Google+ Abril 2019 ~ Comunidade Encontro

Clique e ouça!

24h de música católica para você!

sábado, 20 de abril de 2019

Oficina de Formação e Oração



"O cristão do Século XXI ou será místico ou não será um cristão." 

A Oficina de Formação e Oração brotou do coração de Deus para o coração da Comunidade Encontro, tendo por objetivo levar as pessoas a uma verdadeira maturidade espiritual, para suportar os "perigos" dos últimos tempos.

Precisamos nos transformar em homens e mulheres de fé, de vigor, de amizade com Cristo, combatentes, que realmente façam a diferença no mundo.

Por isso, a partir do dia 24 de Abril, acontecerá na Casa de Maria, todas as quartas-feiras às 19h a Oficina de Formação e Oração, e nos aperfeiçoaremos em um tema específico mensalmente, ou seja, nos formaremos durante um mês sobre aquele tema proposto, (cura, libertação, fim dos tempos, combate, exercícios espirituais, dentre muitos outros...). 

Operários da última hora é o que Deus deseja nos tornar!

Amamos te encontrar!


sexta-feira, 19 de abril de 2019

Sexta-feira Santa, o Mistério da Cruz

Capela Redemptoris Mater no Palácio Apostólico
Sexta-feira Santa é o dia do silêncio e da adoração, dia no qual se medita com
a Via-Sacra a Paixão de Cristo e se repercorre com Jesus o caminho da dor
que leva à sua morte, uma morte que, sabemos, não é para sempre
Cidade do Vaticano
Depois disso Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que se
cumprisse a Escritura, disse: “Tenho sede”. Havia ali uma jarra cheia de
vinagre. Amarraram num ramo de hissopo uma esponja embebida de
vinagre e a levaram à sua boca. Ele tomou o vinagre e disse:
“Está consumado”. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito” (Jo 18, 28-30).
Hoje as igrejas estão silenciosas. Na liturgia não há canto, não há música e
não se celebra a Eucaristia, porque todo espaço é dedicado à Paixão e à
morte de Jesus. Ajoelhamo-nos, para simbolizar a humilhação do homem
terreno e a coparticipação ao sofrimento do Senhor. Porém, não é um dia
de luto, mas um dia de contemplação do amor de Deus que chega para
sacrificar o próprio Filho, verdadeiro Cordeiro pascal, para a
salvação da humanidade.

A adoração da Cruz

A Cruz está presente na vida de todos os cristãos desde a purificação do
pecado no Batismo, absolvição do Sacramento da Reconciliação, até o
último momento da vida terrena com a Unção dos enfermos. Na Sexta-feira
Santa somos convidados a adorar a Cruz para o dom da salvação que
conseguimos através da sua vinda. Depois da ascese quaresmal o
cristão está preparado para não fugir do sofrimento. Durante a liturgia os fiéis
tocam a Cruz, a beijam e assim entram ainda mais em contato com a dor de
Cristo que é a dor de todos, porque Ele carregou na Cruz os pecados de
toda a humanidade para salvá-la.

No caminho da dor com Jesus

A encenação da Via-Sacra é uma prática extra litúrgica que muitas vezes é
celebrada exatamente na Sexta-feira Santa para evocar e repercorrer
juntos o caminho de Jesus para o Gólgota – o lugar da crucificação – e
portanto meditar sobre a Paixão.
A Paixão de Cristo foi introduzida na Europa pelo dominicano beato
Alvaro De Zamora da Cordoba em 1402 e mais tarde pelos Frades
Menores e compreende 14 momentos ou “estações” nas quais nos detemos
para refletir e rezar. São uma sequências de crescentes imagens
dramáticas que culminam com a morte de Cristo, em cada uma delas
Jesus é atacado pelo mal, para evidenciar, por contraste, a vitória d’Ele
sobre a morte e sobre o pecado que será celebrada daqui a dois dias com o
Domingo da Páscoa da Ressurreição.
Fonte: Vatican News

domingo, 14 de abril de 2019

Domingo de Ramos



Chegamos às portas da Semana Santa. Passo a passo, fomos nos aproximando do cenário no qual Outro pagou a nossa conta. Estamos, também nós, nessa multidão amontoada naquele dia de festa judaica.
Eles e nós temos, sempre, certas escuridões que pedem para ser iluminadas, certas mortes que esperam ser ressuscitadas. Nós estávamos lá. E o que aconteceu lá, para nós acontece hoje. Em Jerusalém existia o costume de dar as boas-vindas aos peregrinos que chegavam para celebrar a Páscoa com as palavras do salmo 118: “Bendito o que vem em nome do Senhor!”. Jesus não foi exceção. Ele enviou previamente dois discípulos para que trouxessem um jumentinho e, se alguém estranhasse e perguntasse o porquê, deveriam responder: “O Senhor precisa dele”. Um humilde portador de quem vem como rei em nome de Deus. A tradição iconográfica mostra mais vezes um jumento junto a Jesus: na viagem de Nazaré a Belém, quando Maria levava em seu seio Aquele que nasceria sem o abrigo de uma pousada; na cova do nascimento; e na fuga ao Egito.
O Senhor precisava de… um jumentinho! Detalhe carregado de humanidade e simplicidade, oposto à cavalgadura do poderio. São as necessidades de um Deus que escolhe sempre o fraco e aquele que não vale nada para confundir os prepotentes (1 Cor 1,26-28); e assim se reconhecerá a imagem do Servo tomando a condição de escravo, que não faz do ser igual a Deus uma usurpação (Flp 2,6-11), para saber dizer palavras de conforto à pessoa abatida (Is 50,4-7).
É o estremecedor relato do que custou a nossa redenção. Nesse drama está a resposta de amor extremo por parte de Deus. Nossa felicidade, o acesso à graça, teve um preço: Ele pagou por nós.
Devemos nos situar nesse cenário, pois é o nosso, e nele Deus, em seu Filho, obterá para nós a condição de filhos diante d’Ele e irmãos entre nós. É o estupor que experimentava a mística franciscana Ângela de Foligno ao contemplara Paixão: “Tu não me amaste de brincadeira”; ou o realismo com que Paulo agradecerá a doação do seu Senhor: “Ele me amou e se entregou por mim” (Gl 2,20).
Sem este realismo que personaliza, estaríamos como espectadores ausentes, que, no máximo, acompanham o desenvolvimento do processo de Deus lá da plateia do dó ou da indiferença. Por isso, posso dizer realmente que eu estava lá, que tudo isso foi por mim.
Só quem reconhece esse por mim adorará o Senhor com um coração agradecido.
Por Dom Jesús Sanz Montes
Fonte: Comunidade Católica Shalom

quarta-feira, 10 de abril de 2019

VOCACIONAL ENCONTRO 2019

"Os dois discípulos ouviram-no falar e seguiram Jesus. Voltando-se Jesus e vendo que o seguiam, perguntou-lhes: Que procurais? Disseram-lhe 'Rabi (Que quer dizer Mestre), onde moras?', -'Vinde e vede' - respondeu-lhes Ele. Foram aonde Ele morava e ficaram com Ele aquele dia." Jo 1, 37-39a 

VINDE E VEDE ver o coração do Carisma Encontro que pode estar batendo aí dentro do seu peito também! Sente-se chamado? Faça sua inscrição.

AMAMOS TE ENCONTRAR!