Google+ Novembro 2017 ~ Comunidade Encontro

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24h de música católica para você!

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Comunidade Encontro é Casa de Maria

Como é bom a casa da mãe, não é verdade? Aconchego, carinho, colo e a certeza de que ela não te abandonará.
A Comunidade Encontro traz em seu carisma esse imenso amor pela Mãe do Céu e uma grande missão de levar você ao encontro com Deus, com as pessoas e consigo mesmo, experimentando a misericórdia, e sempre com a intercessão de Maria, no título principalmente de Nossa Senhora das Graças a qual lhe rendemos especial veneração e entrega.
FESTA DE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS NO IBC

E tamanha devoção não fica marcada apenas em nossos corações e nas folhas das Regras de Vida que diz: "É essencial que todos tenham Maria por mãe e sigam seus exemplos de santidade". Filhos e filhas do Carisma Encontro são chamados a manifestar sua confiança na Mãe de Deus através da oração diária do Terço, uso da Medalha Milagrosa junto com a Cruz do Carisma e na particularidade de cada membro.
CRUZ COMUNIDADE ENCONTRO COM A MEDALHA

Verdadeiramente somos loucos por Jesus e apaixonados por Maria, levando em nós a certeza: "A Jesus por Maria" e com a convicção de onde Jesus está ali também estará Maria. A Capela do Santíssimo Sacramento de nosso Centro de Evangelização localizado no Bairro IBC/São Simão em Cachoeiro de Itap.-ES, tem como nome Nossa Senhora de Fátima. E assim é nosso sítio: Território Eucarístico, Casa de Maria, lugar de encontros.
CAPELA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Nesse novo ano litúrgico que iniciamos no domingo com a Solenidade de Jesus Cristo Rei do Universo, a Comunidade Encontro iniciou também o mergulho do tema proposto para esse ano a ser vivido no Carisma: "MISERICORDIADOS PARA MISERICORDIAR. SOMOS CONSTRUTORES DE PONTES E NÃO DE MUROS. Banhados em Cristo somos uma nova criatura na Casa de Maria."
VIRADA DO ANO LITÚRGICO

Somos convidados a juntos com Maria construir pontes, até você e aos necessitados de serem misericordiados; derrubar os muros que dividem e nos afastam da unidade, para que assim possamos ser novas criaturas que vivem em santidade e apressam a vinda do Senhor.

Somos convidados a entrar na Casa de Maria. Vamos?

Ligue-nos ou nos chame no whatsapp (28 3518-6915 / 99978-8205) para marcar uma visita especial na Comunidade Encontro. 
Sinta-se a vontade, entre para a festa, aqui é Casa de Maria, aqui é sua casa!

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Como viver bem o Tempo do Advento?

O que é o Advento?


O advento é um tempo especial para fazermos um questionamento sério sobre nossa vida pessoal e também sobre o mundo em que vivemos. É um momento privilegiado para averiguarmos se a semente de amor e justiça lançada por Jesus Cristo no coração dos homens está nascendo e frutificando.

Questione-se e reflita

Assumi verdadeiramente minha fé em Deus, em Cristo e em sua Igreja? Tenho procurado ser fiel aos mandamentos? Em meu serviço, em meu lar, em minha escola e em outros ambientes que frequento tenho conseguido revelar Jesus às pessoas? As nações estão utilizando o Evangelho como paradigma principal para nortearem suas atividades políticas, econômicas e culturais? Até que ponto os princípios doutrinários do cristianismo são conhecidos e praticados por mim e pela sociedade em geral?

A reflexão proveniente das respostas a estas perguntas irá revelar-nos a qualidade de nossa relação com Deus e com o nosso semelhante. Revelará a enorme distância entre a essência da festa que comemora o nascimento de Jesus e o significado e a vivência que a civilização pós-moderna e neoliberal lhe atribuem.

Valores como a humildade, a bondade, o amor e a justiça se perdem em meio às milionárias campanhas publicitárias que incentivam o consumo, a busca desenfreada do prazer físico, o luxo, a ostentação, o exagero na comida e na bebida. A imagem do menino Jesus pobre, nascido em um estábulo e colocado em uma manjedoura, na cidade de Belém, acaba hoje sendo substituída pelos shoppings, supermercados e lojas que travam disputa acirrada pela preferência dos consumidores abatidos pela crise do sistema político-econômico, desmotivados pelos baixos salários e aflitos pelo fantasma do desemprego. Pouco ou quase nenhum espaço sobra para a reflexão sobre os principais temas propostos pelas Sagradas Escrituras e para expressarmos em gestos concretos a fraternidade, a solidariedade e o amor ao próximo.

Viva a esperança

Nossas comemorações natalinas precisam manifestar a profundidade e o sentido autêntico da presença de Jesus na história e não ser como ‘a festa que os povos não convertidos ao cristianismo, os pagãos, organizavam na Antiguidade para adorarem o sol, considerado um Deus para eles’. Os egípcios comemoravam a festa do sol no dia seis de janeiro e os romanos no dia 25 de dezembro. Nela não havia espaço para o espiritual, o místico, o genuinamente religioso. As pessoas se reuniam simplesmente para comerem, beberem e divertirem-se, extrapolando os limites do bom senso e do respeito humano.

No final da Idade Antiga, cerca de 350 d.C., os cristãos, que já eram mais numerosos que os pagãos, decidiram mudar o nome e o significado da festa do sol, passando a comemorar nesta ocasião o nascimento de Jesus, considerado por eles o verdadeiro Sol que nunca se apaga e que clareia os caminhos da humanidade.

No ano 600 d.C., as comunidades cristãs passaram a preparar a festa do Natal com um período intenso de reflexões, orações e práticas evangélicas. Nascia assim o Advento.

A cada ano é necessária a vivência profunda desse tempo que é proposto pela igreja; é necessário um desejo intenso de estar à espera daquele que há de vir. Não se pode cair na tentação de pensar que todos anos sempre são a mesma coisa. Sou eu e é você quem pode criar o ambiente material, mas sobre tudo o ambiente espiritual que é o coração.

Mais uma vez questione: como está o meu coração para receber Jesus que vem? Se eu sentir paz e a consciência tranquila, muito bem! Mas, se de repente encontrar mágoa, sentir o coração fechado, aí é preciso dar um passo. Por exemplo, a confissão, já que nesse tempo de espera do Natal, todas as paróquias aumentam o número de atendimento para que todos tenham a oportunidade de fazer uma faxina interior no bercinho do coração a fim de que ele seja realmente a manjedoura para acolher o Senhor Jesus que quer nascer em cada um em particular.

Se todos tivessem essa consciência do quanto é importante criar o clima e o ambiente favorável, principalmente em família, a tão sonhada paz reinaria agora e não mais seria uma realidade tão distante.

Pense em algo que esteja a seu alcance, algo que possa fazer a favor de alguém nesse Natal! Converse com seus amigos, com sua família e veja o que concretamente se pode fazer para que Jesus se sinta acolhido e amado em cada coração, em cada lar.

Se for possível, visite os doentes, os encarcerados, um asilo, um orfanato, até mesmo seus vizinhos. Seja uma pessoa que semeie a paz, a alegria e a esperança a tantas pessoas que infelizmente perderam de vista o verdadeiro sentido do natal.

Vamos juntos construir a ‘civilização do amor!’
Promete fazer a sua parte?

Fonte: Canção Nova

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Você sabe o que significa Philokalia?

Philokalia é uma palavra grega que significa "amor ao belo, ao bom", mas para nós Cristãos, e filhos do Carisma Encontro, ela tem tomado uma profundidade ainda maior.
Em todo esse tempo novo que a Comunidade Encontro tem vivido em seu Carisma, Philokalia vem dar nome à nossas artes, revela-nos a Vida, a intensidade artística de um caminho de santidade dócil ao Espírito Santo.
E inspirada nesses novos caminhos que já iniciamos a trilhar, Alice, vocacionada da Comunidade, compôs essa música que hoje lançamos para vocês para também ser tocado por essa beleza que o Ressuscitado nos revela. 



sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Igreja no Brasil se prepara para abertura do Ano do Laicato


No próximo dia 26 de novembro, será aberto, na Igreja no Brasil, o Ano do Laicato, que terá como tema “Cristãos Leigos e Leigas, sujeitos na ‘Igreja em saída’, a serviço do Reino” e o lema “Sal da Terra e Luz do Mundo”
“O Ano do Laicato nos empolga e fomenta em nós uma feliz e agradável expectativa, para juntos escutarmos o que diz o Espírito Santo aos nossos corações e assumirmos a ação transformadora na Igreja e no mundo. A obra é de Deus e de todos nós”, afirma o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato da CNBB, Dom Severino Clasen.
O bispo espera que, no Ano do Laicato, a partir de cada reflexão, os leigos possam ouvir Jesus Cristo os chamando e os enviando para serem sal, luz e fermento na massa. “Vamos todos, através da oração e meditação da Palavra de Deus, de olhos abertos para a realidade onde vivemos, transformar as injustiças em relações de paz e amor”, exorta.
Para o bom êxito do Ano Nacional do Laicato, que seguirá até o dia 25 de novembro de 2018, o assessor da Comissão para o Laicato, Laudelino Augusto dos Santos Azevedo, aponta que é preciso, em primeiro lugar, a abertura do coração, presença e participação de todos. “É participando que a gente vai adquirir conhecimentos, experiências, vai entender melhor a nossa identidade como cristão leigo e leiga, a nossa vocação, espiritualidade e missão”, garante.
Laudelino faz ainda um apelo para que todos contribuam com o sucesso do Ano do Laicato. “Você aí que é cristão leigo e leiga ou você que tenha algum ministério na igreja mesmo não sendo ordenado, religioso ou religiosa, diácono, bispo ou presbítero, você pode, com a sua presença, com a sua participação, levar o bom êxito para o Ano Nacional do Laicato.

Subsídios

A Comissão Especial para o Ano do Laicato preparou alguns subsídios que contém orientações metodológicas para as comunidades. Um deles é composto por orientações para os grupos de reflexões e o outro por propostas de celebração.
De acordo com a secretária da Comissão para o Laicato, Pietra da Silva, os membros da Comissão estão muito felizes com a procura do material pelas dioceses e paróquias. “A gente recebe muitos e-mails e telefonemas; todo mundo solicitando o material e é aí que a gente percebe que o Ano do Laicato está acontecendo e está acontecendo em todos os regionais e em todas as dioceses”, afirma.
Para ela, ter esse contato com o material é um momento também de aprendizado. “A partir do material que estamos produzindo, vamos aprendendo sobre qual é o nosso papel dentro da Igreja, dentro do mundo em que vivemos e também vamos passando isso para as pessoas que estão à nossa volta e as pessoas com as quais convivemos”, afirma.
Além dos roteiros para as comunidades, a Comissão disponibilizou também o cartaz oficial do Ano do Laicato, além de banners. Os materiais podem ser adquiridos no site da editora da CNBB – Edições CNBB.
Fonte: Canção Nova

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Venerável Papa João Paulo I: Papa Francisco assina decreto de suas virtudes heroicas

PAPA JOÃO PAULO I

O Papa Francisco assinou nesta quinta-feira, 9 de novembro, o decreto que reconhece as virtudes heroicas do Papa João Paulo I, que assim é declarado venerável.
A assinatura do decreto ocorreu 3 dias depois da votação unânime da Congregação para as Causas dos Santos a favor deste reconhecimento. Desta forma, são abertas as portas para a beatificação do falecido Pontífice, para o que falta o reconhecimento de um milagre atribuído a sua intercessão.
O venerável João Paulo I, cujo nome antes de ser eleito Papa era Albino Luciani, nasceu em 17 de outubro de 1912, em Forno di Canale, Itália, e morreu em 28 de setembro de 1978, no Palácio Apostólico do Vaticano, depois de uma parada cardíaca, devido a uma doença mal curada.
Albino Luciani foi Patriarca de Veneza entre 1969 e 1978. Em 26 de agosto de 1978, foi eleito pelos Cardeais para suceder o Papa Paulo VI na Cátedra de São Pedro.
O seu pontificado durou apenas 33 dias, por isso, foi um dos mais breves da história da Igreja. Além disso, foi o primeiro Papa nascido no século XX e o último Papa italiano até hoje.
Após a sua morte súbita, que causou uma grande comoção na Igreja, foi eleito o Papa São João Paulo II.
Albino Luciani foi ordenado sacerdote em 7 de julho de 1935. Naquele mesmo ano, foi nomeado Vigário Cooperador de Agordo, na Itália, e professor de religião nesta cidade.
Em 1937, foi nomeado vice-diretor do Seminário Gregoriano de Belluno, na Itália.
Graduou-se em Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma em 1947 e alguns meses depois foi nomeado pro-chanceler Episcopal da Diocese de Belluno.
Um ano depois, foi nomeado Pro-Vigário Geral da mesma Diocese e, em 1954, Vigário Geral.
Em 1958, o Papa João XXIII o elegeu Bispo de Vittorio Veneto. Recebeu a consagração episcopal na Basílica de São Pedro do Vaticano em 27 de dezembro de 1958.
Entre 1962 e 1965, participou das diferentes sessões do Concílio Vaticano II e, em 1969, foi promovido o Patriarca de Veneza. Em 1972, foi eleito Vice-Presidente da Conferência Episcopal Italiana e, em 5 de março de 1973, foi criado Cardeal.
No Conclave celebrado em 26 de agosto de 1978 para suceder Paulo VI na Cátedra de São Pedro, foi eleito Pontífice com o nome de João Paulo I. O seu pontificado durou 33 dias, até a sua morte súbita em 28 de setembro de 1978.

Fonte: ACI Digital

domingo, 12 de novembro de 2017

Razões pelas quais os não-católicos não podem comungar

Quando Jesus ressuscitou e subiu ao céu não nos abandonou; deixou conosco a Santa Eucaristia e nos presenteou com a oportunidade de poder recebê-lo em cada Santa Missa. Que presente maravilhoso!
Alguns se perguntam se todos somos convidados a participar deste grande dom, por que não podem comungar os Não-Católicos? Esta pergunta surge especialmente nos eventos como casamentos, em que muitas vezes participam familiares de outras religiões.
A Igreja já respondeu a esta pergunta em sua Instrução Redemptionis Sacramentum. Ali menciona que “deve-se vigiar para que não se receba a Sagrada Comunhão, por ignorância, os não-católicos ou, inclusive, os não-cristãos, sem ter em conhecimento o Magistério da Igreja e de se referir à doutrina e a disciplina” Redemptionis Sacramentum [84].

Por que a Igreja tomou esta decisão?

Sim, é certo que Cristo quer que todos participem de seu banquete (“Tomai TODOS e comei/bebei”), no entanto, há requisitos muito importantes que devemos cumprir. Isto é natural já que estamos recebendo o próprio Deus. Existem alguns requisitos gerais como o jejum eucarístico, espírito de recolhimento, participar da Santa Missa do início ao fim; e há outros bem específicos que só católico pode praticar.

1) Estar em Estado de Graça

Um dos principais requisitos para comungar é estar em Estado de Graça, e isto só é possível se nos arrependemos de nossos pecados e os confessamos sacramentalmente a um sacerdote ordenado. Como os não católicos não creem no sacramento da confissão, não é possível que cumpram com este requisito, portanto não podem receber a comunhão.
E por que é tão importante estar em Graça? Bem, São Paulo nos disse “Portanto, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será culpável do corpo e do sangue do Senhor”  I Corintíos 11, 27

2) Crer na presença real de Jesus na Eucaristia

A presença de Jesus na Eucaristia é real, não simbólica. Os católicos cremos que no momento da consagração o pão e o vinho literalmente se transformam e se convertem no Corpo e Sangue do Senhor. Ali já não há mais pão e vinho, ali está Cristo. Este grande milagre a Igreja chama de Transubstanciação.
“Que cada um se examine a si mesmo, e assim coma desse pão e beba desse cálice. “Aquele que o come e o bebe sem distinguir o corpo do Senhor, come e bebe a sua própria condenação.” I Coríntios 11, 28.
Fonte: ChurchPop