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domingo, 17 de novembro de 2019

Papa Francisco: "Os pobres facilitam o acesso ao Céu"

“Os pobres são preciosos aos olhos de Deus, porque não falam a linguagem do eu”. Palavras do Papa Francisco durante a homilia na celebração da Missa comemorativa para o 3º Dia Mundial dos Pobres neste domingo, 17 de novembro.

Na manhã deste domingo (17) o Papa Francisco celebrou na Basílica de São Pedro a Missa comemorativa para o 3º Dia Mundial dos Pobres.

Durante a homilia que tinha como tema a citação de Lucas na qual alguém elogiava a magnificência do templo de Jerusalém, e Jesus disse não ficará ‘pedra sobre pedra’ (Lc 21, 6), o Pontífice refletiu: “Por que profetiza que este ponto firme, nas certezas do povo de Deus, cairia?”.
Coisas penúltimas e coisas últimas

A partir desse ponto o Papa disse:”Procuremos respostas nas palavras de Jesus. Ele nos diz que quase tudo passará: quase tudo, mas não tudo”. Segundo as palavras de Jesus “a desmoronar-se, a passar são as coisas penúltimas, não as últimas: o templo, não Deus; os reinos e as vicissitudes da humanidade, não o homem”.

O Papa explica:

“ Resta o que não passará jamais: o Deus vivo, infinitamente maior do que qualquer templo que Lhe construamos, e o homem, o nosso próximo ”

Em seguida, Francisco fala sobre os enganos que nos fazem desviar de Jesus para não ficarmos nas “coisas penúltimas”, e afirma:

“ Mas esta pressa este tudo e imediatamente não vem de Deus. Se nos afadigarmos pelo imediatamente, esqueceremos o que permanece para sempre: seguimos as nuvens que passam, e perdemos de vista o céu ”

Pois “atraídos pelo último alarido, deixamos de encontrar tempo para Deus e para o irmão que vive ao nosso lado”.
Perseverança e tentação do "eu"

Como fazer para evitar? “Como antídoto à pressa, Jesus propõe-nos hoje a cada um a perseverança”, e explica:

“ A perseverança é avançar dia a dia com os olhos fixos naquilo que não passa: o Senhor e o próximo ”

Um segundo engano que nos faz desviar de Jesus, diz o Papa “é a tentação do eu. Ora o cristão, dado que não procura o imediatamente mas o sempre, não é um discípulo do eu, mas do tu.”

Porém, observa o pontífice “E como se distingue a voz de Jesus? ‘Muitos virão em meu nome’: diz o Senhor. Mas não devemos segui-los”. Temos que encontrar os que falam a mesma linguagem de Jesus:
“ A linguagem do amor, a linguagem do tu. Não fala a linguagem de Jesus quem diz eu, mas quem sai do próprio eu. Todavia quantas vezes, mesmo ao fazer o bem, reina a hipocrisia do eu: faço o bem, mas para ser considerado virtuoso; dou, mas para receber em troca; ajudo, mas para ganhar a amizade daquela pessoa importante. Isto é falar a linguagem do eu ”

Recordando a todos como servir, o Papa diz:
Pobres, porteiros do Céu

“Os pobres são preciosos aos olhos de Deus, porque não falam a linguagem do eu: não se aguentam sozinhos, com as próprias forças, precisam de quem os tome pela mão”. Então o Papa convida “quando os ouvimos bater à nossa portas, podemos receber o seu grito de ajuda como uma chamada para sair do nosso eu, aceitá-los com o mesmo olhar de amor que Deus tem por eles. Como seria bom se os pobres ocupassem no nosso coração o lugar que têm no coração de Deus!”.

Francisco finalizou sua homilia recordando mais uma vez “Os pobres facilitam-nos o acesso ao Céu: é por isso que o sentido da fé do povo de Deus os viu como os porteiros do Céu. Já desde agora, são o nosso tesouro, o tesouro da Igreja”.

Fonte: Vatican News

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

FÁBRICA DE SANTIDADE 2019


Que a Santidade da nossa vida apresse o Senhor e Ele logo virá!
O Programa de Formação Fábrica de Santidade está de volta, a partir do dia 20 de Outubro de 2019, voltamos com as nossas formações que acontecerão um sábado por mês das 14h às 18:30h na Comunidade Encontro, em nosso centro de evangelização, Casa de Maria,  (Zona Rural - Localidade São Simão / Bairro IBC, Cachoeiro de Itapemirim, ES. Referência: estrada de chão logo após a Polícia Federal sinalizada com placas indicativas.) 
Neste ano temos uma grande novidade para vocês queridos irmãos, o tema proposto nas Formações é o livro "Imitação de Cristo". Uma grande riqueza da nossa igreja, uma obra que foi livro de cabeceira de muitos santos e que nos ensina profundamente como tornar-nos verdadeiros cristãos, aqueles que imitam profundamente a vida de Cristo.
Que grande graça iremos viver com tudo isso, queremos muito encontrá-los aqui, precisamos ser estes que buscam a santidade, que transformados pelo amor de Cristo, nos decidimos por Ele, é tempo de conversão, nos acheguemos sem medo para vivermos a santidade.


Precisamos ser santos, não por vaidade, mas por obediência." Clayton B. Antar




Faça sua inscrição abaixo:

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

DIA DE ESPIRITUALIDADE - PARTE II

No dia 8 de Dezembro acontecerá na Comunidade Encontro mais um dia de Espiritualidade com nosso Fundador, Clayton B. Antar, que nos ajudará a entender um pouco mais sobre como agir e viver o fim dos tempos, o tema desse dia será "Fim dos tempos: Os apóstolos da Imaculada". 
Você já sabe quanto dura a vida ou quanto tempo você ainda tem para continuar na sua mesma vidinha de sempre? Precisamos de conversão, precisamos ser santos HOJE, AGORA! 

Participe conosco e leve a sério, pois um cristão sem formação, constrói sua casa na areia e não sobre a rocha, e passando qualquer vento será derrubado. 

As inscrições são GRATUITAS, o nosso encontro terá início às 8h, em nosso Centro de Evangelização "Casa de Maria" (Zona Rural - Localidade São Simão / Bairro IBC, Cachoeiro de Itapemirim, ES. Referência: estrada de chão logo após a Polícia Federal sinalizada com placas indicativas.), te esperamos!

AMAMOS TE ENCONTRAR!




FAÇA AQUI A SUA INSCRIÇÃO: 

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Papa: em novembro,

rezar pelo diálogo e a reconciliação no Oriente Médio

No mês de novembro, o Papa Francisco pede orações para que nasça um espírito de diálogo, encontro e reconciliação entre as comunidades religiosas do Oriente Médio.

O diálogo e a reconciliação no Oriente Médio estão na intenção de oração do Papa Francisco para este mês de novembro.

Na iniciativa "O Vídeo do Papa" do mês, Francisco ressalta a convivência entre as comunidades no Oriente Médio, pedindo a todos os católicos que rezem por um diálogo genuíno entre elas. O Santo Padre recorda que a busca de unidade entre cristãos, judeus e muçulmanos “é baseada em laços espirituais e históricos".

Paz, reconciliação, perdão

O Pontífice enfatiza que existem muitas comunidades cristãs, judaicas e muçulmanas "trabalhando pela paz, a reconciliação e o perdão". Tendo em conta tal realidade, ele pede que a busca de diálogo e unidade dentro de cada uma dessas comunidades seja realizada sem temer as diferenças.

“Rezemos para que, no Oriente Médio, nasça um espírito de diálogo, de encontro e de reconciliação.”
Na região, os muçulmanos representam pouco mais de 93% da população. A comunidade cristã, por outro lado, constitui aproximadamente 5%; e a judaica, que está concentrada principalmente em Israel, é de quase 2%.

Durante sua visita a Bari em julho de 2018, o Papa Francisco também mencionou a importância da reconciliação quando se dirigiu aos cristãos do Oriente Médio com as seguintes palavras: “A paz não virá graças às tréguas sustentadas por muros e testes de força, mas pela vontade real de ouvir e dialogar”.

Rezar e estudar

O Pe. Frédéric Fornos, SJ, Diretor Internacional da Rede Mundial de Oração do Papa, reforça a mensagem do Santo Padre: “O Papa Francisco nos convida este mês a abrir nossos corações e orações ao Oriente Médio. Esta é a terra onde nasceram as três grandes religiões monoteístas: judaísmo, cristianismo e islamismo. É a terra de Abraão, Isaque e Jacó, a terra dos profetas, e onde Jesus Cristo nasceu de Maria. A Igreja nasceu lá. Desde a época de Jesus até hoje, os cristãos sempre estiveram presentes nessas terras”.

Para o jesuíta, este mês é a ocasião para nos interessar pela diversidade das tradições religiosas e culturais do Oriente Médio. “Demonstrar interesse pelos homens e mulheres desta terra nos ajudará a rezar por eles.”

A sugestão do Padre Fornos é estudar o “Documento sobre a fraternidade humana, pela paz mundial e pela vida comum”, assinado pelo Santo Padre e pelo Grande Imã de Al-Azhar, assinada durante a viagem do Papa aos Emirados Árabes Unidos em fevereiro deste ano.

Fonte: Vatican News

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Christus vivit: escolher sem medo de errar


Um ano depois do Sínodo sobre os jovens, rapazes e moças do mundo refletem sobre a "Christus vivit", a Exortação do Papa Francisco. A juventude é o “tempo dos sonhos”, mas é também o tempo das "escolhas", escreve Francisco. Em relação aos adultos, que mantêm os pés "paralelos", os jovens têm "sempre um diante do outro", prontos a partir. André, jovem do Senegal, revela: eu escolho entregando-me à força de Deus.

Christus vivit
(parágrafos 134-149)

134. Como se vive a juventude, quando nos deixamos iluminar e transformar pelo grande anúncio do Evangelho? Trata-se duma pergunta importante que nos devemos colocar, pois a juventude não é motivo de que possamos vangloriar-nos, mas um dom de Deus: «ser jovem é uma graça, uma ventura».[71]É um dom que podemos malbaratar inutilmente ou recebê-lo agradecidos e vivê-lo em plenitude.

135. Deus é o autor da juventude e age em cada jovem. A juventude é um tempo abençoado para o jovem e uma bênção para a Igreja e o mundo. É uma alegria, uma canção de esperança e uma beatitude. Apreciar a juventude significa considerar este período da vida como um momento precioso, e não como uma fase de passagem onde os jovens se sentem empurrados para a idade adulta.
Tempo de sonhos e opções

136. No tempo de Jesus, a saída da infância era uma passagem vital muito esperada, que se festejava e vivia intensamente. Assim, quando Jesus devolveu a vida a uma «menina» (Mc 5, 39), fê-la avançar um passo, fê-la crescer e tornar-se «moça» (Mc 5, 41). Ao mesmo tempo que lhe dizia «moça, levanta-te!» (talitá kum), tornou-a mais responsável da sua vida abrindo-lhe as portas da juventude.

137. «Como fase do desenvolvimento da personalidade, a juventude está marcada por sonhos que se vão formando, relações que adquirem consistência sempre maior e equilíbrio, tentativas e experiências, opções que constroem gradualmente um projeto de vida. Nesta época da vida, os jovens são chamados a lançar-se para diante, mas sem cortar com as raízes, a construir autonomia mas não sozinhos».[72]

138. O amor de Deus e a nossa relação com Cristo vivo não nos impedem de sonhar, não nos pedem para restringir os nossos horizontes. Pelo contrário, esse amor instiga-nos, estimula-nos, lança-nos para uma vida melhor e mais bela. A palavra «inquietude» resume muitas das aspirações do coração dos jovens. Como dizia São Paulo VI, «precisamente nas insatisfações que vos atormentam (…) há um elemento de luz».[73]A inquietude insatisfeita juntamente com a admiração pelas novidades que assomam ao horizonte abrem caminho à ousadia que os impele a tomar a sua vida nas próprias mãos e a tornar-se responsáveis por uma missão. Esta sã inquietude, que surge especialmente na juventude, continua a ser a caraterística de qualquer coração que permanece jovem, disponível, aberto. A verdadeira paz interior convive com esta profunda insatisfação. Dizia Santo Agostinho: «Senhor, criastes-nos para Vós e o nosso coração não descansa enquanto não repousar em Vós».[74]

139. Algum tempo atrás, um amigo perguntou-me o que vejo quando penso num jovem. A minha resposta foi que «vejo um jovem ou uma jovem à procura do seu próprio caminho, que quer voar com os pés, que assoma ao mundo e fixa o horizonte com olhos cheios de esperança, cheios de futuro e também de ilusões. O jovem caminha com dois pés como os adultos, mas, ao contrário dos adultos que os mantêm paralelos, aquele coloca um atrás do outro, pronto a arrancar, a partir. Sempre a olhar para diante. Falar de jovens significa falar de promessas, significa falar de alegria. Os jovens têm tanta força, são capazes de olhar com tanta esperança! Um jovem é uma promessa de vida, que traz em si um certo grau de tenacidade; tem um grau suficiente de insensatez para poder enganar-se a si mesmo e uma capacidade suficiente para curar a deceção que daí pode derivar».[75]

140. Alguns jovens talvez rejeitem esta fase da vida, porque gostariam de continuar a ser crianças, ou desejam «um prolongamento indefinido da adolescência e o adiamento das decisões; o medo do definitivo gera, assim, uma espécie de paralisia decisória. Mas a juventude não pode permanecer um tempo suspenso: é a idade das opções, consistindo nisto mesmo o seu encanto e a sua tarefa maior. Os jovens tomam decisões nas áreas profissional, social e política, e outras ainda mais radicais que determinarão a fisionomia da sua existência».[76]E tomam decisões também a propósito do amor, com a escolha do seu par e na opção de ter os primeiros filhos. Aprofundaremos estes temas nos últimos capítulos, dedicados à vocação pessoal e ao seu discernimento.

141. Mas, contra os sonhos que inspiram as decisões, há sempre «a ameaça da lamentação, da resignação. Estas deixemo-las aos que seguem a “deusa lamentação”! (...) [Esta] é um engano: faz com que te encaminhes pela estrada errada. Quando tudo parece estar parado e estagnante, quando os problemas pessoais nos preocupam, as dificuldades sociais não encontram as devidas respostas, não é bom dar-se por vencido. O caminho é Jesus: façamo-Lo subir para o nosso barco e façamo-nos ao largo com Ele. Ele é o Senhor! Ele muda a perspetiva da vida. A fé em Jesus conduz-nos a uma esperança que vai mais além, a uma certeza fundada não só nas nossas qualidades e habilidades, mas na Palavra de Deus, no convite que vem d’Ele. Sem fazer demasiados cálculos humanos nem se preocupar com verificar se a realidade que vos circunda coincide com as vossas certezas, fazei-vos ao largo, saí de vós mesmos».[77]

142. Devemos perseverar no caminho dos sonhos. Para isso, é preciso ter cuidado com uma tentação que muitas vezes nos engana: a ansiedade. Pode tornar-se uma grande inimiga, quando leva a render-nos, porque descobrimos que os resultados não são imediatos. Os sonhos mais belos conquistam-se com esperança, paciência e determinação, renunciando às pressas. Ao mesmo tempo, é preciso não se deixar bloquear pela insegurança: não se deve ter medo de arriscar e cometer erros; devemos, sim, ter medo de viver paralisados, como mortos ainda em vida, sujeitos que não vivem porque não querem arriscar, não perseveram nos seus compromissos ou têm medo de errar. Ainda que erres, poderás sempre levantar a cabeça e voltar a começar, porque ninguém tem o direito de te roubar a esperança.

143. Jovens, não renuncieis ao melhor da vossa juventude, não fiqueis a observar a vida da sacada. Não confundais a felicidade com um sofá nem passeis toda a vossa vida diante dum visor. E tão-pouco vos reduzais ao triste espetáculo dum veículo abandonado. Não sejais carros estacionados, mas deixai brotar os sonhos e tomai decisões. Ainda que vos enganeis, arriscai. Não sobrevivais com a alma anestesiada, nem olheis o mundo como se fôsseis turistas. Fazei-vos ouvir! Lançai fora os medos que vos paralisam, para não vos tornardes jovens mumificados. Vivei! Entregai-vos ao melhor da vida! Abri as portas da gaiola e saí a voar! Por favor, não vos aposenteis antes do tempo.
A vontade de viver e experimentar

144. Esta projeção para o futuro, que se sonha, não significa que os jovens estejam totalmente lançados para diante, pois simultaneamente há neles um forte desejo de viver o presente, aproveitar ao máximo as possibilidades que esta vida lhes oferece. Este mundo está repleto de beleza! Como se pode desprezar os dons de Deus?

145. Ao contrário do que muitos pensam, o Senhor não quer atenuar esta vontade de viver. Faz-nos bem lembrar o que ensinava um sábio do Antigo Testamento: «Meu filho, se tens com quê, trata-te bem. (…) Não te prives da felicidade presente» (Sir 14, 11.14). O verdadeiro Deus, Aquele que te ama, quer-te feliz. Por isso, na Bíblia, encontramos também este conselho dirigido aos jovens: «Jovem, regozija-te na tua mocidade e alegra o teu coração na flor dos teus anos. (...) Lança fora do teu coração a tristeza» (Ecl 11, 9.10). Porque é «Deus que nos dá tudo com abundância para nosso usufruto» (1 Tim 6, 17).

146. Como poderá dizer-se agradecido a Deus quem não é capaz de usufruir dos seus pequenos presentes de cada dia, quem não sabe parar diante das coisas simples e agradáveis que encontra a cada passo? Com efeito, «não há pior do que aquele que é avaro para si mesmo» (Sir 14, 6). Não se trata de ser insaciáveis, sempre obcecados por prazeres sem fim; antes pelo contrário, pois isso impedir-te-á de viver o presente. Trata-se de saber abrir os olhos e parar a fim de viver plenamente e com gratidão cada um dos pequenos presentes da vida.

147. A Palavra de Deus convida-te claramente a viver o presente, e não só a preparar o amanhã: «Não vos preocupeis com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã já terá as suas preocupações. Basta a cada dia o seu problema» (Mt 6, 34). Isto, porém, não significa abandonar-se a uma libertinagem irresponsável que nos deixa vazios e sempre insatisfeitos, mas convida-nos a viver plenamente o presente, usando as nossas energias para fazer coisas boas, cultivando a fraternidade, seguindo Jesus e apreciando cada pequena alegria da vida como um presente do amor de Deus.

148. A propósito, quero lembrar que o cardeal Francisco Xavier Nguyên van Thuân, quando foi preso num campo de concentração, não quis que os seus dias consistissem apenas em aguardar, esperar um futuro. Escolheu «viver o momento presente, cumulando-o de amor»; e a maneira como o realizava era esta: «Aproveito as oportunidades que me surgem cada dia para realizar ações ordinárias de maneira extraordinária».[78]Enquanto lutas para realizar os teus sonhos, vive plenamente o dia de hoje, numa entrega total e cheia de amor em cada momento. A verdade é que este dia da tua juventude pode ser o último, e por isso vale a pena vivê-lo com toda a garra e profundidade possíveis.

149. Isto é válido também para os momentos difíceis, que devem ser vividos profundamente para conseguir aprender a sua mensagem. Como ensinam os bispos suíços, «Ele está lá no lugar onde pensávamos que nos tinha abandonado e que já não havia possibilidade alguma de salvação. É um paradoxo, mas o sofrimento, as trevas tornaram-se, para muitos cristãos, (...) lugares de encontro com Deus».[79]Além disso, o desejo de viver e fazer novas experiências tem a ver especialmente com muitos jovens em condições de deficiência física, psíquica e sensorial. Embora nem sempre possam fazer as mesmas experiências dos coetâneos, possuem recursos surpreendentes, inimagináveis que às vezes superam os recursos comuns. O Senhor Jesus cumula-os doutros dons, que a comunidade é chamada a valorizar, para que possam descobrir o seu projeto de amor para cada um deles.

Fonte: Vatican News

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Indulgência plenária na comemoração de todos os fiéis defuntos


Neste dia 2 de novembro, na comemoração de todos os fiéis defuntos, é possível ganhar indulgência plenária.

O que é a indulgência?
 Indulgência é a remissão, diante de Deus, da pena temporal devida pelos pecados já perdoados quanto à culpa, que o fiel, devidamente disposto e em certas e determinadas condições, alcança por meio da Igreja, a qual, como dispensadora da redenção, distribui e aplica, com autoridade, o tesouro das satisfações de Cristo e dos Santos. ( N1- Normas da Constituição Apostólica Indulgentiarum Doctrina- Papa Paulo VI)

É necessário seguir as condições habituais de confissão sacramental, comunhão eucarística e oração nas intenções do Sumo Pontífice. 

CONDIÇÕES PARA RECEBER A INDULGÊNCIA PLENÁRIA

- Confissão (A confissão pode ser feita entre o dia 1° ao dia 8 desse mês)
- Participar da Santa Missa- Rezar o Creio- E rezar segundo a intenção do Papa nesse mês de novembro que é: Diálogo e reconciliação do Próximo Oriente (Para que no Próximo Oriente, no qual diversas tradições religiosas partilham o mesmo espaço de vida, nasça um espírito de diálogo, de encontro e de reconciliação.)