulher do equilíbrio e da firmeza deve ser vista como sinal. A Igreja identifica sete situações dolorosas, muito semelhantes àquelas vividas por nós. Maria, elevada ao Céu em corpo e alma, levou as cicatrizes da dor, para que ninguém desanime no caminho da perfeição a que somos chamados.
Uma espada a transpassar o coração, na profecia de Simeão (Cf. Lc 2, 21-40). Se um anjo lhe anunciara sua vocação de mãe do Verbo de Deus feito carne, muito cedo entendeu, para cedo amadurecer, o alcance de sua resposta a Deus. Não voltou atrás e acolheu de pé, na obediência, o projeto de Deus em sua vida. De fato, o Senhor não nos engana, prometendo apenas consolações, mas nos abre o horizonte com realismo, para que todos aprendamos a viver.
Com José, Maria soube que seu filho poderia ser morto pelo ódio sanguinário de Herodes (Cf. Mt 2, 13-18). Doeu-lhe o exílio, mas aprendeu e ensina a todas as gerações de cristãos a coragem para manter a fé a qualquer custo. Não é difícil identificar em nossos dias, no mesmo oriente médio, levas de cristãos em fuga por serem cristãos, firmes diante da provação. O mundo parece o mesmo!
Terceira espada transpassou o coração de Maria quando perdeu seu filho no templo. Teve que compreender que o Jesus de seu coração é Filho do Pai do Céu e tem uma missão que supera todos os laços e afetos humanos (Cf. Lc 2, 41-52). Em sua dor se encontram as perdas humanas e a liberdade com que os pais e mães hão de educar seus filhos, não para si, mas para Deus e para a vida, olhando para frente!
No caminho do Calvário, a Maria discípula se encontra com seu Filho que carrega a cruz. A multidão não entende a profundidade do olhar, santa cumplicidade daquela Mãe que se fez companheira e colaboradora do Redentor. Ali estava presente o silêncio e o assentimento corajoso de tantas pessoas que não se negam a dar a sua colaboração na realização do plano de Deus.
Aos pés da Cruz, quando o Filho único a entrega como Mãe à humanidade chagada, representada por João, Maria experimenta a desolação, dando sua resposta e pronunciando o seu segundo e definitivo sim (Cf. Jo 19, 1-41). Está de pé, mulher madura para o amor e o sofrimento! Testemunha a morte redentora de seu Filho! Em sua coragem resplandece a disposição de todos os que estão prontos a viver a palavra: “Completo, na minha carne, o que falta às tribulações de Cristo em favor do seu Corpo que é a Igreja” (Cl 1, 24). O que falta é a participação pessoal!
Aquela que recebera o anúncio de uma espada de dor, vê a lança do soldado transpassar o lado de seu Filho exangue, para depois acolher nos braços e conduzir à sepultura o seu corpo. Mais duas espadas, duas dores lancinantes, para se completar o caminho da perfeição e da maturidade!
Maria do sim nos ajude a percorrer a estrada da maturidade humana e cristã. Sua vida, assunta ao Céu, seja o sinal para nossa caminhada.
Por Dom Alberto Taveira

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

12 cartazes de aniversariantes que você precisa ver.


Reunimos, ao longo de um ano, todos os cartazes dos aniversariantes feitos aqui na Comunidade. Estamos postando aqui pra te dar uma inspiração e mudar o jeito de sempre de fazer a folhinha do mês na sua paróquia, empresa, escola ou aonde for.

Por que fazer uma folhinha personalizada?

Fazer uma folha de aniversariantes do mês personalizada é mais do que enfeitar a parede da igreja, empresa ou do lugar que seja, é uma forma de fazer os aniversariantes do mês se sentirem amados, queridos, especiais. Assim, você ajuda as pessoas a criarem um sentido de pertença e satisfação maior no lugar aonde estão. Dê uma olhada nos modelos abaixo e inspire-se!

Janeiro


Fevereiro



Março



Abril



Maio



Junho

Julho


Agosto




Setembro



Outubro



Novembro



Dezembro