Google+ Maio 2016 ~ Comunidade Encontro

Clique e ouça!

24h de música católica para você!

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Solenidade de Corpus Christi


Nesta quinta-feira, 26, a Igreja Católica, em todo o mundo, comemora o dia de Corpus Christi. Nome que vem do latim e significa “Corpo de Cristo”.
A festa de Corpus Christi tem por objetivo celebrar solenemente o mistério da Eucaristia – o Sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo.
Acontece sempre em uma quinta-feira, em alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição deste sacramento. Durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos, Ele mandou que celebrassem Sua lembrança comendo o pão e bebendo o vinho que se transformariam em seu Corpo e Sangue.
"O que come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna e, eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeiramente comida e o meu sangue é verdadeiramente bebida. O que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. O que come deste pão viverá eternamente" (Jo 6, 55 – 59).

História

A Festa de Corpus Christi surgiu no séc. XIII, na diocese de Liège, na Bélgica, por iniciativa da freira Juliana de Mont Cornillon, (†1258) que recebia visões nas quais o próprio Jesus lhe pedia uma festa litúrgica anual em honra da Sagrada Eucaristia.
Aconteceu que quando o padre Pedro de Praga, da Boêmia, celebrou uma Missa na cripta de Santa Cristina, em Bolsena, Itália, ocorreu um milagre eucarístico: da hóstia consagrada começaram a cair gotas de sangue sobre o corporal após a consagração. Dizem que isto ocorreu porque o padre teria duvidado da presença real de Cristo na Eucaristia.
O Papa Urbano IV (1262-1264), que residia em Orvieto, cidade próxima de Bolsena, onde vivia S. Tomás de Aquino, ordenou ao Bispo Giacomo que levasse as relíquias de Bolsena a Orvieto. Isso foi feito em procissão. Quando o Papa encontrou a Procissão na entrada de Orvieto, pronunciou diante da relíquia eucarística as palavras: “Corpus Christi”.
Em 11/08/1264 o Papa aprovou a Bula “Transiturus de mundo”, onde prescreveu que na 5ª feira após a oitava de Pentecostes, fosse oficialmente celebrada a festa em honra do Corpo do Senhor. São Tomás de Aquino foi encarregado pelo Papa para compor o Ofício da celebração. O Papa era um arcediago de Liège e havia conhecido a Beata Cornilon e havia percebido a luz sobrenatural que a iluminava e a sinceridade de seus apelos.
Em 1290 foi construída a belíssima Catedral de Orvieto, em pedras pretas e brancas, chamada de “Lírio das Catedrais”. Antes disso, em 1247, realizou-se a primeira procissão eucarística pelas ruas de Liège, como festa diocesana, tornando-se depois uma festa litúrgica celebrada em toda a Bélgica, e depois, então, em todo o mundo no séc. XIV, quando o Papa Clemente V confirmou a Bula de Urbano IV, tornando a Festa da Eucaristia um dever canônico mundial.
Em 1317, o Papa João XXII publicou na Constituição Clementina o dever de se levar a Eucaristia em procissão pelas vias públicas. A partir da oficialização, a Festa de Corpus Christi passou a ser celebrada todos os anos na primeira quinta-feira após o domingo da Santíssima Trindade.


Adoro-Te Devote

Adoro-Te com amor, Deus escondido,
Que sob estas espécies és presente,
Dou-Te o meu coração inteiramente
Em Tua contemplação desfalecido.

A vista, o tato, o gosto nada sabem.
Só no que o ouvido sabe se há-de crer.
Creio em tudo o que o Filho de Deus veio dizer.
Nada mais verdadeiro pode ser
Do que a própria Palavra da Verdade.

Na Cruz estava oculta a divindade,
Aqui também o está a humanidade.
E contudo, eu creio e o confesso,
Que ambas aqui estão na realidade,
E o que pedia o bom ladrão, eu peço.

Não vejo as chagas, como Tomé.
Mas confesso-Te, meu Deus e meu Senhor,
Faz-me ter cada vez em Ti mais fé,
Uma esperança maior e mais amor.

Ó memorial da morte do Senhor!
Ó vivo pão que ao homem dás a vida!
Que a minha alma sempre de Ti viva!
Que sempre lhe seja doce o Teu sabor!

Ó doce pelicano! Ó bom Jesus!
Lava-me com o Teu sangue, a mim, imundo,
Com esse sangue do qual uma só gota
Pode salvar do pecado todo o mundo.

Jesus, a Quem contemplo oculto agora,
Dá-me o que eu desejo ansiosamente:
Ver-Te, face a face, na Tua glória
E na glória contemplar-Te eternamente. Amém


Fonte: Canção Nova, Cléofas, Paróquias.org

domingo, 22 de maio de 2016

Solenidade da Santíssima Trindade, o mistério do amor de Deus


A Santíssima Trindade, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, três pessoas e um só Deus verdadeiro, é a Solenidade litúrgica que a Igreja universal celebra hoje.

Em 2013, para explicar a algumas crianças as três pessoas da Santíssima Trindade, o Papa Francisco lhes disse que “o Pai cria o mundo, Jesus nos salva e o que o Espírito Santo faz? Ele nos ama, nos dá o amor”.
O mistério da Trindade não pode ser precisamente entendido porque é um mistério. Santa Joana de Arco afirmava que “Deus é tão grande que supera a nossa ciência”, portanto, supera o entendimento humano.
Em uma ocasião, Santo Agostinho caminhava pela praia, quando observou uma criança que fazia um buraco na areia. O santo perguntou ao menino o que pretendia fazer, e ele respondeu que queria colocar toda a água do mar naquele buraco.
Santo Agostinho, admirado, disse: “mas você não percebe que é impossível?”. O menino respondeu que “é mais possível colocar toda a água do mar neste buraco do que tentar colocar o mistério da Trindade em sua cabeça”.
O santo irlandês São Patrício, para explicar este mistério, comparava-o com um trevo. Dizia que cada folha é diferente, mas as três formam o trevo, e o mesmo acontece com Deus, onde cada pessoa é Deus e formam a Santíssima Trindade.
Fonte: ACI Digital

domingo, 15 de maio de 2016

Pentecostes: a efusão do Espírito Santo

A partir desse dia, o Reino anunciado por Cristo está aberto aos que creem nele


“Pentecostes” é o nome grego dado à festa da colheita, chamada “festa das semanas”. Ela é celebrada durante sete semanas, ou cinquenta dias após a Páscoa. Esta festa marcava o fim da colheita do trigo e fazia parte de uma das três festas agrícolas celebradas pelo povo de Deus após a entrada em Canaã.
Pentecostes se tornou também a festa da renovação da aliança: “Comprometeram-se por uma aliança a buscar Javé, Deus de seus pais, de todo o seu coração e de toda a sua alma” (Cr 15, 10-13).
O grupo dos apóstolos, formado por Pedro, João, Tiago, André, Filipe, Tomé, Bartolomeu, Mateus, Tiago (filho de Alfeu), Simão (o Zelota), Judas (filho de Tiago), estava reunido em oração com Maria, a mãe de Jesus, e outras mulheres no dia em que aconteceu Pentecostes.
“No dia de Pentecostes, o Espírito da promessa foi derramado sobre os discípulos, ‘reunidos no mesmo lugar’ (At 2,1), esperando-o, ‘todos unânimes, perseverando na oração’ (At 1,14). O Espírito, que ensina a Igreja e lhe recorda tudo o que Jesus disse, vai também formá-la para a vida de oração.” (CIC § 2623)
“Tendo-se completado o dia de Pentecostes, (…) de repente, veio do céu um ruído como o agitar-se de um vendaval impetuoso, que encheu toda a casa onde se encontravam. Apareceram-lhe então línguas como de fogo, que se repartiam e que pousaram sobre cada um deles. E todos ficaram repletos do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia se exprimirem.” (At 2,1- 4)
O milagre de Pentecostes tem relação com o carisma da glossolalia, dom sobrenatural das línguas, frequente nos primórdios da Igreja. “Pela efusão do Espírito Santo, a Igreja é manifestada ao mundo. O dom do Espírito inaugura um tempo.” (CIC §1076)
Comentando o dia de Pentecostes, Papa Francisco, em 19 de maio de 2013, disse: “Neste dia, contemplamos e revivemos na liturgia a efusão do Espírito Santo realizada por Cristo ressuscitado sobre a sua Igreja; um evento de graça que encheu o Cenáculo de Jerusalém para se estender ao mundo inteiro”.
Na sala do Cenáculo na Terra Santa, o Papa disse: “Daqui parte a Igreja em saída, animada pelo sopro vital do Espírito. Reunida em oração com a Mãe de Jesus, ela sempre revive a espera de uma renovada efusão do Espírito Santo. Desça o vosso Espírito, Senhor, e renove a face da terra (cf. Sal 104, 30)” (26 de maio de 2014).
Com animada confiança e à espera deste mesmo sopro vital doEspírito Santo, nós nos preparamos para o Pentecostes que acontecerá no próximo domingo. Deixe-se renovar pela novidade do Espírito!


Fonte: Aleteia

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Comunicado do nosso Bispo diocesano sobre a gripe H1N1

Vivemos um momento alarmante com o surto da gripe H1N1 em nosso Estado.
Sensíveis ao contágio que poderá acontecer em ambientes onde existem aglomerados de pessoas pedimos que durante o período do inverno não ocorram nas celebrações e missas o Pai Nosso de mãos dadas, o Abraço da Paz e a Comunhão em duas espécies. 
Acreditamos que estas medidas podem ajudar inibir o contágio entre a população. Desde já agradecemos a compreensão de todos.
Que o Deus da Paz nos proteja!
Dom Dario Campos
Bispo Diocesano

Fonte: www.diocesedecachoeiro.org.br

terça-feira, 10 de maio de 2016

Testemunho - Um carisma transformador

Vou buscar onde já não é mais possível encontrar. Vou lutar contra mim mesmo, contra o meu orgulho e o meu querer, porque o carisma Encontro me leva a ter esperança onde já deixou de existir.
Vou correr ao Encontro do meu Pai, me lançar aos Seus pés. Meu Pai trata-me como a um dos empregados seus. Por que me esperou por tanto tempo? Não sou digno, mas o carisma me leva em teus braços descansar e por mais que eu tente fugir sempre sou atraída e me lanço em um abraço. Despertam amor, levam a cura, abrem portas de sorrisos trancados em si mesmos. Leva a querer estar perto e a entender que sem essa galera é impossível viver. A vida para alguns é diferente, pois no fim de semana que alguns buscam o silêncio, nós como portadores de um barulho santo, buscamos nos agitar e deixar um povo sedento e maluco também. Não paramos porque aconteceu um imprevisto, as vezes da a impressão que eles param para ver a gente passar. Os problemas aparecem sempre, mas as soluções fazem com que eles calem a boca e sejam esquecidos, pois Cristo é o centro de tudo aqui, pois temos uma facilidade de fazer tudo torto, é "mais fácil".
A vida passa e a missão não para, as despedidas e reencontros sempre se renovam, parece até que o mundo gosta de ver da felicidade que temos dessa volta que sempre superou e que sempre vai superar a dor da partida.

Volta logo para Casa do Pai, filho!

Alice Correia Barbosa
Vocacionada da Comunidade Encontro

Clique aqui para se inscrever no Retiro Vocacional Encontro 2016.


domingo, 8 de maio de 2016

Domingo da Ascensão do Senhor - Estarei convosco todos os dias

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo Mateus
(Mt 28,16-20)

Antes de subir aos Céus, Jesus reúne os seus discípulos na Galileia e diz-lhes: “Toda a autoridade me foi dada no céu e sobre a terra. Portanto, ide e fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei! Eis que estarei convosco todos os dias, até o fim do mundo.”




Estas palavras de Nosso Senhor colocam-nos diante do mistério maravilhoso que é o “tempo da Igreja”, período que vai de Sua Ascensão aos céus até a Sua segunda vinda gloriosa. Mesmo tendo subido aos céus, Ele promete: “Estarei convosco todos os dias, até o fim do mundo”. Diante da difícil situação em que se encontra o mundo e a própria Igreja, somos tentados a perguntar: Onde está Deus? Se a Igreja é divina, por que o Senhor permite que essas coisas aconteçam? É como se a barca da Igreja estivesse naufragando e Jesus parecesse dormir [1]. No entanto, as palavras de Jesus ao final do Evangelho de São Mateus garantem-nos a Sua presença; não uma presença esporádica, mas uma união contínua, “todos os dias”. Por isso, no abismo mais profundo de nossa crise e sofrimento, tenhamos esta certeza: não estamos sozinhos, Jesus está conosco.

“Toda a autoridade me foi dada no céu e sobre a terra”. Como rezamos no Credo, “Jesus Cristo (...) está sentado à direita de Deus Pai Todo-Poderoso”. Isto deve apaziguar o nosso coração. “Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal eu temerei; estais comigo com bastão e com cajado; eles me dão a segurança!” [2]. Ainda que passemos por crises e sofrimentos, Cristo está conosco “com bastão e com cajado”, isto é, com toda a Sua autoridade. E se Ele permite que nos venham provações e tempestades, é porque Ele quer a santificação dos justos. Ele, que passou pela Cruz, “pelo vale tenebroso”, quer que nós respondamos ao Seu amor, com generosidade e abnegação.

“Ide e fazei discípulos meus todos os povos”, diz Jesus. De que modo? Primeiro, “batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”; e, segundo, “ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei”. Então, antes de qualquer coisa, para sermos verdadeiros discípulos de Jesus, é necessário que cultivemos uma vida sacramental intensa, por meio da Confissão e Comunhão frequentes. Em segundo lugar, o coração de discípulo também deve ser um coração missionário: se deixarmos de pregar o Evangelho, deixaremos de ser cristãos. A Igreja é missionária, não por uma questão de “marketing”, para aumentar o número de fiéis. Ainda que, absurdamente, ninguém se convertesse com a pregação do Evangelho, valeria a pena anunciá-lo do alto dos telhados, porque, com isso, estaríamos amando a Cristo.

Aproximando-se a solenidade de Pentecostes, Jesus pede a Seus discípulos que não deixem Jerusalém. Os apóstolos obedecem e permanecem com Maria para implorar a Deus o grande dom do Espírito Santo. Do mesmo modo, é necessário que nós, aproveitando a novena que a Igreja propõe aos fiéis nesses dias, imploremos com ardor o Espírito Santo, para que nos conceda as graças atuais de que precisamos para amar de verdade ao Senhor. O amor que está dentro de nós pelo estado de graça deve passar da potência ao ato. Isto só é possível com o auxílio divino.

É claro que, com o Batismo, os dons do Espírito Santo estão em nós. Para que sejam ativos, no entanto, é necessária a graça de Deus. Os sete dons do Espírito – desde a sabedoria até o temor de Deus – são como velas de um navio: sem o vento a soprar sobre elas, não produzem nenhum efeito.

Por isso, é importante rezar, ter verdadeiramente uma vida de oração. Que a nossa oração seja humilde – não nos podemos aproximar de Deus como alguém a exigir algo num balcão de bar, todos somos mendigos da Sua graça –, confiante – pois Ele prometeu que nos daria Sua graça, se lhe pedíssemos -, perseverante - Deus demora não porque não nos ama, mas porque quer ver crescer em nós o desejo das coisas santas, que só aumenta com a demora - e atenta. Peçamos ao Espírito Santo que sopre as velas do nosso coração e nos ajude a enfrentar esta tempestade que faz balançar a nave da Igreja. Joelhos no chão, coração confiante e olhos fixos na Virgem Santíssima: ela nos auxilia a rezar.
Referências
Cf. Mt 8, 24
Sl 22, 4
Fonte: Padre Paulo Ricardo

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Cultivemos a devoção à Maria rezando o Terço, convida o Papa Francisco

No final da Audiência Geral desta quarta-feira, dia 04/05, o Papa Francisco recordou que o mês de maio é dedicado à Virgem Maria e exortou os jovens, doentes e casados a cultivar a devoção à Mãe de Deus rezando diariamente o Terço.
“Queridos jovens, cultivem a devoção à Mãe de Deus com a oração cotidiana do Terço; queridos doentes, sintam a proximidade de Maria de Nazaré, de maneira especial no momento da cruz; e vocês, queridos recém-casados, rezem para que nunca falte em seu lar o amor e o respeito recíproco”, expressou o Pontífice, cuja catequese esteve centrada na parábola do Bom Pastor.
Francisco também se dirigiu a um grupo de peregrinos provenientes da Polônia, terra natal de São João Paulo II.
“Saúdo cordialmente aos peregrinos poloneses. Ontem, em seu país celebraram à Bem-aventurada Virgem Maria, Rainha da Polônia. A coleta da Santa Missa desta Solenidade nos recorda que Deus deu à sua nação, por meio de Maria Virgem, uma admirável ajuda e proteção, a fim de que, graças à sua intercessão, a fé gozasse de liberdade contínua e que sua pátria vivesse em paz. Unindo-me a esta oração, abençoo de coração a Polônia e a cada um de vocês”.
O Santo Padre assegurou que em Maria estamos “em boas mãos” e que “Jesus é o único verdadeiro Pastor, que nos dá vida em abundância”.
“Ele nos acompanha, caminha conosco. Escutemos sua Palavra com mente e coração abertos, para alimentar nossa fé, iluminar nossa consciência e seguir os ensinamentos do Evangelho. Jesus nunca nos deixa sozinhos. Essa é a expressão fundamental de sua misericórdia. Que a presença do Senhor em suas vidas os torne missionários do amor de Cristo cada vez mais alegres”, assinalou.
Fonte: ACI Digital

terça-feira, 3 de maio de 2016

Hoje a Igreja celebra os santos apóstolos Filipe e Tiago


Igreja recorda neste dia 3 de maio os santos apóstolos Filipe e Tiago, que morreram como mártires por causa de sua fé em Cristo.

São Filipe nasceu em Betsaida e foi discípulo de São João Batista. Foi um dos primeiros apóstolos chamados por Jesus. Foi ele quem perguntou a Jesus sobre a distribuição dos pães: “Como vamos dar de comer a tanta gente?” (Jo 6,5-7) e também foi a ele que recorreram os pagãos que queriam conhecer o Senhor. (Jo 12 20-22). Além disso, Filipe pediu a Cristo na Última Ceia: “mostra-nos o Pai” (Jo 14,8-11).
Além disso, Filipe foi também quem pediu permissão a Jesus para ir enterrar seu pai. “Segue-me e deixa que os mortos enterrem seus mortos” (Mt 8,22), respondeu-lhe o Senhor.
Depois da ascensão, Filipe recebeu o Espírito Santo em Pentecostes, junto com os outros apóstolos e a Virgem Maria. Mais tarde, ele foi evangelizar a região da Frígia, atual Turquia, Hungria, Ucrânia e Rússia oriental.
São Filipe foi martirizado e morreu crucificado e apedrejado em Hierápolis. No século VI, as relíquias do apóstolo foram levadas para Roma e colocadas na Basílica dos Doze Apóstolos. O Martirológio da Idade Média celebrava sua festa no dia 1º de maio, mas a data foi alterada para 03 de maio.
São Tiago é chamado de “filho de Alfeu” e também é conhecido como “o primo do Senhor”, porque sua mãe era parente da Virgem. A ele é creditada a autoria da primeira epístola católica. Um de seus mais profundos e famosos provérbios é: “A fé sem obras é morta”.
Também se encontra nos Atos dos Apóstolos referências ao apóstolo assinalando que era muito querido pela Igreja de Jerusalém e que o chamavam “o bispo de Jerusalém”. São Paulo o considera em sua carta aos Gálatas, junto com São Pedro e São João, um dos principais pilares da Igreja. Além disso, o apóstolo dos gentios diz que depois de sua conversão foi visitar Pedro, mas não encontrou nenhum discípulo a não ser São Tiago. Inclusive na última visita de São Paulo a Jerusalém, este foi direto para a casa de São Tiago, onde se reuniu com todos os líderes da Igreja de Jerusalém. (At 21,15).
Nos registros históricos da época, São Tiago é chamado “O Santo”. Os fiéis asseguravam que ele nunca tinha cometido um pecado grave, não bebia nem comia carne. O apóstolo passava muito tempo orando e, por isso, teve calos nos joelhos.
Em suas orações, pedia perdão a Deus pelos pecados do seu povo. Por essa razão, as pessoas o chamavam “O que intercede pelo povo”. Essas ações comoveram muitos judeus que, pelo exemplo de São Tiago, se converteram.
O êxito da sua evangelização provocou indignação entre os fariseus e os escribas. Portanto, em um dia de festa, o sumo sacerdote Anás II, aproveitando a multidão, disse: “Nós rogamos que já que o povo sente por ti grande admiração, apresente-se diante da multidão e lhes diga que Jesus não é o Messias ou redentor”. Frente a esse pedido, São Tiago respondeu: “Jesus é o enviado de Deus para a salvação dos que querem se salvar. E um dia o veremos sobre as nuvens, sentado à direita de Deus”.
Os sumos sacerdotes se enfureceram com essa resposta, pois temiam que todos os judeus a se convertessem ao cristianismo. Então, tomaram São Tiago, levaram-no para a parte mais alta do templo para precipitá-lo lá de cima. De joelhos enquanto rezava: “Deus Pai, eu te rogo que os perdoe, porque não sabem o que fazem”.
Fonte: ACI Digital

domingo, 1 de maio de 2016

Retiro de Pentecostes da Comunidade Encontro: PARÁCLITO 2016

INSCRIÇÕES APENAS NO LOCAL DO EVENTO