Google+ Novembro 2013 ~ Comunidade Encontro

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24h de música católica para você!

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Viva Nossa Senhora das Graças!

A Comunidade Encontro celebra junto com toda a Igreja a devoção a Nossa Senhora das Graças cujo título veneramos e cujos braços nos achegamos para proteção e intercessão. Neste dia 27/11 saudamos a Santa Virgem Maria, Nossa Senhora das Graças. E por intermédio da Santa Medalha Milagrosa nos dirigimos a ela em louvores, agradecimentos e súplicas! Totus Tuus Maria! Somos todos teus, ó Mãe!



Reze conosco, pedindo a graça especial que deseja alcançar:

Lembrai-vos, ó Puríssima Virgem Maria do poder ilimitado que vos deu o vosso divino Filho sobre o seu coração adorável. Cheio de confiança na vossa intercessão venho implorar o vosso auxílio. Tendes em vossas mãos a fonte de todas as graças que brotam do coração amantíssimo de Jesus Cristo. Abri-a em meu favor concedendo-me a graça que ardentemente vos peço (coloque sua intenção). Não quero ser o único por vós rejeitado. Sois minha mãe! Sois a Soberana do coração de vosso divino Filho. Sim, ó Virgem Santa, não esqueçais das tristezas desta terra. Lançai um olhar de bondade aqueles que estão no sofrimento. Aos que cessam de provar o cálice das amarguras da vida. Tende piedade dos que se amam e que estão separados pelo discórdia, pela doença, pelo cárcere, pelo exílio ou pela morte. Tende piedade dos que choram, dos que suplicam e dai a todos o conforto a esperança e a paz. Atendei pois à minha humilde súplica e alcançai-me as graças que agora fervorosamente vos peço por intermédio de vossa Santa Medalha Milagrosa! Amém.

Ave-Maria...

Nossa Senhora das Graças, rogai por nós!

Faça uma atitude diferente!

“Não se acende uma luz para colocá-la debaixo do alqueire, mas sim para colocá-la sobre o candeeiro, a fim de que brilhe a todos os que estão em casa. Assim, brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus." (Mt 5, 15-16)
Brilhar, iluminar faz parte da nossa missão! Ser sócio de uma Obra Evangelizadora é ser luz em meio as trevas, é permitir ser canal de graça e salvação na vida de muitas pessoas que talvez de outra forma nunca seria possível encontrar.

Essa é a missão que você está sendo chamado! Seja um sócio evangelizador da Comunidade Encontro. Vamos trilhar juntos os caminhos de esperança e semear esta esperança na vida de famílias, homens, mulheres e jovens!

Sócio Evangelizador, você é canal por onde a graça de Deus quer passar e atingir grandes distâncias.

Sua contribuição mensal é usada para salvar almas:
> Construção do Centro de Evangelização da Comunidade Encontro. (Betesda);
> Sustento para desenvolvimento de iniciativas evangelizadoras e de cunho social. No acompanhamento de famílias, casais, jovens, etc. com problemas com depressão, vícios, entre outros;
> Promove e mantém o sistema de comunicação da Comunidade Encontro, formado pelo site, nossas redes sociais e principalmente pela Web Rádio Encontro;
> Sustento das Frentes de Missão e os Eventos que acontecem durante o ano em várias cidades do Brasil.

Torne-se agora um Sócio Evangelizador


quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Papa Francisco lançará sua primeira Exortação Apostólica no domingo

No próximo domingo, no encerramento do Ano da Fé, Papa Francisco entregará Exortação Apostólica "A alegria do Evangelho" (Evangelii gaudium)

‘Evangelii Gaudium’ é o nome da primeira Exortação Apostólica do Papa Francisco que será publicada no encerramento do Ano da Fé no próximo domingo (24). ‘A alegria do Evangelho’, em português é o primeiro texto do gênero de seu pontificado.
A informação foi divulgada pelo presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, Monsenhor Rino Fisichella, em coletiva de imprensa realizada na manhã desta segunda-feira (18).
O documento papal refere-se ao compromisso que a Igreja é chamada a assumir e será um dos sinais do encerramento do Ano da Fé, destacou dom Rino.
“A entrega por parte do Papa Francisco da sua Exortação Apostólica ’Evangelii gaudium’, como sinal do empenho que a Igreja é chamada a assumir. Simbolicamente, o Santo Padre entregará a carta a um Bispo, a um Sacerdote e a um Diácono, escolhidos entre os mais jovens a serem ordenados, provenientes da Letônia, Tanzânia e Austrália. Após, virão os religiosos e religiosas, seguidos dos representantes de cada evento realizado no Ano da Fé, ou seja, um crismando, um seminarista, uma noviça, uma família, catequistas, um deficiente auditivo, jovens fraternidades e movimentos. Estes 36 representantes provém de 18 diferentes países, expressão dos cinco continentes”, explicou o presidente.
O teor do documento será apresentado à mídia na próxima terça-feira (26) em audiência com Dom Rino Fisichella, Dom Lorenzo Baldisseri, secretário-geral do Sínodos dos Bispos, e Dom Claudio Maria Celli, presidente do Conselho Pontifício das Comunicações Sociais.
Depois da encíclica sobre a fé ‘Lumen Fidei’, publicada em julho passado, redigida a quatro mãos com o papa emérito Bento XVI, a Exortação será o segundo grande documento do Santo Padre.
Dom Rino Fisichela finalizou dizendo que o Ano da Fé “queria ser um momento para uma reflexão mais profunda e para a redescoberta do encontro com Cristo e a sua Igreja. Anunciar, celebrar e testemunhar a fé, como forma de nova evangelização para redescobrir a alegria de acreditar e o entusiasmo para comunicar a fé”.
Coleta em benefício das Filipinas 
Durante a coletiva, também foi informado que o Papa Francisco irá promover uma coleta em favor da população filipina no próximo domingo, na missa de encerramento do Ano da Fé.
Dados do Ano da Fé
A sala de imprensa informou ainda que durante os 13 meses do Ano da Fé, a cidade de Roma recebeu por volta de 8,5 milhões de peregrinos de todo o mundo para as celebrações previstas para o ano celebrativo.
Relíquias de São Pedro 
Durante a missa de encerramento, será exposta pela primeira vez uma urna com as relíquias de São Pedro.
Fonte: Rádio Vaticano.

Achega-te! Apaixone-se pela vida!


     A Comunidade Encontro sediou no último fim de semana um de seus grandes eventos da grade anual: O Achega-te 2013, em Betesda. Imagina só, quatro dias de muita espiritualidade, programação esportiva, apresentações de shows, musical, teatro... e tudo isso com a participação de uma galera super animada, que participou de tudo! Seja nos momentos de animação, pulando, cantando ou sujando tudo no Circuito Radical e dando duro na Caminhada Ecológica.
     Grandes pregações marcaram esses dias: A dinâmica do colo do Pai, conduzida pelo Daniel Pereira, a partilha que fizemos com nosso fundador Clayton, onde ele falava que o homem pode voar, a Fernanda nos fazendo descobrir que a vida é apaixonante e podemos usar todos os nossos dons para aproveitá-la. A presença de grandes amigos também enriqueceu bastante tudo o que vivemos: Erivelton Costa (coordenados da RCC em Cachoeiro), e Pe. Enildo, Pe. Thiago, Pe. Evaldo e Pe. Joselito nos presenteando com a Santa Missa todos os dias nesses feriadão, aproveitado da melhor maneira com nossa maior companhia, Jesus. Confira as fotos!

Dedrinkson Adame

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Consagração a Nossa Senhora - Oração do Beato João Paulo II



Deixamos aqui uma belíssima oração de consagração a Maria feita por um dos grandes servos da Mãe de Deus, nosso querido Beato Papa João Paulo II:

A ti, ó Mãe, consagramos com imensa confiança todos nós, as nossas fadigas, os nossos propósitos , a nossa esperança.

A ti consagramos toda a Igreja e a humanidade inteira, com especial pensamento naqueles homens e naqueles povos, que têm particular necessidade, e cuja confiança e consagração tu especialmente desejas.
Ó tu, que, coberta pelo Espírito Santo, geraste o teu divino Filho, obtém, com tuas preces, para a Igreja, uma nova efusão do Espírito, que traga às almas uma fé mais firme, uma esperança mais pura e uma caridade mais generosa!
Ó tu, que atraís docemente o coração dos homens ao caminho da justiça e da reconciliação, chama novamente à unidade da comunhão eclesial aqueles que se afastaram dela, ou a romperam com a rebeldia, com a desobediência e o pecado!
Tu, que foste preservada de toda mancha desde a concepção, defende os teus filhos na luta contra o poder das trevas e contra as ciladas do erro e da mentira! que o teu Imaculado Coração reine nas consciências, nas famílias, na sociedade, nas nações e na humanidade inteira!
Ó clemente, ó piedosa, ó doce Virgem Maria.
Amém.
(Servo de Deus, Papa João Paulo II)

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Por favor, desculpa, obrigado.

     Às vezes complicamos demais nossos relacionamentos. Quanta coisa ruim poderia ser evitada simplesmente por um pequeno gesto de humildade? Pensar que o outro não é meu inimigo, por exemplo, é um bom começo... Nós constantemente temos um grave defeito: não renovamos diariamente nossos compromissos e o amor do nosso coração por aqueles a quem amamos. Conforme o tempo passa, nos acomodamos na ideia de que já sabemos tudo sobre aquela pessoa que convive conosco e pensamos que ela parou no tempo com todos aqueles defeitos que descobri nela, sendo que o ser humano está em constante evolução e processo de amadurecimento. Já não acreditamos que ele foi capaz de mudar um certo hábito, pensamos que ela ainda pensa daquela mesma maneira.


     O que isso gera dentro da nossa casa? Rótulos e julgamentos. Vivemos pensando que tal atitude - ou falta de atitude - foi porque ele ou ela é assim ou assado. E vamos construindo uma imagem totalmente errada daquela pessoa que convive conosco, aumentando seus defeitos e enxergando cada vez menos suas qualidades. Em determinadas situações, chegamos ao absurdo de pensar que o outro não tem mais nada de bom para nos dar! 
     Onde está a solução? Em primeiro lugar: reconhecer que também temos nossos defeitos e pensar em quantas vezes as pessoas também tem de me aturar com minhas chatices, manias, jeitos e trejeitos. Em segundo lugar, preocupar-nos em fazer a nossa parte, e isso começa com gestos pequenos, mas que aos poucos é capaz de quebrar a grande muralha de orgulho que construímos ao nosso redor. A cordialidade de cada dia, voltar a fazer aquelas pequenas coisas que outrora facilmente derretiam o coração... Surpreenda com um "por favor" dito afavelmente, um "desculpa" com sinceridade, um "obrigado" cheio de alegria! Não duvide que isso é capaz de transformar o dia-a-dia, que o "pra sempre" é feito de pequenos "só por hoje", que pequenas gotas de amor inundam a vida com um oceano de misericórdia e compaixão!
     Não deixe pra amanhã! O melhor dia pra amar é hoje! A melhor oportunidade é agora! Livre-se dos pensamentos que dizem ser uma empreitada muito difícil ou impossível. Se Deus colocou as pessoas na nossa vida é porque temos a capacidade de amá-las, e se Ele quer, com certeza conseguiremos.

Texto inspirado na notícia "Amor paciente que gera alegria", sobre o encontro do Papa Francisco com as famílias do mundo na Praça de São Pedro.

JMJ Cracóvia 2016 com data marcada!



A próxima Jornada Mundial da Juventude já tem data marcada. O maior evento da juventude mundial, a ser realizado em Cracóvia, na Polônia, será de 25 de julho a 1º de agosto de 2016. 

O anúncio foi feito, segundo o jornal L’Oservatore Romano, pelo cardeal arcebispo de Cracóvia, Stanislaw Dziwisz. A informação foi divulgada através de um comunicado do Gabinete Católico de Peregrinações. 

O local da próxima JMJ já havia sido anunciado pelo Papa Francisco na Missa de envio da JMJ Rio2013, realizada de 23 a 28 de julho deste ano. Poucos dias após o anúncio, a arquidiocese de Cracóvia criou um site oficial para o evento -www.krakow2016.com, com conteúdo disponível em seis idiomas: inglês, polonês, alemão, espanhol, francês e italiano.

Embora faltem mais de 2 anos para o evento, os preparativos já começaram. Em setembro, representantes das dioceses da Polônia reuniram-se em Varsóvia para dar início ao calendário da JMJ 2016. Na época, falou-se da criação de uma comissão mista e da definição de setores específicos da organização.  

A Polônia já sediou a JMJ em sua quinta edição, realizada em 1991, em Czestochowa. Após 25 anos, o evento retorna para a terra natal do fundador da Jornada, o beato João Paulo II, que será canonizado em 27 de abril de 2014

sábado, 2 de novembro de 2013

Rezar pelos que partiram


Celebramos neste sábado, 02 de novembro, o tradicional Dia de Finados, quando a Igreja Católica consagra como comemoração de todos os fiéis defuntos.

A Sagrada Liturgia nos convida a rezar pelos nossos queridos que faleceram, dirigindo o pensamento para o mistério da morte, herança comum de todos os homens. No dia da comemoração dos defuntos todos somos chamados a confrontar-nos com o enigma da morte e, por conseguinte, como viver bem, como encontrar a felicidade. Canta o Salmo: bem-aventurado o homem que doa; bem-aventurado o homem que não usa a vida para si mesmo, mas partilha; feliz o homem que é misericordioso, bom e justo; feliz o homem que vive do amor de Deus e do próximo. Assim vivemos bem e não devemos ter receio da morte, por que estamos na felicidade que provém de Deus e que permanece para sempre.

A Igreja sempre rezou pelos mortos. A Tradição da Igreja exortou sempre a rezar pelos defuntos. O fundamento da oração de sufrágio encontra-se na comunhão do Corpo Místico. O Concílio Vaticano II recorda: "Tendo perfeito conhecimento desta comunhão de todo o Corpo Místico de Jesus Cristo, a Igreja terrestre, desde os primeiros tempos do Cristianismo, venerou com grande piedade a memória dos defuntos". (Lumen gentium, 50).

Muitos perguntam por que rezar pelos mortos: o Concílio nos responde: "A fé, apoiada em argumentos sólidos, oferece uma resposta à sua ansiedade acerca do seu destino futuro, e dá-nos igualmente a possibilidade de uma comunhão em Cristo com os nossos irmãos queridos, arrebatados já pela morte, dando-nos a esperança de que eles encontraram a vida verdadeira junto de Deus" (Gaudium et spes, 18).

O gesto bonito de marcar missas pelos seus defuntos deve ser revalorizado em nossas comunidades, bem como o de visitar os cemitérios. Não nos esqueçamos de pedir missas pelas almas do purgatório, rezando pelos que são vítimas da violência urbana e pelas almas dos que foram enterrados como indigentes. Da mesma maneira que ajudaríamos em vida os irmãos enfermos, assim, depois de mortos, devemos ter piedade dos fiéis defuntos, rezando pelo descanso eterno de suas almas. Entre os católicos a tradição é orar pelos defuntos e no possível celebrar a Santa Missa por seu eterno descanso. Diz a Liturgia: "Dá-lhes, Senhor, o descanso eterno e brilhe para eles a luz eterna". Já Santo Agostinho disse: "Uma lágrima se evapora, uma flor murcha, só a oração chega ao trono de Deus". Por isso, rezemos pelos que nos precederam.
Que as almas dos fiéis defuntos, pela misericórdia de Deus, descansem em paz!

Dom Orani João Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro - RJ

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Todos os santos

Essa celebração teve origem em Antioquia no Oriente no século IV, e foi introduzida no Ocidente em Roma no século VI.


Várias foram às razões para realizar essa festa: resgatar alembrança daqueles cujos nomes foram omitidos por falta de documentos e que somente são conhecidos por Deus, alcançar, por sua intercessão, as graças de que necessitamos e ter sempre presente esses modelos de conduta, a fim de imitá-los.

Deus prometeu de fato dar a eterna bem-aventurança aos pobres no espírito, aos mansos, aos que sofrem e aos que têm fome e sede de justiça, aos misericordiosos, aos puros de coração, aos pacíficos, aos perseguidos por causa da justiça e a todos os que recebem o ultraje da calúnia,da maledicência, da ofensa pública e da humilhação. Hoje todos esses Santos que tiveram fé na promessa de Cristo, a despeito das fáceis seduções do mal e das aparentes derrotas do bem, alegram-se e exultam pela grande recompensa dada por um Rei incompreensivelmente misericordioso e generoso, DEUS. Os Santos são amigos eficazes, pois à vontade deles e totalmente semelhante à de Deus, manifestada em Cristo, único Senhor deles e nosso.
Essa celebração presta homenagem também a todos os Santos desconhecidos, sem nome, que pareceram presença inútil no mundo, mas que carregaram em silêncio a marca do Filho do homem, ou seja a cruz. Para Deus, os Santos são amados todos do mesmo modo, pois o que conta não é a irradiação do testemunho dado na terra pelo mais lembrado ou pelo mais escondido deles, mas a fidelidade e o amor que somente Deus conhece.
Esta festa quer homenagear a multidão dos Santos que estão na glória de Deus e são para todos nós motivos de imensa alegria, pois são irmãos e irmãs nossos que souberam viver em Cristo e, pela graça de Deus,alcançaram a plenitude da vida eterna.
ORAÇÃO A TODOS OS SANTOS
Ó Deus,
Concedei-nos, pelas preces dos Santos,
A quem destes perseverar na imitação de Cristo pobre e humilde,
Seguir a nossa vocação com fidelidade.
E chegar àquela perfeição que nos propusestes em Vosso Filho.
Que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo
Amém.
Fonte: Com. Shalom

CNBB disponibiliza CD com músicas da CF 2014

O CD com o Hino da Campanha da Fraternidade (CF) de 2014 e os cantos para a Quaresma já estão disponíveis nas livrarias católicas de todo país. O hino foi escolhido a partir do concurso e teve a aprovação final dos bispos do Conselho Episcopal Pastoral. 
De acordo com o assessor da Comissão Episcopal para a Liturgia da CNBB, padre José Carlos Sala, o hino “é indicado especialmente para ser cantado nos momentos de encontros, debates, seminários, palestras e estudos sobre a temática em questão”. A canção traz uma reflexão sobre o tema da CF do próximo ano: “Fraternidade e tráfico humano”.
 
Desde 2006, o CD apresenta o hino da Campanha da Fraternidade e o repertório quaresmal correspondente a liturgia de cada ano. “O álbum está enriquecido com diversas músicas para as celebrações da Quaresma do ano A, que contemplam a espiritualidade e a sacramentalidade própria deste tempo litúrgico”, explica padre Sala.  

“Com este subsídio, as equipes de canto e música poderão escolher o melhor meio para utilizar estas canções, e assim ajudar os fiéis na assimilação dos cantos para melhor celebrar a quaresma”, completa o assessor. 

Fonte: CNBB

Caso Beagles

As imagens do resgate dos beagles sendo resgatados do Instituto Royal me deixou uma pergunta: os cães estão crescendo em dignidade ou os humanos estão perdendo a dignidade?  Minha reflexão passou pela parábola do filho pródigo1. Nessa história, Jesus conta a vida de um jovem filho, que se resgata da casa de seu pai para aventurar-se livremente pelo mundo. Fora da casa do pai, o jovem acaba por viver com os porcos, a viver como um porco, comia da mesma comida deles e, quem sabe, não partilhava com ele as suas dores. Os porcos eram os seus companheiros.
Quem garante ao homem a dignidade humana é Deus. Longe do Pai, o homem perde seu valor, acaba por viver como animal e, como aquele jovem filho, a fazer de seus companheiros, os animais.
Não é um tanto isso que assistimos numa sociedade que declarou a morte de Deus? O caso dos beagles só põe em evidência uma grave perda de referência da dignidade humana. As pessoas não querem mais esposos e filhos, que exigirão delas a grandeza do amor humano. Querem animaizinhos que afaguem suas carências, mas, sem o risco de uma hora ou outra ter que discutir a relação. Sem a grandeza dos desafios de ser gente com gente, resta fazer dos bichos seus entes amados. Aí surgem as aberrações como o projeto de lei, na cidade de São Paulo, que quer velar e enterrar animais em cemitérios humanos; socialites que celebram aniversários e noivados de seus bichinhos; ou ainda, casais divorciados que brigam na justiça pela guarda do animalzinho, como se fosse uma criança.

Alguém pode retrucar: mas, valorizar os animais não significa desvalorizar a pessoa humana. Será?  Então, porque é proibido e desumano as arenas onde galos de digladiam, mas, é pico de audiência homens (mais ainda, mulheres!), se massacrarem em arenas de MMA? Por que os ovos de tartarugas são protegidos por lei e os embriões humanos podem ser descartados?  Por que animais não podem ser usados em pesquisas e humanos podem (isso foi dito por alguns dos invasores do Instituto mencionado)? Por que tantas crias de bichinhos são diariamente “fabricadas” e assumidas por famílias, mas, as crias humanas (que são desestimuladas), crianças órfãs, não são igualmente adotadas?  Não são esses exemplos que denunciam que existe uma gangorra? Quando os animais se tornam gente, a gente se torna animal? Essas são coisas de um mundo sem Deus.
Aliás, quase num parênteses neste texto, li no jornal “Estadão” uma discussão no sentido de criar leis que garantam os direitos das várias espécies mais evoluídas (foi o que eu entendi). Não sou jurista, mas, sei que os direitos se respaldam em deveres. Que deveres se pode exigir de um cão, de um macaco ou de um outro animal qualquer? Será que realmente esses seres são dignos de direitos? Parece-me o contrário, nós é que devemos respeitá-los e cuidá-los, mas de forma proporcional às suas condições sub-humanas.
É verdade que o coração da gente, olhando a carinha daqueles beagles, se enche de compaixão. É verdade! Mas aí deve entrar em cena um privilégio que temos, enquanto a espécie de animal que somos: a razão. É lógico parar todo avanço científico ou submeter pessoas humanas aos testes, em nome dessa compaixão? Se fosse, então, deveria ser abolida toda carne de nossas mesas. Se o Instituto Royal deve ser invadido, porque não fazer o mesmo com os inúmeros abatedouros dos mais diversos animais pelo país?  Se for lógico, todos seremos vegetarianos e negaremos a milenar tradição humana de se alimentar de proteína animal. Mais ainda, se o cientista é perverso, o açougueiro é um monstro e, então, vamos prender os leões que abatem impiedosamente filhotinhos, fofinhos, pelo mundo animal a fora.
No livro do Gênesis2, Deus apresenta “os animais do campo e os pássaros do céu” ao homem, que designa o nome de cada um. Porém, os animais não são a “ajuda que lhe é adequada”. Somente a mulher atende a esse anseio do homem, que exclama: “Eis, dessa vez sim, ossos dos meus ossos e a carne de minha carne”.  Na inspirada linguagem bíblica, fica claro que o companheiro adequado de um ser humano é somente outro ser humano. Os animais estão submetidos ao homem e existe para servi-lo. O “cão é o melhor companheiro” do homem, mas, dentre os animais. Se quisermos companhias assim, que o seja enquanto criação. Enquanto criação, o bicho pode até ser companheiro, mas, está a serviço do homem. Pode ser até um serviço de ordem psicológica, mas, não é mais que um servidor amigo. Porém, se quisermos um companheiro que nos ensine a ser gente de verdade, que revele o êxtase de nossa existência, não existe outro, senão alguém tão grande e exigente como um semelhante a mim, um digno e verdadeiro ser humano.
Viva cada ser humano que está no meio de nós ou na eternidade!!!
1-      Lc 15, 11-322-      Gn 2, 18-34
André Luís Botelho de Andrade
Fundador da Comunidade Católica Pantokrator
Fonte: Com. Pantokrator

Halloween

"Doces ou travessuras?": frase divertida para uma festa comercial totalmente inofensiva ou sinal de uma celebração anticristã com traços de magia e ocultismo?

A festa de Halloween não tem origem pagã, mas cristã. Algumas correntes neopagãs pretendem relacioná-la com a festa celta de Samhain, que, na verdade, era celebrada variavelmente, seguindo os movimentos lunares, e não em uma data determinada, como em 1º de novembro.


A festa que foi cristã em sua origem.

Halloween é uma palavra que apareceu pela primeira vez no século XVI, concretamente em 1556, e é uma variante escocesa de “All-Hallows-Evening”, ou seja, a noite anterior ao dia “All Hallows”, que significa “Todos os Santos”.

Os movimentos neopagãos afirmam que Halloween procede da festa pagã de Samhain, uma comemoração celta (cuja primeira menção é do século X d.C.), que era celebrada seguindo os movimentos lunares.

Nossas festas cristãs seguem os calendários provenientes do império romano, que são os que usamos, como, por exemplo, o Calendário Juliano ou o Gregoriano, usado em muitos países da Europa desde 1582; nele se insere a festa de 1º de novembro (Todos os Santos) e a de 2 de novembro (Fiéis Defuntos).


Mas, como os celtas celebravam suas festividades em datas lunares, cada ano precisavam buscar o dia de lua cheia seguinte ao dia que media entre o equinócio de outono e o solstício de inverno. Em 2012, por exemplo, a data entre o equinócio de outono, que caiu em 22 de setembro, e o solstício de inverno, que será dia 21 de dezembro, seria o dia 6 de novembro. A lua cheia seguinte a esta data ocorreu em 28 de novembro. Este deve ser, então, o dia em que os celtas ou neopagãos deveriam levar em consideração para a sua festa.

Assim, os seguidores do neopaganismo não deveriam usar a data solar de 1º de novembro ou a noite de 31 de outubro anterior para celebrar as suas festas, pois negam os seus próprios calendários, usando festas que não lhes correspondem e são de origem cristã.

Halloween tampouco tem uma origem romana, como é dito às vezes, querendo ligar esta data à festa da deusa romana Pomona ou do deus etrusco Vertuno (Vertumnus).

A festa de “All Hallows”, que poderia ser traduzida por “Todos os Santos”, é uma festa cristã surgida no século VII, quando o antigo Panteão romano se tornou uma igreja cristã dedicada a Nossa Senhora e a todos os mártires.

A festa de “All Hallows”, que poderia ser traduzida por “Todos os Santos”, é uma festa cristã. Ela surgiu no ano 609 d.C., devido à dedicação, por parte do Papa Bonifácio IV, do antigo Panteão romano como igreja cristã dedicada a Nossa Senhora e a todos os mártires.

No começo, no século VII, a festa era celebrada no dia 13 de maio. Ao parecer, com a celebração nesse dia, buscava-se cristianizar a festa de Lemúria, dos romanos.

Santo Efrém o Sírio, no século IV, testemunha que a Igreja do Oriente celebrava a festa de Todos os Mártires no dia 13 de maio, ainda que naquelas regiões às vezes se usava para isso o domingo seguinte a Pentecostes ou a Sexta-Feira Santa.


No século VIII, o Papa Gregório III moveu a festa do dia 13 de maio para o dia 1º de novembro, ligada a todos os Apóstolos, Mártires, Confessores Santos e Justos da Igreja, ao dedicar-lhes um oratório na atual localização da Basílica de São Pedro, segundo alguns autores no dia 1º de novembro. Seja ou não esta a data em que ocorreu tal dedicação, sabemos que o Pseudo-Beda afirmou que, já no começo do ano 700, em algumas regiões das ilhas Britânicas, se celebrava a festa no dia 1º de novembro.

O reconhecimento final e completo da sua extensão, não somente na diocese de Roma, chegou com o Papa Gregório IV em 835, quando ele pediu ao rei-imperador Luis o Piedoso, filho de Carlos Magno, que marcasse a festa do dia 1º de novembro para todo o Império Sacro, possivelmente por influência das regiões britânicas que já celebravam esse dia.

Atualmente, o Halloween costuma ser vivido de maneira paganizada e sob influência de fatores sociais, mas é preciso ser conscientes do que se comemora (ou do que os filhos comemoram), evitando cair no medo e na obscuridade.

Halloween é uma festa do paganismo, celebra mudança de estações, entrada na escuridão após a passagem pela metade luminosa do ano; também se busca proteção diante dos mortos, que supostamente poderiam cometer atos malvados contra os vivos. É uma festa que une aspectos de magia, fertilidade, mudança de ciclo, agradecimento pelos meses luminosos do ano e petição de proteção diante dos meses de escuridão.

Os praticantes do neopaganismo voltaram a uma festa e a uma religiosidade que coloca o homem novamente em uma posição de dependência da natureza criada. Afastando-se da religião cristã que mostra Deus como Senhor da Criação, e seu Filho Jesus Cristo, Deus e Homem verdadeiro, como aquele diante de quem tudo se submete, não fazem outra coisa a não ser voltar-se para a obscuridade e para os medos das antigas religiões.

Os cristãos têm a oportunidade de transmitir, com palavras e atos, a Boa Nova de que Cristo, a Luz verdadeira, ilumina tudo o que existe, incluindo o sentido do homem; e ensinar que Deus é nosso Pai, que é Providência.

No entanto, a maioria dos que vivem esta festa o faz por influência grupal, social, pelo medo transmitido pela mídia, em suma, pela cultura, alimentada pelo consumismo e seus métodos de marketing. Mas temos de ser conscientes do que comemoramos e de que eventos participamos, pois todo ato no ser humano é importante, também o tempo de lazer e os momentos de comemoração. Existimos para a glória de Deus.

Quando se trata de crianças, muitas usam fantasias porque todos fazem isso na escola, no bairro, na festa infantil. Uma criança que se deixa levar pelo que vê e pelo que lhe dizem, no colégio ou no ambiente, não tem culpa. Os que velam por elas são os adultos, que podem verificar de que comemorações os filhos participam e se estas incidem em aspectos de terror, medo, sangue, monstros ou elementos do imaginário satânico. Tudo isso influenciará na personalidade da criança.

Como disse em 1985 o então cardeal Joseph Ratzinger, "a cultura ateia do Ocidente moderno ainda vive graças à libertação do medo dos demônios, que o cristianismo trouxe. Mas se esta luz redentora de Cristo chegasse a se extinguir, o mundo recairia no terror e no desespero com toda a sua tecnologia, apesar do seu grande saber. Já existem sinais desta volta de forças obscuras, enquanto no mundo secularizado aumentam os cultos satânicos".
Fonte: Aleteia