Google+ Junho 2019 ~ Comunidade Encontro

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24h de música católica para você!

quarta-feira, 12 de junho de 2019

RETIRO PARA MÃES


"Tempo de nascer e tempo de morrer;
tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou.
Tempo de matar e tempo de curar;
tempo de demolir e tempo de construir.
Tempo de chorar e tempo de rir;
tempo de gemer e tempo de dançar.
Tempo de atirar pedras e tempo de ajuntá-las;
tempo de abraçar e tempo de apartar-se.
Tempo de procurar e tempo de perder;
tempo de guardar e tempo de jogar fora.
Tempo de rasgar e tempo de costurar;
tempo de calar e tempo de falar.
Tempo de amar e tempo de odiar;
tempo de guerra e tempo de paz." Ecle 3, 2-8

No dia 28 de Julho, acontecerá na Comunidade Encontro o primeiro Retiro para Mães, sendo todo o dia dedicado para você que deseja descobrir o que Deus tem para realizar na sua vida! Nosso evento acontecerá em nosso Centro de Evangelização "Casa de Maria" (Zona Rural - Localidade São Simão / Bairro IBC, Cachoeiro de Itapemirim, ES. Referência: estrada de chão logo após a Polícia Federal sinalizada com placas indicativas). 

Faça já sua inscrição: 

MISSA DE COMPROMISSOS SOLENES

Mais um ano se passa e novamente nos voltamos aqui para Renovar nossos compromissos diante de Deus, da Santa Mãe Igreja Católica Apostólica Romana, diante de cada um de nossos irmãos de Comunidade, assumindo nosso SIM que se seguirá de hoje para SEMPRE. 
Mas não é simplesmente "mais um sim", É O NOSSO SIM! E cada ano o dizemos mais forte, com o coração mais ardente, com a alma mais sedenta de Deus e das coisas celestiais que podemos viver já aqui na terra. É nosso SIM da certeza de que escolhemos ser SANTOS e não queremos mais voltar atrás e da certeza de não dá mais para voltar. A santidade é nossa meta, ainda que sejamos muito falhos, mas nossa alma anseia diariamente, constantemente pelo Convívio dos Eleitos, sonhamos com o céu a todo tempo. Não somos meros sonhadores, somos apenas servos indignos que reconhecem que sem Ele, não podemos nada!

Te esperamos, amamos te encontrar! 


Dia dos namorados


A felicidade dos namorados está na grandeza da alma
Os namorados precisam conhecer as qualidades e os defeitos um do outro
Já vai muito longe o tempo em que os pais arranjavam casamentos para seus filhos. Se você quer encontrar alguém, terá de procurá-lo. Normalmente, é no próprio ciclo de amizades e no ambiente de convívio que os namoros começam. Sabemos que o ambiente molda, de certa forma, a pessoa; logo, você deverá procurar alguém nos ambientes em que há os valores que você preza. Se você é cristão, então, procure entre famílias cristãs, ambientes cristãos, grupos de jovens, entre outros, a pessoa que você procura.
O namoro começa com uma amizade, que pode ser um pré-namoro que vai evoluindo. Não mergulhe de cabeça num namoro, só porque você ficou “fisgado” pelo outro. Não vá com muita sede ao pote, porque você pode o quebrar. Sinta, primeiro, por intermédio de uma pura amizade, quem é a pessoa que está a sua frente. Talvez, já nesse primeiro relacionamento amigo, você saiba que não é com essa pessoa que você deverá namorar. É o primeiro filtro, cuja grande vantagem é não ter ainda qualquer compromisso com o outro, a não ser de amigos.
Namoro: começo e término
Nem sempre será fácil para você começar e terminar um namoro. Especialmente hoje, com a maior abertura do país, logo as famílias são também envolvidas, e isso faz o namoro se tornar mais compromissado. Se você não explorar bem o aspecto saudável da amizade, pode ser que o seu namoro venha a terminar rapidamente, porque você logo se decepcionou com o outro. Isso poderia ter sido evitado se, antes, vocês tivessem sido bons amigos. Não são poucas as vezes em que o término de um namoro envolve também os pais dos casais, e isso nem sempre é fácil de ser harmonizado.
O namoro é o encontro de duas pessoas, naquilo que elas são e não naquilo que elas possuem. Se você quiser conquistar um rapaz só por causa da sua beleza ou do seu dinheiro, pode ser que amanhã você não se satisfaça mais só com isso. Às vezes, uma pessoa simpática, bem humorada e feliz supera muitos que oferecem mais beleza e perfeição física.
Infelizmente, a nossa sociedade troca a “cultura da alma” pela “cultura do corpo”. A prova disso é que nunca as cidades estiveram tão repletas de academias de ginástica, salões de beleza, cosméticos, cirurgias plásticas como hoje. Investe-se ao máximo naquilo que é a dimensão mais inferior do ser humano – embora importante: o corpo. É claro que todas as moças querem namorar um rapaz bonito, e também o mesmo vale para os jovens, mas nunca se esqueça de que o mais importante é “invisível aos olhos”.
O que é visível desaparece um dia, inexoravelmente ficará velho com o passar do tempo. Aquilo que você não vê: o caráter da pessoa, a sua simpatia que se mostra sempre atrás de um sorriso fácil e gratuito, o seu bom coração, a sua tolerância com os erros dos outros, as suas boas atitudes etc., isso tudo não passará, isso o tempo não poderá destruir. É o que vale.
Conheça os defeitos e qualidades
Se você comprar uma pedra preciosa só por causa do seu brilho, talvez você compre uma joia falsa. É preciso que você conheça a sua constituição e o seu peso. O povo diz muito bem que “nem tudo que reluz é ouro”. Se você se frustra no plano físico, poderá ainda se realizar nos planos superiores da vida: o sensível, o racional e o espiritual. Mas se você se frustrar nos níveis superiores, não haverá compensação no nível físico, porque ele é o inferior, o mais baixo.
A sua felicidade não está na cor da pele, no tipo do seu cabelo e na altura do seu corpo, mas na grandeza da sua alma. Você já reparou quantos belos e belas artistas terminam de maneira trágica a vida? Nem a fama mundial, nem o dinheiro em abundância, nem os “amores” mil foram suficientes para fazê-los felizes. Faltou cultivar o que é essencial, aquilo que é invisível aos olhos. Tenho visto muitas garotas frustradas, porque não têm aquele corpinho de manequim ou aquele cabelo das moças que fazem as propagandas dos “shampoos”, mas isso não é o mais importante, porque acaba.
A vida é curta – mesmo que você jovem não perceba –, por isso não a podemos gastar com aquilo que acaba com o tempo. Os homens de todos os tempos sempre quiseram construir obras que vencessem os séculos. Ainda hoje, você pode ver as pirâmides de 4000 anos do Egito; o Coliseu romano de 2000 anos e tantas obras fantásticas. Mas a obra mais linda e mais duradoura é aquela que se constrói na alma, porque ela é imortal. Portanto, ao escolher o namorado, não se prenda às aparências físicas, mas desça até as profundezas da sua alma e busque lá os seus valores.

Fonte: Canção Nova


terça-feira, 11 de junho de 2019

A vocação é servir, não para “usar”



Não há relação com Deus fora da gratuidade. Foi o que recordou o Papa nesta manhã exortando a alargar o coração para receber a graça e, na vida espiritual, a não escorregar "no pagamento".

Debora Donnini, Silvonei José - Cidade do Vaticano

Dê de graça o que você recebeu de Deus de graça. A homilia do Papa Francisco nesta manhã na Casa Santa Marta é toda sobre a gratuidade de Deus e, portanto, sobre a gratuidade a ter com os outros, seja com o testemunho seja com o serviço. O convite é, portanto, a alargar o coração para que a graça venha. A graça, de fato, não se compra. E a servir o povo de Deus, não usá-lo.

A vocação é servir, não para “usar”.
A reflexão do Papa Francisco parte da passagem do Evangelho de hoje (Mt 10,7-13) sobre a missão dos apóstolos, a missão de cada um dos cristãos, ser enviado. “Um cristão não pode ficar parado”, a vida cristã é "abrir caminho, sempre", recorda o Papa comentando as palavras de Jesus no Evangelho: "No vosso caminho, pro­clamai: ‘O Reino dos Céus está próximo’. Cu­rai doentes, ressuscitai mortos, puri­ficai leprosos, expulsai demônios”. Esta é, portanto, a missão e se trata de uma "vida de serviço".
A vida cristã é para servir. É muito triste quando encontramos cristãos que, no início da sua conversão ou da sua consciência de serem cristãos, servem, estão abertos a servir, servem o povo de Deus, e depois acabam usando o povo de Deus. Isto faz tanto mal, tanto mal ao povo de Deus. A vocação é para "servir", não para "usar".

Alargar o coração
A vida cristã é então "uma vida de gratuidade". Ainda na passagem evangélica proposta pela Liturgia de hoje, o Senhor vai ao coração da salvação: "De graça re­ce­bestes, de graça deveis dar”. A salvação, "não se compra", "é-nos dada gratuitamente", recorda-nos o Papa, sublinhando que Deus, de fato, "nos salva gratuitamente", "não nos faz pagar". E como Deus fez conosco, assim "devemos fazer com os outros". E precisamente esta gratuidade de Deus "é uma das coisas mais belas".
Saber que o Senhor é cheio de dons para nos dar. Somente, pede uma coisa: que o nosso coração se abra. Quando dizemos "Pai nosso" e rezamos, abrimos o coração para que esta gratuidade venha. Não há relação com Deus fora da gratuidade. Às vezes, quando precisamos de algo espiritual ou de uma graça, dizemos: "Bem, agora vou jejuar, vou fazer uma penitência, vou fazer uma novena...". Certo, mas tenham cuidado: isto não é para "pagar pela graça, para "adquirir" graça; isto é para ampliar seu coração para que a graça possa vir. A graça é gratuita.
Todos os bens de Deus são gratuitos - continua o Papa Francisco - mas adverte que o problema é que "o coração se encolhe, se fecha" e não é capaz de receber "tanto amor gratuito". Não devemos negociar com Deus, recorda o Papa, "com Deus não se negocia".

Dar gratuitamente
Depois o convite para dar de graça. E isto, sublinha o Papa, é especialmente "para nós, pastores da Igreja", "para não vender a graça". “Dói muito, disse, quando há pastores" que fazem negócios com a graça de Deus: "Eu faço isto, mas isto custa tanto, tanto...". A graça do Senhor é gratuita e "você - disse - deve dá-la gratuitamente".
Na nossa vida espiritual temos sempre o perigo de escorregar no pagamento, sempre, mesmo falando com o Senhor, como se quiséssemos dar um suborno ao Senhor. Não! A coisa não vai por ali! Não vai por esse caminho. "Senhor, se me fizeres isto, eu dou-te isto," não. Eu faço essa promessa, mas isso alarga meu coração para receber o que está lá, gratuito para nós. Esta relação de gratuidade com Deus é a que nos ajudará depois a tê-la com os outros, seja no nosso testemunho cristão seja no serviço cristão e na vida pastoral daqueles que são pastores do povo de Deus. No caminho. A vida cristã é caminhar. Pregar, servir, não "fazer uso de". Sirvam e deem de graça o que receberam de graça. Que a nossa vida de santidade seja este ampliar o coração, para que a gratuidade de Deus, as graças de Deus que estão ali, gratuitas, que Ele quer nos dar, possam chegar ao nosso coração. Que assim seja.

Fonte: Vatican News