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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Dia do Esportista

Hoje, dia 19 de fevereiro, é comemorado o Dia do Esportista e por isso fizemos um post especial para você amante dos esportes e que o utiliza como instrumento na evangelização. A Comunidade Encontro também evangeliza assim!

Ao contrário do que muitos pensam, é possível sim usar os esportes como meio de conversão. Conheça a Mary Helen Medeiros que responde “Tô no convento, mas não tô morta” para quem se espanta ao saber que uma freira anda de skate, corre todo santo dia no Aterro do Flamengo, joga bola e luta boxe tailandês. Tudo isso vestida de hábito (roupa usada pelas freiras, que esconde o corpo da cabeça aos pés). Ela largou a faculdade de educação física aos 21 anos para ter uma vida de oração, mas o esporte continuou sendo algo sagrado.

- Para ser freira, não precisa ser amargurada. Não tem essa de ir para o convento só porque não conseguiu casar. Eu nunca tinha pensado em ser freira, até que me apaixonei pela vida de oração das irmãs do colégio onde eu trabalhava como recepcionista. Larguei tudo, menos o esporte. É uma forma legal que eu uso para levar a palavra de Deus para a juventude - conta Mary, hoje com 35 anos, nascida em Sorocaba, interior do estado de São Paulo.

Funcionários e alunos da escola católica onde Mary é vice-diretora, em Botafogo, Zona Sul do Rio, juram que ela é boa de bola. Seja a bola de futebol, vôlei, basquete ou pingue-pongue. Nem no boxe tailandês, esporte considerado violento por muitos, a freira perdoa.

- Ela é muito dedicada e chuta forte pra caramba! - garante Gílson Marinho, o professor de boxe tailandês: - A luta trabalha a disciplina. E eu faço para fortalecer os músculos - responde a freira quando o assunto é a violência da modalidade.

Corintiana roxa, Mary Helen já bateu bola com Ronaldo quando o Fenômeno defendia o Timão. Ele e ela brigavam com a balança: Mary Helen chegou a pesar 134 quilos e perdeu 54 após uma cirurgia de redução do estômago. A freira nunca deixou de praticar esportes na época que era obesa. Nem de sonhar.
Mary ainda dirige uma caminhonete, tem carteira para guiar ônibus, usa Twitter e Facebook e tem uma simpatia do tamanho do céu.

Fonte: extra.globo.com

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