Google+ Janeiro 2014 ~ Comunidade Encontro

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24h de música católica para você!

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Dom Bosco, rogai por nós!

Dom Bosco nasceu em 16 de agosto de 1815, no Piemonte, Itália. Filho caçula de três irmãos, teve em sua "Mamãe Margarida" um exemplo profundo de vida cristã que marcou profundamente seu espírito.
Aos nove anos teve um sonho profético: pareceu-lhe estar no meio de uma multidão de crianças ocupadas em brincar; algumas delas, porém, proferiam blasfêmias. Joãozinho lançou-se, então, sobre os blasfemadores com socos e pontapés para fazê-los calar; eis, contudo, que se apresenta uma personagem dizendo-lhe: "Deverás ganhar estes teus amigos não com bastonadas, mas com bondade e amor... Eu te darei a Mestra sob cuja orientação podes ser sábio, sem a qual, qualquer sabedoria se torna estultícia". A personagem era Jesus e a Mestra Maria Santíssima.


Após esse sonho, Dom Bosco fez tudo para ficar próximo dos jovens, pois "se estão comigo, dizia à mamãe, não falam mal".
Desejando fazer-se padre para dedicar-se totalmente à salvação das crianças, enquanto trabalhava de dia, passava as noites sobre os livros, até que, aos 20 anos, ingressou no Seminário de Chieri e, em 1841, foi ordenado sacerdote em Turim, aos 26 anos. Turim, naqueles tempos, estava cheia de jovens pobres em busca de trabalho, órfãos ou abandonados, expostos a muitos perigos para a alma e para o corpo. Dom Bosco começou a reuni-los aos domingos, às vezes numa Igreja, outras num prado, ou ainda numa praça para fazê-los brincar e instruí-los no Catecismo até que, após cinco anos de grandes dificuldades, conseguiu estabelecer-se no bairro periférico de Valdocco e abrir seu primeiro oratório. Os garotos encontravam ali alimento e moradia, estudavam e aprendiam uma profissão, mas sobretudo aprendiam a amar o Senhor: São Domingos Sávio era um deles.
Uma de suas recomendações foi esta: "Dizei aos jovens que os espero no paraíso". Expirava em 31 de Janeiro de 1888, em seu pobre quartinho de Valdocco, aos 72 anos de idade. Em 1º de abril de 1934, foi proclamado santo pelo Papa Pio XI, que teve a felicidade de conhecê-lo.

Fonte: Adaptado de Salesianos do Brasil

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Grafite do Papa em Roma


A imagem do Papa Francisco pintada numa parede, nas proximidades do Vaticano, foi parar no Twitter do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais: "Mostramos a vocês um grafite encontrado em Roma numa rua próxima ao Vaticano", diz a mensagem. 

Criativa e sem nenhuma vulgaridade, a imagem mostra o Papa voando estilo 'Superman', com um dos braços esticado para frente com punho cerrado e no outro,a mão carregando a sua tradicional pastinha preta onde está escrito 'Valores' (e de dentro sai uma espécie de flâmula do time San Lorenzo, de Buenos Aires').

O Papa Francisco, após ser capa de tantas revistas e o campeão de 'buscas' no google em 2013, agora é homenageado nas paredes de Roma!

Entretanto, não é a primeira vez que o artista Maupal deixa sua marca. Um "super-papa" muito parecido e com técnicas semelhantes já fora registrado por nossa equipe no ano passado, sempre nas imediações do Vaticano.


Fonte: Rádio Vaticano

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Jesus no Litoral 2014

A Comunidade Encontro esteve presente no Jesus no Litoral 2014 com o stand institucional vendendo seus produtos ao sábado (25/01) e apresentando duas danças ao domingo na praia, abrindo o show da banda ExaltaCristo.

O evento, realizado pelo Ministério Jovem-ES, aconteceu em Itaipava nos dias 24 a 26 com momentos de pregação, oração, Santa Missa e shows, finalizando com a missão de ir à praia evangelizar os turistas, levando uma simples palavra, mas com um poderoso poder: "Deus te ama."

Confira as fotos clicando aqui e assista abaixo a chamada para o domingo do evento com Fernanda Rosetti, missionária consagrada da Comunidade Encontro.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Construções em Betesda

Espaço João Paulo II
A primeira obra em Betesda foi o Espaço João Paulo II iniciada em 15 de fevereiro de 2012, com o Retiro Abba Pai sendo o primeiro evento realizado.
Local dos eventos no Centro de Evangelização, mesmo em uso, continuamos a construção do Espaço para se tornar um ambiente cada vez mais agradável e confortável.


Construção da recepção e lanchonete
Iniciamos em Janeiro de 2014 mais uma obra em Betesda. Começamos a construção da recepção e lanchonete para assim sanar nossa necessidade e não precisarmos mais alugar tendas para o funcionamento das mesmas.

Projeto "E se nos unirmos?"

O projeto tem como objetivo despertar um sentido de união geral em torno de uma causa de cunho transformador do meio social. Promover a arrecadação de recursos para a manutenção da instituição promotora da campanha e construção de estruturas que abrigarão o desenvolvimento dos projetos de evangelização, prevenção e recuperação.

A sua ajuda será investida no término da construção da Capela do Santíssimo, do Espaço de eventos João Paulo II e também proporcionará a construção da cozinha, do refeitório e dos banheiros. em Betesda nessa primeira fase da campanha. Estas edificações serão inicialmente estrutura básica de suporte para promoção de eventos, reuniões, cursos, oficinas para os jovens nas áreas de espiritualidade, música, dança, teatro, esporte, comunicação, trabalhos artesanais. Serão desenvolvidas estas e demais iniciativas de evangelização utilizando-se da PREVENÇÃO como fim de resgate e formação do jovem como ser humano, cristão e cidadão integral apto para os desafios do tempo atual e perpetuador da verdade.



A juventude é mais do que uma geração somente em busca de formação acadêmica ou trabalho, hoje ela representa o grande grito por mudança das coisas que fazem mal à nossa sociedade. Eles não são o futuro. Eles são o AGORA. Um jovem que se encontra, descobre dentro de si dons, talentos e a capacidade para tornar-se o coautor de sua história ao lado de Deus, tem em suas mãos uma semente capaz de brotar nos terrenos mais áridos e inférteis, seja em realidades distantes ou dentro de sua própria casa. Acreditar na juventude é oferecer para ela meios que possibilitem essa descoberta antes que o mundo faça sua falsa proposta de felicidade.

E através da prevenção podemos gerar no jovem o amor à vida, às pessoas e a Deus, despertar seus dons, apostar em seu potencial, capacitá-los para os desafios do meio onde vive, é fazê-lo evitar um caminho já conhecido por milhares de jovens hoje: violência, drogas, prostituição, falta de perspectiva na vida e tantos outros males que prejudicam suas vidas e a própria sociedade. Queremos levar a eles a melhor das revelações: Jesus Cristo, pela via de uma nova comunicação, uma nova abordagem, uma nova linguagem. Se isso for feito, não haverá recursos suficientes para tentar recuperar e reparar os danos de uma geração doente pela má formação dos valores morais e por feridas causadas no meio familiar. Pra que esperar que se percam numa busca de compensação nos prazeres que o mundo oferece? Prevenir é mais inteligente.

Construção do site da campanha SUA AJUDA É 10!

A Comunidade Encontro lançou a campanha SUA AJUDA É 10! com o intuito de arrecadar fundos para a construção de Betesda e assim dar continuidade ao Projeto Juventude Santa.


Para a divulgação e maior conhecimento do projeto, colocamos no ar o site www.esenosunirmos.com que ainda está em manutenção, mas já está no ar.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Apresentação da Mensagem do Papa para a 48ª Jornada Mundial das Comunicações Sociais


O Pontifício Conselho para as Comunicações divulgou hoje, 23, a mensagem do papa Francisco para o 48º Dia Mundial das Comunicações Sociais, a ser celebrado em 1º de junho. O texto traz como tema “Comunicação a serviço de uma autêntica cultura do encontro”.

O papa reconhece a importância dos meios de comunicação e novas mídias sociais digitais. "Podem ajudar a sentir-nos mais próximo uns dos outros; a fazer-nos perceber um renovado sentido de unidade da família humana”, afirma.
Mensagem do Santo Padre na íntegra:
Queridos irmãos e irmãs,
Hoje vivemos num mundo que está a tornar-se cada vez menor, parecendo, por isso mesmo, que deveria ser mais fácil fazer-se próximo uns dos outros. Os progressos dos transportes e das tecnologias de comunicação deixam-nos mais próximo, interligando-nos sempre mais, e a globalização faz-nos mais interdependentes. Todavia, dentro da humanidade, permanecem divisões, e às vezes muito acentuadas. A nível global, vemos a distância escandalosa que existe entre o luxo dos mais ricos e a miséria dos mais pobres. Frequentemente, basta passar pelas estradas duma cidade para ver o contraste entre os que vivem nos passeios e as luzes brilhantes das lojas. Estamos já tão habituados a tudo isso que nem nos impressiona. O mundo sofre de múltiplas formas de exclusão, marginalização e pobreza, como também de conflitos para os quais convergem causas económicas, políticas, ideológicas e até mesmo, infelizmente, religiosas.
Neste mundo, os mass-media podem ajudar a sentir-nos mais próximo uns dos outros; a fazer-nos perceber um renovado sentido de unidade da família humana, que impele à solidariedade e a um compromisso sério para uma vida mais digna. Uma boa comunicação ajuda-nos a estar mais perto e a conhecer-nos melhor entre nós, a ser mais unidos. Os muros que nos dividem só podem ser superados, se estivermos prontos a ouvir e a aprender uns dos outros. Precisamos de harmonizar as diferenças por meio de formas de diálogo, que nos permitam crescer na compreensão e no respeito. A cultura do encontro requer que estejamos dispostos não só a dar, mas também a receber de outros. Os mass-media podem ajudar-nos nisso, especialmente nos nossos dias em que as redes da comunicação humana atingiram progressos sem precedentes. Particularmente a internet pode oferecer maiores possibilidades de encontro e de solidariedade entre todos; e isto é uma coisa boa, é um dom de Deus.
No entanto, existem aspectos problemáticos: a velocidade da informação supera a nossa capacidade de reflexão e discernimento, e não permite uma expressão equilibrada e correcta de si mesmo. A variedade das opiniões expressas pode ser sentida como riqueza, mas é possível também fechar-se numa esfera de informações que correspondem apenas às nossas expectativas e às nossas ideias, ou mesmo a determinados interesses políticos e económicos. O ambiente de comunicação pode ajudar-nos a crescer ou, pelo contrário, desorientar-nos. O desejo de conexão digital pode acabar por nos isolar do nosso próximo, de quem está mais perto de nós. Sem esquecer que a pessoa que, pelas mais diversas razões, não tem acesso aos meios de comunicação social corre o risco de ser excluído.
Estes limites são reais, mas não justificam uma rejeição dos mass-media; antes, recordam-nos que, em última análise, a comunicação é uma conquista mais humana que tecnológica. Portanto haverá alguma coisa, no ambiente digital, que nos ajuda a crescer em humanidade e na compreensão recíproca? Devemos, por exemplo, recuperar um certo sentido de pausa e calma. Isto requer tempo e capacidade de fazer silêncio para escutar. Temos necessidade também de ser pacientes, se quisermos compreender aqueles que são diferentes de nós: uma pessoa expressa-se plenamente a si mesma, não quando é simplesmente tolerada, mas quando sabe que é verdadeiramente acolhida. Se estamos verdadeiramente desejosos de escutar os outros, então aprenderemos a ver o mundo com olhos diferentes e a apreciar a experiência humana tal como se manifesta nas várias culturas e tradições. Entretanto saberemos apreciar melhor também os grandes valores inspirados pelo Cristianismo, como, por exemplo, a visão do ser humano como pessoa, o matrimónio e a família, a distinção entre esfera religiosa e esfera política, os princípios de solidariedade e subsidiariedade, entre outros.
Então, como pode a comunicação estar ao serviço de uma autêntica cultura do encontro? E – para nós, discípulos do Senhor – que significa, segundo o Evangelho, encontrar uma pessoa? Como é possível, apesar de todas as nossas limitações e pecados, ser verdadeiramente próximo aos outros? Estas perguntas resumem-se naquela que, um dia, um escriba – isto é, um comunicador – pôs a Jesus: «E quem é o meu próximo?» (Lc 10, 29 ). Esta pergunta ajuda-nos a compreender a comunicação em termos de proximidade. Poderíamos traduzi-la assim: Como se manifesta a «proximidade» no uso dos meios de comunicação e no novo ambiente criado pelas tecnologias digitais? Encontro resposta na parábola do bom samaritano, que é também uma parábola do comunicador. Na realidade, quem comunica faz-se próximo. E o bom samaritano não só se faz próximo, mas cuida do homem que encontra quase morto ao lado da estrada. Jesus inverte a perspectiva: não se trata de reconhecer o outro como um meu semelhante, mas da minha capacidade para me fazer semelhante ao outro. Por isso, comunicar significa tomar consciência de que somos humanos, filhos de Deus. Apraz-me definir este poder da comunicação como «proximidade».
Quando a comunicação tem como fim predominante induzir ao consumo ou à manipulação das pessoas, encontramo-nos perante uma agressão violenta como a que sofreu o homem espancado pelos assaltantes e abandonado na estrada, como lemos na parábola. Naquele homem, o levita e o sacerdote não vêem um seu próximo, mas um estranho de quem era melhor manter a distância. Naquele tempo, eram condicionados pelas regras da pureza ritual. Hoje, corremos o risco de que alguns mass-media nos condicionem até ao ponto de fazer-nos ignorar o nosso próximo real.
Não basta circular pelas «estradas» digitais, isto é, simplesmente estar conectados: é necessário que a conexão seja acompanhada pelo encontro verdadeiro. Não podemos viver sozinhos, fechados em nós mesmos. Precisamos de amar e ser amados. Precisamos de ternura. Não são as estratégias comunicativas que garantem a beleza, a bondade e a verdade da comunicação. O próprio mundo dos mass-media não pode alhear-se da solicitude pela humanidade, chamado como é a exprimir ternura. A rede digital pode ser um lugar rico de humanidade: não uma rede de fios, mas de pessoas humanas. A neutralidade dos mass-media é só aparente: só pode constituir um ponto de referimento quem comunica colocando-se a si mesmo em jogo. O envolvimento pessoal é a própria raiz da fiabilidade dum comunicador. É por isso mesmo que o testemunho cristão pode, graças à rede, alcançar as periferias existenciais.
Tenho-o repetido já diversas vezes: entre uma Igreja acidentada que sai pela estrada e uma Igreja doente de auto-referencialidade, não hesito em preferir a primeira. E quando falo de estrada penso nas estradas do mundo onde as pessoas vivem: é lá que as podemos, efectiva e afectivamente, alcançar. Entre estas estradas estão também as digitais, congestionadas de humanidade, muitas vezes ferida: homens e mulheres que procuram uma salvação ou uma esperança. Também graças à rede, pode a mensagem cristã viajar «até aos confins do mundo» (Act 1, 8). Abrir as portas das igrejas significa também abri-las no ambiente digital, seja para que as pessoas entrem, independentemente da condição de vida em que se encontrem, seja para que o Evangelho possa cruzar o limiar do templo e sair ao encontro de todos. Somos chamados a testemunhar uma Igreja que seja casa de todos. Seremos nós capazes de comunicar o rosto duma Igreja assim? A comunicação concorre para dar forma à vocação missionária de toda a Igreja, e as redes sociais são, hoje, um dos lugares onde viver esta vocação de redescobrir a beleza da fé, a beleza do encontro com Cristo. Inclusive no contexto da comunicação, é precisa uma Igreja que consiga levar calor, inflamar o coração.
O testemunho cristão não se faz com o bombardeio de mensagens religiosas, mas com a vontade de se doar aos outros «através da disponibilidade para se deixar envolver, pacientemente e com respeito, nas suas questões e nas suas dúvidas, no caminho de busca da verdade e do sentido da existência humana (BENTO XVI, Mensagem para o XLVII Dia Mundial das Comunicações Sociais, 2013). Pensemos no episódio dos discípulos de Emaús. É preciso saber-se inserir no diálogo com os homens e mulheres de hoje, para compreender os seus anseios, dúvidas, esperanças, e oferecer-lhes o Evangelho, isto é, Jesus Cristo, Deus feito homem, que morreu e ressuscitou para nos libertar do pecado e da morte. O desafio requer profundidade, atenção à vida, sensibilidade espiritual. Dialogar significa estar convencido de que o outro tem algo de bom para dizer, dar espaço ao seu ponto de vista, às suas propostas. Dialogar não significa renunciar às próprias ideias e tradições, mas à pretensão de que sejam únicas e absolutas.
Possa servir-nos de guia o ícone do bom samaritano, que liga as feridas do homem espancado, deitando nelas azeite e vinho. A nossa comunicação seja azeite perfumado pela dor e vinho bom pela alegria. A nossa luminosidade não derive de truques ou efeitos especiais, mas de nos fazermos próximo, com amor, com ternura, de quem encontramos ferido pelo caminho. Não tenhais medo de vos fazerdes cidadãos do ambiente digital. É importante a atenção e a presença da Igreja no mundo da comunicação, para dialogar com o homem de hoje e levá-lo ao encontro com Cristo: uma Igreja companheira de estrada sabe pôr-se a caminho com todos. Neste contexto, a revolução nos meios de comunicação e de informação são um grande e apaixonante desafio que requer energias frescas e uma imaginação nova para transmitir aos outros a beleza de Deus.
Vaticano, 24 de Janeiro – Memória de São Francisco de Sales – do ano 2014.
 FRANCISCUS
Fonte: Signis Brasil

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Inscrição para o Somos da Paz 2014

"Porque é Ele a nossa paz." Efésios 2, 14

As inscrições para o Retiro de Carnaval SOMOS DA PAZ estão sendo feitas apenas pelos contatos de telefone:

(28) 3518 6915 

(28) 3518 6909 
(28) 9-99667266 


Nestes mesmos contatos você encontra todas as informações necessárias.
É uma alegria poder atendê-lo. Amamos te ENCONTRAR!




AUTORIZAÇÃO PARA MENOR SOMOS DA PAZ 2014 by ComunidadeEncontro

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

É tempo de deixar Deus mudar os planos

“Um cristão maduro é aquele que sabe preferir o projeto de Deus ao seu!” 

O Ano Novo chegou e uma das muitas coisas que mais ouvimos, nesta época, é sobre a importância de uma revisão de vida. Esta capacidade de ‘fazer as contas’ do que aconteceu, traçar planos e metas para o ano que se aproxima é uma virtude de quem sabe administrar a vida.
Um cristão maduro deve fazer uma revisão de vida e traçar metas para 2014. Mas para quem tem fé não basta a maturidade humana de saber administrar a vida, fazendo revisões e traçando novos planos para 2014, é preciso também maturidade espiritual, que consiste em submeter todos os nossos sonhos à vontade de Deus, que sabe o que é melhor para nós.

Muitos santos traçaram metas para sua vida, correram atrás da sua vocação, mas nenhum deles se opôs às mudanças de planos da Divina Providência ao longo de suas vidas. 

Lembremo-nos de Francisco de Assis, que tinha uma vida cômoda e próspera, um futuro nobre com os negócios da família, até o dia em que abraçou um leproso. Outro exemplo claro disso vemos com Madre Teresa de Calcutá, que era religiosa da Congregação das Irmãs de Nossa Senhora de Loreto, lecionava em um colégio na Índia, até o dia em que o Senhor a impeliu a sair dos muros do colégio e ela se deparou com um moribundo, que lhe fitou os olhos e disse: “Tenho sede”. O próprio Papa emérito Bento XVI contou, em uma entrevista, que, com a morte de João Paulo II, ele fez planos para voltar à sua terra natal e, como um bom teólogo, dedicar-se aos estudos; até o dia em que entrou no Conclave e ouviu da Divina Providência: “Mudança de planos, Ratzinger”.
“Um cristão maduro é aquele que sabe preferir o projeto de Deus ao seu!”
Deus não muda os planos somente dos grandes homens e mulheres que são consagrados a Ele. É só você olhar para o ano que passou e perceber quantas coisas – boas e não tão boas – aconteceram na sua vida sem a mínima previsão ou sinal do céu. Quantas coisas fugiram ao seu controle e quantas outras você planejou, em 2012, mas nem sequer aconteceram em 2013? Tudo isso porque “estão meus caminhos tão acima dos Vossos caminhos e meus pensamentos acima dos Vossos pensamentos, quanto está o céu acima da terra” (cf. Is 55, 9).
Portanto, um bom projeto de vida é aquele que tem metas, planos e sonhos a serem conquistados, mas, antes de tudo, um projeto que diz ‘sim’ aos planos da Divina Providência. Um cristão maduro é aquele que sabe preferir o projeto de Deus ao seu.
Quer ser feliz em 2014? Tenha metas e objetivos a alcançar, mas não demore a dizer “sim” quando Deus lhe disser: “mudança de planos”.

Artigo adaptado de Daniel Machado, Produtor do Destrave

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Aniversário de 13 anos da Comunidade Encontro



Fundada no dia 10 de Janeiro de 2001 por Clayton Bechepeche e os co-fundadores Adriana, Daniel Pereira e Carolina, a Comunidade Encontro completa hoje seus 13 anos. É dia de festa, alegria e grande louvor.
Verdadeiramente, nós amamos ser Encontro e todo o amor que Cristo nos inunda pela vivência da Fraternidade, Obediência, Castidade, Pobreza e Misericórdia.
Bendigamos ao Senhor pelo carisma, pelos santos encontros que constrói nossa caminhada e por tantas graças que presenciamos nesses anos. Queremos cada vez mais nos entregar à vocação Encontro glorificando a Deus com nossas vidas e atendendo Sua ordem de trazer os jovens de volta. 

Venha celebrar conosco hoje às 19h30min em Betesda (Centro de Evangelização da Comunidade Encontro) localizado  no IBC/São Simão.
Amamos te encontrar!

Cientistas confirmam autenticidade do manuscrito do Terceiro Segredo da Fátima


Maria José Azevedo Santos, professora universitária da Faculdade de Letras da Universidade da Coimbra (Portugal), perita em paleografia (estudo de escrituras antigas), logo depois de analisar o manuscrito da terceira parte do segredo de Fátima assinalou que se trata de um documento “autêntico”.

Maria José Azevedo Santos foi convidada a analisar cientificamente o manuscrito da terceira parte do segredo de Fátima, de propriedade do Vaticano, e atualmente cedido ao Santuário da Fátima para a exposição  “Segredo e Revelação”, que durará até final de outubro de 2014.

Em uma entrevista ao periódico jornal do santuário Mariano da Fátima, “Voz dá Fátima”, que será publicada no próximo 13 de janeiro, a perita assinalou que “aIgreja nunca teve dúvidas de que o documento era original, e se a Igreja pede à ciência que a sua leitura seja-lhe submetida, poderíamos, é óbvio, encontrar algum elemento contraditório, o que não aconteceu. Trata-se de um documento autêntico, verdadeiro, que saiu das mãos da Irmã Lucia”.

“O documento tem uma dimensão universal, porque o interesse nele não se restringe apenas à comunidade cristã católica, é patrimônio da humanidade”, indicou.

Azevedo Santos assinalou que apesar de que não figure a assinatura da autora, a Irmã Lucia, isto não “invalida a autenticidade do documento”.

“Pudemos comparar a letra com outros documentos manuscritos da Irmã Luzia e chegar à conclusão de que este, que não está assinado, é da mesma autora. Esta é uma conclusão científica”, disse.

A perita assinalou que “meu testemunho é verdadeiramente um testemunho singular, porque o encargo que recebi também é singular. Fui a primeira mulher leiga a entrar em contato direto com o documento em questão, com prévia autorização de Sua Santidade, o Papa Francisco, concedida aos delegados do Bispo de Leiria-Fátima”, Dom António Augusto Marto.

Maria José Azevedo Santos, junto ao Pe. Luciano Cristino, diretor do serviço de Estudos e Difusão do Santuário da Fátima, junto do Padre Marco Daniel Duarte, diretor do Museu do Santuário da Fátima, visitaram Roma (Itália) em setembro de 2013, obtendo as permissões necessárias, incluindo a autorização do Arquivo da Congregação para a Doutrina da Fé (CDF), que custodia o manuscrito.

O manuscrito da vidente Lucia descreve o que Nossa Senhora lhe disse nas aparições em Fátima e seu conteúdo foi divulgado em 2000 pela Congregação da Doutrina da Fé, então presidida pelo Cardeal Ratzinger. O texto do segredo e a interpretação feita pelo mencionado dicastério, desmentindo certos rumores milenaristas de que o documento continha dados sobre o fim dos tempos, seguem publicados no site do Vaticano em: http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_20000626_message-fatima_po.html


Fonte: ACI Digital

CEBs: realidade sempre atual no Brasil.


Juazeiro do Norte (RV) –
 Com muito entusiasmo e alegria, romeiros e romeiras comemoraram a abertura, na noite do dia 7 de janeiro, da 13ª edição do Intereclesial das Comunidades Eclesiais de Bases (CEBs) que reflete sobre o tema “Justiça e Profecia a serviço da Vida” e o lema “CEBs romeiras do reino no campo e na cidade”.

A cidade de Juazeiro do Norte, localizada no sertão caririense do Ceará, terra de Padre Ibiapina, Padre Cícero e de tantos referenciais, ficou pequena com a presença de centenas de romeiros e romeiras de várias regiões do Brasil e de outros países da África, Europa, Ásia e América Latina. “Não existe distância para quem tem fé no coração”, expressou um dos repentistas na acolhida das regiões.
A mensagem do Papa Francisco causou alegria aos participantes que aplaudiram com muita emoção e esperança suas palavras. “Que este encontro seja abençoado pelo nosso Pai dos Céus, com as luzes do Espírito Santo que lhes ajudem a viver com renovado ardor os compromissos do Evangelho de Jesus no seio da sociedade brasileira. De fato, o lema deste encontro “CEBs, Romeiras do Reino, no Campo e na Cidade” deve soar como uma chamada para que estas assumam sempre mais o seu importantíssimo papel na missão Evangelizadora da Igreja”, diz um trecho da mensagem do Papa Francisco.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) também enviou mensagem e reforçou as CEBs como seguidoras fiéis de Jesus Cristo no mundo e expressão viva da realidade do povo. Conosco, Dom Severino Clasen, bispo de Caçador (SC) e Presidente da Comissão Episcopal para o Laicato.
Fonte: News.va

Despertar a memória do Batismo

O Papa na audiência geral iniciou um ciclo de catequeses sobre os sacramentos

Após a pausa natalícia o Papa Francisco retomou na manhã de ontem, quarta-feira, as audiências gerais na Praça de São Pedro. O Santo Padre iniciou hoje um ciclo de catequeses sobre os sacramentos. Hoje falou-nos sobre o Batismo:papa-francisco-sacramentos
O Batismo, juntamente com a Eucaristia e a Confirmação, forma a chamada «iniciação cristã», que nos configura com o Senhor Jesus e faz de nós um sinal vivo da sua presença e do seu amor.
O Batismo é um dom concedido num contexto de solicitude e partilha fraterna – continuou o Santo Padre. Na verdade, não se trata de uma mera formalidade, mas, no Batismo, somos imersos naquela fonte inexaurível de vida que é a morte de Jesus, o maior ato de amor de toda a história; e, em virtude deste amor, podemos viver uma vida nova de comunhão com Deus e com os irmãos – afirmou ainda o Santo Padre. E foi neste momento da audiência que o Papa Francisco lançou um desafio a todos os fiéis presentes:
Quem de vocês sabe o dia do seu Batismo? Levante a mão? São poucos, mas olhai que é importante.”
Permito-me de dar-vos um conselho, quando regressarem a casa procurem e perguntai a data do vosso batismo, para saberdes quando foi esse dia belo do Batismo”
É na força do Batismo, com efeito, que, libertados do pecado original, somos introduzidos na relação de Jesus com Deus Pai; somos portadores de uma esperança nova, que nada nem ninguém pode apagar; somos capazes de perdoar e de amar mesmo quem nos ofende e nos faz mal; conseguimos reconhecer nos últimos e nos pobres o rosto do Senhor que nos visita e faz-se próximo.”
O Santo Padre recordou ainda que ninguém se batiza a si próprio, sendo portanto, necessário pedi-lo e desejá-lo pois é um dom que deve ser celebrado num contexto de solicitude e partilha fraterna.
Peçamos ao Senhor que nos faça experimentar cada vez mais, na vida diária, a graça recebida no Batismo. Quando os outros se cruzarem conosco, possam encontrar verdadeiros filhos de Deus, verdadeiros irmãos e irmãs de Jesus, verdadeiros membros da Igreja.”
No final da audiência o Papa Francisco saudou também os peregrinos de língua portuguesa:
“Dirijo uma cordial saudação aos peregrinos de língua portuguesa, encorajando-vos a todos a viver o vosso Batismo como realidade atual da vossa existência. Não deixeis que vos roubem a vossa identidade cristã! Com estes votos, invoco sobre vós e vossas famílias a abundância das bênçãos do Céu.”
O Papa Francisco a todos deu a sua bênção.