Google+ Setembro 2015 ~ Comunidade Encontro

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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Não desperdice seu tempo. Alimente-se da Palavra de Deus

Estamos no mês de setembro, mês dedicado a Bíblia.
Ouça esses Podcasts feitos a partir da pregação "PALAVRA VIVA" do nosso fundador Clayton.





terça-feira, 29 de setembro de 2015

As dores do crescimento

Quando se ouve a voz de Jesus e se diz sim ao seu chamado, abre-se um mundo novo de descobertas e muita alegria diante de nossos olhos. Mudamos nosso jeito de falar, vestir, deixamos de frequentar certos lugares... Enfim, os hábitos são alterados e com isso nossa consciência começa a ser formada no que precisamos deixar pelo caminho. Sabemos em nosso íntimo dos pecados, vícios e manias que precisam ser arrancados para que haja vida em nós, porém, na maioria das vezes, não sabemos como lidar com as dores dessas podas que o Espírito de Deus vem realizar em nós.
É necessário entendermos que o crescer passa pela dor de se deixar ser formado, e é preciso permitir isso acontecer da maneira que Deus deseja e não da forma que achamos que deva acontecer.
O homem tem sua essência na verdade e no amor, foi criado para ser amor. A bondade de Deus é o molde de todo ser humano, mas temos a liberdade amorosa que a Trindade nos deu, para modificar com o passar do tempo aquilo que é belo em nós e com isso vamos permitindo que o pecado entre em nossa vida, nos inclinando a uma escravidão em nossas próprias vontades e quereres.
O primeiro passo rumo à verdadeira liberdade é o sim, é o querer ser de Deus e voltarmos com amor e coragem nosso olhar para a Trindade, que é de onde viemos. Esse é um passo importante, mas não o principal. Com o tempo nossa alma pede mais, necessita de aproximar-se de seu criador e anseia por se assimilar verdadeiramente a Seu Senhor. Vem então o que eu penso ser o mais importante para o cristão: enfrentar a via da dor se deixando moldar pela Trindade.
Nos vemos em um campo, onde nossas dores, manias, vícios e pecados moram e onde há uma pequena via, estreita, onde devemos caminhar rumo ao ápice de nossa entrega: a Cruz. O Pai tem o poder de retirar esse campo do caminho, mas não o faz por amor a nós, pois sabe que precisamos enfrentar nossa história acolhendo-a com amor e misericórdia para nossa cura e crescimento. Ele deseja que cheguemos à maturidade de Cristo e para isso é preciso passarmos pela via sagrada da dor.
No início podemos desanimar e até convencer a nós e aos outros que estamos infelizes, que não conseguimos, mas tudo isso é apego aos vícios. Amar-se e amar a Deus, nesse momento, é justamente não se entregar, mas permitir que o amor nos purifique de tudo aquilo que nos escraviza. Devemos seguir olhando somente para Cristo e acreditando que vamos vencer, não por nossas forças, mas porque Ele caminha conosco. Teremos crises, iremos cair e desejaremos parar no meio da estrada, mas é preciso fitar fixamente o Cristo sabendo que muitas vezes Ele nos arrastará com vícios e tudo, sendo violento com nossa carne e quando nossas forças se esgotarem, Ele nos levará no colo até chegarmos à Cruz, nesse momento mais esperado, e que é preciso se dispor a arrancar tudo que é velho. Vai doer, mas é amor!
Não existe condição humana que não pode ser mudada pelo amor e é deixando-se crucificar que se morre para a vida velha e entoa-se o mais belo dos louvores. O caminho é doloroso, a morte para si é sofrida, mas devemos lembrar que Jesus já passou por ela e ressuscitou para nos dar a vida eterna. A alegria da Ressurreição supera toda a dor e todo o pesar, é quando se olha para trás e se vê uma vida mortificada para a vivência da plenitude da felicidade humana, e se canta o louvor da liberdade, que nos impulsiona a voar muito mais alto, saciando o desejo de nossa alma que é unir-se intimamente com seu Criador.
Tenhamos a coragem de sermos felizes, como nosso amado Papa nos pede. Sejamos ousados em falar para o mundo que queremos a Cruz, que ansiamos pela loucura de sermos verdadeiramente felizes.
Mickaele Dias Siqueira
Vocacionada da Comunidade Encontro

Assista o Musical "O Canto das Írias" da Comunidade Católica Shalom:

Santos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael

Miguel, Gabriel e Rafael amigos, protetores e intercessores que do Céu vêm em nosso socorro

Com alegria, comemoramos a festa de três Arcanjos neste dia: Miguel, Gabriel e Rafael. A Igreja Católica, guiada pelo Espírito Santo, herdou do Antigo Testamento a devoção a estes amigos, protetores e intercessores que do Céu vêm em nosso socorro pois, como São Paulo, vivemos num constante bom combate. A palavra “Arcanjo” significa “Anjo principal”. E a palavra “Anjo”,por sua vez, significa “mensageiro”.
São Miguel
O nome do Arcanjo Miguel possui um revelador significado em hebraico: “Quem como Deus”. Segundo a Bíblia, ele é um dos sete espíritos assistentes ao Trono do Altíssimo, portanto, um dos grandes príncipes do Céu e ministro de Deus. No Antigo Testamento o profeta Daniel chama São Miguel de príncipe protetor dos judeus, enquanto que, no Novo Testamento ele é o protetor dos filhos de Deus e de sua Igreja, já que até a segunda vinda do Senhor estaremos em luta espiritual contra os vencidos, que querem nos fazer perdedores também. “Houve então um combate no Céu: Miguel e seus anjos combateram contra o dragão. Também o dragão combateu, junto com seus anjos, mas não conseguiu vencer e não se encontrou mais lugar para eles no Céu”. (Apocalipse 12,7-8)

São Gabriel
O nome deste Arcanjo, citado duas vezes nas profecias de Daniel, significa “Força de Deus” ou “Deus é a minha proteção”. É muito conhecido devido a sua singular missão de mensageiro, uma vez que foi ele quem anunciou o nascimento de João Batista e, principalmente, anunciou o maior fato histórico: “No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré… O anjo veio à presença de Maria e disse-lhe: ‘Alegra-te, ó tu que tens o favor de Deus’…” a partir daí, São Lucas narra no primeiro capítulo do seu Evangelho como se deu a Encarnação.

São Rafael
Um dos sete espíritos que assistem ao Trono de Deus. Rafael aparece no Antigo Testamento no livro de Tobit. Este arcanjo de nome “Deus curou” ou “Medicina de Deus”, restituiu à vista do piedoso Tobit e nos demonstra que a sua presença, bem como a de Miguel e Gabriel, é discreta, porém, amiga e importante. “Tobias foi à procura de alguém que o pudesse acompanhar e conhecesse bem o caminho. Ao sair, encontrou o anjo Rafael, em pé diante dele, mas não suspeitou que fosse um anjo de Deus” (Tob 5,4).

São Miguel, São Gabriel e São Rafael, rogai por nós!

sábado, 26 de setembro de 2015

7 chaves do discurso do Papa Francisco na Assembleia Geral da ONU em Nova Iorque



O Papa Francisco pronunciou ontem, dia 25, um histórico discurso ante a Assembléia Geral das Nações Unidas. Ele foi o quarto Pontífice a dirigir-se a este auditório, logo depois de Paulo VI, João Paulo II (que esteve na sede em duas ocasiões) e Bento XVI.
Durante seu discurso de aproximadamente 50 minutos, cabe destacar estas sete chaves de leitura:
1. A exclusão e a pobreza
O Santo Padre denunciou “uma ambição egoísta e ilimitada de poder e bem-estar material” que “leva tanto a abusar dos meios materiais disponíveis como a excluir os fracos e os menos hábeis”.
“A exclusão econômica e social é uma negação total da fraternidade humana e um atentado gravíssimo aos direitos humanos e ao ambiente”, assegurou.
“A fim de que estes homens e mulheres concretos possam subtrair-se à pobreza extrema, é preciso permitir-lhes que sejam atores dignos do seu próprio destino. O desenvolvimento humano integral e o pleno exercício da dignidade humana não podem ser impostos”, explicou o Santo Padre e destacou que “isto supõe e exige o direito a educação”.
2. Cuidado da criação
O Papa sublinhou que “a casa comum de todos os homens deve edificar-se também sobre a compreensão duma certa sacralidade da natureza criada”.
Nós cristãos, indicou o Pontífice juntamente com as outras religiões monoteístas, acreditamos que o universo provém duma decisão de amor do Criador, que permite ao homem servir-se respeitosamente da criação para o bem dos seus semelhantes e para a glória do Criador, mas sem abusar dela e muito menos sentir-se autorizado a destruí-la. E, para todas as crenças religiosas, o ambiente é um bem fundamental.
3. O rechaço à guerra e ao comércio de armas
O Santo Padre sublinhou em seu discurso que “a guerra é a negação de todos os direitos e uma dramática agressão ao ambiente”.
“Se se quiser um verdadeiro desenvolvimento humano integral para todos, deve-se continuar incansavelmente com a tarefa de evitar a guerra entre as nações e os povos”, assegurou.
O Papa denunciou além disso a “tendência sempre presente para a proliferação das armas, especialmente as de destruição em massa, como o podem ser as armas nucleares. Uma ética e um direito baseados sobre a ameaça da destruição recíproca, advertiu que “constituem um dolo em toda a construção das Nações Unidas, que se tornariam "Nações Unidas pelo medo e a desconfiança".
“É preciso trabalhar por um mundo sem armas nucleares”, demandou.
O Santo Padre pediu ainda concentrar a atenção em todas as situações de conflito, não só nos casos de perseguição religiosa ou cultural, mas em toda a situação de conflito, como na Ucrânia, Síria, Iraque, Líbia, Sudão do Sul e na região dos Grandes Lagos, na África.
4. Os cristãos perseguidos
Francisco reiterou seu apelo sobre a perseguição de cristãos, outras minorias religiosas e inclusive muçulmanos devido a mãos de extremistas islâmicos, no Oriente Médio, o norte da África e outros países africanos.
Nesses lugares, lamentou, “os cristãos, juntamente com outros grupos culturais ou étnicos e também com aquela parte dos membros da religião maioritária que não quer deixar-se envolver pelo ódio e a loucura, foram obrigados a ser testemunhas da destruição dos seus lugares de culto, do seu patrimônio cultural e religioso, das suas casas e haveres, e foram postos perante a alternativa de escapar ou pagar a adesão ao bem e à paz com a sua própria vida ou com a escravidão”.
“Estas realidades devem constituir um sério apelo a um exame de consciência por parte daqueles que têm a responsabilidade pela condução dos assuntos internacionais”.
5. A família
A família, recordou o Papa, “é a célula primária de qualquer desenvolvimento social”. “os governantes devem fazer o máximo possível por que todos possam dispor da base mínima material e espiritual para tornar efetiva a sua dignidade e para formar e manter uma família”, assinalou.
“A nível material, este mínimo absoluto tem três nomes: casa, trabalho e terra. E, a nível espiritual, um nome: liberdade do espírito, que inclui a liberdade religiosa, o direito à educação e os outros direitos civis”, explicou.
Em seguida, o Papa destacou a importância do “direito primário das famílias a educar e o direito das Igrejas e de agregações sociais a apoiar e colaborar com as famílias na educação das suas filhas e dos seus filhos”.
O Santo Padre recordou em outra parte de seu discurso que “a defesa do ambiente e a luta contra a exclusão exigem o reconhecimento de uma lei moral inscrita na própria natureza humana, que inclui a distinção natural entre homem e mulher”.
6. Luta contra o narcotráfico
O Papa advertiu que “muitas das nossas sociedades vivem um tipo diferente de guerra com o fenômeno do narcotráfico”. Esta guerra, lamentou, tem sido “pobremente combatida”.
“O narcotráfico, por sua própria natureza, é acompanhado pelo tráfico de pessoas, lavagem de dinheiro, tráfico de armas, exploração infantil e outras formas de corrupção”, advertiu.
Esta corrupção, assinalou, “penetrou nos diferentes níveis da vida social, política, militar, artística e religiosa, gerando, em muitos casos, uma estrutura paralela que põe em perigo a credibilidade das nossas instituições”.
7. A defensa da vida
O Papa Francisco destacou repetidamente durante seu discurso a importância de defender a vida desde a concepção e em todas as suas etapas e dimensões.
Os “pilares do desenvolvimento humano integral”, disse, “têm um fundamento comum, que é o direito à vida”, e solicitou o “respeito absoluto da vida em todas as suas fases e dimensões”.
“A casa comum de todos os homens deve continuar a erguer-se sobre uma reta compreensão da fraternidade universal e sobre o respeito pela sacralidade de cada vida humana, de cada homem e de cada mulher; dos pobres, dos idosos, das crianças, dos doentes, dos nascituros, dos desempregados, dos abandonados, daqueles que são vistos como descartáveis porque considerados meramente como números desta ou daquela estatística”, destacou.
Fonte: ACI Digital

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Aprovado em Comissão especial o relatório do Estatuto da Família



A Comissão Especial que dispõe sobre o Estatuto da Família aprovou na quinta-feira, 24, o relatório do deputado Diego Garcia (PHS-PR). O texto defende a definição de família como a união entre um homem e uma mulher, além de sugerir a criação de dispositivos que a protejam no que se refere a políticas públicas.
A votação durou cerca de cinco horas e o relatório foi aprovado por 17 votos a 5. Após o resultado final, o relator, deputado católico Diego Garcia, agradeceu a todos os que acompanharam seu trabalho por meio de oração.
“Quero agradecer de maneira muito especial a inúmeras pessoas em todo o Brasil que oraram por mim, pela minha missão à frente de um importante projeto de lei que estava em discussão aqui na Câmara dos Deputados, que trata sobre o Estatuto da Família e para o qual eu fui indicado como relator”, declarou em vídeo postado no Facebook.
“Hoje, nós aprovamos na Comissão Especial o Estatuto da Família. Essa vitória é a vitória da família brasileira”, expressou o parlamentar, ressaltando que a família é “a base da sociedade”. 
O site da câmara indicou que cinco deputados do PT, PCdoB, PTN e PSol se revezaram na apresentação de requerimentos para adiamento de discussão e de votação da matéria, por serem contrários ao projeto, mas foram vencidos. Eles ainda esperavam o adiamento da reunião diante do início da Ordem do Dia em Plenário, mas o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, não abriu a Ordem do Dia, pois começou a responder a uma questão de ordem sobre o possível impeachment presidencial.
A proposta tramitava na Comissão especial em caráter terminativo, o que significa que, com sua aprovação, deve seguir direto para o Senado, sem precisar passar pela Câmara. Entretanto, os deputados têm o direito de pedir que o projeto seja votado pelo plenário. A deputada Érika Kokay (PT-DF), por exemplo, adiantou que adotará esta medida. Segundo a Agência Câmara, a petista alega que o Supremo Tribunal Federal (STF) já decidiu favoravelmente à união homoafetiva, e que o projeto vai negar, a esse tipo de união, o direito a uma especial proteção do Estado.
Se assim for, deputados cristãos, que defendem o Estatuto, querem que esta votação em plenário aconteça no dia 21 de outubro, quando é celebrado o Dia Nacional de Valorização da Família.
Entre os parlamentares católicos membros da Comissão especial esteve o Deputado Eros Biondini (PTB-MG). Para ele, o relatório foi bem elaborado e consegue atingir o objetivo de defender a família brasileira.
“Ao contrário do que está sendo dito por alguns deputados, acredito que o relatório do deputado Diego Garcia foi elaborado ouvindo todas as pessoas sem distinção. É uma vitória da família brasileira que tende a ser reconhecida e protegida com essa decisão. Sabemos que o caminho será longo, porém lutaremos para que essa decisão vença todas as instâncias”, declarou.
O projeto de lei 6583/13, Estatuto da Família, é de autoria do deputado Anderson Ferreira (PR-PE) que, ao término da votação, recordou que “a família é um projeto de Deus”.
O Estatuto aborda diretrizes e políticas públicas voltadas para atender a entidade familiar em áreas como saúde, segurança e educação e cria os Conselhos da Família, órgãos encarregados de tratar dessas políticas públicas.
Para ler o relatório do Deputado Diego Garcia sobre o Estatuto da Família, acesse o site:

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Policial Civil: "Vi o sofrimento na vida das pessoas que eu mais amava e decidi mudar"


Vicente Camilo Leles Azevedo é membro da Polícia Civil, trabalha como Investigador de Polícia, tem 50 anos e, em breves palavras, conta como foi decidir defender não só a sociedade mas aqueles que AMA.

Há quantos anos trabalha na Polícia? Com o que exatamente você lida? Gosta do seu trabalho?
Tenho 24 anos de profissão, trabalho com investigação, coletando provas que venham auxiliar o Delegado Presidente do Inquérito Policial na identificação da autoria de determinado ato criminoso. Lidamos com crimes, criminosos e vítimas, e, no meio disto tudo, a sociedade a qual ora nos apoia ora nos condena. Costumamos dizer que andamos na linha entre o bem e o mau. Apesar de muito estressante, gosto muito do que faço. 



Você deixou sua esposa e filhos há uns anos atrás. O que aconteceu?
Uma vez em uma celebração de matrimônio ouvi um Padre dizer que para um casamento dar certo os noivos que faziam questão de se casarem na Igreja, na presença de Deus, precisariam convidar Deus para seguir e permanecer com eles por toda vida. Isso não acontecia no nosso casamento e quando não damos espaço para Deus em nossas vidas o inimigo entra e não pede licença porque ele é assim, intruso. Para minha esposa eu era o centro da vida dela, para mim eu tinha que trabalhar, pagar as contas, não deixar faltar nada em casa e era o suficiente para ser um bom marido, assim sendo podia fazer o que quisesse na rua. Vivia no adultério com uma vida muito desregrada, não tinha espiritualidade, achava que podia levar minha vida do meu jeito.

Em que situação você percebeu que o que estava fazendo era errado? O que você fez para voltar?
Percebi que tudo estava errado a partir do momento em que vi o sofrimento causado pelas minhas decisões às pessoas que mais amava e também a mim. A volta foi através de um processo de conversão, tive que mudar de vida, ou melhor, necessário foi nascer de novo. Nasci para Deus, para mim e nasci de novo para os meus. Através de vários retiros que participei fui descobrindo esse Deus maravilhoso que ama, cuida e conduz. Hoje posso dizer que quem me conduz é o Senhor, Ele conduz minha família, meu trabalho e toda minha vida. Ainda separado da família uma coisa que me marcou em todo esse processo da volta foi, um dia que fui até a sede da Comunidade Encontro para fazer inscrição em mais um retiro, ali havia um espaço com mensagens para as pessoas que se achegavam até a comunidade e eu resolvi pegar uma dessas mensagens. Nela constava um trecho de uma música que dizia assim: " Tua família, volta pra ela, tua família te ama e te espera..." 

Há quanto tempo tudo isso aconteceu? Como está a sua família hoje?

Tudo isso aconteceu há aproximadamente uns onze anos atrás. Hoje minha família é real, temos problemas, mas buscamos juntos soluções, nos alegramos juntos e passamos por provações, mas colocamos CRISTO no CENTRO e Ele é quem nos sustenta, é a base de nossa família. 

Por que "decidiu defender aqueles que ama"?
Um dia Deus me mostrou o quanto era amado por Ele e por muitos, por minha família, por meus verdadeiros amigos e foi me apresentando pessoas que ainda não conhecia mas que tinham um grande amor por mim. Todos eles me defendiam de alguma forma, com conselhos, orações, exortações, com seu amor e carinho.



E com tudo isso eu aprendi que quando a gente ama, a gente defende os nossos amados. Isso me faz feliz. A felicidade dos meus me faz feliz!


Sua família, sua vida também podem mudar! Venha para Betesda neste domingo 06/09. Faça sua inscrição!