Google+ Fevereiro 2014 ~ Comunidade Encontro

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24h de música católica para você!

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Vocacional Seminário Bom Pastor

Seguir a Jesus: o mais fascinante projeto de vida.

Você sente o chamado de Deus para ser sacerdote, mas não sabe quais os primeiros passos dar? Nós iremos te ajudar.
Primeiro você procura o padre da sua paróquia, pois ele terá que enviar para o Seminário Bom Pastor uma carta de envio. Depois você comparecerá nos encontros vocacionais mostrados abaixo no Seminário Diocesano Bom Pastor sempre às 8h.

Conte com nossas orações! Coragem! Deus abençoe.






















sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Ele é a minha paz!

Quero te levar a entender uma coisa, vamos? E a viver uma experiência de imaginação, ok? Pense em você sentado(a) em um lugar que você gosta muito, mas que nesse dia você esteja sozinho(a) aí.
Nesse lugar tem muitas árvores verdinhas, uma grama bem rasteira, flores de muitas qualidades: jasmins, rosas, violetas, flores do campo, e tantas outras; tem pássaros que canta melodias belíssimas. Até o cheiro do lugar te agrada, te faz bem.
Ou nesse lugar onde você prefere estar seja sobre uma rocha, bem grande, na beira do mar. E de lá o que você mais consegue enxergar é a união de um lindo e infinito mar com o belo e desejado céu. Ao lado o entardecer que encanta, uma brisa que toca seu corpo e te traz boas lembranças e gaivotas voando, o que te dá uma vontade louco de ser completamente livre.
E ainda, esse lugar pode ser seu quarto. Cômodo onde pode ou não haver muitos móveis, livros, CDs, pode até ter uma TV, um notebook, um vídeo-game, mas que, independente disso, o que você realmente deseja é estar ali porque se sente bem, é o seu lugar, seu cantinho.
Pensou em que lugar estaria sozinho(a) para se tranquilizar e se sentir bem?
Então, e quando pensa que está sozinho, DEUS está ali, bem do seu ladinho! Nosso Pai do Céu é Onisciente - sabe de todas as coisas -, Onipotente - pode tudo - e Onipresente- esta em todos os lugares.
Só de pensar em estar neste lugar você já respira fundo não é? E com tranquilidade. É algo que te faz bem, certo? Sabe por quê?
Porque você vai se “encontrar com Deus”, esse deus que está em todos os lugares. E é Ele mesmo a minha, a sua, a nossa paz.

Letícia Debona - vocacionada da Comunidade Encontro

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Dia do Esportista

Hoje, dia 19 de fevereiro, é comemorado o Dia do Esportista e por isso fizemos um post especial para você amante dos esportes e que o utiliza como instrumento na evangelização. A Comunidade Encontro também evangeliza assim!

Ao contrário do que muitos pensam, é possível sim usar os esportes como meio de conversão. Conheça a Mary Helen Medeiros que responde “Tô no convento, mas não tô morta” para quem se espanta ao saber que uma freira anda de skate, corre todo santo dia no Aterro do Flamengo, joga bola e luta boxe tailandês. Tudo isso vestida de hábito (roupa usada pelas freiras, que esconde o corpo da cabeça aos pés). Ela largou a faculdade de educação física aos 21 anos para ter uma vida de oração, mas o esporte continuou sendo algo sagrado.

- Para ser freira, não precisa ser amargurada. Não tem essa de ir para o convento só porque não conseguiu casar. Eu nunca tinha pensado em ser freira, até que me apaixonei pela vida de oração das irmãs do colégio onde eu trabalhava como recepcionista. Larguei tudo, menos o esporte. É uma forma legal que eu uso para levar a palavra de Deus para a juventude - conta Mary, hoje com 35 anos, nascida em Sorocaba, interior do estado de São Paulo.

Funcionários e alunos da escola católica onde Mary é vice-diretora, em Botafogo, Zona Sul do Rio, juram que ela é boa de bola. Seja a bola de futebol, vôlei, basquete ou pingue-pongue. Nem no boxe tailandês, esporte considerado violento por muitos, a freira perdoa.

- Ela é muito dedicada e chuta forte pra caramba! - garante Gílson Marinho, o professor de boxe tailandês: - A luta trabalha a disciplina. E eu faço para fortalecer os músculos - responde a freira quando o assunto é a violência da modalidade.

Corintiana roxa, Mary Helen já bateu bola com Ronaldo quando o Fenômeno defendia o Timão. Ele e ela brigavam com a balança: Mary Helen chegou a pesar 134 quilos e perdeu 54 após uma cirurgia de redução do estômago. A freira nunca deixou de praticar esportes na época que era obesa. Nem de sonhar.
Mary ainda dirige uma caminhonete, tem carteira para guiar ônibus, usa Twitter e Facebook e tem uma simpatia do tamanho do céu.

Fonte: extra.globo.com

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Encontre-se!

"Meus encontros, my life" esta é a proposta de Deus para a Comunidade Encontro em 2014. Pela via da "Espiritualidade dos Encontros" acolhemos o convite de Deus de ser TUDO para TODOS em CADA encontro. E motivados por esse tema, estendemos este convite a você: Encontre-se! Com os que estão ao seu redor, com cada detalhe de amor e cuidado de Deus em sua vida, com sua própria história, com aqueles que o Senhor coloca no seu caminho para serem evangelizados. Não apenas "passe" pela vida das pessoas, porém as acolha, ame-as, se entregue a elas" "Semeie amor onde não há amor e colherás amor." Faça essa experiência e veja manifestar-se um novo frescor, uma nova esperança, uma novidade que vem pelo abandono das velhas práticas de cobrança, egoísmo e fechamento e pelo acolhimento sincero que se é mais feliz quando se agrega os próprios tesouros de vida aos tesouros da vida dos irmãos. Conceda-nos o Senhor maravilhoso ENCONTROS.

Fernanda Rosetti - Missionária consagrada da Comunidade Encontro


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Vida de Madre Teresa de Calcutá vai virar filme

Hollywood anuncia filme sobre a vida de Madre Teresa


vida da fundadora das Missionárias da Caridade e Prêmio Nobel da Paz em 1979, Madre Teresa de Calcutá, será levada aos telões através do primeiro longa-metragem autorizado de sua vida a cargo das produtoras de Hollywood, Flame Venturas e Origin Entertainment sob o título em inglês “I Thirst” (Tenho Sede).


O roteirista desta obra cinematográfica é Kier Pearson, candidato ao Oscar por ‘Hotel Ruanda’ (2004), que embarcará em uma viagem por Calcutá, Índia e Tijuana durante o próximo mês para documentar sobre a vida de Madre Teresa e começar a escrever o roteiro.

Um dos produtores, Tony Krantz, assinalou que “não podemos estar mais entusiasmados de fazer este filme sobre uma mulher que lutou pelo compromisso absoluto, a fé, a caridade e o amor”.

Por sua parte o produtor, Jamey Volk, disse que “queremos levar esta historia para uma audiência global” e adicionou que “temos a intenção de começar a rodar no final de ano para estrear (o filme) na primavera ou verão de 2015”.

A organização sem fins lucrativos dirigida pelos administradores legais de seu fundo fiduciário, Centro Madre Teresa de Calcutá, que tem como objetivo promover e apoiar o conhecimento de sua obra através de seu estudo e difusão, participa também deste grande projeto.

Madre Teresa de Calcutá cujo nome de batismo era Inés Gonxha Bojaxhiu, nasceu em 26 de agosto de 1910 em Skopje, capital da atual República da Macedônia, no seio da comunidade albanesa, e foi beatificada em 2003 pelo Beato João Paulo II, depois que o vaticano reconheceu o milagre da cura de um tumor no abdômen de uma mulher indiana depois que esta passou um relicário com a fotografia da Beata.

A Prêmio Nobel da Paz realizou um trabalho assistencial em Calcutá com as Missionárias da Caridade, congregação que ela mesma fundou, que começou ajudando aos mais necessitados de Calcutá e agora conta com 710 casas em mais de 130 países onde 4500 religiosas dedicadas à assistência de pobres e doentes.

A Madre Teresa de Calcutá faleceu à idade de 87 anos, em 5 de setembro de 1997 em seu quarto da sede das Missionárias da Caridade. 


Fonte: ACI Digital

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Mensagem do Santo Padre para a Quaresma de 2014

Fez-Se pobre, para nos enriquecer com a sua pobreza(cf. 2 Cor 8, 9)


O Vaticano publicou hoje (04), a primeira mensagem do Papa Francisco para a Quaresma, dedicada ao tema "(Cristo) fez-se pobre para enriquecer-nos com a sua pobreza", versículo da segunda carta de São Paulo aos Coríntios. Leia na íntegra:

Queridos irmãos e irmãs!
Por ocasião da Quaresma, ofereço-vos algumas reflexões com a esperança de que possam servir para o caminho pessoal e comunitário de conversão. Como motivo inspirador tomei a seguinte frase de São Paulo: «Conheceis bem a bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, Se fez pobre por vós, para vos enriquecer com a sua pobreza» (2 Cor 8, 9). O Apóstolo escreve aos cristãos de Corinto encorajando-os a serem generosos na ajuda aos fiéis de Jerusalém que passam necessidade. A nós, cristãos de hoje, que nos dizem estas palavras de São Paulo? Que nos diz, hoje, a nós, o convite à pobreza, a uma vida pobre em sentido evangélico?
A graça de Cristo
Tais palavras dizem-nos, antes de mais nada, qual é o estilo de Deus. Deus não Se revela através dos meios do poder e da riqueza do mundo, mas com os da fragilidade e da pobreza: «sendo rico, Se fez pobre por vós». Cristo, o Filho eterno de Deus, igual ao Pai em poder e glória, fez-Se pobre; desceu ao nosso meio, aproximou-Se de cada um de nós; despojou-Se, «esvaziou-Se», para Se tornar em tudo semelhante a nós (cf. Fil 2, 7; Heb 4, 15). A encarnação de Deus é um grande mistério. Mas, a razão de tudo isso é o amor divino: um amor que é graça, generosidade, desejo de proximidade, não hesitando em doar-Se e sacrificar-Se pelas suas amadas criaturas. A caridade, o amor é partilhar, em tudo, a sorte do amado. O amor torna semelhante, cria igualdade, abate os muros e as distâncias. Foi o que Deus fez connosco. Na realidade, Jesus «trabalhou com mãos humanas, pensou com uma inteligência humana, agiu com uma vontade humana, amou com um coração humano. Nascido da Virgem Maria, tornou-Se verdadeiramente um de nós, semelhante a nós em tudo, excepto no pecado» (Conc. Ecum. Vat. II, Const. past. Gaudium et spes22).
A finalidade de Jesus Se fazer pobre não foi a pobreza em si mesma, mas – como diz São Paulo – «para vos enriquecer com a sua pobreza»Não se trata dum jogo de palavras, duma frase sensacional. Pelo contrário, é uma síntese da lógica de Deus: a lógica do amor, a lógica da Encarnação e da Cruz. Deus não fez cair do alto a salvação sobre nós, como a esmola de quem dá parte do próprio supérfluo com piedade filantrópica. Não é assim o amor de Cristo! Quando Jesus desce às águas do Jordão e pede a João Baptista para O baptizar, não o faz porque tem necessidade de penitência, de conversão; mas fá-lo para se colocar no meio do povo necessitado de perdão, no meio de nós pecadores, e carregar sobre Si o peso dos nossos pecados. Este foi o caminho que Ele escolheu para nos consolar, salvar, libertar da nossa miséria. Faz impressão ouvir o Apóstolo dizer que fomos libertados, não por meio da riqueza de Cristo, mas por meio da sua pobreza. E todavia São Paulo conhece bem a «insondável riqueza de Cristo» (Ef 3, 8), «herdeiro de todas as coisas» (Heb 1, 2).
Em que consiste então esta pobreza com a qual Jesus nos liberta e torna ricos? É precisamente o seu modo de nos amar, o seu aproximar-Se de nós como fez o Bom Samaritano com o homem abandonado meio morto na berma da estrada (cf. Lc 10, 25-37). Aquilo que nos dá verdadeira liberdade, verdadeira salvação e verdadeira felicidade é o seu amor de compaixão, de ternura e de partilha. A pobreza de Cristo, que nos enriquece, é Ele fazer-Se carne, tomar sobre Si as nossas fraquezas, os nossos pecados, comunicando-nos a misericórdia infinita de Deus. A pobreza de Cristo é a maior riqueza: Jesus é rico de confiança ilimitada em Deus Pai, confiando-Se a Ele em todo o momento, procurando sempre e apenas a sua vontade e a sua glória. É rico como o é uma criança que se sente amada e ama os seus pais, não duvidando um momento sequer do seu amor e da sua ternura. A riqueza de Jesus é Ele ser o Filho: a sua relação única com o Pai é a prerrogativa soberana deste Messias pobre. Quando Jesus nos convida a tomar sobre nós o seu «jugo suave» (cf. Mt 11, 30), convida-nos a enriquecer-nos com esta sua «rica pobreza» e «pobre riqueza», a partilhar com Ele o seu Espírito filial e fraterno, a tornar-nos filhos no Filho, irmãos no Irmão Primogénito (cf.Rm 8, 29).
Foi dito que a única verdadeira tristeza é não ser santos (Léon Bloy); poder-se-ia dizer também que só há uma verdadeira miséria: é não viver como filhos de Deus e irmãos de Cristo.
O nosso testemunho
Poderíamos pensar que este «caminho» da pobreza fora o de Jesus, mas não o nosso: nós, que viemos depois d'Ele, podemos salvar o mundo com meios humanos adequados. Isto não é verdade. Em cada época e lugar, Deus continua a salvar os homens e o mundo por meio da pobreza de Cristo, que Se faz pobre nos Sacramentos, na Palavra e na sua Igreja, que é um povo de pobres. A riqueza de Deus não pode passar através da nossa riqueza, mas sempre e apenas através da nossa pobreza, pessoal e comunitária, animada pelo Espírito de Cristo.
À imitação do nosso Mestre, nós, cristãos, somos chamados a ver as misérias dos irmãos, a tocá-las, a ocupar-nos delas e a trabalhar concretamente para as aliviar. A miséria não coincide com a pobreza; a miséria é a pobreza sem confiança, sem solidariedade, sem esperança. Podemos distinguir três tipos de miséria: a miséria material, a miséria moral e a miséria espiritual. A miséria material é a que habitualmente designamos por pobreza e atinge todos aqueles que vivem numa condição indigna da pessoa humana: privados dos direitos fundamentais e dos bens de primeira necessidade como o alimento, a água, as condições higiénicas, o trabalho, a possibilidade de progresso e de crescimento cultural. Perante esta miséria, a Igreja oferece o seu serviço, a sua diakonia, para ir ao encontro das necessidades e curar estas chagas que deturpam o rosto da humanidade. Nos pobres e nos últimos, vemos o rosto de Cristo; amando e ajudando os pobres, amamos e servimos Cristo. O nosso compromisso orienta-se também para fazer com que cessem no mundo as violações da dignidade humana, as discriminações e os abusos, que, em muitos casos, estão na origem da miséria. Quando o poder, o luxo e o dinheiro se tornam ídolos, acabam por se antepor à exigência duma distribuição equitativa das riquezas. Portanto, é necessário que as consciências se convertam à justiça, à igualdade, à sobriedade e à partilha.
Não menos preocupante é a miséria moral, que consiste em tornar-se escravo do vício e do pecado. Quantas famílias vivem na angústia, porque algum dos seus membros – frequentemente jovem – se deixou subjugar pelo álcool, pela droga, pelo jogo, pela pornografia! Quantas pessoas perderam o sentido da vida; sem perspectivas de futuro, perderam a esperança! E quantas pessoas se vêem constrangidas a tal miséria por condições sociais injustas, por falta de trabalho que as priva da dignidade de poderem trazer o pão para casa, por falta de igualdade nos direitos à educação e à saúde. Nestes casos, a miséria moral pode-se justamente chamar um suicídio incipiente. Esta forma de miséria, que é causa também de ruína económica, anda sempre associada com a miséria espiritual, que nos atinge quando nos afastamos de Deus e recusamos o seu amor. Se julgamos não ter necessidade de Deus, que em Cristo nos dá a mão, porque nos consideramos auto-suficientes, vamos a caminho da falência. O único que verdadeiramente salva e liberta é Deus.
O Evangelho é o verdadeiro antídoto contra a miséria espiritual: o cristão é chamado a levar a todo o ambiente o anúncio libertador de que existe o perdão do mal cometido, de que Deus é maior que o nosso pecado e nos ama gratuitamente e sempre, e de que estamos feitos para a comunhão e a vida eterna. O Senhor convida-nos a sermos jubilosos anunciadores desta mensagem de misericórdia e esperança. É bom experimentar a alegria de difundir esta boa nova, partilhar o tesouro que nos foi confiado para consolar os corações dilacerados e dar esperança a tantos irmãos e irmãs imersos na escuridão. Trata-se de seguir e imitar Jesus, que foi ao encontro dos pobres e dos pecadores como o pastor à procura da ovelha perdida, e fê-lo cheio de amor. Unidos a Ele, podemos corajosamente abrir novas vias de evangelização e promoção humana.
Queridos irmãos e irmãs, possa este tempo de Quaresma encontrar a Igreja inteira pronta e solícita para testemunhar, a quantos vivem na miséria material, moral e espiritual, a mensagem evangélica, que se resume no anúncio do amor do Pai misericordioso, pronto a abraçar em Cristo toda a pessoa. E poderemos fazê-lo na medida em que estivermos configurados com Cristo, que Se fez pobre e nos enriqueceu com a sua pobreza. A Quaresma é um tempo propício para o despojamento; e far-nos-á bem questionar-nos acerca do que nos podemos privar a fim de ajudar e enriquecer a outros com a nossa pobreza. Não esqueçamos que a verdadeira pobreza dói: não seria válido um despojamento sem esta dimensão penitencial. Desconfio da esmola que não custa nem dói.
Pedimos a graça do Espírito Santo que nos permita ser «tidos por pobres, nós que enriquecemos a muitos; por nada tendo e, no entanto, tudo possuindo» (2 Cor 6, 10). Que Ele sustente estes nossos propósitos e reforce em nós a atenção e solicitude pela miséria humana, para nos tornarmos misericordiosos e agentes de misericórdia. Com estes votos, asseguro a minha oração para que cada crente e cada comunidade eclesial percorra frutuosamente o itinerário quaresmal, e peço-vos que rezeis por mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos guarde!
Vaticano, 26 de Dezembro de 2013
Festa de Santo Estêvão, diácono e protomártir

FRANCISCO

Fonte: www.vatican.va

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Dia do Consagrado

Comemoramos hoje na Igreja, dia 2 de fevereiro, o Dia do Consagrado. Consagrado é todo aquele que deixou sua vida profissional e familiar, seu futuro no mundo, em vista da renúncia de si mesmo, na vivência de votos evangélicos, em exclusivo seguimento de Cristo, a serviço da Igreja na evangelização, intercessão e promoção da dignidade humana num carisma específico e autêntico. 
A Consagração, como diz Daniel Pereira e Márcio (consagrados no carisma Encontro), nos provoca uma segurança, mas não nos deixa acomodados, é uma paz inquietante com uma felicidade enorme de ter sido encontrado e escolhido por Deus. Inunda dentro de nós uma certeza de estar em Deus e que nada nos falta.
Ser um Consagrado não é apenas mais uma forma de vida na Igreja, mas sim "a vida humana completamente entrelaçada à vida de Cristo que se revela numa doação total a Ele", relata Fernanda Rosetti (também consagrada ao carisma Encontro), e também a maior graça que o ser humano pode receber de Deus, afinal "Vida Consagrada: uma iniciativa total do Pai" (Documento Vita Consecrata).


Deus abençoe todos os consagrados, ajudando-os a renovar o seu "sim" e testemunhar que escolheram a melhor parte. E para os vocacionados à vida consagrada, como eu também sou, que Deus possa nos ajudar em nosso caminho aumentando em nós o desejo de realizar esse sonho do coração dEle.
À todos que agora estão lendo: rezem pelas vocações.
A Paz de Cristo!
Karla Maria - vocacionada à vida consagrada no carisma Encontro

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