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sexta-feira, 30 de maio de 2014

A alegria em esperança

Papa: a vida cristã não é festa, mas "alegria em esperança"


Cidade do Vaticano (RV) - “A tristeza de vocês se converterá em alegria”. A promessa de Jesus aos seus discípulos esteva no centro da Missa desta manhã do Papa Francisco na Casa Santa Marta. Em sua homilia, o Pontífice fez quase um hino à alegria cristã, que, observou, não se pode comprar, mas só receber como dom do Senhor. A alegria dos cristãos, disse ainda, é a “alegria em esperança”:
São Paulo “era muito corajoso”, “porque ele tinha a força no Senhor”. O Papa Francisco desenvolveu a partir desta constatação a sua homilia, toda focalizada na alegria do cristão. Certamente, observou, às vezes até mesmo o Apóstolo dos gentios tinha medo. “Isso acontece com todos nós na vida ter um pouco de medo”, acrescentou. E se faz a pergunta se “não seria melhor abaixar um pouco o nível e ser um pouco não tanto cristão e buscar um compromisso com o mundo”. Paulo, no entanto, “sabia que o que ele fazia não era apreciado nem pelos judeus, nem pelos pagãos”, mas ele não pára e, por isso, deve suportar dificuldades e perseguições. Isso, acrescentou, “nos faz pensar em nossos medos, nos nossos temores”. Também Jesus no Getsêmani teve medo, angústia. E em seu discurso de despedida, recordou o Papa, aos seus discípulos, diz claramente que “o mundo se alegrará”, pelos seus sofrimentos, como irá acontecer com os primeiros mártires do Coliseu:
E devemos dizer a verdade: não toda a vida cristã é uma festa. Não toda ela! Choramos..., tantas vezes se chora. Quando você está doente; quando tem um problema em família com o filho, com a filha, a esposa, o marido; quando você vê que o salário não chega ao final do mês e você tem um filho doente; quando você vê que não pode pagar a hipoteca da casa e deve deixar a casa... Tantos problemas, tantos que nós temos. Mas Jesus nos diz: ‘Não tenham medo!’. ‘Sim, você vai ficar triste, vai chorar e até mesmo as pessoas se alegrarão com isso, as pessoas que estão contra você’.

“Mas também – prosseguiu Francisco – há outra tristeza: a tristeza que nos vem quando enveredamos por um caminho que não é bom”. Quando “compramos a alegria, aquela do mundo, a do pecado, e por fim há um vazio dentro de nós”. Uma tristeza que é alegria ruim. Ao invés, o cristão é “alegre em esperança”:
Mas, no momento da dificuldade, nós não a vemos. É uma alegria que é purificada pelas provações, inclusive de todos os dias. A tristeza se transformará em alegria. Mas é difícil quando visitamos um doente, que tanto sofre, dizer: ‘Coragem! Coragem! Amanhã haverá alegria!’. Não se pode dizer isso! Devemos fazê-lo sentir como fez Jesus. Também nós, quando estamos na escuridão, que não vemos nada: ‘Eu sei, Senhor, que esta tristeza se transformará em alegria. Não sei como, mas eu sei!’. Um ato de fé no Senhor. Um ato de fé!

Para entender a tristeza que se transforma em alegria, disse ainda o Papa, Jesus cita como exemplo a mulher que dá à luz: “É verdade, no parto a mulher sofre tanto – afirmou Francisco –, mas depois, quando está com a criança, se esquece”. O que permanece, portanto, é “a alegria de Jesus, uma alegria purificada”. Uma alegria, reconheceu, “escondida em alguns momentos da vida, que não se sente nos momentos ruins, mas que vem depois: uma alegria em esperança”. Portanto, esta é a “mensagem da Igreja de hoje: não ter medo!”:
Ser corajoso no sofrimento e pensar que depois vem o Senhor, a alegria, chega o sol depois da escuridão. Que o Senhor dê a todos nós esta alegria em esperança. E o sinal de que nós temos esta alegria em esperança é a paz. Quantos doentes, que estão no fim da vida, com as dores, têm aquela paz na alma… Esta é a semente da alegria, esta é a alegria em esperança, a paz. Se você tem paz, então tem a semente da alegria que virá depois. Que o Senhor nos faça entender essas coisas.

Fonte: News.va

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Senhor, nós confiamos em Ti!

Oração a Jesus Eucarístico


Senhor nós confiamos em Ti, confiamos que o Senhor está à frente, fazendo todas as coisas. Confiamos na força que o Senhor nos dá para continuarmos batalhando pela conversão de nosso coração. Confiamos que o nosso amor limitado e fraco será aumentado por seu enorme e poderoso amor. Nós confiamos! Confiamos neste caminho que nos apresenta para trilharmos como o caminho escolhido por ti. Algumas vezes quando olhamos para dentro de nós nos assustamos, nos horrorizamos e nos desesperamos por encontrar frases como “Não vai ter jeito!”, “O negócio aqui é complicado”, mas podemos confiar que o Senhor pode fazer todas as coisas. Quando estendemos a mão o Senhor nos resgata de forma generosa, surpreendente e inesperada. Muitas vezes quando nos deparamos com essas misérias e feiuras de nosso interior que o tornam tão pesado e tão cheio de defeitos, somos mais uma vez surpreendidos pela confiança que o Senhor deposita em nós. Mesmo sendo tão falhos, percebemos que o Senhor coloca em nossas mãos missões, estruturas, projetos, almas, responsabilidades imensas que só se confia a amigos, pessoas muitíssimo íntimas e que não são capazes de decepcionar, que são perfeitamente capazes de levar a pleno cumprimento as tarefas solicitadas. A loucura do seu amor, porém, é o que mais nos impressiona, pois sim, Senhor, nós somos capazes de te decepcionar e o Senhor sabe disso. No entanto, ainda assim confia em nós, nos ama pela confiança e se permite ferir para simplesmente dizer a nós o quanto nos ama e acredita que podemos fazer o bem.

Obrigado por seu incomparável amor que nos reergue de nossas incapacidades para dizer: "Não tenhas medo, estou contigo! Caminhe confiantemente!".

Por Comunidade Encontro

Um colírio de vida!

Deus nos chama a olhar de um jeito novo e enxergar a vida de um jeito novo. É desejo de Deus pingar este colírio de vida em nossos olhos transformando nossa forma de enxergar uns aos outros e as situações da vida. Quantos preconceitos existem em nós. Jesus olhava a prostituta e via discípula, via a dignidade e a capacidade de mulher. Como é o nosso olhar diante das pessoas? Diante dos nossos irmãos? Como é o nosso olhar diante do bandido? Do sacerdote que pecou? Dos nossos familiares? Como é o olhar para com você mesmo? Vale o questionamento para então poder pedir com fervor que Deus nos sare com seu colírio de vida. Quando nosso olhar está “encardido” nossa vida começa a se tornar uma lamúria. Olhamos tudo e vemos defeito em tudo. Nosso olhar passa a ficar fixo apenas nos pontos a serem melhorados. Não conseguimos enxergar a graça, o dom, a beleza, a vitória. Precisamos começar a olhar a vida pela ótica de Deus.
Uma das formas para que eu mude meu modo de visão, meu ponto de vista é procurar olhar a vida como dom e presente a ser cultivado, com muita gratidão. Uma das maiores causas de nosso sofrimento é a maneira como enxergamos a vida e tudo aquilo que nos acontece. Na verdade não são os acontecimentos que nos fazem sofrer. Sofremos pela maneira como olhamos para os acontecimentos. Todo ponto de vista é a vista a partir de um ponto. Quando privilegiamos um ponto negativo passamos a enxergar tudo pelo âmbito da negatividade e tendemos sempre a lamuriar e reclamar com o olhar fixo nos defeitos. Não conseguimos enxergar a esperança, a possibilidade de mudança, as belezas e os dons que já existem. Isso nos leva a sermos ingratos com o Senhor.
É preciso enxergar o sofrimento como libertador, salvífico, mas não sofrer em excesso e desnecessariamente. Dessa forma passa-se a olhar até mesmo a morte de um jeito diferente, a partir da perspectiva da vida e dizer como São Francisco “Irmã Morte”, na certeza de que a vida é consequência da morte.
Qual é a forma que você mais imagina Deus? Seria sorrindo? Olhando-o apaixonado? Severo? Olhar de misericórdia, pois você acha que sempre está pecando? Olhar de incentivo? Confiança em você? Olha quem te olha e conheça esse olhar! Deixe o olhar de Deus te curar e restaurar. Permita-se perceber que este olhar não cessa em nenhum momento. Os olhos do Senhor acompanham cada detalhe de ação, atitude, sentimento e pensamento que realizamos. Este olhar nos dá força para continuar a construção iniciada em nós pelo próprio Deus que nos olha, atrai e seduz para uma vida limpa, livre, feliz e confiante! Dai-nos, Senhor, novos olhos, novos pontos de vista perfeitamente configurados ao ponto de vista do Amor. Dai-nos teu Colírio de Vida!

Maria Carolina Rocha – Co-fundadora da Comunidade Encontro

terça-feira, 27 de maio de 2014

7 dicas para servir como Maria

Dica #1: A reta intenção

Maria sabia que tudo de bom que ela tinha vinha de Deus, por isso em tudo dava glórias a Ele, não a si. É possível perceber isso na oração que ela mesma nos deixou: “A minha alma engrandece e glorifica O SENHOR. Meu Espírito se alegra EM DEUS, MEU SALVADOR. Porque ELE OLHOU para humildade de sua serva. Todas as gerações, de agora em diante, me chamarão feliz, PORQUE O PODEROSO FEZ para mim coisas grandiosas” (Lc 1, 47).
Quando achamos que ela vai falar de si, ela aponta para Deus, a fonte de todo bem. Então, se O motivo do meu serviço é porque EU sei mais, porque EU sou o mais bonito, porque EU falo melhor… Meu irmão, está tudo errado. Minha intenção está torta, pois a glória está sendo dada a mim, não a Deus.
Às vezes até começamos direitinho, sabe? Em uma pregação, por exemplo, começamos anunciando a Boa Nova, trazendo a atenção dos irmãos para Deus, mas basta darem um risadinha que pronto, começo logo a pensar como sou bacana, engraçado e todos me amam. Aí sutilmente a fala muda de “amem a Deus!” para “me amem!”. Quase sem perceber, esqueço de Deus e começo a querer trazer a atenção dos outros para mim, pessoalmente. E de repente o centro sou eu, não Deus. Pode até ser que os irmãos nem percebam e achem que está tudo muito bem, obrigado.
Mas como dizem por aí “Deus está vendo”, né? Ou como diz amavelmente o próprio Jesus: “Vocês gostam de parecer justos diante dos homens, mas Deus conhece os corações de vocês. De fato, o que é importante para os homens, é detestável para Deus” (Lc 16, 15).
Precisamos pedir o auxílio de Nossa Senhora, para que nós tenhamos, como ela, grande intimidade com o Espírito Santo. Assim, o próprio Espírito irá nos alertar e ajudar a retificarmos as intenções de nosso coração o quanto antes. Aprendamos com Maria que o motivo, o foco, o centro precisa ser sempre Jesus.

Dica #2: A obediência

“Quem obedece às ordens, não incorre em pena alguma.” (Eclesiastes 8, 5)
A Igreja nos ensina que quem obedece nunca erra. Maria foi a serva do Senhor por excelência, fazendo sempre a Sua vontade. Os grandes santos souberam seguir o exemplo da Mãe de Deus, mostrando-nos a obediência como uma máxima em suas vidas, mesmo quando eram castigados ou sofriam injúrias permaneciam obedientes à Igreja.
Ao longo da história, o próprio Jesus confirmou, em aparições e revelações, o quanto lhe agradavam aqueles que eram obedientes à Igreja. Mas os santos não foram tantas vezes injustiçados por membros das Igreja? Sim, é verdade, mas nós, católicos, acreditamos que Deus confere àqueles que estão à frente uma “unção especial”, uma autoridade para desempenhar aquele serviço, mesmo que estes algumas vezes não façam jus à graça concedida por Deus. Esse julgamento não cabe a nós, a parte que nos cabe é obedecer.
Quando o diretor espiritual de Santa Teresa de Jesus pediu que ela, em suas visões, tratasse Jesus como se fosse o demônio, o próprio Jesus se alegrou com a obediência de Teresa, dizendo a ela “Muito bem, Teresa!”. Isso quer dizer que, mesmo sem concordar, eu devo obedecer? Sempre? Bom, a não ser em caso de heresia, sim, você sempre deve obedecer, como Maria. Afinal, fazer tudo concordando é mais aderir que obedecer, não é verdade? Se começarmos a “escolher” em vez de “acolher”, sem percebermos acabaremos seguindo nosso próprio evangelho, não o de Jesus Cristo.
Então, se você não concorda com alguma decisão de seu coordenador/fundador/padre/papa, faça como Maria: guarde tudo em seu coração, mesmo sem compreender (leia Lucas 2, 43-51). Isso também quer dizer: não faça fofoca ou alimente o falatório, simplesmente obedeça e permaneça em oração. Lembremos de Maria dizendo “fazei tudo o que Ele vos disser” (João 2, 5) e sigamos na certeza de que estamos fazendo um sacrifício agradável à Deus.

Dica #3: A serenidade

Quem começou a servir já percebeu que tudo acontece para atrapalhar ou até impedir nosso serviço. Quanto maior a obra que Deus quer realizar, maior a tribulação. Sabendo disso, diante de uma dificuldade saiba ser sereno, esforce-se ao máximo para não fazer muito “barulho”. “Mas qual o motivo disso?”, você poderia se perguntar. Bom, sabem quem adora barulho, né? O demônio. Teve confusão, ele chega junto. Com Maria é diferente, ela aprecia bem mais o silêncio.
Quando transformamos algo que poderia ser simples em uma confusão, reclamamos muito, não facilitamos. Sem querer, impedimos o fluxo da graça de Deus e damos cartaz ao demônio. Às vezes, passamos por problemas no trabalho, ficamos um pouco doentes, batemos o carro ou acontecem outras coisas, lícitas até, que nos levam a murmurar e a chamar atenção sem que haja real necessidade para isso. Precisamos estar atentos, principalmente nos períodos próximos ao nosso serviço para não nos deixarmos levar por essas situações.
Então, antes que o que você está passando comece a virar algo maior do que realmente é, considere se seus comentários passam por três peneiras de Sócrates: é verdadeiro, é bom, é necessário? Ou seja: o que eu vou falar resolve alguma coisa? Ajuda alguém? Melhora de alguma forma? Não? Então, melhor mesmo é deixar pra lá.
Experimente ofertar a Maria sua dor, sua queixa, seu problema. Com certeza, ela saberá empregar sua oferta em benefício daqueles que mais precisam e seu consolo virá de Deus, não dos homens.

Dica #4: A espera em Deus

Todos eles perseveravam unanimemente na oração, juntamente com as mulheres, entre elas Maria, mãe de Jesus. (Atos dos Apóstolos 1, 14)
Escutamos muito a expressão “esperar no Senhor”, mas o que isso quer dizer? Quer dizer que é só entregar tudo a Deus e pronto? Não! A espera em Deus não é morna, preguiçosa, paradona, não significa simplesmente esperar que Deus faça tudo, pelo contrário: a espera em Deus é ativa, exige de nós um grande movimento de oração e conversão.
Muitos pensam que uma vida entregue a Deus isenta o sujeito da tomada de decisão, mas é exatamente o contrário: assumir a vontade de Deus exige de nós uma decisão. Até para esperar em Deus, precisamos decidir esperar. Desta decisão, virão ainda muitas outras, como, por exemplo, decidir que esta espera não irá interferir no meu serviço, na minha caminhada, mas será para mim motivo de conversão, de mais intimidade com Deus.
Para que nossa espera seja fecunda, precisamos entregar a Deus nossa situação, permanecermos em oração e, pacientemente, seguirmos em frente. A oração aguça nossos ouvidos para a voz a Deus e nos deixa atentos para percebermos Deus falando conosco também no nosso dia a dia. Vale lembrar que muitas vezes não vamos entender imediatamente o que Deus nos fala, o discernimento nem sempre é um processo rápido.
As Sagradas Escrituras nos mostram que Maria nem sempre compreendia tudo. Quando ela e José reencontraram Jesus no templo, Ele falou-lhes algumas palavras “mas eles não compreenderam o que o menino acabava de lhes dizer” (Lc 2, 50), em seguida lemos “sua mãe conservava no coração todas essas coisas”. É assim que Maria bem nos ensina a acolher mesmo sem entender, a escutar e meditarmos sobre aquilo que Deus nos fala, ou seja, nos ensina a esperar em Deus.
Então, tenhamos paciência, irmãos. Já dizia Santa Teresa de Jesus que esta virtude tudo alcança. Esperemos na confiança de Deus sempre quer o melhor para nós, algo que ultrapassa nossa ideia daquilo que seria o melhor. Tenhamos a certeza de que, esperando em Deus, tudo quanto nos acontecer, mesmo que não seja o que gostaríamos, será para que ganhemos o maior de todos os bens: a salvação eterna.

Dica #5: A ousadia no Espírito

“Como viesse a faltar vinho, a mãe de Jesus disse-lhe: Eles já não têm vinho. Respondeu-lhe Jesus: Mulher, isso compete a nós? Minha hora ainda não chegou. Disse, então, sua mãe aos serventes: Fazei o que ele vos disser.” (Jo 5, 3-5)
É preciso estar em profunda sintonia com o Espírito Santo para ousar de forma tão segura como fez Maria nas Bodas de Caná. Foi ousando no Espírito que Nossa Senhora adiantou o primeiro milagre público de Jesus.
Em muitos momentos, Deus espera de nós esta ousadia. Atitudes assim pressupõem a sintonia com o Espírito Santo para percebermos o momento certo de agir, caso contrário, podemos deixar passar ou mesmo atrapalhar uma graça que Deus quer realizar.
Quando presenciamos o início de uma discussão, por exemplo, temos a chance de interferir para acalmar os ânimos ou para colocar mais lenha na fogueira. Em uma dificuldade qualquer durante um serviço, podemos procurar culpados ou simplesmente resolver.
Além da sintonia com o Espírito, é muito proveitoso tomarmos para nós algumas regrinhas que tanto a vivência, quanto o Evangelho e a vida dos santos nos ensinam. “Serviço é momento de resolver, não de discutir/brigar” pode ser uma delas.
Deus coloca pequenos (e grandes!) milagres em nossas mãos, mas às vezes somos um pouco “mão fechada”, né? Falamos constantemente sobre isso, mas, na prática, precisamos nos esforçar mais para não deixar a graça passar.
A intimidade com o Espírito Santo é fruto de uma vida de oração, e, como diz Santa Teresa de Jesus, para termos uma vida de oração é preciso muita oração na vida. Assim, poderemos, sem medo, ousar no Espírito obedecendo a ordem de Maria: “Fazei o que ele vos disser”.

Dica #6: O discernimento

Quando estamos servindo, devemos estar mais vigilantes que nunca em relação a nossa postura. É um momento de constantes e rápidos discernimentos: o que não devo falar? Como me vestir? Que brincadeiras devo evitar? Talvez você já tenha ouvido por aí a expressão “sem discernimento”, quando se quer dizer que alguém fez algo que não convém aos que seguem a Cristo.
Muito mal pode ser feito sem esse filtro que chamamos “discernimento”, afinal tudo nos é permitido, mas na condição de cristãos, nem tudo nos convém (1Cor 6,12). Temos que admitir que às vezes estamos “impossíveis”, não é mesmo? Já passei por experiências em Seminários de Vida no Espírito Santo, em que percebemos que nossa única solução seria o silêncio, o jejum da língua, pois nossa equipe estava “demais”, para não dizer outra coisa.
São Tiago diz que “a língua é um fogo, o mundo da maldade”, pois “da mesma boca sai benção e maldição”, e nos exorta: “Meus irmãos, isso não pode acontecer!” (Tg 3, 5-10). Então, cessemos com brincadeiras e conversas que propagam a mentalidade do homem velho e que não combinam com pessoas renovadas em Cristo.
Mas sobre quais tópicos não devemos falar? Quais posturas não devemos adotar? O Catecismo e as Sagradas Escrituras nos dão várias pistas, como em Gálatas 5, 19-21. Se você está na dúvida e precisa de uma resposta mais rápida, peça orientação a alguém, seu coordenador ou pastor, por exemplo.
Uma dica que funciona bem pra mim é pensar em Nossa Senhora, essa vale principalmente para os consagrados: Será que isso que estou fazendo agrada à Santíssima Virgem? Encontraria com Nossa Senhora com essa roupa que estou vestindo? Falaria isso em Sua presença? Contaria para ela essa piada? Lembre-se: pela graça de Deus, Maria já está conosco.
Deixemo-nos educar por essa Mãe zelosa que só quer nos aproximar mais de nosso amado Pai.

Dica #7: A humildade

Os humildes são os que mais facilmente se submetem à vontade de Deus. Temos o costume de ver as humilhações como situações de todos ruins, mas a visão espiritual transforma o nosso olhar, então as dificuldades se apresentam como grandes oportunidades de sermos santos e demonstrarmos nosso amor a Deus.
Santa Teresa diz que “quem se humilha nunca perde”, pois nos despojando de nós mesmos ganhamos a Deus, que, então, tem espaço para reinar soberano no lar dos humildes. Nestes corações, Deus não encontra obstáculos, vaidades, preconceitos. Tratam-se de almas que repetem continuamente como Maria “faça-se em mim segundo a Vossa Palavra” (Lc 1, 38).
Deus, pela sua infinita bondade, tem o poder de transformar a humilhação em salvação, afinal, Jesus mesmo disse que “os humilhados serão exaltados” (Lc 18, 14).  Que pela força do Espírito soframos com paciência as permissões de Deus, pois Ele sabe o que é melhor para nós. Sigamos na certeza de que “TUDO concorre para o bem dos que amam a Deus” (Rm 8,28), e tudo é tudo mesmo.
Andréa Veras
Comunidade Um Novo Caminho
Fonte: Comunidade Shalom

Quarta-feira em Betesda

Nova programação em Betesda!













As noites de quarta-feira em Betesda tem nova programação. O que antes era terça e quarta, agora temos somente na quarta-feira a Celebração da Palavra às 19h e logo após o Grupo de Oração Ágape no qual a cada semana Deus amorosamente nos chama para viver um tema e nos aproximar do Seu amor Ágape.

Um trono de graça e misericórdia te espera!

Amamos te encontrar!



Paráclito

A Comunidade Encontro promove nos dias 6 a 8 de Junho o Retiro de Pentecostes "PARÁCLITO" com o tema: "Necessário vos é nascer de novo", uma forte experiência com o Espírito Santo de Deus. Haverá praça de alimentação, missas e uma intensa programação. As inscrições são gratuitas e pode-se optar por fazer o retiro aberto ou fechado.

O Espírito Santo é “a nova aliança” e a obra da terceira Pessoa da Santíssima Trindade consiste em tornar presente o Senhor Ressuscitado e, com Ele, Deus Pai. O Espírito exerce a sua ação de salvação tornando imediata a presença de Deus. Nisto consiste a nova e eterna aliança: Deus já Se tornou alcançável para cada um de nós. Cada um, “desde o menor até o maior” (Jr 31, 34), está dotado, em certo sentido, do conhecimento direto do Senhor, como lemos na primeira carta de São João: “Quanto a vós, a unção que d’Ele recebestes permanece em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a Sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira e não é mentirosa, permanece n’Ele como ela vos ensinou” (2,27). Cumpre-se assim a promessa feita por Jesus aos Seus discípulos durante a última ceia: “O Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em Meu nome, Este vos ensinará todas as coisas e vos recordará tudo o que vos tenho dito” (Jo 14,26).
Graças ao Espírito Santo, o nosso encontro com o Senhor acontece sempre na beleza filial, no “face a face” da amizade, fazendo experiência de Deus como Pai, Irmão, Amigo e Esposo. Este é o Pentecostes. Esta é a Nova Aliança.
Vinde, Espírito Santo, socorrei-nos agora porque somos necessitados.

Fernanda Rosetti - missionária consagrada da Comunidade Encontro

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Papa Francisco conclui segunda viagem internacional do Pontificado


Cidade do Vaticano (RV) - O Papa Francisco concluiu no final da tarde desta segunda-feira a segunda viagem internacional do seu Pontificado, a peregrinação à Terra Santa. O Boeing 777, vôo LY 514 da Companhia israelense El Al, deixou o Aeroporto de Ben Gurion, em Tel Aviv, às 19h20min, horário italiano, com destino à Roma, onde deverá aterrar no Aeroporto Internacional de Ciampino às 23 horas.
O Santo Padre dirigiu-se de helicóptero ao Aeroporto vindo de Jerusalém, após celebrar a Missa no Cenáculo, na presença dos Ordinários da Terra Santa e do séquito papal. Na calorosa despedida, estavam presentes o Presidente de Israel, Shimon Peres e o Primeiro Ministro Benjamin Netanyahu. Foram tocados os hinos dos dois países, visto que era uma visita de Chefe de Estado. Não foram proferidos discursos.
No vôo Roma-Amã, no sábado, o Papa Francisco havia dito aos jornalistas que os encontraria no vôo de volta a Roma, para uma coletiva de imprensa.
Fonte: News.va

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Terço de confiança a Maria Santíssima

Medianeira de todas as graças


Nas contas grandes
 “Lembrai-vos, ó puríssima Virgem Maria, que jamais se ouviu dizer que alguém que tivesse recorrido à Vossa proteção, implorado Vossa assistência e reclamado Vosso socorro fosse por vós desamparado. Animado, pois, com igual confiança em vós, ó Virgem entre todas singular, como a mãe recorro, de vós me valho, ó Medianeira de todas as graças, e, gemendo sob o peso de meus pecados, prostro-me a Vossos pés. Não desprezeis as minhas súplicas, ó Mãe do Filho de Deus feito homem, mas dignai-Vos de as ouvir propícia e de me alcançar o que vos rogo. Amém.”

Nas contas pequenas
“Santa Maria, mãe de Deus, Medianeira de todas as graças, valei-nos, confiamos em Vós.”

No lugar do Glória ao Pai
Louvor, amor, reparação, ação de grassas ao Divino Pai que nos criou, ao Divino Filho que nos remiu, ao Divino Espírito Santo que nos santificou e à Santíssima Virgem Maria, Medianeira de todas as graças, que nos arrancou das garras de satanás e nos entregou a Jesus.

No lugar da Salve-Rainha
Ó Maria, Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento, Corredentora, Medianeira e Advogada nossa, por Vossa Imaculada Conceição e Gloriosa Assunção, curai nossos doentes, remediai nossos males, olhai nossas necessidades, salvai os pobres pecadores, confortai os moribundos, livrai as almas do purgatório, dai-nos muitas e santas vocações sacerdotais e religiosas. Amém.

Oração à Nossa Senhora
Sob Vossa proteção nos refugiamos, Santa Mãe de deus, não desprezais as súplicas que em nossas necessidades Vos dirigimos, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem Gloriosa e Bendita, Bendita seja a Santa Imaculada Conceição da Bem-Aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus. Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento, rogai por nós.

Projeto para combater tráfico humano é lançado no Vaticano

O projeto terá ênfase durante a Copa do Mundo no Brasil, a fim de evitar a exploração do trabalho e o turismo sexual

vaticano
Foi lançado nesta terça-feira, 20, na Sala de Imprensa do Vaticano, o projeto  Talitha Kum, uma Rede Internacional contra o Tráfico de pessoas. A campanha liderada pelo Congregação para os Institutos de Vida Consagrada  e as Sociedades de Vida Apostólica terá ênfase durante o Mundial de futebol que será realizado no Brasil no próximo mês.
A coletiva de apresentação do projeto foi presidida pelo prefeito da Congregação para a Vida Consagrada, Cardeal Dom João Braz de Aviz. Participaram também da coletiva, a presidente  da União Internacional dos Superiores Gerais,  Irmã Carmen Sammut, a coordenadora do projeto,  Irmã Estrella Castalone e a coordenadora da rede brasileira, “Um grito pela vida”, Irmã Gabriella Bottani.
O Cardeal destacou que os religiosos em todo mundo são empenhados na missão de combater todas as formas de tratamento desumano e degradante do ser humano, e todas as formas de escravidão, agravadas pelo tráfico de pessoas.
“Os religiosos sentem-se desafiados por esse problema, e é por esta razão que Talitha Kum foi estabelecido pela União Internacional das Superioras Gerais, inicialmente, como o  projeto  ‘Religiosas contra o Tráfico de Pessoas’ e depois, em 2009, como uma Rede Internacional da Vida Consagrada contra o Tráfico Pessoas”, explicou o Cardeal.
Dom Braz explicou que, por meio do projeto, os religiosos unem-se ao Santo Padre, na missão do “Bom Samaritano”, que derrama o azeite e o vinho sobre as feridas da humanidade, trazendo o amor redentor de Deus e a esperança de uma nova vida.
“É um convite que fazemos a todos! Unamos as nossas forças para salvar os mais vulneráveis desta escravidão do tráfico, porque ninguém pode ser excluído da alegria trazida pelo Senhor. Essa é a motivação mais profunda da Campanha que iniciamos oficialmente hoje”, disse o Cardeal.

Ações no Brasil
A coordenadora do projeto, Irmã Estrella Castalone , explicou que entre as iniciativas está a vigilância durante a Copa do Mundo no Brasil. Por se tratar de um evento de grandes proporções, muitas pessoas se deslocam à procuram de oportunidades de emprego, e são admitidas sob formas de trabalho escravo.
A religiosa informou que, em novembro do último ano, já foi realizado no Brasil um seminário para traçar as formas de ação durante a Copa do Mundo. Além dos 250 religiosos envolvidos nas atividades, a Campanha conta com o auxílio de diversas entidades.
Além da visita aos estabelecimentos, será realizado um forte trabalho de conscientição entre os brasileiros e turistas que virão ao país para o Mundial.
Irmã Gabriella Bottani, que coordena a iniciativa no Brasil,  lembrou também as ações contra a exploração sexual durante o Mundial, enfatizando ser um problema já enfrentado no país. A religiosa destacou as iniciativas que já estão em andamento no Brasil, e fazem parte do Talitha Kum, como “Jogue a favor da vida”, lançado em 8 de maio.
“A rede internacional de vida consagrada, ‘Talitha Kum’, entra em  jogo a favor da vida, contra o tráfico e todas as formas de exploração, renovando assim o seu compromisso com a vida de cada filho e filha de Deus, baseando-se na palavra de Jesus: ‘Eu vim para que todos  tenham vida,  e a tenham em abundância’”, conclui a religiosa.
Fonte: Canção Nova

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Santa Sé autoriza início de processo de beatificação de dom Luciano Mendes

A arquidiocese de Mariana (MG) divulgou na terça,dia 13, comunicado da Congregação para a Causa dos Santos sobre o processo de beatificação de dom Luciano Mendes de Almeida.  “Por parte da Santa Sé, não há nada que impeça, para que se inicie a Causa de Beatificação e Canonização de Dom Luciano Pedro Mendes de Almeida”, informa a Congregação. A solicitação de abertura do processo foi feita pelo arcebispo local, dom Geraldo Lyrio Rocha, que poderá instituir o Tribunal que levará adiante o processo.
Dom Luciano Pedro Mendes de Almeida foi arcebispo de Mariana de 1988 a 2006, quando faleceu aos 75 anos. O arcebispo, da Companhia de Jesus, foi secretário geral (de 1979 a 1986) e presidente (de 1987 a 1994) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por dois mandatos consecutivos.
Em nota publicada em 2006 sobre dom Luciano, a Presidência da CNBB destacou entre as marcas que deixou na instituição o dinamismo, a inteligência privilegiada, a dedicação incansável e o testemunho de amor à Igreja.
De origem fluminense, dom Luciano nasceu em 5 de outubro de 1930. Doutor em Filosofia, foi membro do Conselho Permanente da CNBB de 1987 até o ano de sua morte. Também atuou na Pontifícia Comissão Justiça e Paz, foi vice-presidente do Conselho Episcopal Latino-americano (Celam) e presidente da Comissão Episcopal do Mutirão para a Superação da Miséria e da Fome.
Durante quase duas décadas à frente da arquidiocese de Mariana (MG), o bispo deu forte impulso pastoral àquela Igreja particular, onde a organizou em cinco Regiões Pastorais. Deu atenção à formação permanente do clero, à realização de assembleias pastorais e à reestruturação de conselhos arquidiocesanos. Também organizou pastorais, religiosos, processos formativos do Seminário Arquidiocesano e obras sociais, além do investimento na capacitação e participação dos leigos e na preservação das Igrejas históricas.

Fonte: CNBB

terça-feira, 13 de maio de 2014

As quinze promessas de Nossa Senhora aos cristãos que recitam o rosário

O Terço é uma das devoções mais queridas de Nossa Senhora.
Aparecendo em Fátima, ela pediu aos pastorinhos: "Meus Filhos, rezemos o TERÇO todos os dias".
  1. Quem me servir fielmente através da recitação do Rosário receberá sinais de graça divina.

  2. Prometo a minha proteção especial e as graças mais grandes àqueles que recitarem o Rosário.

  3. O Rosário será uma arma poderosa contra o inferno, destruirá o vício, diminuirá o pecado, e derrotará a heresia.

  4. Causará que a virtude e os bons trabalhos floresçam; obterá a mercê abundante de Deus para as almas; retirará os corações do homem do amor ao mundo e às suas vanidades para os erguer ao desejo de coisas mais eternas. Oxalá que as almas se santifiquem assim.

  5. A alma que se encomenda a mim através da recitação do Rosário não perecerá.

  6. Quem recitar devotamente o Rosário, aplicando-se à consideração de seus mistérios sagrados, nunca será conquistado pelo infortúnio. Deus não o repreenderá em sua justícia, e não perecerá por uma morte desprovida; se fôr justo permanecerá na graça de Deus e tornar-se-á digno da vida eterna.

  7. Quem tiver devoção vedadeira ao Rosário não morrerá sem os sacramentos da Igreja.

  8. Aqueles que são fieis em recitar o Rosário terão na sua vida e na sua morte a luz de Deus e a plenitude de sua graça divina.

  9. Livrarei do purgatório aqueles que foram devotos ao Rosário.

  10. As crianças fieis do Rosário serão dignas de um alto nível de glória no Céu.

  11. Tereis tudo o que pedires de mim com a recitação do Rosário.

  12. Todos os que propagarem o sagrado Rosário serão ajudados por mim nas suas necessidades.

  13. Consegui do Meu Filho Divino que todos os defensores do Rosário terão por intercessores toda a côrte celestial durante a sua vida e na hora da morte.

  14. Todos os que recitam o Rosário são Meus filhos, e irmã os do meu único filho Jesus Cristo.

  15. A devoção ao Rosário é um grande sinal de predestinação.

Saiba mais sobre as aparições de Nossa Senhora de Fátima clicando aqui.
Fonte: fatima.org

segunda-feira, 12 de maio de 2014

China: na internet a Bíblia supera o Livrinho Vermelho e o Papa ultrapassa o premier

A Bíblia bate o Pequeno Livro Vermelho, os cristãos superam os membros do Partido Comunista, o Papa Francisco é mais popular do que Li Keqiang e Jesus mais do que Xi Jinping. São surpreendentes os resultados da análise realizada pela Foreign Policy do Weibo, um serviço de microblogging chinês, relatado pela agência Ásia News. Uma pesquisadora analisou o fluxo de palavras citadas no site, utilizado por cerca de 300 milhões de chineses e compilou um ranking de popularidade.

As citações bíblicas são 17 milhões contra 60 mil atribuídas ao presidente Mao. Os usuários que citam as várias igrejas cristãs são 41,8 milhões, enquanto aqueles que falam do Partido Comunista são 5,3 milhões. Embora esteja presente todos os dias na imprensa nacional, o presidente Xi Jinping é citado em 4 milhões de posts. Jesus Cristo, muito menos presente na mídia nacional, aparece em 18 milhões. Da mesma forma, Bergoglio supera muito o primeiro ministro Li Keqiang.

De acordo com Bethany Allen, que conduziu o estudo, os resultados "são surpreendentes", mas tem uma explicação lógica: cerca de 100 mil funcionários chineses encarregados de censurar a rede tem, de fato, "um grande trabalho", e dado que a censura política é muito mais importante do que a religiosa, eles "tendem a apagar tudo o que está relacionado ao estado, que não provém de fontes oficiais”.
Isto, obviamente, não significa que não exista censura contra os cristãos: "Se você procurar posts sobre as igrejas subterrâneas, ou seja, comunidades que se recusam a se registrar junto ao Estado, aparece uma página em branco e uma mensagem que diz "resultados que violam as leis e regulamentos internos”. Isto vale também para outros temas sensíveis do ponto de vista religioso.
No entanto, Allen destaca que os dados não são apenas o resultado de uma censura esquizofrênica: "Para o povo chinês, a ideologia comunista não interessa mais, enquanto o cristianismo continua a atrair mais pessoas. Há duas décadas, apesar de tudo, a população e a presença cristã na China continuam a aumentar". 

(Fonte: Asia News/ Trad.:MEM)

sábado, 10 de maio de 2014

Ideologia de gênero foi retirada definitivamente do PNE

Nesta terça-feira, dia 6, aconteceu a votação na comissão especial que analisa o Plano Nacional de Educação (PNE). Este foi aprovado, mas sem a menção à expressão “Ideologia de Gênero”. Se tal expressão não fosse excluída do PNE, permitir-se-ia às escolas um ensino favorável ao homossexualismo, e outros tipos de “orientações sexuais”, às nossas crianças.
Segundo informação da “Agência Brasil”, o relatório anterior aprovava a “superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção de igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual”. A redação final foi alterada para “a erradicação de todas as formas de discriminação”. Graças a Deus e aos esforços de muitos defensores da instituição familiar — com telefonemas, envios de e-mails, fax, contatos com parlamentares etc. —, tal expressão foi excluída do PNE (PL 8035/10), que há 3 anos tramita no Congresso Nacional.
Conforme notícia da “Agência Brasil”, agora a expectativa é que o PNE seja votado no Plenário dentro de 10 dias e siga para sanção presidencial ainda neste mês.
A mobilização que se obteve contra o PNE o não pode baixar a guardar, pois sabemos que não cessarão as investidas daqueles que promovem a desagregação da família tradicional, como estabelecida por Deus — ou seja, constituída com o matrimônio monogâmico e indissolúvel, celebrado entre um homem e uma mulher, com vistas à geração e educação da prole.
Fonte: Com. Pantokrator

Educadora do Filho de Deus

Embora tenha ocorrido por obra do Espírito Santo e de uma Mãe Virgem, a geração de Jesus, como a de todos os homens, conheceu as fases da concepção, da gestação e do parto. Além disso, a maternidade de Maria não se limitou apenas ao processo biológico do gerar, mas, como ocorre para qualquer outra mãe, deu também uma contribuição essencial para o crescimento e o desenvolvimento do filho. Mãe é não só a mulher que dá à luz um filho, mas aquela que o cria e o educa; antes, podemos dizer que a tarefa educativa é, segundo o plano divino, o prolongamento natural da procriação. Maria é Theotokos não só porque gerou e deu à luz o Filho de Deus, mas também porque O acompanhou no seu crescimento humano.
Poder-se-ia pensar que Jesus, possuindo em Si a plenitude da divindade, não tenha tido necessidade de educadores. Mas o mistério da Encarnação revela-nos que o Filho de Deus veio ao mundo numa condição humana em tudo semelhante à nossa, exceto no pecado (cf. Heb. 4, 15). Como acontece para cada ser humano, o crescimento de Jesus, da infância até à idade adulta (cf. Lc. 2, 40), precisou da ação educativa dos pais. O Evangelho de Lucas, particularmente atento ao período da infância, narra que Jesus em Nazaré era submisso a José e a Maria (cf. Lc. 2, 51). Essa dependência mostra-nos Jesus na disposição a receber, aberto à obra educativa de sua mãe e de José, que exerciam a sua tarefa também em virtude da docilidade por Ele constantemente manifestada.
Os dons especiais, de que Deus tinha colmado Maria, tornavam-na particularmente idônea a desempenhar a tarefa de mãe e educadora. Nas circunstâncias concretas de todos os dias, Jesus podia encontrar nela um modelo a seguir e a imitar, e um exemplo de amor perfeito para com Deus e os irmãos. Ao lado da presença materna de Maria, Jesus podia contar com a figura paterna de José, homem justo (cf. Mt 1, 19) que assegurava o necessário equilíbrio da ação educativa. Exercendo a função de pai, José cooperou com a sua esposa para tornar a casa de Nazaré um ambiente favorável ao crescimento e à maturação pessoal do Salvador da humanidade. Iniciando-O depois no duro trabalho de carpinteiro, José permitiu a Jesus inserir-se no mundo do trabalho e na vida social.
Os poucos elementos que o Evangelho oferece, não nos consentem conhecer e avaliar completamente as modalidades da ação pedagógica de Maria para com o seu Filho divino. Sem dúvida, foi ela, juntamente com José, que introduziu Jesus nos ritos e prescrições de Moisés, na oração ao Deus da aliança mediante o uso dos Salmos, na história do povo de Israel centrada no êxodo do Egito. Dela e de José, Jesus aprendeu a frequentar a sinagoga e a realizar a peregrinação anual a Jerusalém, por ocasião da Páscoa. Olhando para os resultados, podemos sem dúvida deduzir que a obra educativa de Maria foi muito incisiva e profunda, e encontrou na psicologia humana de Jesus um terreno muito fértil.
A tarefa educativa de Maria, dirigida para um filho tão singular, apresenta algumas características particulares em relação ao papel das outras Mães. Ela garantiu apenas as condições favoráveis para que se pudessem realizar os dinamismos e os valores essenciais de um crescimento, já presentes no Filho. Por exemplo, a ausência em Jesus de qualquer forma de pecado exigia de Maria uma orientação sempre positiva, com a exclusão de intervenções corretivas para com Ele. Além disso, se foi a Mãe que introduziu Jesus na cultura e nas tradições do povo de Israel, será Ele, desde o episódio do encontro no Templo, a revelar a plena consciência de ser o Filho de Deus, enviado para irradiar a verdade no mundo, seguindo exclusivamente a vontade do Pai.
De “mestra” do seu filho, Maria torna-se assim a humilde discípula do divino Mestre por ela gerado. Permanece a grandeza da tarefa da Virgem Mãe: desde a infância até à idade adulta, ela ajudou o Filho Jesus a crescer “em sabedoria, em estatura e em graça” (Lc. 2, 52) e a formar-se para a Sua missão. Maria e José emergem por isso como modelos de todos os educadores.
Eles sustêm-nos nas grandes dificuldades que hoje encontra a família e mostram-lhes o caminho para chegar a uma formação incisiva e eficaz dos filhos. A sua experiência educadora constitui um ponto de referência seguro para os pais cristãos, chamados, em condições cada vez mais complexas e difíceis, a pôr-se ao serviço do desenvolvimento integral da pessoa dos seus filhos, para que vivam uma existência digna do homem e correspondente ao projeto de Deus.
Do Livro: “A VIRGEM MARIA – 58 CATEQUESES DO PAPA JOÃO PAULO II”Fonte: Comunidade Shalom

segunda-feira, 5 de maio de 2014

CNBB convida jovens para missão na Amazônia

Atendendo ao chamado de Cristo e da Igreja, as Comissões Episcopais para a Juventude; Amazônia; Ação Missionária e Cooperação Intereclesial; Missão Continental, pertencentes à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), com apoio das Pontifícias Obras Missionárias (POM) lançam a primeira “Missão Jovem na Amazônia”. De 30 de novembro a 15 de dezembro, as dioceses de Roraima, Coari, Borba e Parintins serão o cenário do projeto que visa despertar o jovem para a vivência da vocação missionária, convivendo, conhecendo, aprendendo e trocando experiências na realidade amazônica das comunidades ribeirinhas e indígenas.
Para a participação na missão é preciso preencher um cadastro, foi disponibilizado hoje, no site: http://www.jovensconectados.org.br/inscricoes-missao-jovem. Dos inscritos, serão selecionados aproximadamente 60 jovens de 18 a 35 anos advindos de todo o Brasil, que se dividirão em quatro grupos para as respectivas dioceses.
Cada jovem deverá providenciar suas despesas de ida e volta até o local, porém, as comissões responsáveis pelo projeto proverão recursos para o desenvolvimento da missão na respectiva diocese que acolhe e esta providenciará meios de locomoção dentro do seu território, hospedagem e alimentação.
Os selecionados participarão de uma formação online ministrada pelos assessores da CNBB e das POM ligados ao projeto, juntamente com os jovens coordenadores de cada grupo missionário, nos meses que antecedem a viagem. Haverá ainda uma formação presencial com as equipes formadas, entre 30 de novembro a 2 de dezembro, em Manaus para estudo, convivência, celebração e envio à missão.
A experiência missionária terá duração de 10 dias em comunidades estabelecidas pela diocese escolhida e será embasada a partir do intercâmbio de experiências na vivência conjunta entre os jovens, ajudando a criar uma consciência mais aberta da Igreja que vai além dos limites dos seus grupos, pastorais, paróquias e cidades.
As atividades serão encerradas com uma avaliação dos grupos, que se reunirão novamente na capital do Amazonas de 13 a 15 de dezembro, com partilhas das experiências vividas. Será formulada ainda uma carta destinada à Igreja no Brasil, com intuito de fomentar outras iniciativas como essa, além de animar os católicos do país.
Por que uma missão na Amazônia?
Com o objetivo de preparar para a Semana Missionária, na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio 2013, as comissões episcopais para a Juventude e Animação Missionária da CNBB, em parceria com as Pontifícias Obras Missionárias, realizaram em 2012 o Seminário Juventude e Missão, com o lema: “A alegria de ser jovem, discípulo missionário de Cristo”.
Deste seminário, surgiu o desejo da juventude presente de fazer uma missão, para assim manifestar o compromisso e o protagonismo dos jovens com o chamado de Jesus Cristo, especialmente na Amazônia, onde a Igreja tem um olhar especial e já desenvolve um trabalho sólido.
Essa inspiração foi reforçada na JMJ 2013, com o apelo do Papa Francisco: “Ide, sem medo, para servir. Seguindo estas três palavras, vocês experimentarão que quem evangeliza é evangelizado, quem transmite a alegria da fé, recebe mais alegria”.
Ele também exortou na ocasião sobre a necessidade de maior incentivo à participação da evangelização na Amazônia. “Fazem falta formadores qualificados, especialmente formadores e professores de teologia, para consolidar os resultados alcançados no campo da formação de um clero autóctone, inclusive para se ter sacerdotes adaptados às condições locais e consolidar por assim dizer o rosto amazônico da Igreja. Nisto lhes peço, por favor, para serem corajosos, para serem destemidos”, apontou o pontífice.
Portanto, com sensibilidade profética, essa missão foi abraçada pelas comissões responsáveis no 1º Encontro da Igreja Católica na Amazônia Legal, ocorrido nos dias 28 a 31 de outubro de 2013, em Manaus, onde diversas dioceses se candidataram para receber o projeto. As selecionadas para esta primeira experiência foram Roraima, Coari, Borba e Parintins.
Essa é uma semente lançada e a proposta é que anualmente ocorra esta missão da juventude na Amazônia percorrendo aos gradativamente as 18 dioceses que se manifestaram abertas à acolhida dos missionários jovens de todo o país.
ServiçoMissão Jovem na AmazôniaData: 30 de novembro a 15 de dezembroLocal: dioceses de Roraima, Coari, Borba e Parintins, com formação presencial em ManausInscrições: 05 a 31 de Maio, pelo link
Mais informações: site dos Jovens Conectados ou pelo e-mail: missaoamazonia@jovensconectados.org.br

Papa Francisco: "Ler todo dia um trecho do Evangelho"

De volta ao Vaticano, após celebrar missa para a Comunidade Polaca de Roma na Igreja de San Stanislao, Papa Francisco recitou o Regina Coeli com os peregrinos reunidos na Praça de São Pedro. O Santo Padre dirigiu as seguintes palavras aos fiéis:
altQueridos irmãos e irmãs, bom dia!
O Evangelho deste domingo, que é o terceiro domingo de Páscoa, é aquele dos discípulos de Emaús (cfr Lc 24, 13-35). Estes eram dois discípulos de Jesus, os quais, depois da sua morte e passado o sábado, deixam Jerusalém e retornam tristes e desanimados, para o seu vilarejo, chamado Emaús. Ao longo do caminho, Jesus ressuscitado aproximou-se deles, mas eles não O reconheceram. Vendo-os tão tristes, Ele primeiro ajudou-os a entender que a paixão e a morte do Messias estavam previstas no projeto de Deus e preanunciadas nas Sagradas Escrituras; e assim reacende um fogo de esperança no coração deles.
Naquele momento, os dois discípulos sentiram uma atração extraordinária por aquele homem misterioso e o convidaram para permanecer com eles naquela noite. Jesus aceitou e entrou com eles na casa. E quando, na mesa, abençoou o pão e o partilhou, eles o reconheceram, mas Ele desapareceu da vista deles, deixando-os cheios de estupor. Depois de serem iluminados pela Palavra, tinham reconhecido Jesus ressuscitado no partilhar o pão, novo sinal da sua presença. E logo sentiram a necessidade de retornar a Jerusalém, para contar aos outros discípulos esta sua experiência, que tinham encontrado Jesus vivo e o tinham reconhecido neste gesto da fração do pão.
O caminho de Emaús torna-se assim símbolo do nosso caminho de fé: as Escrituras e a Eucaristia são os elementos indispensáveis para o encontro com o Senhor. Também nós, muitas vezes, chegamos à Missa dominical com as nossas preocupações, as nossas dificuldades e desilusões… A vida às vezes nos fere e nós seguimos tristes, rumo à nossa “Emaús”, virando as costas ao projeto de Deus. Afastamo-nos de Deus. Mas nos acolhe a Liturgia da Palavra: Jesus nos explica as Escrituras e reacende nos nossos corações o calor da fé e da esperança, e na Comunhão nos dá força. Palavra de Deus, Eucaristia. Ler todo dia um trecho do Evangelho. Recordem bem isso: ler todos os dias um trecho do Evangelho e aos domingos ir fazer a Comunhão, receber Jesus. Assim aconteceu com os discípulos de Emaús: acolheram a Palavra; partilharam a fração do pão e de tristes e derrotados que se sentiam tornaram-se alegres. Sempre, queridos irmãos e irmãs, a Palavra de Deus e a Eucaristia nos enchem de alegria. Lembrem-se bem disso! Quando você está triste, pegue a Palavra de Deus. Quando você está para baixo, pegue a Palavra de Deus e vá à Missa no domingo fazer a Comunhão, participar do mistério de Jesus. Palavra de Deus, Eucaristia: enchem-nos de alegria.
Por intercessão de Maria Santíssima, rezemos a fim de que cada cristão, revivendo a experiência dos discípulos de Emaús, especialmente na Missa dominical, redescubra a graça do encontro transformante com o Senhor, com o Senhor ressuscitado, que está conosco sempre. Há sempre uma Palavra de Deus que nos dá orientação depois dos nossos escorregos e através dos nossos cansaços e desilusões, há sempre um Pão partilhado que nos faz seguir adiante no caminho.
Fonte: Zenit

sábado, 3 de maio de 2014

Feliz Aniversário, Fundador!


A Comunidade Encontro se alegra imensamente pelo aniversário de seu fundador, Clayton, e tem esta data como marco e motivo de festa, comemoração, gratidão e ação de graças a Deus a cada ano. É inegável que a história da obra passa pela história de seu fundador em todo seu processo de descoberta, alegria, dor, sofrimento que se tornam matéria prima de fecundidade na vida dos membros e nas realidades apostólica e fraterna da obra Encontro.

E que generosa forma de agradecimento é comemorar e festejar a vida dada por Deus! A experiência se torna ainda mais verdadeira e concreta quando a vida que celebramos é vivida intensamente. Essa sim é uma forte e expressiva característica de nosso fundador: Um homem apaixonado pela vida de forma extrema e que conduz aqueles que estão ao seu redor a tembém se apaixonarem  pelas inusitadas e infinitas formas de aproveitar a vida a partir da liberdade humana, espiritual alcançadas em Deus. Celebrar a vida de Clayton e com Clayton é fazê-lo de forma nobre e reverente.

O melhor de nossa vida é o HOJE e temos certeza que o HOJE é um dia especialíssimo pelo simples e feliz fato que comemoramos não apenas uma pessoa mas Deus que se manifesta nesta pessoa movendo-a a apontar sempre pro céu e entrelaçando sua vida com a história de salvação de tantos filhos e filhas e de uma juventude inteira, almas as quais o Senhor lhe confia.

Feliz aniversário, fundador! Deus lhe cubra com suas bençãos.
Nós te amamos!
Comunidade Encontro

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