Google+ 2019 ~ Comunidade Encontro

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24h de música católica para você!

quarta-feira, 8 de maio de 2019

RETIRO PARÁCLITO 2019

VENI CREATOR SPIRITUS 
"Vinde Espírito Criador, a nossa alma visitai
e enchei os corações com vossos dons celestiais.

Vós sois chamado o Intercessor de Deus excelso dom sem par,
a fonte viva, o fogo, o amor, a unção divina e salutar.

Sois o doador dos sete dons e sois poder na mão do Pai,
por Ele prometido a nós, por nós seus feitos proclamai.

A nossa mente iluminai, os corações enchei de amor,
nossa fraqueza encorajai, qual força eterna e protetor.

Nosso inimigo repeli, e concedei-nos a vossa paz,
se pela graça nos guiais, o mal deixamos para trás.

Ao Pai e ao Filho Salvador, por vós possamos conhecer
que procedeis do Seu amor, fazei-nos sempre firmes crer. 
Amém!"




sábado, 20 de abril de 2019

Oficina de Formação e Oração



"O cristão do Século XXI ou será místico ou não será um cristão." 

A Oficina de Formação e Oração brotou do coração de Deus para o coração da Comunidade Encontro, tendo por objetivo levar as pessoas a uma verdadeira maturidade espiritual, para suportar os "perigos" dos últimos tempos.

Precisamos nos transformar em homens e mulheres de fé, de vigor, de amizade com Cristo, combatentes, que realmente façam a diferença no mundo.

Por isso, a partir do dia 24 de Abril, acontecerá na Casa de Maria, todas as quartas-feiras às 19h a Oficina de Formação e Oração, e nos aperfeiçoaremos em um tema específico mensalmente, ou seja, nos formaremos durante um mês sobre aquele tema proposto, (cura, libertação, fim dos tempos, combate, exercícios espirituais, dentre muitos outros...). 

Operários da última hora é o que Deus deseja nos tornar!

Amamos te encontrar!


sexta-feira, 19 de abril de 2019

Sexta-feira Santa, o Mistério da Cruz

Capela Redemptoris Mater no Palácio Apostólico
Sexta-feira Santa é o dia do silêncio e da adoração, dia no qual se medita com
a Via-Sacra a Paixão de Cristo e se repercorre com Jesus o caminho da dor
que leva à sua morte, uma morte que, sabemos, não é para sempre
Cidade do Vaticano
Depois disso Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que se
cumprisse a Escritura, disse: “Tenho sede”. Havia ali uma jarra cheia de
vinagre. Amarraram num ramo de hissopo uma esponja embebida de
vinagre e a levaram à sua boca. Ele tomou o vinagre e disse:
“Está consumado”. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito” (Jo 18, 28-30).
Hoje as igrejas estão silenciosas. Na liturgia não há canto, não há música e
não se celebra a Eucaristia, porque todo espaço é dedicado à Paixão e à
morte de Jesus. Ajoelhamo-nos, para simbolizar a humilhação do homem
terreno e a coparticipação ao sofrimento do Senhor. Porém, não é um dia
de luto, mas um dia de contemplação do amor de Deus que chega para
sacrificar o próprio Filho, verdadeiro Cordeiro pascal, para a
salvação da humanidade.

A adoração da Cruz

A Cruz está presente na vida de todos os cristãos desde a purificação do
pecado no Batismo, absolvição do Sacramento da Reconciliação, até o
último momento da vida terrena com a Unção dos enfermos. Na Sexta-feira
Santa somos convidados a adorar a Cruz para o dom da salvação que
conseguimos através da sua vinda. Depois da ascese quaresmal o
cristão está preparado para não fugir do sofrimento. Durante a liturgia os fiéis
tocam a Cruz, a beijam e assim entram ainda mais em contato com a dor de
Cristo que é a dor de todos, porque Ele carregou na Cruz os pecados de
toda a humanidade para salvá-la.

No caminho da dor com Jesus

A encenação da Via-Sacra é uma prática extra litúrgica que muitas vezes é
celebrada exatamente na Sexta-feira Santa para evocar e repercorrer
juntos o caminho de Jesus para o Gólgota – o lugar da crucificação – e
portanto meditar sobre a Paixão.
A Paixão de Cristo foi introduzida na Europa pelo dominicano beato
Alvaro De Zamora da Cordoba em 1402 e mais tarde pelos Frades
Menores e compreende 14 momentos ou “estações” nas quais nos detemos
para refletir e rezar. São uma sequências de crescentes imagens
dramáticas que culminam com a morte de Cristo, em cada uma delas
Jesus é atacado pelo mal, para evidenciar, por contraste, a vitória d’Ele
sobre a morte e sobre o pecado que será celebrada daqui a dois dias com o
Domingo da Páscoa da Ressurreição.
Fonte: Vatican News

domingo, 14 de abril de 2019

Domingo de Ramos



Chegamos às portas da Semana Santa. Passo a passo, fomos nos aproximando do cenário no qual Outro pagou a nossa conta. Estamos, também nós, nessa multidão amontoada naquele dia de festa judaica.
Eles e nós temos, sempre, certas escuridões que pedem para ser iluminadas, certas mortes que esperam ser ressuscitadas. Nós estávamos lá. E o que aconteceu lá, para nós acontece hoje. Em Jerusalém existia o costume de dar as boas-vindas aos peregrinos que chegavam para celebrar a Páscoa com as palavras do salmo 118: “Bendito o que vem em nome do Senhor!”. Jesus não foi exceção. Ele enviou previamente dois discípulos para que trouxessem um jumentinho e, se alguém estranhasse e perguntasse o porquê, deveriam responder: “O Senhor precisa dele”. Um humilde portador de quem vem como rei em nome de Deus. A tradição iconográfica mostra mais vezes um jumento junto a Jesus: na viagem de Nazaré a Belém, quando Maria levava em seu seio Aquele que nasceria sem o abrigo de uma pousada; na cova do nascimento; e na fuga ao Egito.
O Senhor precisava de… um jumentinho! Detalhe carregado de humanidade e simplicidade, oposto à cavalgadura do poderio. São as necessidades de um Deus que escolhe sempre o fraco e aquele que não vale nada para confundir os prepotentes (1 Cor 1,26-28); e assim se reconhecerá a imagem do Servo tomando a condição de escravo, que não faz do ser igual a Deus uma usurpação (Flp 2,6-11), para saber dizer palavras de conforto à pessoa abatida (Is 50,4-7).
É o estremecedor relato do que custou a nossa redenção. Nesse drama está a resposta de amor extremo por parte de Deus. Nossa felicidade, o acesso à graça, teve um preço: Ele pagou por nós.
Devemos nos situar nesse cenário, pois é o nosso, e nele Deus, em seu Filho, obterá para nós a condição de filhos diante d’Ele e irmãos entre nós. É o estupor que experimentava a mística franciscana Ângela de Foligno ao contemplara Paixão: “Tu não me amaste de brincadeira”; ou o realismo com que Paulo agradecerá a doação do seu Senhor: “Ele me amou e se entregou por mim” (Gl 2,20).
Sem este realismo que personaliza, estaríamos como espectadores ausentes, que, no máximo, acompanham o desenvolvimento do processo de Deus lá da plateia do dó ou da indiferença. Por isso, posso dizer realmente que eu estava lá, que tudo isso foi por mim.
Só quem reconhece esse por mim adorará o Senhor com um coração agradecido.
Por Dom Jesús Sanz Montes
Fonte: Comunidade Católica Shalom

quarta-feira, 10 de abril de 2019

VOCACIONAL ENCONTRO 2019

"Os dois discípulos ouviram-no falar e seguiram Jesus. Voltando-se Jesus e vendo que o seguiam, perguntou-lhes: Que procurais? Disseram-lhe 'Rabi (Que quer dizer Mestre), onde moras?', -'Vinde e vede' - respondeu-lhes Ele. Foram aonde Ele morava e ficaram com Ele aquele dia." Jo 1, 37-39a 

VINDE E VEDE ver o coração do Carisma Encontro que pode estar batendo aí dentro do seu peito também! Sente-se chamado? Faça sua inscrição.

AMAMOS TE ENCONTRAR! 







quinta-feira, 14 de março de 2019

Encontrei a "Jovem Rica" e vendi tudo que tinha para seguir Cristo

No desejo profundo de estar sempre aberta para o que Deus deseja me usar, hoje Ele me deu a missão de estar expondo meu testemunho nas redes sociais. Não é daqueles grandes testemunhos de que "Deus me tirou das drogas" "Deus me tirou do fundo do poço" e etc.. e por causa disso a gente nem pensa que vale a pena contar... Mas Deus me salvou de mim mesma, do meu engano próprio, me tirou de uma superficialidade na vida de oração e amizade com Ele. Eu me encontrava como o Jovem Rico ( Mateus 19, 16-22) "Ah Jesus, já cumpro seus mandamentos, já coordeno um grupo de jovens, canto na igreja,  já evangelizo como posso, me confesso regularmente, vou bem nos estudos, tenho meus amigos, minha família..." Ou seja, "faço tudo bem certinho, tá?!"
Então, depois de estar vivendo tudo isso e percebendo que esse estilo de vida me incomodava e já não me preenchia mais, Ele vem e "quebra minhas pernas" dizendo: "tudo bem, eu vejo tudo o que você faz, mas Eu quero mais" e isso mexeu profundamente comigo porque era o que minha alma tinha sede e vontade de viver, que é o novo de Deus. Neste momento era Deus encontrando a jovem rica (eu), cheia da razão, cheia das boas intenções e cheia de bens os quais a faziam viver superficialmente tudo. E foi quando depois de estar caminhando e me sentindo atraída pelo carisma da Comunidade Encontro é que Deus me fez a mesma proposta do Jovem Rico "vai vende tudo o que tens , dá aos pobres e vem e segue me" e eu diferente do Jovem Rico não resisti, haha. E disse o meu sim! 
Vim para a comunidade de vida, deixei todos os meus bens para seguir o que o Pai me pedia, deixei meu grupo, minha família, meu trabalho,  algumas pessoas se afastaram porque não entenderam minha escolha e acharam uma loucura isso de radicalidade e de viver uma vocação específica, e por fim, deixei a mim mesma, minhas vontades, meus planos.. para viver o que Deus tem pra mim, que é o que me completa. 
Entretanto, não é possível seguir Cristo sem Cruz e confesso que não tem sido nada fácil arcar com as consequências dessa decisão, às vezes muitos pensam (como eu já pensei) que seguir a Cristo é um "mar de rosas", e é aí que muitos se enganam. Tenho passado por um período doloroso por conta das renúncias necessárias, mas a alegria e realização de fazer a vontade de Deus é maior que tudo!
E já posso testemunhar que vale a pena deixar tudo o que Deus nos pede, para assim segui-Lo, porque tendo a Deus, teremos tudo! 

Sâmella Fontoura
Vocacionada da Com. Encontro

sábado, 9 de março de 2019

RETIRO ABBA PAI

Buscamos, caminhamos, escolhemos, mas muitas vezes agimos de forma errada, contrária à vontade de Deus. Porque? 

O que é a Santidade? Como viver isso? Como alcançar? É possível que um dia eu seja santo também? 

Afinal, qual é o Segredo dos Santos? 

O Retiro ABBA PAI quer te provocar santamente a buscar a união perfeita com Aquele que é! Acontecerá nos dias 6 e 7 de Abril, na Casa de Maria. 
Permita-se viver algo novo, que possa talvez revirar toda a sua vida! 

Saiba mais informações e faça a sua inscrição abaixo: 




terça-feira, 5 de março de 2019

Nessa quaresma tenha atitudes que façam a diferença!




Buscamos muitas formas, jeitos, maneiras, caminhos para mudar todos os dias. Existem coisas em nós que já passaram da hora de serem abandonadas e inclusive Deus até já nos deu a graça de transformarmos e nós, continuamos estagnados, parados, vendo a vida passar.
Já parou pra perceber que você nunca está satisfeito com nada? Que você quer mais e mais, quer mudar, quer assumir coisas, quer dar passos, mas nunca tem atitudes concretas para que haja essa mudança?
Isto é muito sério, seu cansaço já é visível, porque você luta, e não consegue enxergar o que é necessário ser feito.
Decisões precisam ser tomadas, passos precisam ser dados, caminhos existem e é necessidade da nossa alma, segui-los. Os dias estão passando e mais uma Quaresma está chegando, tempo de jejum, penitência e oração, momento de ir para o deserto, de abraçar a sua cruz e a vontade de Deus para a sua vida. Você está preparado? 
Esta Quaresma pode não ser só mais uma Quaresma, ou talvez só 40 dias de abstinência de doce, de carne, de redes sociais. Esta pode ser a Quaresma que irá mudar a sua vida, poderão ser 40 dias no deserto vivendo como Cristo viveu, sendo fiel aos jejuns e penitências, mas muito além disso, você poderá experimentar constantes experiências de abandono, desapego e uma metanoia em seu cansado jeito de pensar e enxergar a vida. 
E como fazer isso? Primeiramente, queira atingir essa maturidade, acredite que Deus pode tudo, inclusive te levar além nesse tempo, o tempo é de conversão, a graça já está sobre você, os passos de decisão, de atitudes, precisam ser seus, precisam partir do seu interior, um coração decidido e convicto faz toda a diferença para mudar.
Ore mais, separe horas do seu dia para viver essa comunhão com o Senhor, principalmente em adoração e na oração do Santo Terço. Busque ir à Missa, receber o corpo do Senhor é imprescindível para quem deseja essa mudança e toda a força para perseverar. É importante também que você tenha atitudes que façam a diferença, posturas novas no seu dia a dia, aquilo de bom que é perceptível que você não faz, passe a fazer, e aquilo de mau que você faz, busque não fazer, será uma grande luta, mas o combate vale a pena. Não está tudo perdido, só é preciso acreditar e agir.
Prepare-se, esses 40 dias poderão ser incríveis para você, com experiências  fortíssimas de conversão e inesquecíveis que revigorarão a sua alma, persevere, lute, combata, enfrente seus demônios, vá para o deserto, purifique-se, ao final de tudo isso, agradeça e sorria, você pode! 



"porque és pó, e pó te hás de tornar”."
Gênesis 3, 19                          



Ana Carolina Dias 
Vocacionada da Com. Encontro




quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Papa Francisco: A oração afasta todo o medo


No percurso de redescoberta da oração do Pai-Nosso, Francisco aprofundou com os fiéis a primeira das sete invocações dessa oração: “Santificado seja o vosso nome”.

O Papa Francisco prosseguiu o seu ciclo de catequeses sobre o Pai-Nosso, na  Audiência Geral desta quarta-feira (27/02), que contou com a participação de mais de dez mil pessoas, na Praça São Pedro. A catequese de hoje teve como tema “Santificado seja o vosso nome”.
Nesse percurso de redescoberta da oração do Pai-Nosso, o Papa aprofundou com os fiéis a primeira das sete invocações dessa oração.
Francisco ressaltou que as perguntas do Pai-Nosso são sete, divididas em dois grupos. “As primeiras três têm no centro o “Vosso” de Deus Pai. As outras quatro têm no centro o “nós” e as nossas necessidades humanas. Na primeira parte, Jesus nos faz entrar em seus desejos, todos dirigidos ao Pai:
“Santificado seja o vosso nome. Venha a nós o vosso Reino, seja feita a vossa vontade”. Na segunda parte, é Ele que entra em nós e torna-se intérprete de nossas necessidades: o pão nosso de cada dia, o perdão dos pecados, a ajuda na tentação e a libertação do mal”.
Entrega de nós mesmos a Deus
“Aqui está a matriz de toda oração cristã, diria de toda oração humana, que é sempre feita, por um lado, de contemplação de Deus, de seu mistério, de sua beleza e bondade e, por outro lado, de sinceros e corajosos pedidos do que precisamos para viver e viver bem.
“ Assim, em sua simplicidade e essência, o Pai-Nosso educa que o invoca a não multiplicar palavras vazias, porque, como Jesus mesmo disse, o «vosso Pai sabe do que tendes necessidade antes de pedirdes a Ele». ”
“Quando falamos com Deus, não o fazemos para revelar a Ele o que temos em nossos corações: Ele sabe muito melhor do que nós mesmos! Se Deus é um mistério para nós, nós não somos um enigma aos seus olhos. Deus é como aquelas mães que bastam um olhar para entender tudo sobre seus filhos: se estão felizes ou tristes, se são sinceros ou escondem alguma coisa”, disse o Papa.
O primeiro passo da oração cristã é a entrega de nós mesmos a Deus, à sua providência. É como dizer: “Senhor, vós sabeis tudo, não precisa que eu vos conte a minha dor. Peço-vos somente que estejais aqui perto de mim: vós sois a minha esperança”.
Santidade de Deus deve refletir-se em nossas ações
“É interessante notar que Jesus, no discurso da montanha, logo depois de ter ensinado o “Pai-Nosso”, nos exorta a não nos preocupar com as coisas. Parece uma contradição: primeiro, nos ensina a pedir o pão de cada dia e depois nos diz: «Não fiquem preocupados, dizendo: o que vamos comer? O que vamos beber? O que vamos vestir? Mas a contradição é apenas aparente: as perguntas do cristão manifestam a confiança no Pai; e é justamente essa confiança que nos faz pedir o que precisamos sem preocupação e agitação. É por isso que rezamos dizendo: “Santificado seja o vosso nome!”
Segundo o Papa, na primeira pergunta, “se sente a admiração de Jesus pela beleza e grandeza do Pai, e o desejo que todos o reconheçam e o amem por aquilo que realmente é. Ao mesmo tempo, a súplica para que o seu nome seja santificado em nós, em nossa família, em nossa comunidade e no mundo inteiro. É Deus que santifica, que nos transforma com o seu amor, mas ao mesmo tempo nós também, com o nosso testemunho, manifestamos a santidade de Deus no mundo, tornando o seu nome presente”.
“ Deus é santo, mas se nós, se a nossa vida não é santa, há uma grande incoerência! A santidade de Deus deve refletir-se em nossas ações, em nossa vida. ”
“Sou cristão, Deus é santo, mas eu faço coisas feias. Não. Isso não serve. Isso faz mal, escandaliza e não ajuda”, disse ainda Francisco.
A oração afasta o medo
“A santidade de Deus é uma força em expansão, e nós o suplicamos para que quebre rapidamente as barreiras do nosso mundo. Quando Jesus começa a rezar, o primeiro a pagar as consequências é o mal que aflige o mundo. Os espíritos malignos maldizem: «O que queres de nós, Jesus Nazareno? Vieste para arruinar-nos? Sei quem tu és: o santo de Deus!”
“Nunca se viu uma santidade assim”, frisou o Papa, “não preocupada consigo mesma, mas orientada para fora. Uma santidade que se espalha em círculos concêntricos, como quando se joga uma pedra no lago. O mal tem seus dias contados, o mal não pode mais nos prejudicar: chegou o homem forte que toma posse de sua casa. Esse homem forte é Jesus, que nos dá a força para tomar posse de nossa casa interior”.
O Papa concluiu a sua catequese, dizendo que “a oração afasta todo o medo”. O Pai nos ama, o Filho está ao nosso lado, e o Espírito trabalha em segredo para a redenção do mundo. “Não vacilemos na incerteza. Mas temos uma grande certeza: Deus me ama; Jesus deu sua vida por mim! O Espírito está dentro de mim. Essa é a grande certeza. E o mal? Tem medo.”

Fonte: Vatican News

sábado, 23 de fevereiro de 2019

Floresça o teu lar - A maternidade como dom que se aprimora

Será possível intervir propositalmente, ainda que de forma mínima, na educação dos filhos, tendo clareza dos objetivos que quero alcançar seja para curto, médio ou longo prazo? É possível projetar-me ativamente no processo educacional dos meus filhos? Quando me refiro ao processo educacional que não se pense em pedagogia ou mediações escolares, atividades de cunho informativo. Refiro-me à formação da pessoa abordando aspectos integrais tais como caráter, vontade, corpo, alma, espírito, desejo, afeto, dentre outros. Sim, é possível.Talvez, antes destas, exista ainda outra dúvida que revela um desconhecimento não planejado, ou uma desatenção despretensiosa: “Será realmente NECESSÁRIO empenhar-se de forma elaborada e bem definida para educar os filhos? Não seria isso um exagero?“.
Talvez seja esta a primeira impressão do leitor ao se dar conta de que certas famílias definem metas, condensam materiais, propõem-se ao estudo, investigam novos caminhos, partilham abertamente sobre os filhos em momentos oportunos.De uma mãe imatura, desatenta em relação às reais solicitações da maternidade, desabrochou em mim uma guerreira que, tendo encontrado seus limites, desejou superá-los com o único objetivo de AMAR MAIS. Longe de mim ter eliminado todos os desafios. Porém, o fato agora é que a cada etapa sei que eles surgem com uma roupagem nova para me confundir, e posso desenvolver estratégias para vencê-los. Como São Paulo, digo:"Não pretendo dizer que já alcancei (esta meta) e que cheguei à perfeição. Não. Mas eu me empenho em conquistá-la, uma vez que também eu fui conquistado por Jesus Cristo." (Fil 3, 12).
A dedicação amorosa à educação integral dos filhos custa, requer oração, tempo, empenho e muita, muita perseverança. É a estrutura mais eficaz do mundo de aplicação prática da teoria adquirida.Aqui não há tempo hábil entre a aquisição do conhecimento e as demandas diárias de ser mãe. O fato é que a vida e os inúmeros imprevistos atropelam a mamãe que se armou dos conhecimentos e dos conselhos dos livros. O fato é que o planejamento parece ter ido por água abaixo e nada desse mundo luminoso da maternidade se assemelha às cenas que eu presencio durante o dia.

Calma! Pode a flor nascer sem que a planta tenha suportado as demais estações? Não são apenas os filhos que são gerados nessa família. Gera-se também um pai, uma mãe. E da forma que sois gerada, gerarás também. Reconhece que esse é o seu ambiente de crescimento, de maturação, de metamorfose, de transformação. Em breve a primavera chegará e que, junto com você:  FLORESÇA O TEU LAR!O livro digital completo estará disponível para aquisição pela plataforma de compra online - Hotmart - pelo custo de R$ 16,00. Todo o valor das vendas será revertido para a Obra Encontro, nossos projetos de missão e evangelização. Assim é a Divina Providência em nossas vidas!


Fernanda Rosetti
Cofundadora da Com. Encontro




quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

A dança em minh'alma


Dançar é muito mais do que movimentar o seu corpo ao ouvir uma música, ou até mesmo sem nenhum som externo. Dançar é sentir. Dançar é ouvir o que seu interior tanto diz e colocar pra fora toda essa explosão de sentimentos que está em você.
A dança desperta o meu melhor, me devolve da dignidade de FILHA, ela nunca se esquece que está dentro de mim, mesmo que, às vezes, eu me esqueça dela.
Mesmo que um dia minha mente se esqueça de como é utilizar o meu corpo para fazer um movimento ao som de uma música, meu coração nunca se esquecerá. 
Desde que eu era um pequeno grão no ventre da minha mãe, minha alma já dançava. Antes mesmo que eu começasse a andar, meus pés já dançavam. 
A dança vem de dentro pra fora. Todo movimento que eu faço é uma resposta do meu interior, que clama por Deus, e Ele, com sua infinita misericórdia, me despertou e me fez florir para uma vida de entrega e amor. Minha dança é o sorriso da minha alma. Ainda não sei ao certo explicar com palavras aquilo que sinto dançando, são movimentos que me alimentam do próprio Deus, me fazem sorrir e chorar por perceber o quanto encontro a Deus e a mim mesma nos mais simples e pequenos movimentos que eu faço. 
Por mais que meu corpo ainda seja limitado para executar alguns movimentos, a minha alma não é, e ela alcança onde meu corpo não consegue ir.


Andréia Oliveira
Vocacionada da Comunidade Encontro

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Eu vi o Senhor!

“Mas eu vi, eu vi o Senhor, eu vi Jesus curando o seu povo. Mas eu vi, eu vi o Senhor, eu vi Jesus, aqui.”


Como alguém que O viu pode querer viver como se não O tivesse visto?
Precisamos testemunhar o que Jesus é e já fez em nossas vidas.
O Senhor passa a todo momento em nossas vidas, Ele faz, Ele realiza, Ele é o nosso tudo. Meu irmão, minha irmã, quanto Jesus já fez por você? Por favor, te convido a isso, pense um pouco em sua vida, olhe para sua história, em quantos momentos o Senhor te resgatou e sustentou?! Em quantas situações o Senhor te livrou do mal?! Da morte?! Lá trás, naquele primeiro encontro, o Senhor passou a ser o seu tudo...mas e hoje, como está Ele em sua vida?
Nós não podemos querer servir a dois senhores, não podemos servir a Jesus e a nós mesmos, com nossas vontades e caprichos. Nós bem sabemos como tudo do mundo se passa hoje em pequenas telas de nossos celulares, todos ficam sabendo de tudo em suas próprias mãos. Se faço coisas boas e que mostram o meu Cristo, farei Jesus ser mais conhecido pela verdade que mostro, almas são tocadas e conquistadas. Agora se meu testemunho não é santo, as pessoas serão alcançadas por aquilo que não é santo. Postar uma legenda com frases da Palavra de Deus, porém com uma foto onde estou com roupas indecentes não irá evangelizar. Se o ano todo sirvo em grupos de oração e em tantos outros lugares, mas chego no verão e ajo como se Jesus nem existisse, quem acha que vou atrair para Deus? Isso afastará as pessoas do Coração de Cristo, porque irão olhar para mim e dizer: Ser de Deus é ser assim? Ser de Deus é agir dessa maneira? Não! Prefiro não seguir a esse Cristo.
As almas tem sede de Deus, precisamos as saciar, mas não o conseguiremos com a falta de testemunho. Precisamos mostrar que Aquele que nos chamou nos conquistou e nos dá tudo aquilo que precisamos, isso irá atrair, e não nossas vaidades e imprudências.
Precisamos dar nosso testemunho meus irmãos. Não escrevo isso com o intuito de dizer que você não deve viajar e nem se divertir, não, de maneira alguma, a Igreja precisa de santos assim, mas escrevo para dizer que: Onde quer que formos, não deixemos de ser Cristão! O que precisamos mostrar é esse Cristo que há em nós, é a luz que brilha em nós.
Seu corpo tira férias do trabalho, mas sua alma jamais pode tirar férias de Cristo.
Leve as pessoas ao ENCONTRO de Deus com seu testemunho e não ao afastamento da Verdade que é CRISTO. Somos os guerreiros da última hora, se não formos firmes quem o será por nós?!
Coragem valente guerreiro, é morrendo que se vive para a  Vida Eterna!
Amo muito você!

Letícia Debona
 Cofundadora da Com. Encontro

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Você está se preparando para morar no céu?


Deus preparou um lugar, uma morada no céu para cada um de nós, Ele nos prometeu isso. Mas Deus também quer morar em nós e Ele quer encontrar esse lugar preparado nos nossos corações. Nossa Senhora foi essa primeira morada aonde Jesus veio e habitou, se fez carne presente. 
Você precisa se preparar para duas coisas na sua vida:

1.Para morar no céu, é preciso preparar-se e é por esse o processo de santidade: acostumar-se a amar sempre. Estar apaixonado pelos habitantes do céu, porque ninguém vai morar num lugar com pessoas que não amam certo? Tem que amar!
Nossa Senhora já nasceu se preparando para ir morar no céu, já nasceu amando, ela não fixou nada na terra, não quis ter parte dela aqui, tudo dela foi para o céu. E você, está se preparando para ser tudo para o céu?

2.Para você morar no céu você precisa ter o céu morando em você, ter o dono do céu morando em você porque o céu começa em você. Nossa Senhora teve o dono do céu morando nela, uniu-se ao seu Criador, ao seu Senhor, de uma forma muito honrosa. Assim como teve o antigo Adão que pegou e trouxe o pecado para o mundo, teve o novo Adão que é Cristo e Nossa Senhora recebeu de Deus a honra de tomar o lugar de Eva e ser a Nova Eva. Ela está sempre ao lado de Cristo, seja no trono, na Santa Eucaristia, na Cruz...  ela é Aquela que recebeu essa graça de o próprio Deus que veio morar Nela, ela foi a morada do Cristo e o primeiro ostensório e em sua dormição, teve a graça de ser elevada por inteiro ao céu, Cristo não podia e não queria deixar parte nenhuma dela aqui na terra, a pegou por inteiro, com tudo. Porque Maria nunca quis ficar em nada aqui na terra, tudo para o céu, assim era sua vida.

Queira que o dono do céu more em você, para que você possa viver aqui na terra, como quem vive no céu. Sem se apegar a nada aqui debaixo e sem querer deixar nada aqui embaixo, levar tudo para o céu, inclusive as pessoas. Porque Deus não preparou a morada no céu para ficar vazia, Ele quer todo mundo lá. Por isso, tenha os mesmos sentimentos de Cristo e o mesmo sentimento de Maria que acolheu a humanidade inteira aos pés da Cruz. Então se você quer morar no céu tem que amar e desejar que todo mundo vá para o céu. Porque assim é a dinâmica da Salvação, todos para o céu com tudo.
Nossa Senhora foi e ligou a terra no céu assim como seu Filho e ela ainda assim mantém esse caminho como onipotência suplicante e Ela protege todos os que estão nesse caminho, pois são meus filhos e quero que vão com tudo para o céu. Por isso, não se enraízem aqui na terra, busquem o alto, busquem o céu, porque Deus quer tomar cada um de nós e nos elevar para o céu, pois lá existem muitas moradas.

Se não fosse assim o Senhor teria dito.






Por Clayton B. Antar
Fundador da Com. Encontro

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Papa: que os padres sejam alegres como Dom Bosco



O Papa Francisco inspirou sua homilia da Missa matutina celebrada na Casa Santa Marta em São João Bosco, cuja memória é recordada hoje pela Igreja. O cerne de sua exortação é que os sacerdotes não sejam funcionários, mas tenham a coragem de olhar a realidade com olhos de homem e de Deus.

Cidade do Vaticano

O Papa Francisco celebrou a missa na Casa Santa Marta e a sua homilia foi sobre a figura de São João Bosco que a Igreja recorda, nesta quinta-feira (31/01).

O Pontífice lembrou que no dia de sua ordenação, a mãe de São João Bosco, uma mulher humilde e camponesa, “que não tinha estudado na faculdade de teologia”, lhe disse: “Hoje, você começará a sofrer”. Queria enfatizar uma realidade, mas também chamar a atenção, porque se o seu filho pensou que não haveria sofrimento, significava que algo não estava certo. “É uma profecia de mãe”, uma mulher simples, mas com um coração cheio do espírito. Para um sacerdote, o sofrimento é um sinal de que tudo vai bem, mas não porque ele seja um “faquir”, mas pelo que fez Dom Bosco, que teve a coragem de olhar a realidade com os olhos de homem e com os olhos de Deus. “Ele, disse o Papa Francisco, “naquela época maçônica, anticlerical”, de “uma aristocracia fechada, onde os pobres eram realmente os pobres, o descarte, viu aqueles jovens nas ruas e disse: “Não pode ser!”. 

“Olhou com os olhos de homem, um homem que é irmão e pai também, e disse: “Mas não, isso não pode ser assim! Esses jovens talvez acabarão sendo condenados e precisarão do apoio de Pe. Cafasso. Não, não pode ser assim”, se comoveu como homem e como homem começou a pensar nas maneiras de fazer crescer os jovens, amadurecer os jovens. Estradas humanas. E depois teve a coragem de olhar com os olhos de Deus e ir até Deus e dizer: “Mostra-me isso... isso é uma injustiça... o que fazer diante disso ... Você criou essas pessoas para uma plenitude e elas estão numa verdadeira tragédia...”. E assim, olhando para a realidade com o amor de um pai, pai e mestre, diz a liturgia de hoje, e olhando para Deus com os olhos de um mendigo que pede algo de luz, começa a seguir em frente. 


Pe. Giuseppe Cafasso confortava os encarcerados, em Turim, no século XIX e muitas vezes acompanhava até a forca, os condenados à morte. Ele ficou conhecido como “o padre da forca” e foi um grande amigo de São João Bosco.

O sacerdote, reiterou o Papa, deve ter “essas duas polaridades”: “olhar a realidade com os olhos de homem e com os olhos de Deus”. Isso significa passar “muito tempo diante do tabernáculo”.

“Olhar dessa maneira fez-lhe ver o caminho, pois ele não foi com o Catecismo e o Crucifixo somente, para dizer: “façam isso...”. Os jovens o teriam dito: “Deixa pra lá! Nos vemos amanhã”. Não, não: ele estava próximo a eles, com a vivacidade deles. Fez os jovens distrair, também em grupo, como irmãos. Ele foi, caminhou com eles, ouviu com eles, viu com eles, chorou com eles e os levou adiante assim. Um sacerdote que olha humanamente as pessoas, que está ao alcance de todos.”

O Papa enfatiza assim, que os sacerdotes não devem ser funcionários ou empregados que recebem, por exemplo, "das 15 às 17h30". "Temos tantos funcionários, bons - continua ele - que fazem o seu trabalho, como devem fazer os funcionários. Mas o padre não é um funcionário, não pode sê-lo".

Francisco então exorta a olhar com os olhos de homem e "virá a você aquele sentimento, aquela sabedoria de entender que são seus filhos, seus irmãos. E depois, ter coragem de ir e lutar lá: o sacerdote é alguém que luta ao lado de Deus".

O Papa sabe que “sempre existe o risco de olhar muito o humano e nada o divino, ou muito o divino e nada o humano", mas "se não arriscarmos, não faremos nada na vida", adverte.

Um pai, de fato, arrisca pelo filho, um irmão se arrisca por um irmão quando existe amor. Isso certamente comporta sofrimentos, começam as perseguições, a tagarelice: "Este padre está lá, na rua", com aqueles jovens mal-educados que "quebram o vidro da janela com a bola".

O Papa então agradece a Deus por nos ter dado São João Bosco que desde criança começou a trabalhar, sabia o que era ganhar o pão a cada dia e havia entendido o que era a piedade, "qual era a verdadeira piedade". Este homem - sublinha ainda Francisco ao concluir - teve de Deus um grande coração de pai e mestre:

“E qual é o sinal de que um padre está fazendo bem, olhando para a realidade com os olhos de homem e com os olhos de Deus? A alegria. A alegria. Quando um padre não encontra alegria por dentro, pare imediatamente e pergunte o por quê. E a alegria de Dom Bosco é conhecida: é o mestre da alegria, hein! Porque ele fazia os outros se alegrarem e ele mesmo se alegrava. E ele próprio sofria. Peçamos ao Senhor, por intercessão de Dom Bosco, hoje, a graça de que os nossos sacerdotes sejam alegres: alegres porque têm o verdadeiro sentido de olhar para as coisas da pastoral, o povo de Deus, com os olhos de homem e com os olhos de Deus”.

Fonte: Vatican News

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Morreu pela Igreja e por Bento XVI... considerado o "Anjo da Juventude"



Fenômeno raro aconteceu com o corpo de um jovem que está em processo de canonização. Carlo Acutis, conhecido como “Anjo da Juventude” morreu aos 15 anos de uma leucemia. Afamado de santidade, o jovem oferecia o sofrimento pela Igreja e em especial pelo então Papa Bento XVI. A informação de que seu cadáver está incorrupto veio por meio de Padre Marcelo Tenório, da Arquidiocese de Campo Grande.

“Caríssimos, recebi hoje da mãe de Carlo Acutis a feliz notícia de que o Corpo do Venerável jovem, que morreu dando a vida pelo Papa Bento XVI, está INTACTO. Para nós que o amamos e divulgamos sua vida é um momento de imensa emoção e Alegria”, disse o sacerdote.

Ainda segundo o padre, ele viu as fotos mas não pode divulgá-las. “Seu corpo será levado para o convento dos capuchinhos , em Assis e de lá, em tempo oportuno, transladado para antiga Igreja de Santa Maria Maior, na mesma Assis”.

Mais sobre a história de Carlo Acutis: 
Em 2006, falecia o jovem Carlo Acutis, vítima de uma grave leucemia. No leito de morte, desejou ardentemente que seus sofrimentos fossem oferecidos a Deus pela Santa Igreja e pelo Papa Bento XVI. O testemunho do rapaz, de apenas 15 anos, comoveu toda a Itália, tornando-o modelo de santidade.

Aos 12 anos de idade, a Santa Missa já lhe era o bem mais precioso. Comungava diariamente. Assis era seu lugar preferido.

No ensino médio, desenvolveu sua paixão por computadores. Carlo criou um site dedicado aos milagres eucarísticos e à vida dos santos. “Decidi ajudá-los – dizia o jovem na página da internet – compartilhando alguns dos meus segredos mais especiais para aqueles que desejam rapidamente alcançar o objetivo da santidade”. Carlo Acutis insistia na Missa diária, na récita do rosário, na lectio divina, na confissão e no apego aos santos. “Peça ao seu Anjo da Guarda para ajudá-lo continuamente, de modo que ele se torne seu melhor amigo”, recomendava.

Em 2006, com apenas 15 anos, Carlo Acutis descobriria uma grave doença: a leucemia. Confundida inicialmente com uma inofensiva “caxumba”, o mal acabou se alastrando rapidamente, mesmo com os vários tratamentos, causando-lhe a morte em apenas um mês. Às 6:45h de 12 de outubro de 2006, o Senhor o levava para a vida eterna. Perto de falecer, confidenciou aos pais: 

“Ofereço todos os sofrimentos desta minha partida ao Senhor, ao Papa e à Igreja, para não fazer o Purgatório e ir direto para o Paraíso”.

Fonte: Jornal "O povo"

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Uma história, uma jornada, uma juventude!

Celebrada pela primeira vez em 1986, durante o pontificado de São João Paulo II, a JMJ, foi criada pelo então pontífice diante da sua imensa paixão pelos jovens.
São João Paulo II, acreditava de verdade na força que a juventude tem e que uma juventude movida para a santidade, pode realizar uma mudança gigantesca na sociedade.

Em 1985, após o Encontro Mundial dos jovens, por ocasião do Ano Internacional da Juventude, proclamado pela ONU, o papa dedicou então uma Carta Apostólica aos jovens convidando-os para mais um encontro em Roma: A primeira Jornada Mundial da Juventude, em 1986.
Em 1987, aconteceu mais um encontro em Buenos Aires com a juventude, convocado pelo pontífice polonês, aonde declarou que a JMJ tornava-se um encontro de peregrinação internacional. Neste ano ele afirmou o que vinha dizendo aos jovens desde o início de seu pontificado: “Vós sois a esperança da Igreja, vós sois a minha esperança”.
O intuito da Jornada é reunir milhares de jovens, mostrar a fé em Jesus Cristo e o rosto jovem da igreja. Os jovens precisam ser igreja, precisam buscar a santidade, ser de Deus não é pra depois, é pra hoje!
Com esse encontro, hoje a Igreja Católica reúne milhares de jovens dos quatro cantos do mundo em uma linda Celebração da nossa fé, é algo que mexe com qualquer ser humano, ver a unidade, a alegria, a juventude reunida para ser igreja.


Em seus primeiros anos, antes mesmo de ser JMJ, aconteceu em Roma (Itália - 1984, 1985, 1986). Após estes anos, enfim nomeada Jornada Mundial da Juventude realizou-se em Buenos Aires (Argentina - 1987), com a participação de 1 milhão de jovens; em Santiago de Compostela (Espanha – 1989) – 600 mil; em Czestochowa (Polônia – 1991) – 1,5 milhão; em Denver (Estados Unidos – 1993) – 500 mil; em Manila (Filipinas – 1995) – 4 milhões; em Paris (França -1997) – 1 milhão; em Roma (Itália – 2000) – 2 milhões, em Toronto (Canadá – 2002) – 800 mil; em Colônia (Alemanha – 2005) – 1 milhão; em Sidney (Austrália – 2008) – 500 mil; Madri (Espanha – 2011) – 2 milhões; Rio de Janeiro (Brasil – 2013) - 3,7 milhões; Cracóvia (Polônia - 2016) - 2,5 milhões.
Em 2019, acontecerá pela primeira vez na América Central, na cidade do Panamá. Com início no dia 22 ao dia 28 de Janeiro. No site oficial da Jornada você pode encontrar mais informações sobre o que está acontecendo, os encontros com o Papa e ficar ligadinho em cada detalhe, em cada experiência que a juventude está vivenciando, saiba mais: https://www.panama2019.pa/pt/casa/
A igreja é jovem e o jovem precisa ser igreja!

Fonte: Canção Nova, Rede Século XXI









quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

O cuidado Divino se revelou ao Carisma Encontro: feliz 18 anos!




Em Lucas 15, 11-32 Jesus conta a Parábola do Filho Pródigo, aquela da qual parte o nosso carisma.

Nesta semana olhando para Jesus no sacrário me peguei perguntando, de forma amorosa: “Senhor, quando contavas essa parábola, pensavas em nós?”.

É fato que a vida, a graça, o bem, os carismas, os dons, toda a comunicação da benevolência Divina aos homens tem como fonte geradora a Palavra de Deus. Mas eu queria saber mais que isso...

-“Sim, diz Jesus, pensava em Ti. O objeto do pensar Divino é o homem. O cuidado Divino se ocupa do homem, de sua vida, sua dignidade, suas vicissitudes. Desde que pense, penso em Ti. Estavas ali, Comunidade Encontro, como potencia, como semente a cair na terra e germinar para o tempo certo, para o povo certo. É, pensava em Ti. Encontro. Pensar é amar. Sois amados, objeto dos meus cuidados!”

Entendi, portanto, o aspecto infinito e rico de nossa fundação. Em uma única palavra proferida pela boca de Jesus abre-se o horizonte infinito da revelação e a inesgotável ação de Deus em favor dos homens. E nós, como fragmento quase invisível nessa imensidão, começamos a manifestar e a corresponder. Assim surge a Comunidade Encontro, como fagulha no abismo que é Deus, seu Verbo, sua Palavra.  Que alegria! O fundador escutou a primeira palavra que sempre foi dita: ENCONTRO.   

Nós, filhos, nos abrimos a este som e aqui estamos atraídos por ele.
Hoje, aqui, celebramos 18 anos, Deus que nos ultrapassa celebra a eternidade.



Que belo! Ser encontro é divino! Parabéns a todos!





Feliz 18 anos Comunidade Encontro!

Por Fernanda Rosetti, Cofundadora da Com. Encontro

sábado, 5 de janeiro de 2019

18 anos de ENCONTRO


18 anos de ENCONTRO nos levaram a encontrar milhões de pessoas. 
São milhões de abraços dados. 
Milhões sorrisos oferecidos sem nada pedir em troca. 
Um servir aqui e outro ali, e quando vemos já chegou o próximo ano.
Quanto nos preenche ter uma vida toda entregue à Deus e fazer em tudo a Sua santa vontade. 
Milhões de lágrimas derramadas. Emoções, muitas quedas, mas em todos esses anos muitas mãos nos ajudaram a levantar.
Nada nos resta além de agradecer por tudo que vivemos até aqui, por cada pessoa que passou pela nossa vida e marcou a nossa história.

Por isso, queremos te convidar a continuar escrevendo essa linda história de ENCONTRO comemorando conosco nossos 18 anos, com a Santa Missa presidida pelo Pe. Josimar Pirovani da Paróquia Santíssima Trindade (Marataízes-ES) 
dia 10 de Janeiro, às 09h na Casa de Maria.

Amamos te encontrar!