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sexta-feira, 20 de junho de 2014

Relacionamentos Humanos

Ninguém vive só! Una-se!


“Que seja um, é o que eu quero mais
Que seja um, é o que quero mais
O meu amor é o que torna capazes
Sem medo algum se amem mais
Sem medo algum se amem mais
O meu Espírito é quem age e faz”

Até quando você vai ficar se arrastando no conhecimento das atitudes de santidade? Até quando estará sendo esta criança espiritual que nunca cresce? Uma criança individualista fazendo o mesmo que todos fazem, comportando-se do mesmo jeito que o mundo se comporta? Quantos retiros, pregações e orações serão suficientes para você começar a ter a docilidade ao Espírito Santo? Quanto ainda falta? Será que Cristo precisa vir novamente para ser crucificado e passar em nosso meio ensinando  tudo novamente? Em sua segunda volta Cristo não voltará para morrer, mas para triunfar e levar consigo os santos, os homens e mulheres que entenderam o recado dele.
Devemos sair de nosso mundo individualista. A humanidade se deteriora, pois vive sozinha. Ninguém nasceu para ser sozinho. Quando acontecerá de o Senhor olhar para nós e não precisar “dar corda” para que possamos caminhar? O inferno está cheio de boas intenções, mas vazio daqueles que viveram o amor.
Reze: “Desperta a santidade que já foi plantada em mim. Eu posso e quero ser santo. Desperta a santidade em mim, Senhor.”
“É pelo amor entre vós que o mundo conhecerá que sois meus discípulos.” (Jo 13, 35). Somos perpetuadores da vida de Cristo do mundo. Algum materialista, porém, pode dizer: “O mundo não é isso. É preciso trabalhar, ganhar dinheiro, progredir” porém, se de fato, este tiver a consciência reta, reconhecerá também que sua resposta está fundamentada num único aspecto: “Viverá assim pelo preço de uma escravidão às paixões e vícios por toda a vida e depois uma eternidade desgraçada de escravidão ao demônio.” O preço do individualismo e de buscar sempre os próprios interesses, de fazer aquilo que bem se entende, empenhar-se sempre no próprio prazer e não dar ao irmão o prazer, a alegria, o consolo, é ser escravo do demônio pela eternidade. Porém aquele que realmente acredita no amor segue os passos de Cristo, quer ser santo, incomodar com o barulho do amor – sendo este barulho muitas vezes o silêncio -, vive a renúncia, pede perdão sempre, entrega-se ao Senhor e vive, vive santamente, vive o amor fraterno. Este já se livrou do demônio, já é completamente livre no amor.

Pense nisso: Muito mais do que qualquer plano material que você almeja atingir, deseje experimentar a fundo uma vivência autêntica do amor fraterno, de entrega, de abertura às necessidades do outro. Esta é a maior essência de nosso ser: Amar. Deus não deseja os desencontros mas os encontros verdadeiros e frutuosos com os irmãos. Ninguém vive só! Una-se!

Clayton Bechepeche - Fundador da Comunidade Encontro 

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