Pular para o conteúdo principal

10 propósitos que ajudarão a viver melhor o Tempo Pascal


Na oração do Regina Coeli na segunda-feira, 2 de abril, o Papa Francisco afirmou que um dos frutos da Páscoa é a fraternidade, graças a que Jesus, “com a sua morte e ressurreição, derrotou o pecado que separava o homem de Deus, de si mesmo e de seus irmãos”.

Por isso, para viver com mais intensamente os 50 dias deste tempo litúrgico, o site ‘Catholic Link’ apresentou uma lista de dez propósitos elaborados pelo autor católico argentino Andrés D’Angelo.

O site também recordou que é comum fazer resoluções para o Ano Novo ou para a Quaresma, mas “raramente fazemos propósitos de Páscoa. Por que fazer propósitos na Páscoa? Porque estamos felizes porque o Senhor realmente ressuscitou como nos havia prometido! E a Páscoa é mais do que o Ano Novo. Jesus nos fez homens novos. Como não nos propor a anunciar ao mundo a alegria de que a morte não tem a última palavra? Essa é a boa notícia! Nós ressuscitaremos com Ele!”.

A seguir, a lista de “dez coisas bonitas que podemos fazer” na Páscoa:

1. Aprendamos a aceitar-nos. Deus não comete erros.

Valorizemos as virtudes que o Senhor nos deu, mas também admitamos os defeitos que temos e façamos “o possível para superá-los, conscientes de que só Deus pode ajudar a superá-los para chegar a ser a minha melhor versão”.

2. Antes de criticar ou corrigir, escutemos o próximo com caridade.

Andrés D’Angelo assinalou que “muitas vezes nos deixamos levar por ‘disse me disse’ que ferem o nosso próximo. Se soubermos de alguém que está angustiado ou passando por um momento difícil, sejamos o ouvido atento e o coração compreensivo de que necessitam”.

3. Sejamos compassivos! Antes de criticar os erros dos outros, corrijamos os nossos.

Deixemos prestar atenção nos erros dos outros e nos perguntemos “em que podemos crescer”, por exemplo, “na paciência com os erros dos outros”.

4. Cuidemos do nosso corpo. Comecemos a praticar alguma atividade física.

“Cristo ressuscitou no Corpo e na Alma!”. Portanto, também devemos cuidar do nosso corpo para que possa entregar tudo o que puder no serviço aos outros. “Começar neste tempo uma atividade física que me leve a cuidar do meu corpo que é um dom de Deus”, destacou D’Angelo.

5. Verdadeiramente ressuscitou! Ressuscitemos uma amizade esquecida.

“Há muito tempo não sabemos como está um amigo? A vida nos separou dele e não sabemos onde ele está? Aproveitemos a Páscoa para ligar para ele e encontrá-lo durante a semana! Ressuscitemos a velha amizade!”, sugeriu o autor da lista.

6. Ele morreu por nós! Comprometamo-nos em um apostolado pelos demais.

Ofereçamos a nossa ajuda àqueles que necessitam, talvez a uma pessoa abandonada. D’Angelo sugeriu ir “às praças e procurar pessoas que passam a Páscoa sozinhos e levar-lhes comida ou um presente”.

7. Perdoemos de verdade! Reconciliemo-nos com alguém que nos magoou.

“A Páscoa é uma bela oportunidade para deixar para trás as feridas do passado”. Por isso, esta resolução nos convida a procurar uma pessoa que nos magoou e que nos custa perdoar de coração.

8. Coloquemos os nossos talentos ao serviço dos outros.

Alguma vez já se perguntou quais talentos ocultos você tem? Esta é a oportunidade de descobri-los e começar “neste tempo pascal a entregar-nos aos outros. Nosso Senhor ressuscitado multiplicará os nossos talentos para ajudar”.

9. Celebremos a vida! Toda vida, tanto a que começa quanto a que está chegando ao fim.

“Conhecemos alguém que está hospitalizado? Vamos visitá-lo!”. “Alegremos com a nossa presença as pessoas que estão afligidas pela doença. E celebremos a vida dos recém-nascidos”, assinalou.

10. Questionemos a vocação.

Este propósito incentiva a fazer um retiro vocacional para saber “o que Deus espera de mim”. “O plano de Deus é perfeito e quer a minha felicidade. Por que não me ofereço para realizar os sonhos de Deus na minha vida?”, indicou D’Angelo.


ACI Digital


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Oração para se libertar da Dependência Afetiva

Senhor Jesus Cristo, reconheço que preciso de ajuda. Cedi ao apelo de minhas carências e agora sou prisioneiro desse relacionamento. Sinto-me dependente da atenção, presença e carinho dessa pessoa. Senhor, não encontro forças em mim mesmo para me libertar da influência dessas tentações. A toda hora esses pensamentos e sentimentos de paixão e desejo me invadem. Não consigo me livrar deles, pois o meu coração não me obedece. A tentação me venceu. E confesso a minha culpa por ter cedido às suas insinuações me deixando envolver. Mas, neste momento, eu me agarro com todas as minhas forças ao poder de Tua Santa Cruz. Jesus, eu suplico que o Senhor ordene a todas as forças espirituais malignas que me amarram e atormentam por meio desses sentimentos para que se afastem de mim juntamente com todas as suas tentações. Senhor Jesus, a partir de agora eu não quero mais me deixar arrastar por esses espíritos de impotência, de apego, de escravidão sentimental, de devassidão, de adultério, de louc

Milagres de São Bento

Santa Escolástica, irmã gêmea de São Bento, testemunha o poder de Deus               Muitas pessoas perturbadas e possessas por espíritos maus, foram libertas por São Bento. Quando São Bento ordenava que os espíritos saíssem, quando estes não obedeciam, ele esbofeteava a pessoa ou a tocava forte com o cajado, mas quem sentia o golpe era o demônio. Sobre isto comenta Santa Escolástica, que por duas ocasiões viu que após alguns golpes os espíritos deixavam as pessoas como se tivessem levado uma bruta surra. A pedra que não se movia               Havia ali também a construção uma enorme pedra, que serviu de altar para sacrifícios ao deus pagão Apolo. Tentavam os monges remove-la, mas não conseguiam. Chamaram São Bento, que percebeu que a pedra era segurada por demônios. O Santo ordenou que se retirasse, fez o Sinal da Cruz e os demônios fugiram e a pedra pode ser removia com grande facilidade. Salva da morte São Plácido               Numa certa ocasião aconteceu que um meni

EXAME DE CONSCIÊNCIA PARA JOVENS E ADULTOS

Como se faz o exame de consciência? Faz-se o exame de consciência trazendo à memória os pecados cometidos, a partir da última confissão bem feita.  “Qual é a mulher, que tendo dez dracmas, e perdendo uma, não acende a candeia e não varre a casa e não procura diligentemente até que a encontre? E que, depois de a achar, não convoque as amigas e vizinhas, dizendo: Congratulai-vos comigo, porque encontrei a dracma que pinha perdido?” (Lucas 15, 8-10) A dracma era uma moeda corrente na Judéia. A solicitude da dona de casa, apresentada na parábola do Evangelho a procurar a moeda em todos os ângulos dos quartos e das salas, é um excelente convite à nossa alma. Devemos examinar atentamente nossa consciência antes de nos aproximarmos da santa confissão. Não é possível detestar e confessar um mal sem conhece-lo. Ao passo que, o seu conhecimento, leva-nos à detestação e ao desejo de nos libertarmos dele quanto antes. O exame de consciência é, por conseguinte, a indagação at