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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Ciência e Fé: uma união que contribui para os avanços do mundo

“Religião e ciência natural combatem unidos numa batalha incessante contra o ceticismo e o dogmatismo, contra a descrença e a superstição. E a palavra de ordem nesta luta sempre foi e para todo sempre será: em direção a Deus!” -Max Planck, ganhador do Prêmio Nobel de 1919

Estudando o Universo e as leis que o regem, nada mais podemos concluir, senão, que Deus é magnífico. Nosso planeta, nosso Sistema Solar, nossa Galáxia, nosso Cosmos… Em tudo isso se reflete a imagem do Criador. O Universo é imensamente grande, e matematicamente perfeito; quem mais poderia criá-lo a não ser um Deus perfeito? A Astronomia, sem querer, é uma afirmação do poder, realeza e grandeza de Deus. Mas, por muitas vezes, cientistas e admiradores da Ciência tentam refutar textos das Sagradas Escrituras; sendo isso possível graças à falta de entendimento da Bíblia. Para a fé, a ciência não é descartada -uma prova disso é a Pontifícia Academia de Ciências do Vaticano, onde mais de 70 membros são ganhadores do prêmio nobel- . Mas e para a Ciência? A fé é descartada? Em verdade, não deveria. A ciência e a fé se completam; “A ciência sem a religião é manca, a religião sem a ciência é cega” (Albert Einsten). Por que ser manco ou cego se podemos enxergar e caminhar direito? Deus nos deu a inteligência, o entendimento das coisas, e isso pode ser usado para conhecer tudo o que Deus deseja nos revelar, inclusive sobre Ele.
Werner Karl Heisenberg, um físico teórico alemão que recebeu o Prêmio Nobel de Física em 1932 pela “criação” da mecânica quântica, afirmou: “O primeiro gole das ciências naturais te torna um ateu, mas no fundo do copo, Deus aguarda”. Essa frase define perfeitamente a relação entre ciência e religião. Podemos dizer, sem receio, que muitas pessoas hoje usam o intelecto para afirmar que não precisam de Deus: puro orgulho e egocentrismo. O homem foi feito à imagem e semelhança do Criador, foi feito amor e para amar, mas deixou o pecado agir em sua vida. E o pior, não buscou redenção. Esse é um fator para algumas pessoas não crerem em Deus, pois elas acreditam que são o próprio deus de suas vidas. Essas pessoas, por seu intelecto por vezes grande, podem até compreender várias coisas, colocarem o crédito nelas mesmo, achar que sabem de tudo… Esse é o primeiro gole, e não podemos parar nele. Devemos lutar, seguir para ir mais a fundo e descobrir a verdade: Deus está em tudo que é bom.

É muito interessante o que Kurt Gödel diz em seu Teorema da Incompletude de Gödel. Com esse Teorema, há prova que a ciência não preenche as próprias lacunas, sendo preciso buscar fora da ciência algumas respostas. E a Incompletude do Universo não é especificamente a prova da existência de Deus. Seria a prova que essa crença é necessária e totalmente lógica para entender de forma científica o Universo. Em 1931, o jovem matemático Kurt Gödel provou a ligação entre fé e ciência.

Santo Agostinho considerou a filosofia como a maneira para encontrar parte da solução aos problemas de sua vida, mas a solução integral viria somente mais tarde através do cristianismo. Este Santo, que é doutor da Igreja, é citado frequentemente quando o assunto é Fé e Ciência, e ainda hoje é estudado na disciplina de Filosofia em nosso Ensino Médio. Uma frase que exprime muito as idéias de Santo Agostinho, é o lema da Ordem dos Agostinianos Recoletos : Scientia et Caritas (Ciência e Caridade), que concilia a maior virtude cristã - a caridade - com a Ciência.

Então, se a ciência é o estudo do Universo e de tudo o que há nele, nada mais é do que o estudo do Criador, pois a Criação se assemelha a Ele. Deixemos de lado todo o orgulho, o pensamento de que podemos tudo sem Deus, pois assim nunca alcançaremos a felicidade. Se unirmos a ciência e a fé, como vários cientistas e teólogos já fizeram e fazem até hoje, encontraremos uma maneira melhor de contribuir para os avanços do mundo, e melhor, nos aproximarmos e conhecermos mais a Deus, que é o Criador de toda essa obra.

Alguns cientistas sobre Deus:


Michael Faraday (1791-1867), físico e químico
“Eu confio em certezas. Eu sei que meu Redentor vive, e porque Ele vive eu também viverei.”

James Prescott Joule (1818-1889), físico
“Após conhecer e obedecer à vontade de Deus, o próximo alvo deve ser conhecer algo dos Seus atributos de sabedoria, poder e bondade evidenciados nas obras de Suas mãos.”

Louis Pasteur (1822-1895), microbiólogo e químico
“Quanto mais eu estudo a natureza mais fico impressionado com a obra do Criador. Nas menores de suas criaturas Deus colocou propriedades extraordinárias...”

“Proclamo Jesus como filho de Deus em nome da ciência. Meu espírito científico, que dá grande valor à relação entre causa e efeito, compromete-me a reconhecer que, se ele não o fosse, eu não mais saberia quem ele é. Mas ele é o filho de Deus. Suas palavras são divinas, sua vida é divina, e foi dito com razão que existem equações morais assim como existem equações matemáticas.”

James Clerk Maxwell (1831-1879), físico e matemático
“Juntamente com a Assembléia de Westminster e todos que a precederam eu creio que 'o fim principal do homem é glorificar a Deus e apreciá-lo para sempre.'”

Max Planck (1858-1947), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1919
“A prova mais imediata da compatibilidade entre religião e ciência natural, mesmo sob análise detalhada e crítica, é o fato histórico de que justamente os maiores cientistas de todos os tempos, homens como Kepler, Newton, Leibniz, estavam imbuídos de profunda religiosidade.”

Gottfried Wilhelm Leibniz (1646-1716), matemático, engenheiro, filósofo e diplomata
“A verdadeira felicidade consiste no amor a Deus, porém num amor sem preconceitos, cujo fogo arde na luz do conhecimento. Este tipo de amor gera a alegria com boas ações, que dá apoio à virtude e, tendo Deus como centro, eleva o humano ao divino.”

Lísia Milheiros Marioti

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