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A vida fora dos muros do Vaticano

A Igreja tem inúmeras formas de evangelizar, firmes e verdadeiras maneiras de atingir e provocar corações para uma vivência mais missionária, anunciando cada vez mais  a necessidade do mundo em ser responsável por esta missão e também tomar para si a ação na evangelização. 

Podemos dizer que a Igreja não para, a intenção dela é alcançar corações aonde estiverem, levar a boa nova assim como Jesus levava as almas mais enganadas pelas mentiras do mundo. 

Somos parte deste corpo que tem como cabeça Cristo. Nisto, também cabe a nós abraçarmos a nossa missão de evangelizar além dos muros do Vaticano e não deixar somente esse papel para o Papa. Porém do lado de fora encontramos corações duros e fechados, teimosos, rebeldes, que contestam as verdades da igreja, apesar de não conhecer nada da situação. A humanidade que se diz "cristã" defende suas próprias opiniões, e não encontra aquilo que a igreja opina, defende as suas razões para isso. Somos povo cabeça dura, muitas vezes a igreja é um mero detalhe na nossa vida e mesmo assim, sem conhecer nada, várias pessoas querem expressar-se sem conhecer.

Toda esta situação se dá, por conta da deturpação da consciência moral da humanidade, o mundo perdeu os valores cristãos ao longo do tempo, então mesmo a evangelização acontecendo, os corações estão mais duros para recebê-la e o ato de evangelizar deve ser algo que toca e mexe de forma mais profunda o coração. Mesmo com aqueles que não querem nem saber, a barca de Pedro não para de navegar, não paramos nos corações fechados, mas sim continuamos buscando caminhos para pescar no deserto.

Com tudo isso, nossa missão é lutar em uma maior doação, um comprometimento profundo com a busca pela santidade, um anúncio inovador para alcançar os corações feridos, cansados e perdidos que se acostumaram com os prazeres da mentira e não optam pela liberdade da verdade. Vamos além, além dos muros.

Por: Ana Carolina Dias, vocacionada da Com. Encontro

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